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História The Wolf - Diabolik Lovers - Capítulo 15


Escrita por:


Notas do Autor


Yo minna-san! ;)
Estou trazendo mais um capítulo da fanfic.
Dessa vez eu finalmente consegui postar o capítulo na data que combino, sem ter nenhum imprevisto e sem confundir os dias ;---; Kkkk
Gostaria de avisar que os dias de atualização da fanfic à partir de agora serão sexta-feira, sábado e domingo. Tentarei postar dois capítulos por semana, mas se não conseguir, pelo menos um capítulo por semana é 100% garantido.
Espero que gostem do capítulo
Boa leitura h.h

Capítulo 15 - In The Bathroom


 

 

Capítulo 15 

                      

  Reiji pragueja mentalmente contra si mesmo por estar parecendo um perseguidor observando a conversa de Selene com Kanato na cozinha. Mas o que poderia fazer? Desde a confusão no colégio, ele passou a sentir-se cada vez mais parecido com uma confusão de sentimentos andante, tendo seu raciocínio atrapalhado e movendo-o a agir de forma que não agiria em seu estado normal. Maldita hora em que essa garota veio para a mansão! Olha o que está fazendo comigo sem nem ao menos se esforçar para tal! Após o pensamento ele franze o cenho, sentindo-se novamente contrariado ao sentir raiva da jovem. Como se ela tivesse sentido sua presença atrás da porta, Selene olha diretamente para onde o vampiro se encontra, primeiramente com o olhar confuso e curioso, mas mudando rapidamente de forma drástica para um de desprezo, virando o rosto para o outro lado e concentrando-se em terminar o omelete. Como isso, ele sai da cozinha extremamente irritado, apesar de internamente saber que não tem direito algum de se irritar com as atitudes dela.

  Após terminar de tomar café da manhã com Yui, Selene não tem tempo de pensar em fazer qualquer outra coisa, pois sua mão é puxada por Subaru que praticamente a arrasta para o jardim da residência. Yui apenas ri vendo toda a cena, tomando um caminho diferente procurando um dos trigêmeos.

  – O que aconteceu? – A jovem olha em total confusão para o albino.

  – QueroSuaAjudaParaCuidarDasPlantas... – Além de falar apressadamente, Subaru fala extremamente baixo, dificultando para que ela –apesar de ser um ser sobrenatural, assim como ele– entenda o que ele quis dizer.

  – Não entendi nada do que você falou. Repete por favor.

  – QueroSuaAjudaParaCuidarDasPlantas... – Ele repete a frase usando o mesmo modo de falar de anteriormente.

  – Repete! – Apesar de estar um pouco incomodada por não conseguir entender o que ele está dizendo, ao mesmo tempo sua voz é audivelmente risonha por estar se divertindo com o embaraço do rapaz.

  – QUERO SUA AJUDA PARA CUIDAR DAS PLANTAS!

  Ao invés de repetir a mesma coisa na terceira tentativa, como Selene estava esperando que fosse acontecer, Subaru fala rápido e gritado. Graças a sua facilidade em se irritar que a jovem consegue finalmente entender o que ele queria lhe dizer, voltando a ficar confusa.

  – Nani? Mas acho que você não precisa da minha ajuda, já que cuidou desse jardim desde sempre. Por que está me pediu isso?

  – Não é que eu precise realmente da sua ajuda. Só quero que cuide dele junto à mim. É tão difícil assim de entender, loba?! – Apesar de esbravejar um pouco, Selene consegue enxergar o tom rubro que toma conta das bochechas do mais alto, sorrindo divertida.

  – Por que não explicou logo? Não precisava ficar todo tímido só por causa disso, Tsunbaru. – Dá um tapinha leve no braço dele, que fica ainda mais vermelho.

  O que está acontecendo comigo? Por que de repente parece tão difícil manter minha postura de sempre quando ela está na minha frente? Espantando brevemente esses pensamentos, ambos seguem até a casinha de ferramentas e utensílios de jardinagem, pegando tudo o que precisam e começando os cuidados com os variados tipos de flores e outras plantas presentes. Subaru olha disfarçadamente na direção da morena enquanto ainda cuida das bromélias. Ele vê a menor abaixar o rosto lentamente, aproximando o nariz das rosas brancas e fazendo um suave movimento para cheirá-las, que enquanto faz esse ato, fecha os olhos e sorri por conta do agradável perfume que emana delas.

  – Já que elas te agradam tanto, por que não tenta cortá-las e levá-las para seu quarto, talvez? – Se pronuncia depois de desviar o olhar da direção dela, voltando a prestar atenção nas bromélias que estava cuidando.

  – É justamente pelas rosas me agradarem que eu não faço isso. – Termina de regar as rosas de tom mais azulado, seguindo para as margaridas do campo.

