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História .tic-tac - Capítulo 2


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Notas do Autor


meu maior medo é decepcionar as pessoas no extra KKKKKK

Capítulo 2 - .extra: wine;


Hendery não ficou surpreso e tão pouco se assustou quando escutou pedrinhas batendo contra sua janela em plenas duas e vinte e dois da madrugada. Se ergueu de onde estava com pressa, afinal, estava frio demais na rua e não queria deixar o amigo lá embaixo por muito tempo.

— 'Bora Rapunzel, joga seus cabelos. — Ele disse lá de baixo, com uma sacola na mão e com roupas de frio cobrindo o corpo.

O dono da casa sumiu da janela, mas logo estava de volta jogando a corda que Chitta sempre usava para escalar até a janela de seu quarto no segundo andar. Sentou na cama e esperou pacientemente ele entrar no quarto. Sorriu para o tailandês assim que ele já se encontrava dentro do cômodo, puxando a corda de volta.

— O que 'cê trouxe ai? — Curioso como era, foi logo pegando a sacola quando ele se aproximou mais de si e da cama. — Uh, vinho! — Sorriu contente.

— É o mais barato do mercado, não vem reclamar se for horrível. — O corpo do tailandês se estirou na cama, bem ao seu lado.

— Grande coisa... — Então abriu a garrafa e tomou o primeiro gole. — Não é tão ruim assim.

Deu de ombros, bebendo um pouco mais, os pés batendo sem muito ritmo no chão, já que estava sentado na beira da cama.

Não demorou muito para que Chitta estivesse engatinhando até si na cama e subindo no seu colo com um sorrisinho arteiro. A bunda dele se encaixou direitinho em seu colo e os braços em seus ombros, as mãos tocando seus cabelos. O tailandês quem iniciou o beijo, não hesitando em abaixar a garrafa que o Wong levava aos lábios. Hendery soltou um risinho antes de descartar a garrafa ao lado do corpo, no chão e se deixar ser envolvido no beijo que estava tão acostumado já.

Chittaphon fazia questão de lhe arranhar a nuca com as unhas compridas e de lhe maltratar os lábios, sorrindo toda vez que soltava um som satisfeito quando tinha ele rebolando no seu colo.

O gostinho de vinho da boca de Hendery deixava mais gostoso o beijo e o jeitinho que ele lhe tocava nas pernas e quadril faziam com que se arrepiasse inteirinho. Era incrível a facilidade que ele tinha de lhe deixar todo rendido, porque com nenhum outro cara ficava assim, era só o chinês que tinha todo aquele poder sobre si.

— 'Tava pensando, por que você não me recompensa por eu ter vindo nesse frio 'pra cá? — Ten se afastou e disse quando pararam de se beijar, mas ainda próximos o suficiente para os lábios se tocarem quando falavam.

— Veio porque quis. — Apoiou-se com um braço na cama e com o outro pegou a garrafa de volta do chão. — O que 'cê quer?

Chittaphon então se afastou mais, retirando o casaco pesado que ainda usava, depois partiu para o moletom, depois ficou apenas de camiseta. Um regata preta que deixava suas clavículas bem à mostra já que a blusa era grande.

— Na verdade, eu queria te comer. — Hendery parou com a garrafa no meio do caminho, voltando a olhar o tailandês.

— Achei que com uma recompensa 'cê ia pedir algo que não poderia ter normalmente, Chitta. Você já foi mais esperto. — Acabou rindo quando o outro revirou os olhos e puxou a garrafa de si.

— Cala a boca, garoto chato. — O som da risada do chinês fez com que acabasse sorrindo também, mas escondeu com a garrafa assim que levou ela a boca.

— Não fala assim que eu levo 'pro coração, Chitta. — Debochou, se sentando direito na cama, já que ainda estava meio deitado para trás com o braço de apoio.

— Aham, leva sim. — Os olhos do tailandês reviraram mais uma vez. — 'Vamo voltar 'pro que a gente 'tava fazendo, tá?

A garrafa de vinho já estava na metade, então depois de fechá-la Chittaphon jogou-a para o lado da cama, nem dando bola para o barulho.

— Espero que 'cê tenha trancado a porta. — Foi o que falou antes de empurrar o chinês pelo peito e cobrir o corpo dele com o seu, tomando a boca dele em um beijo lentinho. Dessa vez, Chitta fazia questão de ter certeza de estar fazendo barulhinhos durante o beijo, porque isto instigava ainda mais o Wong. Sabia disso, conhecia-o bem. 


