História The Second Chance - Capítulo 22


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Categorias Álvaro Morata, Francisco "Isco" Suárez, Marco Asensio
Personagens Álvaro Morata, Francisco Román Alarcón Suárez, Marco Asensio
Visualizações 95
Palavras 1.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Enquanto o Isco está se mordendo de ciúmes da Vale, a mãe da Laurinha já está tomando suas providências para acabar com o casal não oficial...

Capítulo 22 - A viagem que causou ciúmes.


Madrid, Espanha. - Capítulo 22.

Eu estava na casa dos meus pais disposto a explicar a situação porque eles não paravam de encher meu saco depois que aquela foto foi publicada, eu não queria que ela fosse parar nas páginas de internet e afins mas na hora eu não pensei em nada disso. Eu só queria comemorar com a minha garota a felicidade de fazer dois gols em uma partida contra um time importante porque ela me dá sorte, desde a hora em que cheguei aqui na casa deles não consegui dizer uma palavra porque minha mãe me metralhou de perguntas e discursos de que eu estava desrespeitando a memória da Laura por ter me envolvido com outra mulher um ano após sua morte.

Eu já estava entediado de tanto falatório vindo da minha mãe mas assim que olhei para o outro lado da sala a imagem de Laura apareceu e com um sorriso sapeca ela revirou os olhos, fixei meus olhos nela e a mesma começou a imitar a minha mãe na maneira de falar e nos gestos me fazendo gargalhar verdadeiramente.

- Do que está rindo Francisco? Está achando graça dessa situação? - minha mãe perguntou sem entender nada.

- Sogrinha, eu te amo, mas para de fazer tempestade em copo d'água! - Laura disse e eu segurei o riso.

- Ela é dramática. - eu disse.

- O que você disse? - minha mãe quase gritou e eu voltei a atenção a ela.

- Defende a Vale, ela não merece parecer uma qualquer só porque a sua mãe vai na onda da minha. - Laura disse.

- Isco, está me ouvindo? - minha mãe estalou os dedos na minha frente.

- Sim. E eu quero falar mas você não deixa. - eu disse.

- Explique-se. - ela disse cruzando os braços.

- Em primeiro lugar, eu já sou bem grandinho e dono do meu próprio nariz e isso me dá a responsabilidade de tomar as decisões que eu quiser pra cuidar da minha vida. Eu parei ela quando a Laurinha morreu e por muito tempo eu planejei ir junto com ela, mas graças a Deus eu tenho amigos valiosos que me mostraram que eu ainda preciso viver. - pausei vendo a Laura observar com atenção.

- Eu estava afastado do Junior e tudo a minha volta era triste, quando eu conheci a garota da foto tudo mudou. Ela me fez estar mais próximo do meu filho e pensar sempre mais nele do que em mim e o cuidado, amor e carinho que ela tem com ele me fizeram perceber o quanto ela é especial. Ela não é uma garota qualquer e está longe de ser e só quem a conhece bem como eu sabe que ela é maravilhosa, e eu estou apaixonado por ela e não tenho medo de te dizer isso. - eu desabafei e seus olhos estavam arregalados.

- Esse é o meu garoto! - Laura disse sorrindo orgulhosa.

- Mas você ainda é casado. - ela argumentou.

- Eu sempre vou ser o marido da Laurinha não importa o que aconteça só que a minha vida não pode parar por causa disso, e ela iria querer que eu fosse feliz de novo e eu encontrei alguém que está me fazendo sentir felicidade. - eu disse e ela negou com a cabeça.

- Sua imagem está suja. - ela afirmou.

- Porque? Porque eu me apaixonei de novo? Porque eu estou com alguém que me faz bem e que me ajuda todos os dias a superar o que eu passei? Porque eu estou com alguém que cuida de mim e quer o meu bem e o do meu filho? - perguntei a deixando sem resposta.

- Não vou deixar você estragar sua imagem no Real Madrid por causa de uma garota qualquer. - ela disse e eu ri.

- Ela tem nome, Valentina. E se você se meter nessa história eu juro que vai ser pior. - deixei avisado e levantei da cadeira.

- Toma aqui o seu troféu de melhor pessoa do universo! - Laura brincou saindo junto comigo.

- A minha mãe exagera quando o assunto sou eu, ela deve ter feito a cabeça da sua mãe pra te atazanar. Não se preocupa...ela não vai arruinar seu relacionamento. - ela disse enquanto eu dava partida no carro.

- Relacionamento? Eu nem sei mais...a Vale estava tão chateada. - eu disse.

- Vamos até a casa dela, quem sabe você convence ela de que vai ficar tudo bem. - ela sugeriu.

- Tem razão. - eu disse.

Dirigi direto para a casa da Vale com Laura do lado, é estranho e engraçado ver alguém que não está mais viva sendo seu anjo. Eu falo sozinho na visão dos outros porque só eu a vejo e a ouço e pelo melhor lado eu sei que assim é divertido, eu tenho meu próprio anjo. Assim que cheguei no prédio nós entramos e quando eu pedi o elevador o porteiro me chamou.

- Está procurando a senhorita Valentina? - perguntou.

- Sim. - assenti.

- Ela não está, viajou. - ele disse.

- Como assim viajou? - perguntei confuso.

- Um grupo de amigos dela vieram buscá-la hoje pela manhã e ela saiu com uma mala e mochila nas costas.  Foram pra um resort do centro. - explicou.

- Ok, obrigada. - sorri voltando pro carro.

- Ué, pra onde a Vale foi? - Laura tirou as palavras da minha boca. Saquei o celular e liguei pra ela.

- Alô? - uma voz grossa atendeu no terceiro toque.

- Vale? - perguntei confuso.

- Não, é o amigo dela, Gustavo. A Tina está ocupada no momento. - ele disse.

Tina? Sério? Ah, que palhaçada! 

- Tudo bem, eu aviso sim. - ele disse e em seguida eu desliguei o telefone.

- Me conta logo, anjos não ouvem ligação de celular sem estar no viva-voz. - Laura disse ansiosa.

- Um amigo dela atendeu. - revirei os olhos.

- Ei ciumento, acalme-se. - ela disse segurando minhas mãos.

- Eu não gostei de saber que ela está com outro cara, ou outros. - eu disse.

- Francisco! Seu egoísmo vai acabar ferrando tudo, manda uma mensagem pra ela mais tarde então. - ela disse.

- Qual o único resort que tem no centro? - perguntei e ela revirou os olhos.

- Isco! - ela resmungou.

- Gran Meliá. - lembrei num estalo.

- Você não vai lá, Isco. - ela disse.

- Eu vou sim



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