História Teoria do Caos - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Liana Liberato, Nash Grier
Personagens Nash Grier, Personagens Originais
Tags A Teoria Do Caos, Liana Liberato, Nash Grier
Visualizações 148
Palavras 1.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Alô, Alô!
Esse capítulo tem duas parte, okay?
Roupa da Brooke e Lizzie nas notas finais sz

Gente, não resisti em colocar esse gif

Capítulo 5 - Ops


Fanfic / Fanfiction Teoria do Caos - Capítulo 5 - Ops

 

 

— E o que você pretende fazer? — Lizzie pergunta. — Passar com um trator em cima dele?

— Seja lá o que eu for fazer não quero nenhum de vocês envolvidos. — digo olhando para minhas roupas no closet. — Principalmente o Noah.

— Não vou contar, mas não acho que você deva fazer alguma coisa com o Nash. — seu tom de voz é preocupante. — Ele não parece alguém para se brincar.

— Eu sou ótima em pregar peças nas pessoas.

— E ele é ótimo em descobrir isso.

— Se você for menos pessimista eu provavelmente vou conseguir, no mínimo, com que a noite dele seja um inferno. — digo por fim fechando meu closet.

— Tudo bem. — ela suspira. — Só... Tenta não morrer, tá bom?

— Claro. — sorrio.

— Bom... — ela se levanta animada. — Uma coisa que você deve aprender sobre mim, Brooke, é que sempre que eu saio, é para arrasar. — ela anda até meu closet o abrindo novamente. — Se não for para arrasar eu nem me levanto da cama.

— Percebo isso todos os dias. — brinco e ela ri.

— E eu adoro que minhas amigas arrasem comigo. — ela diz e se vira com um vestido nas mãos. — Esse parece bom.

— Você não está pensando que vai dar uma de estilista e vai me vestir para a festa, não é?

— É claro que sim. — ela diz fingindo estar chocada. — Se reclamar você vai usar alguma roupa minha que eu trouxe.

— Eu tenho um ótimo estilo, okay?

— Não disse que não tem. — ela joga o vestido em minha direção. — Você tem um ótimo estilo, na verdade, mas não acho que suas jeans skinny pretas seja a melhor opção para uma festa.

— Ta bom, mas eu posso arrasar com minha calça skinny.

— Tudo bem, eu desisto. — ela diz. — Mas só por enquanto.

As horas seguintes foram estranhamente boas. O fato de eu ter sido amiga de um homem praticamente a minha vida inteira me fez pular todos os “momentos de meninas” que eu poderia ter com uma amiga mulher. Maya e eu, quando éramos amigas, não costumávamos ter esses momentos juntas, éramos muito diferentes. Ainda somos. Mas Noah, apesar de ser um homem, sempre foi parecido comigo. Gostamos das mesmas coisas, temos o mesmo gosto musical, adoramos surfar no fim da tarde...

Depois de tomar um banho relaxante me visto com o vestido justo preto que Lizzie jogou para mim e uma meia 7/8 também preta. Lizzie está andando pelo quarto enquanto tenta inutilmente secar o cabelo e vestir o seu vestido ao mesmo tempo, o que não dá certo, obviamente. O fio do secador se desconecta da tomada fazendo-a falar um palavrão em alto e bom som.

Rio de Lizzie e visto minhas botas de salto me encarando no espelho. Não está tão ruim. Penteio meu cabelo e tento bagunça-lo um pouco para deixa-lo menos liso escorrido e me sento na cama por alguns minutos mexendo em meu celular esperando que Lizzie termine de se arrumar.

— Você está doente, Brooke? — meu pai pergunta quando entro na cozinha e eu junto as sobrancelhas em confusão. — Você está arrumada no sábado à noite.

— Sim, eu vou sair. — digo. — Essa é a Lizzie, a propósito.

— Prazer. — Lizzie sorri e meus pais a cumprimentam com abraços caloroso como se já fossem amigos a séculos.

— Onde você vai? — Cameron pergunta entrando na cozinha.

— Em uma festa com a Lizzie. — respondo breve e ele a encara por alguns segundos com cara feia como uma criança birrenta.