As mãos de Hendery foram rápidas ao agarrarem a cintura do tailandês e forçar ele a se movimentar sobre seu colo, indo e vindo com pressão suficiente para os membros se friccionarem constantemente. Chittaphon sentiu as palmas geladas do chinês adentrarem sua camiseta e foram de imediato para seus mamilos, onde ele fez questão de puxar o piercing que tinha ali. Se afastando do beijo, suspirou satisfeito, se apoiando nos próprios braços ao lado da cabeça do Wong.

— Sabe, eu 'tava pensando em colocar um piercing também. — Hendery falou, as mãos trabalhando muito bem no corpo alheio sobre o seu.

— Seu pai jamais deixaria. — Soltou um risinho. Gostava muito de brincar com essa falta de autonomia que ele tinha as vezes.

— Ele também não gosta da ideia de eu gostar de beijar garotos e olha só onde estamos. — Chittaphon então teve o próprio corpo puxado para baixo bruscamente, ficando deitado sobre o chinês, peito com peito. 


— É, você nunca deixou ninguém mandar em ti ou decidir algo por você. — Murmurou, gostando de como as mãos alheias desceram por suas costas, até o cós da calça. — Mas, só uma sugestão sobre o piercing: coloca na língua ou...hm, no lábio. É gostoso de beijar assim.

Hendery murmurou em confirmação e disse que pensaria em seu caso. Por fim, deslizou o nariz pelo pescoço do Wong devagarinho, inspirando o cheiro bom que ele tinha, beijou a tez em selares úmidos com mais calma ainda, se esfregando novamente no corpo abaixo do seu, ouvindo um som de satisfação escapar dos lábios do chinês.

— 'Cê se rende tão fácil... — Disse à ele, agarrando os pulsos dele e colocando-os acima da cabeça. Sorriu e desceu o rosto mais uma vez, lambendo o pescoço dele e deixando algumas chupadinhas que ficariam vermelhas apenas, não queria dar trabalho para ele no dia seguinte tendo que esconder as marcas que realmente queria fazer nele. — Para. — Apertou mais os pulsos dele quando ele começou a querer se soltar. — Você vai ter bastante tempo 'pra me tocar depois, mas por enquanto deixa eu me aproveitar de ti e desse corpo.

E Hendery deixou. Deixou ele escorregar a boca por toda a parte superior de seu corpo e lhe tocar a vontade, nos pontos certos que ele conhecia muito bem, deixou ele lhe moldar pouco a pouco, e gostou do olhar de admiração e tesão que ele tinha conforme os olhos varriam seu corpo pedaço por pedaço. Não aguentava mais ter que ficar com as mãos paradas, mas estava conseguindo resistir até o momento que a língua do tailandês deslizou bem abaixo do seu umbigo, então agarrou ele pelos fios da nuca. Chitta continuou descendo até o cós da calça do pijama, arranhou os dentes ali pela região enquanto apertava sua cintura entre as mãos com força, o polegar deslizando em um carinho.


Quando estava quase chegando na virilha, Chittaphon parou e subiu novamente, tomando a boca de Kunhang em um beijo calmo, que com o tempo tomou maior urgência, afinal, nunca conseguiam se controlar um com o outro. Com cada vez mais força e vontade o chinês apertava os fios entre os dedos e puxava o outro para perto. Gemia entre o beijo a cada esbarrar de língua e movimento de quadril que o outro fazia.

Puta merda, Chitta... — sua voz saiu mais baixa do que gostaria, mais rendido do que normalmente era, estava, definitivamente, muito necessitado do tailandês e foi só sentir a mão dele deslizar para dentro de sua calça que viu que estava ainda mais carente de atenção do que pensou. — 'Cê pode me chupar lá? — Questionou, meio hesitante, o olhar procurando o do tailandês.

— Eu 'tava pensando exatamente nisso agora há pouco. — Ele sorriu, arrumando seus fios, tirando eles de sua testa suada. — Depois que eu tirar a tua roupa vira de ladinho pra mim.

Hendery concordou na hora, ficando contente que iria ganhar o que queria. Chittaphon era sempre bom para si e sempre fazia suas vontades; por isso era tão gostoso toda vez que se encontravam. Quando já estava sem a calça e cueca, teve seu corpo virado para o lado, o tailandês pediu para que flexionasse levemente a perna para cima, então assim o fez. Sentiu um arrepio percorrer seu corpo quando as mãos alheias tocaram suas coxas e bunda pela primeira vez naquela madrugada. Deslizavam suaves, em um carinho gentil e não muito tempo depois beijos se juntaram à carícia.

