História This will not fuckin' fit - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Lu Han, Sehun
Tags Brotheragem, Chanhun, Chanyeol, Friends With Benefits, Lemon, Oneshot, Sehun
Visualizações 391
Palavras 5.914
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction This will not fuckin' fit - Capítulo 1 - Capítulo Único

 Não era novidade nenhuma para mim, nossos amigos ou tampouco para Chanyeol o quanto eu gostaria de foder com ele de todas as formas possíveis.

 Nos conhecemos um longo tempo atrás, quando mudei para o colégio do Park lá pela quinta série. Desde então, seus amigos passaram a ser os meus também, com os quais soubemos muitos bem aproveitar cada momento da famigerada puberdade.

 Mas a real é que esse momento já havia acabado. Crescemos e aqueles amigos seguiram caminhos diferentes — como arrumar namoradas — mas continuavam próximos. Já eu e Chanyeol, bom... Eu e Chanyeol continuávamos muito próximos, sem acabar com os velhos costumes de tocar e chupar um ao outro, e até mesmo falar umas coisas sujas e brutas sem o menor sentimentalismo. O que eu posso dizer? A gente sempre teve tesão. É isso. Mas mesmo que nós dois quiséssemos transar todas as vezes que começávamos algo, alguém sempre recuava. Nós dois sempre, sempre, fomos ativos. Eu não negava por medo ou qualquer coisa do tipo, só não queria dar meu cu mesmo. Então nós dois só ficaríamos passeando pelas preliminares, porque Chanyeol... Bom, não acho que ele mudaria de ideia.

 Quando estávamos no segundo ano do ensino médio, ele inaugurou o que chamamos hoje de “que porra a gente tava pensando?”. Porque foi a partir daí que os momentos constrangedores começaram a aparecer com cada vez mais frequência.

           

Chan costumava ser um aluno dedicado, cheio de notas altas e sem nem uma falta. E foi aí que o dia começou a ser peculiar. Eu passei os três primeiros períodos pensando no que poderia ter acontecido para meu melhor amigo simplesmente não ir à escola, sem ao menos me falar nada. Como nem eu conseguia convencê-lo a matar aula, conclui que tinha acontecido alguma tragédia. E eu estava certíssimo.

Depois de algumas mensagens perguntando se ele estava bem, meu celular tocou exibindo o nome do garoto no display e me fazendo sair de sala apressado.

— Hun… — Chanyeol choramingou do outro lado da linha.

— O que foi, Channie? Por que não veio pra aula? — falei verdadeiramente preocupado.

— Eu preciso que você venha pra minha casa. — sua voz agora soou completamente natural. 

— Ah, Chanyeol! Fala sério! Pensei que tinha acontecido alguma coisa.

— Mas aconteceu, porra. É sério, eu preciso da sua ajuda.

— Agora não tem como, não sei se você percebeu, mas eu tô no meio da aula.

— Sehun! É sério, eu preciso que você venha. — ele pausou e depois murmurou alguma coisa tão baixo que eu não pude escutar.

— O que? — disse alto esperando que ele aumentasse o tom de voz, mas me surpreendi com seu berro impaciente, quase estourando meu tímpano: — EU TÔ COM UM DESODORANTE PRESO NO CU, PORRA.

Eu ri. Eu ri até minha barriga doer. Eu ri tanto que meus olhos lacrimejaram, mas Chanyeol não me acompanhou, eu podia imaginar sua cara fechada e seus olhos revirando esperando minha crise passar.

— Já acabou? Vem logo. Tchau.

Ao chegar na casa dos Park, subi correndo diretamente para o quarto do meu amigo, sabendo que seus pais estavam trabalhando naquele horário. Entrei sem bater e me deparei com a cena mais engraçada que eu vi em toda minha convivência com o garoto. Ele estava deitado de bruços com a cabeça escondida sobre seus braços cruzados, o elástico do short preso nas coxas, enquanto sua bunda parecia segurar um frasco de desodorante, com metade dele enterrado em seu corpo.

— Caralho, Chanyeol. Como você fe- — ele me interrompeu sem levantar o rosto, com a voz abafada — Cala a boca e só me ajuda a tirar essa merda.

Tentando conter meu riso, subi na cama e puxei sua cintura, empinando sua bunda  para ver a situação mais de perto.

— Chan, se você queria enfiar alguma coisa no seu cu, saiba que eu tenho um pinto. E ele tá bem disponível.

— Eu não vou enfiar nada no meu cu nunca mais. Não dá pra entender as pessoas que gostam disso.

— É porque elas usam um pau em vez de desodorante. Se quiser experimentar, já falei, tô disponível.

— Foda-se, tira essa porra dai logo e arruma outro buraco pra enfiar seu pinto.

