História Taça de Vinho - Capítulo 1


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Notas do Autor


HENTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIII! ~chu :3

Capítulo 1 - Beba, pra você é de graça!


Sunny Go - Grand Line 01:15 AM

Ele estava muito surpreso e um pouco assustado, confessa.

Foi a primeira vez que se viu numa situação tão complicada e divertida, ao mesmo tempo.

Law encarava a mulher com belos orbes cor de mel, tão doces quanto e esbanjava um sorriso desengonçado graças à bebida exagerada.

Luffy quis fazer uma festa antes de atracarem em Dressrosa e acabou por convencer a todos.

Fizeram muita bagunça no convés, alguns deles acabaram por dormir no chão mesmo, o gramado estava um tanto quentinho e fresco.

Diferente dela, que estava uma pilha recém-carregada.

Nami tentava se manter em pé sozinha, e era impossível (usando saltos de agulha e bêbada como estava), a única coisa que podia fazer sem ter noção, era rir.

— Você precisa dormir, Nami-ya, está muito fora de si.

— Tsc, não pense que pode sair por aí me dando ordens! -ela exclamou irritada- além do mais, eu sou a navegadora deste navio, sou eu quem digo para onde devemos ir.

— Neste caso, para onde devemos ir então, Nami-ya?

Os olhos cinzentos deles brilharam por um instante, ela podia jurar que sim. A ruiva sorriu fino e encarou misteriosa o céu, logo após, voltando-se ao cirurgião; não entendia qual a frieza que os outros enxergam naqueles olhos, Nami via claramente dois orbes cinzas de uma pessoa com dois lados a flor da pele:

 O lado psicopata.

E o lado silenciosamente masoquista.

Mas admitia que são dois lados muito convidativos para se conhecer de Trafalgar Law.

. . .

Agora ela entendia porque Robin ficava tão intrigada e receosa em decifrar o que se passa pela mente dele. Ela entendia que, como um gênio que a amiga é, Robin sabe que Law quer expressar seu lado mais quieto para esconder seu lado psicopata, o que de certa forma, é transparecido em seus olhos, porém, ele sabe controlar o vento que bate nesta fina toalha que separa o lado A do lado B.

 

*

*

*

 

Era uma noite quente na Grand Line, a cascata laranja descia pelas costas da navegadora que ainda estava sob efeito do álcool. Pegando na mão do mesmo, sorriu marota e apontou para a escadaria que levava até o almoxarifado.

— Você não bebeu nada, não me diga que estava tentando se controla para poder bola rum plano melhor contra o Doflamingo. -ela sorriu mais- você só parece ser bom em mentir, mas não se engana um enganador.

— Não é à toa que te chamam de gata ladra, certo?

O sorriso aumentou, a malícia veio nas pontas dos lábios róseos e, com um pouco de dificuldade, Nami "andou" para mais perto do corpo de Law, até finalmente alcançar suas roupas e poder se apoiar nelas, de alguma maneira.

— Por que não se tenta a descobrir? -arrastando a voz, a ruiva encarou hipnotizada pelos traços firmes e pálidos do rapaz, que via as pernas torneadas cambaleando e lutando ao máximo para manterem-na de pé.

— O que vamos fazer lá embaixo? -aos sussurros, Law, inconscientemente aproximava mais seu rosto ao dela, chegando a sentir a respiração cálida e meio alterada da jovem.

— Irei te mostrar a safra especial da adega...

Antes que causasse um acidente, ela fez questão de, com bastante dificuldade, tirar os saltos e deixa-los pelo convés mesmo. Sem eles se sentia mais baixinha ainda, é menor que Luffy e perto de Robin, a terceira pessoa mais alta do navio, se sente uma formiga.

Ela fica impressionada que até o cirurgião da morte seja um pouco mais baixo que Zoro e ainda sim, é mais alto que ela.

Todos são mais altos que ela, até Chopper, quando está usando o famoso Monster Point, fica muito mais alto que Brook.

Nami achava injusto, queria poder ter um pouco mais de altura apenas para poder alcançar as prateleiras de cima dos armários da cozinha.

Só que... Nada disso vem ao caso!