— 'Cê 'tá mole... — Deu um risinho, conforme movia o corpo do chinês da forma que queria sobre a cama. — 'Tá na palma da minha mão, Dery?

— Sempre, você sabe.

— Gosto assim. — Deu duas palmadinhas na bunda dele e agarrou o local após dar o terceiro tapa. Depois de muito beijar e admirar o corpo tão bonito de Hendery (porque era algo que deveria ser apreciado) Chitta separou as bandas dele, se sentindo privilegiado por aquela visão tão bonita estar sendo vista apenas por si. — Vou ter que colocar alguma coisa na tua boca que nem da última vez ou você vai ficar quietinho?

— Quietinho não garanto, mas gemer mais baixo, vou sim. — Murmurou em resposta, se ajeitando na cama e deitando a cabeça confortavelmente no travesseiro.

Não demorou muito para que o tailandês se enfiasse no meio da sua bunda, tratando de si com cuidado e carinho, dedo por dedo e depois a língua. Ele lhe olhava todo convencido quando gemia satisfeito, agarrando os fios dele do jeito que conseguia. Sentia a pele suada e mal sentia as pernas de tão imerso que estava nas sensações. Em algum momento tirou a camiseta do corpo e jogou para o lado, então Chitta se aproveitou de toda sua nudez; lhe agarrou pela coxa da perna que estava lexionada e pousou a outra mão no meio de suas costas, acariciando vez ou outra, mas tudo isso, claro, sem parar de lhe babar lá embaixo, escorregando com a boca vez ou outra para os testículos.

— Você aguenta gozar só depois? — Perguntou, acariciando a bunda e coxas dele, beijando a pele macia. — Ou, hm... eu posso te fazer gozar duas vezes, né? Ou mais, quantas 'cê quiser, na verdade. — Hendery então ficou pensativo, tentando pensar em alguma resposta.

Ter a opção de ser estimulado de diversas formas diferentes — porque sabia que Chittaphon era sim muito capaz de inovar — era boa, mas só de pensar em ficar acumulando o tesão e vir tudo de uma vez só era tentador também, gostava muito quando era tão bom e forte que ficava sem conseguir sequer se mexer ou abrir os olhos.

— É cruel você pedir 'pra que eu decida algo assim. — Resmungou, se virando minimamente para o outro, encontrando o olhar dele. — Escolhe você o que quer fazer comigo, Thai boy.

— Se eu fizer tudo o que quero, eu acabo contigo hoje. — Cobriu o corpo dele, e logo estava agarrando ele pelo maxilar e obrigando ele a lhe olhar nos olhos. — E quando você me chama assim, é foda. Tenho vontade de te fazer gritar isso, mas não dá, porque o garotinho do papai não pode deixar ninguém saber o que ele faz de madrugada no quarto, não é?

A pontinha do nariz arrebitado de Chittaphon deslizava pelo rosto de traços firmes e logo depois a boca fazia o mesmo caminho também. Deslizou pela testa, desceu pelas bochechas, esfregou nariz com nariz, e depois boca com boca. Foi difícil 'pra caralho segurar a vontade de beijar os lábios que se abriram para si, o olhar do chinês implorando um beijo seu.

— Vira e empina 'pra mim. — Sussurrou contra a boca dele e se afastou.

Hendery não questionou nada, apenas fez o que fora mandado e se pôs na posição, enquanto o parceiro abaixava as roupas. Chittaphon deslizou lento para dentro de si após colocar o preservativo no pau duro e molhado, metendo aos pouquinhos para não correr o risco de machucar. Quando ele já estava dentro por completo, ele acariciou suas costas nuas, sussurrando palavras que sequer prestou atenção, porque estar sendo preenchido daquele jeito era delicioso demais, ainda mais com ele empurrando mais a cada segundo o quadril, mesmo que não adiantasse nada, entretanto a pressão da virilha dele na sua bunda era muito, muito gostosa.

As estocadas vieram logo, ritmadas de um jeito gostoso, profundas de um jeito arrebatador. Chittaphon fazia questão de ir e vir alternando a velocidade, não deixando brechas para Hendery que tentava adivinhar como seria a seguir. Uma hora ele ia e vinha rápido, outrora lento, as vezes os dois, intercalando, as vezes ele apenas tirava tudo e ficava esfregando entre suas bandas, enquanto punhetava seu pau, outras ele metia entre as coxas e as fodia, mas tinha a que o Wong mais gostava que era quando ele metia de uma vez só, bem fundo, rebolando o quadril para tocar em tudo que tivesse alcance.