Vergonha não era uma coisa comum entre nós dois, mas eu conseguia sentir em cada palavra que saia da boca de Chanyeol. O que era entendível, afinal, não é todo dia que se enfia um desodorante no cu e pede ajuda do amigo para tirar.

Dei mais uma boa olhada na situação e decidi pelo óbvio: puxar com força. Mas, aparentemente, o desodorante estava incorporado ao seu cu.

— Você enfiou isso seco? -— perguntei dando mais um puxão e ouvindo Chanyeol reclamar de dor.

— Caralho, menos pergunta e mais ação, Oh Sehun!

Ri do seu desespero, tentando mais algumas vezes e desistindo quando Chanyeol, mesmo empinado, conseguiu me bater. Levantei apenas para pegar o lubrificante em seu armário — me perguntando o porquê de ele não ter usado —  e logo voltando a minha posição inicial.

Espalhei o líquido em volta do objeto, girando para escorregar melhor e puxando logo em seguida. Assim que retirei o desodorante, notei a entrada de Chanyeol contrair e relaxar várias vezes enquanto o ouvia gemer em satisfação.

Aquela visão acompanhada dos gemidos roucos começaram a provocar fortes fisgadas na minha virilha, e eu sorri de lado pela situação. Larguei o objeto na cama e voltei a escorregar as pontas dos meus dedos pela bunda de Chanyeol, me deitando de bruço ao seu lado e sussurrando em seu ouvido  — Ei, Chan… O que acha de me deixar te foder?  —  no mesmo instante, meu braço foi empurrado pela mão grande do meu amigo, e o vi se virar na cama, puxando o short para cima.

— Vai se foder, Sehun! Acabei de falar que nunca mais enfio nada no meu cu e você me pergunta isso? Nem fodendo, meu cu ta permanentemente lacrado!

— Você queria saber como era, eu posso te mostrar de um jeito bem melhor que você fez com esse desodorante.

— Sehun, não! Nem fodendo. Não mesmo. Nunca.

 

E foi assim que Chanyeol decidiu que nunca iria me dar. Confesso que foi frustrante, eu queria muito aquela bunda. Mas tudo bem, porque eu nunca desisti de verdade, e gostava de Chanyeol me enchendo de provocações e me deixando duro, por querer, em todos os lugares inapropriados.

 

 Logo no primeiro período da faculdade, Chanyeol e eu demos o azar de sermos escolhidos para apresentar o projeto final do semestre na frente da turma toda. Não eram todas as duplas que precisavam passar por isso, mas minha vida é cercada de azar, e esse dia não poderia ter sido diferente. Park decidiu por ele mesmo que faria o trabalho todo e eu teria "apenas" que falar tudo sozinho.

 A oferta parecia ótima, boa demais para ser verdade. E era, claro que era. Mas trouxa que sou, aceitei, acreditando em alguma boa intenção do meu melhor amigo. Só não lembrei que o filho da puta nunca tinha boas intenções.

 No dia da apresentação, tratei de chegar cedo e comecei a ler e reler mil vezes tudo o que deveria falar quando estivesse diante da turma. Os outros foram chegando, se acomodando em seus lugares e fazendo aquele barulho de conversa, mas não me atrapalhava tanto. Não mais que as mãos de Chanyeol subindo devagar pelas minhas pernas enquanto o professor explicava o motivo daquele projeto.

Parecia um carinho inocente. Do tipo que amigos íntimos fazem de vez em quando, mas fui despertado assim que senti um aperto forte no meu pau. A sensação era incrível, sua mão esfregava e apertava ao mesmo tempo e eu queria muito que ele continuasse, mas a qualquer hora seríamos chamados.

— Que porra é essa Chanyeol? — perguntei enquanto olhava para os lados me certificando que ninguém mais estava vendo aquilo.

— Minha mão no seu pau. — falou como se fosse a coisa mais natural do mundo. E era, mas não naquele momento.

— Para com isso, caralho, olha onde a gente tá. — retirei sua mão a contragosto, esperando que ele entendesse onde estávamos. Mas é de Chanyeol que estou falando. Ele nunca se intimidava, independentemente do lugar.

— Desde quando você se importa com isso?

Ele tinha razão, eu também nunca liguei para nada mesmo, porque ligaria agora? Antes mesmo que eu pudesse responder, senti novamente sua mão no meu pau, mas dessa vez por dentro da minha calça. Eu queria  gemer alto com os movimentos de vai-e-vem que ele fazia. Aquelas mãos gigantes sabiam me masturbar como ninguém.

— Você tá duro pra caralho, Hun. — Park sussurrou em meu ouvido e eu estava prestes a largar o foda-se e gemer ali mesmo, até escutar uma segunda voz.

— Chanyeol, Sehun, podem vir aqui na frente apresentar o trabalho. 

Eu não conseguia me mexer, não conseguia acreditar que tinha me deixado levar pela mão gostosa de Park Chanyeol. Percebi o professor me encarando estranho, esperando qualquer reação minha.