Law estava surpreso com todas aquelas reações da navegadora, ele nunca a viu beber como noite passada e pior, não sabe como ela reage quando está em condições "críticas" de embriaguez;

Só sabia que no momento, estava sendo muito divertido acompanha-la até a adega, estava sendo interessante demais seguir os passos calmos e desastrosos da mulher que lhe puxava pelo braço, era... perigosamente convidativo...

E ao chegarem lá, Nami não acendeu as luzes, apenas um corredor grande e estreito que os apertava de leve entre as estantes e os gargalos de vidro.

— Vamos, para o fundo... -em meio ao estado de sanidade ruim da mesma, ele procurou segui-la no mesmo ritmo que fora levado, assim, poderia reagir a tempo se algo acontecesse no meio do trajeto.

Olhando-a de costas, Nami tem uma silhueta bonita, um pouco adolescente ainda, mas não deixava de mostrar a mulher que se tornara, estava de blusa branca com alças finas e uma saia de mesma cor, podia parecer fraca perante a maioria das pessoas, porém, seus tapas e socos são bem pesados. Luffy quem diga, é o que mais apanha de todos os meninos.

Olhando para as pernas dela, via belas e longas pernas brancas, um pouco grossas, com suas curvas perfeitamente bem desenhadas, os pés tinham pequenas bolhas, culpa dos saltos que tanto usa.

Ao observar os braços, os viu longos e delicados, com desenhos específicos de pessoas com genes recessivos.

Os cabelos longos eram de um laranja muito bonito e chamativo. Parecia realmente, da cor da casca de uma laranja madura, ele conseguia exalar o cheiro daqueles fios ruivos: cheiro de laranja... "Algo meio óbvio para alguém que adora laranjas", pensou.

Ao chegarem no fundo da adega, viram vários caixotes de madeira empilhados uns nos outros. Nami sentou-se em cima deles e, ao lado, viu uma garrafa de vinho tinto de uma safra antiga, devia ter uns 80 anos.

— Marques de Riscal...–disse o moreno com um tom sugestivo- É com certeza, um vinho muito raro. Em países grandes ele custa quase o preço de um navio pequeno.

— Então sabemos que custa muito caro...

Law abriu o vinho e entregou a garrafa para a mulher à frente, que o fez chegar mais perto, enlaçando as pernas por sua cintura. Enquanto Nami dava atenção ao que fazia, ele a encarava, vendo-a crispar os lábios sem notar.

Era de fato, uma situação surpreendente...

Com um sorriso torto, o cirurgião tomou a garrafa para si novamente, bebendo o vinho do gargalo.

Iria devolvê-la para a menor, mas "infelizmente", acabou derrubando vinho nela.

— Que droga, agora estou toda suja de vinho... -ela riu de canto- essas manchas nunca irão sair.

— Desculpe, vou te ajudar a limpar...

E sem esperar uma resposta, Law foi de encontro a curva do pescoço da navegadora, lambendo todo o vinho derramado ali;

Devagar, desceu suas mãos para a cintura fina, apertando levemente e depois soltando, num movimento de puxar e empurrar várias vezes.

Aquilo era excitante e perigoso... Se acordassem alguém...

Nami arqueou as costas para frente, querendo sentir mais do contato, então, ao perceber, Law lhe fez tirar a blusa e logo, ficou admirando dois belos e fartos seios.

Com um sorriso maior ainda, subiu a mão direita pela curva da cintura até chegar no vale dos seios da jovem, massageava um ainda por cima do sutiã laranja claro.

— Devia tomar mais suco, Nami-ya, assim evita ficar bêbada mais rápido... -o moreno falou ao pé do ouvido, posteriormente fazendo uma trilha de mordidas desde a orelha até o ombro da mesma.

E Nami agora começaria a pagar pela consequência de beber tanta coisa alcoólica em uma única noite.

Seu corpo estava muito sensível a toques, para tudo resmungava ou gemia baixo e, tudo só piorou quando as mãos dele atravessaram sua saia, chegando num local muito reservado até para si própria.

Ainda por cima da calcinha, Law estimulava o corpo de Nami, que não parava de lhe prender mais e mais entre suas pernas, somente quando o sentiu tocar no ponto mais sensível que conhece, foi que desistiu de lutar contra ele.

As mãos habilidosas como as de um grande médico, sabia exatamente onde, como e quando toca-la;

— Law... por favor...