Gritou quando ele desferiu um tapa na sua bunda, empurrando o quadril para trás, sentindo o pau se afundar mais ainda dentro de si. Estava desesperado para gozar, não aguentava mais todo aquele misto de sensações, precisava muito de alívio e sabia que Chittaphon queria o mesmo. Por isso, deitou a cabeça no travesseiro e guiou as mãos para trás, separando suas bandas e se empinando ainda mais.

— Que coisa mais linda, Wong... — O tailandês murmurou, vendo seu pau sumir devagarinho conforme penetrava ele mais e mais.

— Chitta... me fode por favor, eu quero mesmo gozar. Preciso.

A fala do chinês fez com que sorrisse e logo retirasse o próprio membro de dentro dele. Se ajeitou mais uma vez na cama e penetrou ele com vontade, indo fundo e fazendo ele gemer alto, então empurrou o rosto dele contra o travesseiro. A partir daí os gemidos soavam abafados, mas ainda sim conseguia ouvi-los bem, e era uma delícia todos os sons de satisfação que ele deixava escapar. A cama balançava suavemente e Chittaphon se perguntava se os pais de Hendery estavam ouvindo algo, torcia para que não, mas se estivessem, não estava nem ligando também.

Chittaphon sentia sua pele suada e suas pernas doíam por estar naquela posição, assim como as do Wong, que estava resistindo apenas porque era muito bom sentir o mais velho daquele jeito e não queria parar. Felizmente o tailandês lhe agarrou pela cintura e deu um certo apoio, então pode ficar mais relaxado.

Depois de muito foder Kunhang e deixar ele destruído, acabou parando de se mover, mandando que ele rebolasse em si até gozar, porque não iria fazer mais nada, ele que procurasse o próprio ápice.

Chittaphon se sentou sobre as próprias panturrilhas após puxar o Wong pelos cabelos e obrigar ele a se ajoelhar na cama, ainda de costas para si. Ele arfou inicialmente por causa da força imposta que tanto gostava e surpreendentemente não reclamou da posição, então logo estava sentado nas coxas do tailandês e quicando no pau dele, rebolando com vontade. Sentia os beijos dele por seus ombros e as mãos pequenas agarrando suas pernas, vez ou outra masturbando seu pau. A risadinha que ele soprava bem ao pé do seu ouvido deixando claro como ele estava se divertindo com os espasmos que dava quando ele deslizava o dedo pela fenda e apertava.

Precisou só algumas palavras de Chittaphon para que acabasse gozando na mão dele. Ficou parado por um tempo, apenas sentindo o prazer ser prolongado pela punheta de leve que ainda recebia. Entretanto voltou a se movimentar com lentidão, querendo que o tailandês gozasse também. Se apoiou nas próprias mãos e subiu e desceu pelo falo.

— Olha como 'cê cabe direitinho, meu amor. — Falar isso e deste jeito era maldade com Chittaphon e Kunhang bem sabia, por isso fazia. — Minha bunda subindo e descendo assim é gostoso? É uma visão bonita? Você gosta? — Perguntava devagar, sorrindo quando não recebia resposta alguma, sabia que era porque ele estava muito focado vendo o próprio pau sumindo e reaparecendo lentamente.

Quando Hendery olhou para trás e jogou a bunda para baixo, foi que o tailandês gozou. Sentindo a bunda gostosa se esfregar no seu colo com pressão conforme ele rebolava lentinho, sorrindo contente quando acabou por agarrar a cintura dele e obrigando-o a parar, estava sensível pra cacete e ter ele se mexendo daquele jeito estava acabando consigo.

O Wong então se afastou e deitou na cama, a respiração falhando e o corpo exausto, tinha o pau um pouco duro no meio das pernas, mas não deu muita atenção no momento; só queria respirar um pouco e descansar.

Entretanto Chittaphon não parecia pensar o mesmo quando tocou seu membro superficialmente e beijou seu maxilar, lhe olhando de cima.

— 'Cê sabe que a gente não acabou por aqui né? — Chitta sussurrou, acariciando os cabelos do chinês, vendo como ele estava acabado. — Eu disse que acabaria contigo.

— Fico feliz que você seja um cara de palavra. — O sorrisinho que lhe foi dado deixou bem claro que, de repente, Hendery estava mais do que disposto. — Agora deixa eu te mamar.

Chittaphon não fez mais nada além de se sentar na cama e escorar as costas na cabeceira, esperando o corpo esguio se aproximar mais ainda do seu, ansioso pelo que aconteceria durante o resto da madrugada.


Notas Finais


k k k boa tarde clã


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