História The sweet taste of danger - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas, eu estou pensando em postar toda quarta e todo sábado um capítulo novo (será difícil, porém farei de tudo pra conseguir).

Capítulo 1 - Farewells and a new beginning


Fanfic / Fanfiction The sweet taste of danger - Capítulo 1 - Farewells and a new beginning

 Oito de Julho de 1990, Domingo ás 17:00 H, na França.

-Nicole, você vai se atrasar!- minha mãe exclamou de uma forma triste.

-Eu só quero vê-la por mais um minuto, até eu ir embora, quero poder lembrar da fisionomia dela...- Eu disse olhando fixamente para minha filha, eu sabia que não veria ela tão cedo.

-Não fale como se fosse a ultima vez que fosse vê-la! 

-Nós duas sabemos que provavelmente será, a não ser que meu pai tire essa ideia louca da cabeça- eu disse sem pensar e percebi um olhar de culpa misturado com indignação nos olhos da minha mãe, ela estava arrasada com tudo, porém ela era obrigada a se fazer de forte.

-Vamos! Você sabe muito bem que seu pai odeia atrasos.- ela disse descendo as escadas segurando as lagrimas que insistiam em cair.


"O que ele não odeia?" pensei, dei um leve suspiro, olhei pela ultima vez para minha filha Ariel e desci ao encontro do meu pai. Desci tão rápido que me arrependi, queria me despedir da minha antiga casa, cada ultimo segundo parecia um pedacinho do céu, nunca pensei que poderia dizer isso "estou com saudades saudades dos últimos meses", nos últimos onze meses passei por um cárcere privado, o lado bom (se é que tem um lado bom) eu estudei muito, li muitos livros e cuidei do imenso jardim, passando por ele vi as flores desabrochando, pela primeira vez em meses me senti satisfeita comigo mesma. Antes de ir para o carro do meu pai eu fui ao encontro de Maria ( ela cuidou de mim, agora irá cuidar de Ariel), ela estava com a expressão facial triste, nunca tinha visto ela assim...

-Vá com Deus minha filha! Eu te amo muito. Tome muito cuidado!- Maria se despediu segurando em minhas mãos, eu sempre vi ela como minha mãe, minha mãe se ocupava muito consigo mesma e me deixou um pouco só durante minha criação, eu não a culpo, se eu tivesse um marido igual meu pai faria de tudo para cuidar de mim mesma e preparar uma mala para fugir dele.

-Até Maria, me visite sempre que puder, sentirei muito sua falta.- Dei um abraço demorado nela já me preparando psicologicamente para o que iria ser daqui pra frente...


-Entra no carro de pressa! Temos uma hora de viagem, não quero pegar trânsito- disse o meu "amado" pai retirando meus pensamentos bons. Entrei no carro e fiquei pensando que a melhor parte de virar freira e trabalhar em um colégio longe de tudo, é estar longe da pessoa extremamente tóxica que é meu pai, eu ficaria até mais feliz se eu fosse para um lugar mais longe, só de pensar que ainda estarei no mesmo país que ele me sinto sufocada, me sinto mal por deixar minha filha com esse otário, porém eu não tenho outra escolha, é horrível ser tratada como objeto e ser obrigada a agir covardemente.


Durante toda a viagem ficamos em silêncio, foi até melhor ter que ouvir os assuntos preconceituosos do meu pai seria horrível. Vejo os imensos portões do colégio Joana D'Arc, aparentava ser um local lindo. Saio do carro abraço minha mãe e me despeço dela enquanto o meu pai vai conversa com um padre os dois aparentavam ser amigos, terei um pouco de receio desse padre, além do mais quem em sã consciência abraçaria meu pai daquela forma, acredito que minha mãe estava drogada quando teve relações com ele. Meu pai retira as malas e coloca "cuidadosamente" no chão de uma forma em que se as rodinhas pudessem falar elas tinham gritado por socorro e chamado meu pai de um tremendo filho da puta. Pego as malas vejo meu pai sair que nem um louco do colégio e sigo o padre para ele me levar aos meus aposentos.


-Minha queria Nicole, estou feliz em ter uma professora de filosofia tão estudada como você por aqui, porém quero que você tenha limites com as alunas, elas não estão aqui atoa, é bom ter um certo cuidado na sua matéria. 


"Esse padre deve está pensando que vou passar um pornô de cavalos homossexuais enquanto eu distribuo baseados para as alunas...até que não seria uma má ideia, rsrsrsrs" Pensei ironicamente enquanto ele falava as politicas da escola. O colégio é muito bem arquitetado, cheio de mínimos detalhes.


-Você compreendeu?-Perguntou o padre parando em frente a uma porta de madeira.


-Sim- Eu nem escutei ele, tomara que não seja nada comprometedor.


-Ótimo! Esse será seu escritório, a porta do seu dormitório fica do lado de dentro dele, assim você terá mais privacidade. Tenha uma boa noite. 


-Boa noite padre, obrigada por tudo. 


Entrei no meu escritório, era um local bem aconchegante, tinha uma mesa, um sofá, duas cadeiras, um tapete imenso e um quadro de Jesus que penetra na alma de qualquer um, até me senti um pouco intimidada. Levei as minhas malas ao meu aposento e fiquei impressionada com a decoração, era igual a uma casa, até lavanderia tinha, se tudo for que nem a decoração e a arquitetura daqui será fácil ser freira. Tomei um banho demorado, coloquei a típica roupa de freira e fui conhecer o local.  



Notas Finais


Obrigada por lerem, espero que tenham gostado, até quarta.
Obs.: Prometo que o segundo capítulo será mais emocionante!


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