— Apressadinha... -riu malicioso- você primeiro precisa se alongar um pouco.

Com a outra mão, o Shichibukai desatou o fecho do sutiã laranja, que, ao cair, revelou duas maravilhas eternas do corpo de uma mulher.

Abocanhou um deles, fazendo-a gemer mais alto e agarrar seus cabelos curtos com força.

Não parando a estimulação inicial, Law começou a sentir-se quente até demais naquelas roupas.

Sem contar que... Estava meio apertado...

Sem aviso prévio, sentiu umas das mãos pequenas lhe tocar embaixo, com um sorriso pervertido, Nami fazia o mesmo que era feito com ela.

Ofegantes e quase entregues a loucura do álcool, a ruiva o fez sair jogando suas roupas por qualquer canto da adega, ficando apenas com uma peça em especial, que era a única coisa que o cobria agora. Ainda em cima dos caixotes, a navegadora puxou o rapaz para muito perto, tomando seus lábios e explorando o canto que quisesse, dançou com a língua invasora, numa adorável, quente, molhada e excitante valsa.

Ao retirar a saia branca e a calcinha laranja junto, Nami já se dava por vencida, não aguentava mais ter que esperar para senti-lo dentro.

Chegava a doer.

Então, tirando a última peça dele também, Law não demorou para ouvir a melhor música para o momento.

Um gemido alto, rouco e prazeroso da pequena Nami... Parecia muito extasiada e ansiosa com ele ali, lhe invadindo e lhe dando tantas sensações boas ao mesmo tempo.

Começaram a se mover devagar e aos poucos, iam mais rápido e mais sincronizados.

A garrafa do vinho raro e caro, acabou por cair no caixote ao lado, molhando-os, não se importaram; na verdade, passaram a ligar o "foda-se" para qualquer pessoa que estivesse ouvindo, mesmo que tremessem o Sunny inteiro, não parariam e ai de quem ousasse interromper!

Nami não se lembra quando foi que ficou tão... "Próxima" de Law... Ela nem sabia que tinha capacidade de se aproximar tão fácil das pessoas.

Só sabia que de início, tinha muita desconfiança em mantê-lo no navio só porque Luffy concordou em fazer a Aliança Pirata, mas agora, exatamente agora, não tinha nem condições de pensar em como terminará a noite, o álcool lhe fez coisas ruins, mas também, coisas muito boas.

Arranhava sem gentileza as costas do cirurgião, que não conseguia largar de sua cintura e não a queria deixar largar seu ouvido.

Law sempre teve uma pequena mania de "querer ouvir tudo até o final"...

Ouvi-la gemer era importante pois, além de estimula-lo, era como uma continuação de seu aprendizado sobre as mulheres...

Foi algo que a aprendeu a muito tempo, com uma pessoa:

1- Quanto mais arranhada suas costas, melhor você faz.

2- Quanto mais ela pede, melhor você faz

3- Quanto mais ela insiste, melhor você faz.

4- Se ela não cansou, significa que você ainda tem o que melhorar.

Quanto a quarta lição, ele só pode afirmar que se a fizer bem, as outras três serão cumpridas naturalmente.

— Law... -aquela súplica foi o cúmulo do absurdo para si, ele confessa que também exagerou um pouco no álcool, mas como Nami, nem de longe!

E naquele ritmo tão frenético, nenhum dos dois ousava parar, a ruiva gemia tanto que chegavam a ser gritos desesperados por mais.

Por fim, em todos os sentidos da palavra, gozaram.

Nami não aguentou ficar cinco minutos acordada, desmaiou de sono nos braços do moreno.

Mas não tinha problema, o importante era que, o vinho é com absoluta certeza, uma bebida muito importante para o bom funcionamento do coração.

 

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*

 

Era interessante demais olha-lo. Era interessante demais observar tudo que compunha Tafralgar Law.

Nami estava no quarto, sentada em sua cama, acabara de acordar.

E de frente para si, estava o cirurgião da morte, de braços cruzados no batente da porta, com a katana repousando em seu abraço forçado e um sorriso misterioso descansando em seus lábios.