— Que festa? — ele pergunta e eu reviro os olhos o ignorando. — É a do Johnson, né? Esse não é o tipo de festa pra garotas.

— E agora existe um tipo de festa para garotas? — minha mãe pergunta. — Agora garotas só podem ir em festas do pijama ou alguma coisa do tipo? Isso é ridículo, Cam. — ela diz comendo um dos amendoins que está no balcão.

— Não é isso que estou dizendo, eu só não acho que a Brooke deva...

— Que bom que você não tem que achar nada. — sorrio. — Até mais tarde mãe e pai.

Puxo Lizzie que dá um breve “tchau” para meus pais e Cameron antes de saímos de casa. Caminhamos conversando por alguns metros até chegarmos no portão grande da frente onde o carro de Noah está estacionado. Para minha surpresa Lizzie senta na frente, não me dando outra opção senão sentar atrás.

Paciência, Brooke, paciência.

Passei o caminho toda em silencio mexendo em meu celular e ignorando todas as ligações de Cameron enquanto Lizzie e Noah conversam sobre qualquer coisa no banco da frente. Por algumas vezes raspo a garganta no banco de trás, mas como esperado eles nem notam que estou ali. O que me deixa levemente incomodada.

A casa de Johnson é enorme, assim como as casas de todo mundo nessa cidade. Ela é localizada de frente para a praia, o que a deixa com um ar gracioso, mas não tem nada de gracioso em quem mora nela. O jardim da frente é bem cuidado e, apesar disso, as pessoas não parecem entender o quanto dá trabalho pra cuidar disso já que estão pisando na grama e, alguns, deitados também.

 Noah e Lizzie entram primeiro e eu os sigo, é como se eu não estivesse ali e para piorar eles entram mais para o fundo da sala antes de sumir no meio das pessoas. Sou empurrada por alguém quando tento passar e então desisto de tentar segui-los. O que estou fazendo aqui mesmo? Ah, tentando fazer a noite de Nash ser horrível. Mas parece que é a minha noite que vai ser horrível, mal consigo me mexer, quem dirá fazer a noite de alguém infernal.

Olho as horas em meu relógio, ainda são nove da noite e a festa já está assim, mas imagino que não vão embora tão cedo, mesmo que estejam caindo de bêbados. Subo alguns degraus da escada para tentar encontrar Noah e Lizzie na multidão, mas não encontro nada além de várias pessoas juntas dividindo o mesmo espaço. Descer as escadas novamente implica em ter contato físico – até demais – com todas essas pessoas de uma vez e a porta está bloqueada por casais tentando transar. Termino de subir as escadas tentando achar algum lugar para ligar para Noah que talvez me atenda.

Caminho pelo corredor vendo algumas pessoas se beijando e uma pequena fila em uma porta, a qual imagino ser do banheiro. Disco o número de Noah e espero que ele atenda, mas como previsto ele não o faz. Disco mais uma vez e tudo que consigo ouvir é o barulho indicando que a ligação está sendo realizada, mas que meus amigos estão se divertindo demais para me atender.

Na terceira tentativa abro uma das portas do que imagino ser um quarto para entrar e tentar abafar o barulho alto da música. Assim que a porta é aberta ouço um grito feminino e então alguém, literalmente, cai da cama fazendo um barulho alto e consigo ver a peste deitada na cama com uma cara de tedio me encarando.

— Não sabe bater!? — Maya pergunta com apenas a cabeça aparecendo na cama, ela parece estar sem sutiã e está muito vermelha.

— Eu até sei, mas eu não imaginava que tinha gente transando no quarto. — digo ainda na porta.

— Brooke, sai! — ela grita.

— Se você quer um ménage à trois é só pedir, B. — Nash diz com os braços atrás da cabeça. Ele está sem camisa, mas graças a Deus está de calças.

— Eca. — digo discando mais uma vez o número de Noah. Sem querer estraguei o sexo de Nash e continuar aqui garante que ele não continue de onde parou e isso meio que ajuda no meu plano de infernizar sua noite.