Fechei discretamente minha calça, ajeitando o máximo possível o monstro que guardava ali e levantei, murmurando todas as formas de xingamento possíveis para Chanyeol enquanto o mesmo ria da minha cara. Catei todas as folhas de cima da mesa para cobrir a ereção no meio das minhas pernas enquanto caminhava para frente da sala. Lá, continuei encarando o telão que exibia o powerpoint meio bosta feito por aquele retardado que eu chamava de amigo.

— Vai apresentar o trabalho de costas, Oh Sehun? — a voz grossa do professor veio seguida de uma risada da minha dupla, me fazendo bufar.

— É, Sehun. Vai apresentar o trabalho de costas? Que falta de educação!  — cerrei meus dentes e encarei o Park sobre os ombros, lançando-o um olhar raivoso.

— Sim, resolvi ressignificar o conceito de apresentação. Afinal, o trabalho é sobre quebra de padrões. Não é mesmo, professor?

Vi o mesmo assentir com a cabeça, e comecei a explicação.

Foram 40 minutos com o pescoço virado para trás, na mesma posição. Eu quis matar o desgraçado do Chanyeol pelo menos dez vezes a cada segundo que passava, ainda mais quando fitava sua cara de deboche e via sua boca se mexer, formulando frases pornograficas e vez ou outra revirando os olhos fingindo um orgasmo.

Pelo menos, depois disso fui recompensado com a maravilhosa imagem de Park Chanyeol ajoelhado no chão do banheiro enquanto me chupava gostoso. Até porque, o filho da puta tinha me causado um torcicolo que durou o resto do dia.

 

Mas as coisas começaram mesmo a ficarem mais intensas e difíceis no fim de semana passado. Estamos no quarto semestre da faculdade, e na última sexta-feira foi aniversário de Luhan, um garoto chinês da nossa sala, e ele resolveu comemorar em uma mansão que também era uma casa de festas. Lu era muito bonito e Chanyeol estava fodendo com ele. Não naquele exato momento, mas fazia três semanas que eles estavam se pegando. Completamente sem compromisso, segundo eles.

 

— Eu não acredito que eu vim pro outro lado da cidade pra ver o filho da puta do Luhan entrar no banheiro com outro cara! — Chan estava completamente bêbado, segurando seu copo para cima, gritando no meu ouvido e cambaleando enquanto eu o segurava pela cintura para o manter de pé.

— Desde quando você se importa? — respondi arqueando a sobrancelha direita e posicionando meu rosto em frente ao dele.

— Eu não me importo de ele pegar o cara, se pelo menos tivesse me dando. Mas você sabe, faz um tempo que a gente não transa.

— Um dia já é "um tempo" pra você quando se trata de falta de sexo, Chanyeol. — ele riu mais exageradamente que o normal, batendo no meu braço de forma descontrolada. — Para com essa porra!

— Faz uma semana que ele só ta inventando desculpa e a gente não consegue transar! — levantei as sobrancelhas e arregalei os olhos, espantado. — Uma semana? — gritei com a música abafando nossa conversa, ele concordou fazendo cara de insatisfeito.

— Meu amigo... — levei minhas mãos aos fios negros de Chanyeol e os puxei, trazendo-o para perto de mim e colando nossas testas — Você sabe, eu sempre posso te ajudar. — no mesmo segundo, senti sua boca quase me engolindo.

Sua língua se arrastou pela minha, que logo foi chupada. Seus lábios moviam-se com agilidade e sem nenhuma gentileza, mas eu gostava disso e respondia da mesma forma. Levei minha outra mão em direção ao seu membro, esfregando minha palma ali por cima do jeans, até sentir sua ereção começar a se formar, assim como a minha. Suguei seu lábio inferior, logo voltando à enroscar nossas línguas, trocando salivas com agressividade. A mão livre de Chanyeol apertou minha bunda com força inesperada e eu arfei entre nosso beijo — Vem, vamos pra outro lugar. — disse com a voz grossa, me guiando para o andar de cima da mansão.

No corredor, entramos na primeira porta aberta, e Chan a trancou assim que me puxou para dentro. Era um banheiro enorme, onde ao lado da banheira ficava um sofá pequeno, mas eu logo fui empurrado em direção a bancada. Olhei para cima encarando nossos reflexos no espelho. Chanyeol beijava meu pescoço e esfregava seu pau duro na parte traseira da minha coxa, enquanto passava a mão por baixo da minha camisa, alcançando meu peitoral — Ahhh, Hun, você é tão gostoso. — revirei os olhos ao sentir seus dedos apertarem meu mamilo e minha blusa foi tirada de mim, sendo jogada em alguma parte daquele chão.

