História Troubled Teachers - Capítulo 5


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Categorias Once Upon a Time
Tags Swanqueen
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Palavras 2.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Atualização agora amanhã ou segunda, pessoal.
Boa leitura ❤️

Capítulo 5 - Party Planning


Emma suspirou pesadamente quando sentou em sua cadeira. Era quinta-feira à tarde e ela acabara de marcar uma lição de casa para o 8º ano, sentindo-se agora desanimada por suas fracas tentativas de descrever as conseqüências do movimento das placas tectônicas nas ilhas e nas comunidades costeiras. Para ela, era um trabalho fascinante, ainda mais comovente depois de uma viagem à Tailândia que ela, Neal e Henry haviam feito em 2006. A devastação do tsunami em 2004 ainda era evidente.

Uma batida na porta veio a tempo de impedi-la de passar pela estrada da memória. Imagens de Neal desapareceram de sua mente quando Rose e Ruby entraram, ambas sorrindo amplamente.

"Ei pessoal", disse Emma, ​​tirando os óculos e esticando os braços. "Estão bem?"

"Você usa óculos?" Rose perguntou, ignorando a pergunta.

"Meus olhos estavam doendo", Emma encolheu os ombros. "Eu os tirei quando saí da velha escola, usei lentes por um tempo mas retornei a usá-los."

"Você está linda", Ruby sorriu.

"Jesus, você vai literalmente babar em alguém", Rose riu, dando um soco leve no braço de Ruby.

"Você está me chamando de alguém?" Emma perguntou em indignação fingida.

"Você é gay?" Rose respondeu.

"Não", Emma riu. "Mas ainda é bom ser admirada. Obrigado, Ruby."

"De nada, querida", brincou ela. "De qualquer forma, viemos aqui para sugerir algo."

"Lá vem. Diga." Emma disse, notando que eram quase cinco da tarde e começando a arrumar suas coisas. Ela deveria pegar Henry no Peter em alguns minutos.

"Achamos que você deveria ter uma festa de inauguração da casa", disse Rose. "Agora você conhece algumas pessoas daqui, você pode convidá-las, conhecer-nos melhor e ter um bom relaxamento. O que você acha?"

"Você acha que eu deveria dar uma festa?" Emma perguntou. "Por quê?"

"Porque Killian não fala com Rose desde o encontro deles e ela quer uma desculpa para vê-lo fora da escola", Ruby forneceu.

Emma riu. "Então, eu não sei, falar com ele ou mandar mensagens para ele, você quer que eu organize uma festa inteira?"

"Bem, foi idéia do Ruby", Rose defendeu. "Ela está tentando encontrar uma razão para ver Elsa também."

"Por que vocês não podem simplesmente falar com às pessoas que vocês gostam?" Emma resmungou. Ela sabia da paixão de Ruby pela professora loira de Estudos Religiosos desde o dia em que chegou. Não foi sutil. "Você realmente vai me fazer limpar toda a minha casa só para que vocês possam transar?"

"Nós vamos ajudar", ofereceu Rose. "Nós podemos limpar também e trazer um pouco de bebida."

Os ouvidos de Emma se animaram com isso. Talvez uma festa não fosse uma idéia tão ruim assim. Ela estava querendo tentar conhecer melhor seus colegas depois de tudo.

"Quando?"

"Sábado?" Rose e Ruby sugeriram juntos.

"Eu suponho que poderia funcionar", Emma assentiu. "Henry tem uma festa do pijama no Félix naquele dia de qualquer maneira, então eu estarei em casa sozinha. Quem mais você acha que deveríamos convidar, além de Elsa e Killian?"

"Todo mundo jovem e legal que trabalha aqui", Ruby deu de ombros. "Há alguns de nós que fazemos coisas juntos às vezes, tenho certeza que a notícia vai se espalhar rápido o suficiente amanhã."

"E quanto a Regina?" Emma perguntou.

"Você pode tentar, mas ela não é realmente uma pessoa que socializa", disse Rose. "Acho que conseguimos levá-la para o almoço há cerca de dois anos e esse foi nosso único sucesso."

"O que ela faz no fim de semana?" Emma franziu a testa.

"O que quer que Robin esteja fazendo, eu acho", disse Rose. "Eles estão sempre juntos. Tenho certeza de que eles passam mais tempo na companhia um do outro do que qualquer outro casal que conheço."