Maya se levanta frustrada ao ver que não vou sair dali. Ela tampa seus seios com um dos braços e pega suas roupas com o outro e, em seguida, entra no banheiro do quarto rebolando sua bunda mega gigante para se vestir. Minha vontade é rir, mas preciso fingir que estou neutra para irritar Nash.

— Bela roupa. — ele diz mordendo o lábio inferior. Eu perdi alguma coisa? — Seu irmão sabe que você está aqui? — ele pergunta.

— Por que a pergunta? Vai me ameaçar com isso também? — pergunto e ele entre abre os lábios como se fosse dizer algo, mas eu saio pela porta do quarto antes disso.

Desço para o andar debaixo tentando empurrar as pessoas para tentar chegar em algum lugar e de fato chego. Na cozinha. Estou em uma festa chata, com pessoas chatas, meu melhor amigo está ignorando todas as minhas ligações e ele é minha única carona de volta para casa e a única coisa que eu mais quero no momento é voltar para casa.

Será que isso pode piorar?

 A cozinha está com menos pessoas do que a sala e me sinto aliviada por poder andar sem me encostar em outra pessoa. A ilha da cozinha está repleta de copos com restos de bebidas, assim como garrafas e algumas outras coisas que não faço ideia do que seja. Abro a geladeira procurando água ou alguma coisa sem álcool, mas como esperado, só tem bebidas alcoólicas e ruins.

— Brooke? — alguém diz atrás de mim e eu me viro para encarar. Jack Johnson está parado na minha frente com sua melhor cara de surpresa.

— Surpresa. — digo sem humor.

— Não sabia que o Cameron ia trazer você.

— Misericórdia, não. — digo caminhando para o lado oposto ao dele abrindo os armários procurando alguma coisa pra beber. — A última coisa que eu vou fazer na minha vida é vir a uma festa dessas com meu irmão. — por fim acho uma garrafinha de água mineral. — Vim com a Lizzie.

— A novata.

— Ela mesma. — digo abrindo a garrafa.

— Isso não é água... — Johnson diz, mas já estou bebendo.

Quando sinto o gosto forte cuspo tudo no chão da cozinha tentando não engolir nem um pouco da bebida, começo a tossir e engasgar vergonhosamente. Está bem obvio que eu nunca bebi nada alcoólico antes. Johnson se aproxima de mim me arrastando até a pia onde me joga água, ele literalmente joga água em mim, na minha cara. Bem, pelo menos eu paro de engasgar.

— Que porra é essa? — digo com a mão na minha boca.

— Eu não sei... — ele diz pegando a garrafinha no chão. — Talvez vodca?

— Por que você guarda vodca, ou seja lá o que isso for, em uma garrafa de água mineral? — pergunto incrédula.

— Porque eu não imaginava que pessoas mexiam nos armários em festas. — ele diz com um pequeno sorriso no rosto. — Vem, vou te levar para se secar.

Ele diz e eu penso um pouco, mas ele não tem cara de quem é um filho da puta completo como todos os outros amigos do meu irmão. Nash e Cameron entram na cozinha bem no instante em que estou saindo com Johnson, pego um dos copos de bebidas ali e quando passo ao lado de Nash jogo o resto do liquido em sua camiseta branca.

— Ops. — digo jogando o copo no chão.

— Filha da...

— Nash. — Cameron diz ao seu lado. — Tá na hora de ir pra casa, você não acha? — ele pergunta me olhando.

— Claro que não. — digo rindo.

— Você bebeu? — ele pergunta incrédulo. Provavelmente minha roupa está fedendo por causa da talvez vodca que acabei colocando na boca sem querer.

— E pelo fedor, não foi pouco. — Nash se intromete.

— Na verdade, ela... — Johnson tenta falar, mas Cameron o interrompe.

— Pra onde vocês estão indo?

— Pro quarto. — digo da forma mais maliciosa possível e mordo o lábio inferior antes de sair da cozinha seguindo Johnson.


Notas Finais


⊱✿ Roupa da Brooke: https://goo.gl/9PudzK (mais góyica do que eu).
⊱✿ Roupa da Lizzie: https://goo.gl/mX9YQb (o vestido curto).


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...