Me virei, chutando meus sapatos para fora dos pés e Chanyeol fez o mesmo. Tirei sua camisa e ataquei sua boca, abrindo sua calça e a abaixando junto a cueca, sentindo-o tirar as peças de roupa depressa quando eu toquei devagar seu membro já rijo, continuando a explorar sua boca. Desci uma mão até suas bolas, massageando-as, e usei a outra para puxar os cabelos de Chanyeol, fazendo-o largar meus lábios e arfar quando comecei a masturbá-lo com agilidade, olhando-o nos olhos — Mm. Hun, uhh, me chupa. — ele pediu em meio aos gemidos e eu obedeci.

Sem soltar seu pau nem deixar de fitar seus olhos escuros, me ajoelhei a sua frente. Lambi devagar sua ereção, da base à glande, e o vi morder o lábio inferior me encarando. Sem gastar muito tempo, o abocanhei, chupando-o por completo, com muita saliva, como eu sabia que o Park gostava. Fiz movimento de vai-e-vem com a cabeça, vez ou outra brincando com sua glande inchada e vermelha enquanto apertava seus testículos delicadamente. Continuei a masturbá-lo com as mãos quando soltei minha boca para chupar suas bolas, mas senti meu cabelo sendo puxado para cima, e me pus de pé.

Chanyeol me levou em direção ao sofá, me beijando afoito e apertando minha bunda por dentro da calça, logo largando-a para me deitar no estofado e se inclinar em cima de mim, continuando a lamber e sugar meus lábios, sem deixar de esfregar sua ereção na minha. Depois de um tempo, desceu a cabeça trilhando um caminho de sucções úmidas em direção ao meu mamilo, chupando finalmente e me fazendo arquear as costas e deixar um gemido rouco escapar. Seguiu para baixo, agora lambendo meu abdômen, e por fim, chegando ao cós do meu jeans. Sua mão direita não se afastava do meu volume por um momento sequer, assim como seu olhar estava fixo em mim, e agora um sorriso malicioso se formou nos meus lábios, já imaginando a boca quente de Chanyeol me engolindo. Mas ele parou ali, devolvendo um sorriso de lado, muito mais erótico que o meu, e lambendo devagar, na horizontal, a pele logo acima da calça, me fazendo estremecer. O filho da puta sabia exatamente como me deixar cheio de vontade.

Levei minha mão à sua cabeça, forçando-a para baixo; ele puxou meu pulso e negou, ainda sorrindo. Logo depois, mordeu um pedaço do tecido e arrastou seus dentes de cima entre ele e minha pele. Eu sabia exatamente o que ele queria — Vamos, Channie, me chupa logo. — pedi jogando a cabeça para trás e cedendo à provocação. Ele apertou meu pau por cima da calça e eu gemi alto — Por favor, Channie.

Minhas palavras fizeram surgir um sorriso vitorioso em seu rosto, e ele finalmente me livrou das roupas e envolveu meu pau com sua boca, chupando toda minha extensão e me fazendo gemer seu nome. Sem tirar as mãos do meu membro, levou sua língua às minhas bolas, chupando-as em seguida, mas logo lambendo minha virilha devagar. Com a outra mão, abriu mais minha perna esquerda, me fazendo dobrá-la e apoiar os pés no sofá; repeti o mesmo do outro lado. Chanyeol me masturbava enquanto lambia e chupava o interior da minha perna, descendo devagar até chegar na minha entrada, me fazendo delirar e gemer alto com um beijo grego lento e quente — Chanyeol — meu chamado abafado em meio a gemidos passou despercebido e ele levou um dedo ao meio da minha bunda, voltando seu corpo para cima para me beijar desesperadamente.

Sentindo seu indicador me penetrar, arqueei novamente a coluna, revirando os olhos gemendo coisas desconexas enquanto meu pau continuava a ser estimulado — Você é muito gostoso. — assenti mordendo meu lábio inferior com os olhos fechados, e levei minha mão ao seu pau — Hunnie, eu quero tanto te comer. Deixa eu te foder só hoje. — abri meus olhos e empurrei a mão de Chanyeol que me penetrava, jogando-a para longe, logo afastando-o pelo peitoral também.

— Nem fodendo, Chanyeol! Caralho! Você acaba com o clima! — fui em busca das minhas roupas e ele jogou seu corpo contra o chão, tapando os olhos com a mão.

— Qual o problema, Sehun? Eu já estava com meu dedo dentro de você. Eu juro que não vai doer, eu vou com cal-

— Existe um abismo de diferença entre um fio terra e o seu pau dentro de mim! — gritei enquanto me vestia — Se alguém tiver que dar aqui, esse alguém vai ser você.

— Nunca! — ele se levantou de imediato e veio até mim, puxando meu braço e me levando para perto, deixando nossas bocas coladas — Só hoje. — pediu manhoso e eu encarei seus lábios em silêncio. Ele os direcionou para meu pescoço, depositando beijos úmidos e chupões leves — Por favor? — sussurrou rouco em meu ouvido e eu quase me deixei levar. Mas ao olhar para baixo, me deparei com aquele pinto grosso, me acordando para vida. Não, eu jamais conseguiria dar o cu para Park Chanyeol, ele acabaria comigo.

