História Superando - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki
Tags Hinata, Naruhina, Naruto, Sasusaku
Visualizações 187
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O Capítulo mais tenso 😬
Lembrando que esses acontecimentos estão no passado, logo a história vai estar no momento atual da Hinata, que são seis anos depois de toda essa tragédia.

Capítulo 4 - Tortura


Fanfic / Fanfiction Superando - Capítulo 4 - Tortura

    Hinata acabou dormindo, sentia seu corpo dolorido por ter sido arrastada, apertada e jogada pra todo canto, em apenas vinte e quatro horas ou menos, entretanto, pouco depois acordou sobressaltada com a porta batendo, se sentou com o susto e observou Kiba caminhar até ela, o olhar de desejo que ele lançou pra ela a fez lembrar que estava só com uma camisola de cetim, ela se encolheu puxando seus joelhos e se cobrindo. 
- Pelo jeito as roupas couberam certinho, fiz questão de escolher todas pessoalmente - Kiba caminhava em sua direção, ele estava apenas com uma calça de moletom, subiu na cama se aproximando e Hinata se afastou até bater suas costas na cabeceira - EU JÁ FALEI PRA NÃO SE AFASTAR DE MIM - Ele gritou a fazendo pular de susto, a puxou pelas pernas a obrigando a ficar deitada, sua expressão era de raiva, mas logo mudou para divertimento, seus olhos demonstravam desejo e Hinata engoliu em seco ao ver ele sorri.
- Kiba - Ela ia implorar novamente, mas foi interrompida 
- Agora nós vamos nos divertir amor - Ele falou acariciando o rosto dela - Eu quero que você seja uma garota obediente e faça tudo o que eu mandar - Hinata já chorava a essa altura - Tira a camisola - Mandou, Hinata choramingou e sentiu seu corpo gelar, pediu a Deus que tudo aquilo fosse um pesadelo 
- Kiba por favor, não - Soluçou em meio ao choro, a expressão de Kiba mudou de divertimento para fúria 
- Eu tentei fazer as coisas de uma maneira gentil Hinata, mas você não me obedece - Ele disse e arrancou a camisola dela fazendo as alças se romperem, a deixando apenas de calcinha, Hinata se debateu e se jogou pra fora da cama, mas Kiba era muito mais forte que ela e a agarrou pelos cabelos a trazendo para a posição anterior, ele a prendia com as pernas já que estava praticamente sentado em cima dela, ela começou a estapear seu peito, mas um tapa forte de Kiba foi o bastante para que ela parasse, sua boca começou a sangrar e ele puxou seu cabelo mais pra trás a encarando - Escuta aqui sua puta, é melhor você me obedecer ou eu mato você!
- Kiba me larga, pelo amor de Deus - Implorou
- Eu não vou te largar Hinata, eu vou foder você até te rasgar por dentro pra que você aprenda que você é minha - Kiba disse isso e beijou o pescoço dela, ele mordeu ali tão forte que ela gritou, depois passou pros seios dela e ele repetiu a mesma coisa, as mordidas eram fortes e algumas chegavam a sangrar, Hinata apenas chorava e pedia pra que ele parasse. 
   Kiba rasgou a última peça que ela vestia, apertou a cintura dela com força e gemeu de prazer ao vê-la nua, Hinata voltou a bater nele e aquilo o deixou furioso, segurou as duas mãos dela pra cima e com a outra ele apertou seu pescoço, apertou tanto a ponto de seus lábios ficarem roxos, quando viu que ela perdia a cor ele a soltou.
- Eu disse que se você não me obedecer eu vou te matar - Ameaçou novamente, Hinata puxava o ar com força tentando respirar, ele aproveitou o momento e tirou seu membro de dentro da calça.
   Ele não esperou e logo a penetrou, Hinata gritou alto, o fato dela não estar lubrificada o fez rasgá-la por dentro, podia sentir a dor dilacerante que era e arfou, soluçava a cada estocada dele dentro dela, era como se ele a quebrasse mais um pouco a cada estocada, aquilo durou minutos, aquela tortura, aquela destruição e aquela sujeira, sentiu alívio quando ele gemeu alto e segundos depois saiu de dentro dela, ela estava paralisada e a única coisa que fez foi se virar e chorar, seu choro era dolorido e forte.