— Por que está aqui em cima?... -não fora uma pergunta rude e nem seca, foi apenas... uma pergunta. Nami estava com os cabelos bagunçados, uma fina camisola branca lhe cobria e mesmo assim, as alças caíam pelos ombros;

Os olhos sonolentos eram esfregados delicadamente pelas costas de suas mãos e em seguida, um bocejo infantil e doce.

— Bom-dia, Nami-ya. -Law respondeu-lhe com o cumprimento básico da manhã.

— Bom-dia... -ela bocejara de novo- Onde estão todos?

— Na ilha que atracamos de manhã.

— Já chegamos em Dressrosa?

— Não. Paramos para abastecer o navio.

— Que horas são?

— Já passou do meio-dia.

— Eu dormi tanto assim?

— Você nem sequer dormiu, se é que posso colocar desta forma.

— O que quer dizer, exatamente?

Com um sorriso maior ainda, Law se aproximou da pequena ruiva, curvando-se na altura de seu rosto, Nami corou assustada; — O-o que está fazendo?

— Hm, você de fato não lembra.

— O que eu deveria lembrar?

— Sobre ontem à noite... -ele sorriu diabólico- Você não se lembra mesmo?

— Não.

— Então, irei te fazer lembrar...

Com um beijo suave, Law não deixou que a navegadora reagisse e segurou seus pulsos de imediato. Apesar de um pouco assustada, ela retribuía o beijo sem relutância.

Devagar, desceu uma mão para a cintura dela e a fez deitar na cama.

— L-Law...

— Vou te fazer lembrar exatamente tudo o que você fez comigo.

A ruiva ficou espantada: Realmente beijou-o ontem?

Deveria estar totalmente bêbada para isso... Apesar de que... Não foi nada ruim. Na verdade, ela queria sentir mais. Uma vontade estranha e curiosa.

O moreno se livrou de sua katana, deixando-a cair pelo tapete azul bem felpudo, desceu os beijos para o pescoço e queixo, largando calmamente os pulsos de Nami.

Ela estava ficando um pouco nervosa e confusa, querendo tentar lembrar do que havia acontecido, não podia ser verdade... Se chegou àquele ponto com ele, prefere não lembrar agora o que veio a seguir.

Law deslizou suas mãos para as coxas brancas, subindo de novo enquanto levantava o tecido fino que cobria o corpo da jovem. Sem pressa alguma, sorriu de canto quando pôde ver que não tinha nada por baixo da camisola, simplesmente, nada além de mais pele, mais curvas e um local bem divertido.

— Não fique assustada, só estou retribuindo o favor de ontem. -ele sussurrou baixo e fez questão de morder entre o vale dos seios.

— Só... Espero não ter te maltratado...

— Ah, não se preocupe, você fez pior.

Com surpresa, Nami tentou se levantar da cama, mas era como se algo estivesse lhe impedindo e não era o peso do corpo dele.

A partir dali, a única coisa que podia fazer, era sentir os dedos do cirurgião em sua cavidade, umedecendo e escorregando por suas paredes.

Gemeu baixo. -Não tem ninguém no Sunny, pode gritar o quanto quiser.

— Mas...

— Você tem certeza de que vai ficar calada? -Law tirou dois dedos para voltar com quatro. Ela gemeu tão alto que chegava a criar um prazeroso timbre sonoro para ele. Com a mão livre, Law retirou seu membro daquela calça tão 'apertada' e se colocou num lugar mais apertado ainda...

A ruiva gritou de prazer, procurando a pele dele para poder arranhar. Como o Shichibukai não havia tirado suas roupas, então foi mais fácil agarrar os cobertores.

As estocadas eram precisas e fortes, vezes rápidas, vezes lentas, mas não deixavam de causar espasmos no corpo de Nami.

Quando atingiram o ápice, Law reparou na face rubra e no momento, fofa da navegadora.

— Você lembrou?

— Um pouco... -ofegava a pequena- acho que isso não foi o suficiente para me fazer lembrar.

Com um sorriso malicioso, o moreno voltou a estoca-la e faria isso quantas vezes fosse necessário para que ela lembrasse de seus momentos pré-ressaca.

. . .

Do lado de fora, Robin deu apenas um sorriso mínimo e maldoso, esticada no sofá da sala de convivência, lia um livro erótico enquanto fingia não estar ouvindo nada...

— Zoro me deve uma coleção nova de livros... -riu de canto.

 

 

 



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