— Não! — balancei meu corpo, me livrando de seu toque e saindo do banheiro apressado.

 

 

Foi depois desse dia que o pau do meu melhor amigo não saiu da minha cabeça. Era pau do Chanyeol no café da manhã, pau do Chanyeol no almoço, pau do Chanyeol no jantar, pau do Chanyeol na hora do banho, e pau do Chanyeol até quando já estava dormindo. De tanto que passei a pensar nele, parecia que quando eu encontrasse o garoto, só veria um pinto enorme de 1,85m de altura.

Apesar de tudo, meu amigo não parecia estar tão diferente de mim. Quando nos encontramos nos dias seguintes, podia sentir seus olhos me analisarem por tempo demais, como se quisessem me comer. E talvez quisesse mesmo, tanto quanto eu.

A semana passou voando, já era sexta-feira e meus pensamentos em relação a Chanyeol continuavam lá, intactos. Seu pau e o resto do seu corpo ainda me atordoavam o dia inteiro. O que não me surpreendia; estranho mesmo era, novamente, meu amigo faltar aula e não falar nada.

Dessa vez eu estava com tanto sono que nem tentei falar com ele. Dizem que notícia ruim chega rápido, então certamente não era uma tragédia, visto que Chanyeol só me ligou na última aula. Claro, me fazendo passar vergonha com a chamada quando a sala inteira me olhou pelo toque, porque também era evidente que eu esqueceria de colocar no silencioso bem naquele dia.

Rejeitei a ligação o mais rápido que pude, me enrolando e deixando o celular cair, sendo encarado novamente. Pedi desculpa baixo enquanto juntava as peças do meu aparelho que havia se desfeito no chão, xingando Chanyeol na minha cabeça. Mas eu estava preocupado de qualquer forma, ele nunca ligava…

 

 

Eu: Pq vc me ligou?

Channie: Tava batendo meu pau na sua foto

Channie: Ai ligou

 

Revirei os olhos por ter me preocupado, mas senti meu pau pulsar só por imaginar aquela cena.

 

Eu: Vc tá batendo uma?

Channie: Eu to muito

Eu: Hmm… e tá gostoso?

Channie: Taria melhor com vc aqui

Channie: Vem pra cá

 

Eu não conseguia parar de imaginar meu amigo se masturbando para mim. Olhei para minha ereção já marcada na calça e depois corri os olhos pela sala, procurando algum vestígio de que alguém tinha notado minha situação. Eu estava determinado a continuar alí, sentado, até que meu pau baixasse, mas a próxima mensagem de Chanyeol me fez levantar tão rápido que mal me importei se alguém tinha notado meu pinto enquanto corria porta a fora.

 

Channie: Quero te chupar gostoso

 

O trajeto até a casa de Chanyeol nunca pareceu tão longo. Eu estava desesperado, sedento e exalando tesão. Precisava urgentemente liberar minha anaconda, e pensar na boca do meu melhor amigo pronta pra me chupar só fazia meu pau endurecer ainda mais. Corri até a porta e sem qualquer cerimônia entrei na casa, subindo em direção ao seu quarto, já abrindo minha calça e me deliciando com a visão que estava tendo.

Chanyeol estava deitado em sua cama, sem qualquer peça de roupa, acariciando o pau visivelmente molhado enquanto mordia o lábio inferior de olhos fechados. Caralho. Ele estava muito gostoso. Automaticamente levei minha mão para dentro da minha calça já aberta, puxando o meu mostro para fora e me masturbando com movimentos lentos.

Andei em passos calmos sem tirar minha mão do meu pau. Ajoelhei devagar, esperando que Chanyeol notasse minha presença sem que eu precisasse falar qualquer coisa. Vi suas mãos aumentarem a velocidade dos movimentos, gemendo rouco enquanto exibia um sorriso safado, e eu soube que ele estava fazendo de propósito.

— Vai continuar fingindo que não tô aqui? — falei puxando minha calça para baixo.

— Tá com pressa, Hun? — Chanyeol abriu os olhos devagar, ajoelhando também na cama.

Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, o senti colar nossos corpos, levando suas mãos a minha nuca e juntando nossas bocas em um beijo afoito. Nossas línguas se enroscavam uma na outra emitindo estalos que me deixavam cada vez mais excitado. Beijar meu melhor amigo só não era melhor que chupá-lo, e eu queria muito fazer isso. Levei minhas mãos a sua bunda, apertando com força, fazendo nossos membros se esfregarem um no outro e ouvindo os gemidos gostosos de Chanyeol em minha boca.