    Ele se levantou e ficou a encarando, sorriu e depois saiu batendo e trancando a porta, ela sentia o gozo imundo dele misturado com seu sangue sair de dentro dela, se sentia suja, invadida e impotente, se ela pudesse pedir alguma coisa a Deus naquele momento, ela pediria para morrer, porque ela se sentia vazia naquele momento.
    Ficou naquela posição por alguns minutos até a porta abrir novamente, não se deu ao trabalho de olhar quem era, mas pedia que não fosse Kiba, Deus pareceu escuta-la naquele momento e logo Kurenai entrou em seu campo de visão, a senhora a encarava com muita pena e acariciou seus cabelos
- Vamos cuida desses machucados menina - Ela disse mexeu em sua mala.
...
    Hinata não sabia dizer quanto tempo estava naquele lugar, se foram dias, semanas ou até meses, a única coisa que ela sabia era que estava destruída, Kiba continuava abusando de seu corpo quando lhe dava vontade, a machucava de todas as formas possíveis e logo depois Kurenai entrava pra cuidar de seus ferimentos, tinha pegado um carinho pela senhora bondosa, de início ela sempre estava acompanhada de algum capanga, que as observava isso fazia Hinata se sentir mais exposta, mas depois começou a fim sozinha, ela aparecia para trazer comidas também.
   Kurenai era uma boa pessoa, mas o olhar de pena estava sempre ali a acompanhando e sendo direcionado a mais nova, conversava pouco, Hinata sabia apenas que ela era sozinha, tinha pedido o marido em um acidente de carro e depois veio pra cá cozinhar para os campanhas de Kiba, com um tempo se tornou de confiança para o patrão, caso contrário não estaria ali. 
   Hinata se sentia cada vez pior, não conseguia nem ao menos se olhar no espelho, o corpo antes perfeito agora era repleto de hematomas, alguns ficariam as marcas para sempre, mas lugar nenhum teria marca pior que a sua alma, Kiba a estava destruindo, não só por fora, mas por dentro também.
   Saiu de seus pensamentos com o barulho já conhecido das chaves, olhou pela janela e era noite, Kiba costumava ir vê-la a noite, sentia sua espinha gelar, mas logo se acalmou quando viu Kurenai entrar com uma bandeja de comida. 
- Vamos menina, você precisa se alimentar, tem dias que vem comendo mal - A senhora falou preocupada 
- Obrigada Kurenai, mas não estou com fome, na verdade sentir esse cheiro me deixa com vontade de vomitar - Tudo o que Hinata comia ela vinha botando pra fora, em sua mente a única coisa que passava era que os chutes e socos de Kiba tinham afetado seu estômago.
- Eu sei menina, por isso te trouxe uma coisa e preciso que faça - Hinata franziu o cenho a encarando 
- O que? - Perguntou confusa 
- Isso - Kurenai tirou de dentro do avental uma caixinha branca e estendeu pra Hinata que segurou
- Não pode ser Kurenai, eu não vou fazer isso - Ela se negou sentindo seus olhos lacrimejarem ao perceber o teste de gravidez que estava em sua mão, seu coração acelerou e suas mãos começaram a tremer 
- Você vai e vai fazer agora, antes que Hideo bata na porta mandando eu sair e não der tempo de eu levar o teste de volta - Kurenai sussurrou 
   Hinata respirou fundo e mesmo não querendo se levantou, tinha dificuldade de se mexer por causa das dores no corpo, mas se esforçou e foi para o banheiro, abriu a caixa lendo as instruções e o fez. 
   Ela pegou o teste sem olhar o resultado, não queria olhar, não tinha coragem suficiente pra isso, entrou entregou para Kurenai, passaram os cinco minutos esperados e a senhora o tirou da caixa, não foi preciso Kurenai falar pra ela saber o resultado, novamente o olhar de pena estava ali a encarando, mas dela vez estava pior, ela olhou para Hinata e ligo depois pra sua barriga, abaixou o olhar e disse a última coisa que aquela "menina" queria ouvir
- Você está grávida, eu sinto muito!



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