  – Como assim? – Subaru sente-se curioso no mesmo momento em que ela termina de falar tais palavras, parando o que faz novamente enquanto foca seu olhar em Selene.

  – Quando cortamos uma planta, principalmente as flores, é o mesmo que matá-las. Elas podem durar um tempo específico, seu perfume permanecer durante esse tempo, mas em seguida deixam de serem “belas” e seu perfume some. Se as mantemos plantadas em seus devidos lugares e cuidamos bem delas, serão sempre belas e poderão não presentear com seus belos aromas únicos. – Responde sincera e simplista, sem tirar o sorriso do rosto – Não concorda comigo, Subaru-kun?

  Surpreso com o que ela disse, além de tudo o que ela costuma fazer e falar, Subaru a observa sem conseguir dizer alguma palavra coerente. A pergunta dela começa a ecoar em sua mente repetidas vezes, esvaindo-se em alguns instantes e depois voltando ao tom normal, deixando o vampiro zonzo. Sua visão passa a embaçar e a imagem da mulher parece se transformar em outra muito semelhante, mas as vestimentas e ambiente são totalmente diferentes. Ele abaixa a cabeça para olhar as próprias mãos, não reconhecendo a roupa que enxerga em seu corpo. Subaru levanta novamente a cabeça e olha para a mulher com roupas delicadas, mas aparentemente de uma época muito mais antiga, tenta a todo custo conseguir ter a visão nítida do rosto da mulher parada a sua frente, mas tudo está enevoado e embaçado demais para que consiga tal coisa.

  – Subaru?... Subaru? – A mulher parece chamar por seu nome repetidas vezes, confundindo ainda mais a cabeça do albino – SUBARU!

  Como se alguém tivesse acabado de lhe chacoalhar, as imagens embaçadas somem aos poucos, dando lugar a visão de Selene lhe encarando preocupadamente. O maior arregala os olhos, colocando a mão na cabeça e balançando-a em sinal negativo, preocupando ainda mais a morena.

  – Você está bem? O que está acontecendo?

  – N-Não é nada. Senti apenas uma tontura. – Responde rapidamente, balançando as mãos na frente do corpo freneticamente, sem saber o que falar sequer explicar.

  – Se você diz...

  Apesar de desconfiada e sabendo que claramente o albino está mentindo, escondendo algo de si que parece ter uma certa importância, Selene opta por deixar o assunto quieto por hora, acreditando ser a melhor opção no momento. O que foi isso que acabei de ver? Era como se eu estivesse em uma época completamente diferente. Que porra que acabou de acontecer?!

 

.     .     .     .     .

 

  Apesar do incidente incomum que aconteceu com Subaru, os dois conseguem passar um tempo agradável enquanto cuidam das plantas do jardim, resultando nos dois completamente molhados após uma pequena guerra de água que foi iniciada pela menor. Claro, com tudo sendo observado pelo vampiro de óculos, apelidado “carinhosamente” pela mulher de “Sr.Certinho”, que fica ainda mais irado ao ver a proximidade e ao perceber que não é apenas com ele que a morena tem tamanho impacto na mudança de personalidade, mas tendo o mesmo com Subaru, fazendo ele entrar inconscientemente na brincadeira infantil da mesma.

 

.     .     .     .     .

 

  Ainda rindo ao lembrar da brincadeira com Subaru, Selene caminha despreocupadamente até o seu quarto, pegando uma troca de roupa, sua toalha e seus objetos necessários para banho, rumando para o banheiro mais próximo da ala dos quartos.

  Por estar distraída, ela acaba não percebendo a presença de Shu, que está deitado na banheira cheia de água morna e de roupas (nota da autora: novidade ¬3¬). A garota coloca suas coisas em cima da bancada de frente para o espelho e solta seu cabelo, passando a mão ao longo dele para bagunçá-los para retirar um pouco do excesso de água presente nos fios. Shu observa cada mínimo movimento dela, principalmente na roupa que está colada no corpo da garota por conta da água, seu olhar parando nas costas dela ao ver que a camiseta branca está transparente. Um sorriso carregado de malícia brota minimamente no rosto do loiro, que volta a fechar os olhos, fingindo dormir.

  Selene se vira para a banheira, só aí saindo de seus devaneios e percebendo a presença do vampiro ali, levando um susto, dando um pulinho por causa disso.

  – Que susto! – Ela coloca a mão na frente do peito na tentativa falha de regularizar a respiração – Como não percebi que você estava aqui? Ainda bem que eu não tinha começado a tirar a roupa para tomar banho. Que vergonha que teria sido. – Suspira aliviada. Shu sorri achando graça do comentário.