—  Caralho, Channie, achei mesmo que pudesse ter acontecido alguma tragédia… — me afastei minimamente, sussurrando enquanto tentava recuperar o fôlego.

Chanyeol riu soprado ao passo que lambia e chupava a extensão do meu pescoço. Suas mãos percorreram meu corpo até a base da minha blusa, puxando-a para cima e jogando-a em qualquer lugar do quarto. Enquanto me deitava na cama, sua boca ia trilhando um caminho de beijos lentos que faziam todos os pelos do meu corpo se arrepiarem. Ao sentir sua língua passar por minha virilha, arqueei minhas costas esperando ansiosamente que Chanyeol entendesse o recado.

— Tragédia é esse seu pau gostoso não estar na minha boca…

Revirei os olhos ao sentir sua língua percorrer todo meu membro e forcei sua cabeça para baixo. Eu precisava sentir sua boca em mim, mas ele tirou minhas mãos dos seus cabelos, prendendo meus pulsos rente a minha barriga com apenas uma mão.

— Ahhh, Channie, anda logo com essa porra… — pedi de uma vez para que ele não demorasse nas provocações, mas o vi negar.
            Beijou minhas bolas devagar, acariciando-as com sua mão livre e logo chupando-as com força, me fazendo gemer alto. Depois de algumas chupadas mais leves, voltou ao meu pau que já latejava de tesão. Primeiro, chupou a glande avermelhada dolorosamente devagar — Channie — gemi seu nome já sem forças.

— Vou ser bonzinho, uh? — ele falou e logo engoliu todo meu pau, chupando com força; eu podia sentir sua língua se movendo para sentir ainda mais meu pré-gozo.
            Ele aumentava e diminuía a velocidade e eu já estava ficando louco quando ele soltou minhas mãos, levando aquela que me prendia à minha perna esquerda e a levantando, colocando em seu ombro em seguida. Chanyeol levou dois dedos à minha boca e eu os chupei, assim como ele continuava fazendo com meu pau. Com eles já lubrificados, os levou para baixo e eu o senti estimulando minha entrada com movimentos circulares, o que me fez gemer ainda mais manhoso.

 — Hm, Sehunnie —  ele falava parando para me chupar — Geme mais pra mim, vai — seu dedo me penetrou inesperadamente, me fazendo gritar seu nome. Sua boca e seu dedo trabalhavam na mesma velocidade e eu já sentia meu coração acelerado e minha perna trêmula quando gozei de uma vez na boca de Chanyeol.

Ele engoliu todo meu líquido e me olhou, limpando o canto da boca com aquele sorriso filho da puta. Levantei meu tronco e puxei Chanyeol, atacando sua boca sem delicadeza e invertendo nossas posições, agora ficando por cima. Levei minha mão ao seu pau e comecei a masturbação quando senti uma mão puxar meus cabelos para trás e a outra pressionar minhas costas — Eu vou foder sua boca toda, Sehun — sorri com a fala sem pudor do meu amigo, logo guiando minha boca pelo resto de seu corpo.

Levei minha língua devagar até seu mamilo esquerdo, enquanto lambia e sugava de maneira tortuosa pude sentir seu corpo se contorcer embaixo do meu. Sua voz rouca me enlouquecia e meu pau pulsava só de imaginar a feição pornografica que Chanyeol faria quando eu o fizesse gozar. Continuei a sugar, usando minha mão para estimular o outro mamilo, sentindo suas mãos pressionarem impacientemente minha cabeça para baixo. Eu gostava de ver Chanyeol tão entregue aos meus toques.

O mordi uma última vez e deslizei minha língua em direção ao seu umbigo, já sentindo seu pau encostar em meu queixo. Eu estava louco para enfiar tudo em minha boca e sentir toda aquela extensão molhada e salgada de pré-gozo, mas vê-lo implorar parecia uma ideia ainda melhor. Distribui beijos leves pelo final de sua barriga até chegar em sua virilha, desviando de seu membro enquanto acariciava o interior de suas coxas. Levantei meus olhos e estremeci ao ver Chanyeol com os cabelos grudados na testa pelo suor, os olhos fechados, os dentes maltratando seu lábio inferior e sua respiração ofegante.

Segurei a base de seu pau com a mão direita e com a esquerda abri mais sua perna. Minha boca salivava com a visão de seu membro inchado e vermelho, pronto para ser engolido. Lambi todo o comprimento, sugando com força a cabeça e ouvindo seus gemidos em aprovação. Continuei chupando e passando a língua pela glande, enquanto trabalhava em masturbar sua extensão, usei a outra mão para acariciar suas bolas.

Engoli todo o pau de Chanyeol, subindo e descendo minha cabeça, aumentando gradativamente a velocidade. Levei meus dedos em seu períneo, pressionando de leve, o vendo arquear as costas e tentar fechar as pernas sem conseguir controlar seus espasmos. Chupar aquele pau deveria ser considerado umas das sete maravilhas do mundo. Segui com os movimentos de vai-e-vem usando minha língua para sentir todo o membro rijo. Ao perceber Chanyeol tão perto de seu ápice, retirei minha boca, ouvindo-o reclamar e indo logo para suas bolas.

 Eu lambia e sugava cada uma delas usando minha mão direita para segurar seu pau e impedir que gozasse. Usei a outra para acariciar sua entrada, pressionando levemente meu dedo para dentro do orifício. Ao perceber Chanyeol rebolar, implorando por mais contato, senti meu corpo inteiro tremer de tesão e decidi arriscar.

— Channie… Vira de costas pra mim? — perguntei ainda acariciando sua entrada e masturbando seu pau.

Chanyeol abriu os olhos e me encarou. Eu sabia que era um pedido ousado e que poderia colocar todo o clima a perder. Mas eu queria muito aquele cu, e lambê-lo era só o primeiro passo. Continuei sustentando seu olhar, esperando que ele falasse qualquer coisa, mas diferentemente do que imaginei, Chanyeol deu seu sorriso mais depravado e virou de costas empinando em minha direção.

Aquela era a visão mais deliciosa que eu poderia ter. Chanyeol de bruços com o bunda completamente empinada e aberta pra mim. Se aquilo não era um convite, eu não sei mais o que poderia ser. Sem perder mais tempo, usei minhas mãos para separar ainda mais sua bunda, deixando sua entrada rosada e pulsante a vista. Passei a língua devagar, ouvido-o arfar. Depois de lamber mais algumas vezes, suguei com força sentindo-a se contrair sob minha língua. Segui com os movimentos, alternando entre lamber e chupar, enquanto ouvia Chanyeol gemer cada vez mais alto. Meu pau latejava e eu senti que poderia gozar só de lamber aquele cu delicioso.

Puxei mais o quadril de Chanyeol em minha direção, passando minha mão por baixo de sua cintura e segurando seu pau com força. Eu podia ouvir seus gemidos abafados pelo travesseiro, e só conseguia me excitar mais. Eu estava a ponto de explodir de tanto tesão. Permaneci com os movimentos no melhor beijo grego que já dei em minha vida, o masturbando na mesma velocidade, e pude sentir o corpo de Chanyeol começar a tremer. Eu sabia que aquela era a hora. Eu precisava fazer aquilo, eu precisava urgentemente enfiar meu pau no cu do meu melhor amigo.

Tirei minha boca da sua bunda e minha mão de seu pau. Distribui beijos por toda e extensão de suas costas em direção a nuca, me debruçando sobre seu corpo. Lambi sua orelha, notando seus pelos se arrepiarem, antes de sussurrar baixinho.

— Chan…

— Hm? — ouvi Chanyeol responder extasiado com a cara enfiada no travesseiro.

— Eu quero muito te foder. — falei com meu pau roçando levemente sua entrada.

Num pulo, Chanyeol levantou da cama ficando em pé, com os olhos arregalados como se eu tivesse pedido a coisa mais absurda do mundo.

— Que porra, Sehun?! Enlouqueceu?!

— Qual é o problema, Chanyeol?! Eu não tava chupando seu cu até agora? — falei incrédulo, me levantando e ficando em sua frente com as mãos na cintura.

— Exatamente! Chupando e não enfiando essa tora que você chama de pau! — olhei para baixo analisando meu próprio membro duro, rindo da comparação não tão mentirosa.

— Você nem sabe se não vai gostar, Channie…

— O que? Não, Sehun! Esquece, essa porra não vai caber! — Chanyeol apontava com uma mão para meu pau e com a outra bagunçava os cabelos — E outra, você sabe que depois daquele dia, eu disse que nunca daria o cu!

Encarei Chanyeol desacreditado com toda aquela situação. Eu estava em pé com o pau duro, inchado e expelindo pré-gozo, pronto para foder aquela bunda gostosa e meu melhor amigo não queria ceder. — Porra! Por que me chamou aqui se não era pra me dar?!

— Pra te comer, não é óbvio?!

— O que?! Por que eu que tenho que ser comido?!

— Porque eu quero muito foder você, Hunnie, e você rebolou tão gostoso nos meus dedos. — Chanyeol falou puxando minhas mãos e aproximando novamente nossos corpos.

Sua boca foi diretamente para o meu pescoço, deixando beijos molhados enquanto nos juntava mais e fazia nossos membros se encostarem. Eu só podia estar louco, mas olhar aquele pau esfregando tão deliciosamente no meu me fez imaginar como seria tê-lo dentro de mim.

Sua mão separou minha bunda e pude sentir um de seus dedos acariciar minha entrada enquanto a outra mão começou a me masturbar lentamente. Abri minha boca com um gemido preso e joguei a cabeça para trás.