  – Fique a vontade para fazer isso, se quiser. – Continua com os olhos fechados, voltando a sua feição de sempre.

  – Vai sonhando, Bela Adormecida. – Revira os olhos ironicamente.

  – Estou falando sério. Eu não me importaria em ver uma cena dessas.

  – Nani?! – A morena se irrita.

  Ela dá alguns passos até ficar mais perto do loiro, encarando-o raivosamente. Shu, que até então estava fingindo estar sonolento, estende o braço e segura o pulso esquerdo da garota, puxando-a em sua direção e a fazendo cair para dentro da banheira, ficando entre as pernas dele.

  – Mas o que?

  Ela olha atordoada em todas as direções possíveis para tentar compreender o que acabou de acontecer. O mais alto passa o braço livre pela cintura de Selene, trazendo-a para mais perto dele, ainda segurando o pulso esquerdo dela com a outra mão. Ele respira profundamente, suas narinas captando ainda mais do doce aroma dela, deixando-o inebriado. Suas presas coçam em antecipação em degustar o sangue da loba, deixando o rapaz agitado, seu coração bate mais rápido e forte.

  – Você pretende mesmo me morder para tomar meu sangue enquanto estamos em uma posição completamente estranha? – Por ter ouvido os batimentos cardíacos e a adrenalina saindo do corpo do vampiro, Selene sabe que sua pergunta é totalmente retórica, mas ainda assim ela a faz.

  – Não vejo nada de errado na posição em que estamos. Na verdade posso dizer que ela é agradável. – Um sorriso de canto se forma na boca do loiro.

  Ele leva o pulso da garota até perto de sua boca e, sem cerimônias, crava suas presas no local. Pela falta de delicadeza dela, Selene acaba soltando um resmungo pela ligeira dor, mas não dura muito, já que fica concentrada no estranho desconforto que sente quando a dor se dissipa.

  Assim que o sangue toca em sua língua uma carga elétrica, gostosa ao ver dele, percorre todo o corpo de Shu, fazendo-o agitar-se internamente ainda mais e sugar mais do líquido carmesim que consegue ser ainda mais doce do que o perfume que emana da mulher parada a sua frente. Quanto mais ele toma do sangue de jovem, sua sede parece aumentar, mas dessa vez por algo além do sangue, fazendo o corpo do vampiro esquentar gradativamente. Como se sentisse o mesmo que ele está sentindo, Selene percebe seu próprio corpo começar a esquentar de forma estranha e rapidamente, não entendendo o porquê de tal coisa. Ela levanta seu olhar para encarar Shu e ambos se “prendem” no olhar um do outro, notando que ambos estão sentindo as mesmas sensações estranhas.

  Ele repentinamente solta o pulso dela, lambendo o pouco de sangue que ainda sai da região, se vira e troca as posições, ficando por cima dela enquanto segura os braços dela um de cada lado de seu rosto, apoiados na banheira. Os olhos de Selene aumentam de tamanho, arregalando-se em choque e descrença. Um sorriso mais aberto aparece no rosto do vampiro, mas sem deixar a malícia de lado. Shu abaixa calmamente seu rosto e junta seus lábios aos da jovem, inicialmente apenas um selinho inocente, a morena volta a arregalar seus olhos e passa a se debater para tentar sair do aperto do rapaz, mas ele aperta levemente mais forte os pulsos dela e ela abre a boca instintivamente para reclamar, mas é calada antes que possa falar algo por Shu, que aprofunda o beijo. Sua língua explorando cada canto da boca de Selene, apreciando o gosto naturalmente doce dela, prendendo-se na sensação que, para si, é tão viciante. Ele cola ainda mais seu corpo ao dela, pressionando levemente, não conseguindo e nem ao menos querendo se afastar da morena. Ambos prendem seus gemidos inconscientes que querem tanto se tornarem audíveis. Apesar de os dois terem total consciência do que está acontecendo, Selene não consegue encontrar forças para empurrá-lo para longe, tomada pela sensação de que já havia acontecido isso antes em algum tempo, seu corpo e mente automaticamente aceitando e sentindo-se bem com a situação em que se encontra, correspondendo ao beijo com a mesma intensidade.

  Ao sentir Selene corresponder ao beijo, um arrepio forte desce pela coluna do vampiro, o fazendo suspirar quase seguidamente, sendo abafado. Os dois continuam com o ósculo durante mais algum tempo até que a falta de ar finalmente se faz presente, obrigando-os a se afastarem. Tanto o vampiro quanto a loba se encaram intensamente enquanto tentam recobrar o ar em seus pulmões. O rosto da mulher vermelho de vergonha enquanto o do mais alto está levemente rosado pela excitação.

 

 

 

   Continua...



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