— Hm, Hunnie... — ele sussurrou no meu ouvido e eu estremeci —Você vai ver, você vai gostar. — levei meus braços ao seu ombro me apoiando já com as pernas bambas pelas investidas na minha entrada — Deixa, vai. Você também quer… Eu vou te comer tão gostoso, Hun.

— Me fode logo, então. — falei como um gemido e senti Chanyeol sorrindo contra o meu pescoço, em seguida, o beijando.

Sua mão soltou meu membro e foi em direção ao meu rosto, segurando-o com força e me beijando bruscamente, nos deitando na cama em seguida. Seus dedos começaram a me penetrar com força e rápido, me fazendo gemer alto e agarrar seus cabelos negros, puxando-os para trás. Mordi seu lábio inferior, lambendo logo em seguida e enroscando nossas línguas fora na boca, num beijo descontrolado e cheio de saliva.

— Fica de quatro pra mim? — Chanyeol falou separando nossas bocas e retirando seus dedos de mim.

Sem nem precisar responder, sorri safado pensando no que ele faria a seguir e me virei ficando na posição pedida. Me empinei o máximo que consegui e olhei para trás esperando ansiosamente sua língua. Ouvi Chanyeol arfar enquanto masturbava o próprio pau, parando quando resmunguei e apertando minha bunda com as duas mãos. Senti sua boca beijar e morder, chegando perto da minha entrada e enfiando a língua em mim — Ahhh, Chanyeol… — gemi seu nome alto, rebolando contra sua boca.

Caralho, eu estava descontrolado. Eu sentia sua língua molhada me lamber e penetrar enquanto suas mãos apertavam minha bunda com ainda mais força e meus olhos reviravam de prazer.

— Porra, não para, não para, não para… — meus gritos rasgavam o silêncio do quarto, mas eu estava pouco me fodendo, Chanyeol chupava bem demais para eu gemer baixo. Eu queria continuar sentindo aquela língua gostosa no meu cu por mais tempo, mas ao olhar por baixo do meu corpo e ver seu pau, imaginei o prazer ainda maior que ele me faria sentir — Para! Para.

— Que?

— Seu pau… Eu quero seu pau, Channie. — falei buscando ar e senti, quase que imediatamente, a cabeça do seu pau roçando em mim.

Chanyeol segurou minha cintura com força, começando a me penetrar devagar e eu gemi baixinho pela dor inicial. Seu pau era mais grosso que qualquer outra coisa que tenha entrado em mim, mas desde o início havia uma pontada de prazer. Quando ele penetrou por completo pela primeira vez, parou por um tempo para eu acostumar com seu tamanho me preenchendo, mas logo começou a entrar e sair, aumentando a velocidade aos poucos.

— Mmm Hun, caralho! Você é tão gostoso. — mordi meu lábio inferior aos escutá-lo, mas a próxima estocada foi tão forte que me fez gritar seu nome e ele grunhiu satisfeito.

Peguei no meu pau e comecei a me masturbar com urgência — Uh Channie… Aah — gemi coisas sem nexo e Chan tirou minha mão do meu membro, passando ele mesmo a me tocar.

— Hun — suas estocadas se intensificaram enquanto ele tentava falar — Vou gozar… Mm — senti seu gozo no meu interior e fiquei ainda mais extasiado ouvindo seus barulhos ao se aliviar, me sentindo também perto do meu ápice.

Depois do seu orgasmo, Chanyeol me deitou na cama, se colocando em cima de mim e me chupando intensamente. Não demorou muito para eu gozar também, e nós dois nos deitamos lado a lado, olhando para cima e ouvindo nossas respirações ofegantes.

— Foi gostoso pra caralho, Hun. — concordei sem falar nada. Ainda não acreditava que eu tinha cedido primeiro e dado meu cu para Chanyeol.

— E quando vai ser que você vai me dar?

— Eu não vou. Já falei, nada entra no meu cu. — revirei os olhos pelo meu amigo ser tão cabeça dura e me levantei cambaleando para me limpar, chutando alguma coisa embaixo da cama. Inclinei meu tronco para ver o que era e arqueei uma sobrancelha sorrindo de lado.

— Channie, por que você tem desodorantes embaixo da sua cama?


Notas Finais


Eii, gente! Primeiro gostáriamos de agradecer a @des_colonizada pelo plot, e esperamos muito que a gente não tenha decepcionado e que todo mundo tenha rido kk
Enfim, foi um desafio pra gente, porque nossa outra fic tem uma vibe totalmente diferente, então desculpem qualquer coisa e nos relatem qualquer erro, por favor <3 <3
Favoritem e comentem por favorrr <3
E se vocês gostarem de um colegial kaibaek, deem uma olhadinha na nossa fic Redémarrer ;)


Beijão, muito chanhun na vida de todos nós

Mari e Gabi


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