"Eu vou convidá-la para ir", disse Emma.

"Boa sorte", riu Ruby. "Aposto uma caixa de cerveja que você não pode."

"Apostado", Emma sorriu, estendendo a mão.

Uma vez que a conversa terminou, o jogo começou. Emma Swan nunca perdeu uma aposta.

/-/-/

Assim que Emma entrou na sala dos professores na manhã de sexta-feira, ela procurou por Regina. Ela a viu imediatamente, sentada no canto revirando alguns trabalhos, então Emma rapidamente serviu-se de um café e foi até lá.

"Ei", disse Emma, ​​sentando-se ao lado da morena. "Como você está?"

"Eu estaria melhor se três dos meus alunos não tivessem entregado o mesmo trabalho", Regina suspirou. "Quero dizer, eles acham que sou idiota?"

"Tenho certeza que eles acham que você é um monte de coisas, Regina, mas estúpida não seria uma delas."

"Obrigado, eu acho. Como você está esta manhã?"

"Bem", Emma sorriu. "O mecânico telefonou para dizer que meu carro estava consertado, mas na verdade eu vim lhe perguntar uma coisa."

"Oh, sério? A pós-graduação de Oxford precisa de ajuda da pós-graduação de Cambridge? Que chocante", brincou Regina.

"Acho difícil", Emma riu. "Não, eu queria convidá-lo para uma pequena festa de inauguração que eu vou fazer amanhã. Parece que é hora de conhecer melhor alguns dos meus colegas e eu gostaria que você estivesse lá."

"Por mais que eu também queira de conhecer mais de você e continuar a provar minha superioridade acadêmica", Regina disse com uma piscadela, "temo que não seja capaz de ir amanhã."

"Por que não?" Emma perguntou. Ela estava esperando por isso, depois de tudo que Rose e Ruby disseram sobre Regina e sua falta de envolvimento social.

"Robin e eu temos planos" Regina deu de ombros.

"E você não pode fugir deles?" Emma perguntou. "Vamos lá, é apenas uma noite. Tenho certeza de que Robin Mills pode gerenciar sem sua esposa incrivelmente inteligente por uma noite."

"Ele poderia, mas ele não iria querer. Sinto muito, Emma, ​​mas eu não posso ir."

"E o que você quer?" Emma perguntou, nivelando a mulher com um olhar cuidadoso. "Robin já perguntou se você quer passar algum tempo com suas amigas, Regina? Eu achava que os casamentos deveriam ser assim. Certamente ele não se importaria se você tivesse uma noite só para si mesma."

Regina congelou, suas bochechas coraram quando Emma confrontou ela. Ninguém jamais havia questionado sua relutância em participar de eventos sociais tão fortemente quanto uma misteriosa mulher loira antes. Ninguém jamais sugeriu que ela tentasse desafiar Robin antes. Ninguém jamais a fez querer tentar.

"Eu não posso perguntar a ele", disse Regina, sua voz pouco mais que um sussurro.

"Por que não?" Emma perguntou, seus olhos procurando o rosto ruborizado diante dela por uma pista sobre qual era o problema. Porque, independentemente do que Rose e Ruby disseram, Emma ficou convencida de que algo na casa de Mills não estava certo.

"Eu não posso. Ele não vai deixar", disse Regina.

"Vale a pena perguntar?" Emma perguntou.

Regina sacudiu a cabeça.

"Regina", Emma franziu a testa, inclinando-se para frente e colocando a mão no braço da morena. "Tem alguma coisa errada? O Robin -"

"Eu tenho que ir ao meu grupo de alunos", disse Regina rapidamente, levantando-se imediatamente.

Os ensaios em seu colo voaram para o chão. "Merda." Amaldiçoando baixinho, a morena se abaixou e começou a pegá-los. Emma caiu de joelhos para ajudar. Alcançando o último papel, seus dedos roçaram um no outro e Regina se afastou imediatamente. Parando por uma fração de segundo, Emma pegou o ensaio final e entregou a Regina.

"Regina, você sabe que pode falar comigo, certo?" Emma disse enquanto se levantava na frente do professor de história.

"Estou atrasada", disse a morena sem olhar nos olhos sinceros de Emma. "Eu te vejo mais tarde, Emma."

Emma observou a mulher mais velha sair correndo da sala antes de cair de novo na cadeira.

"Acho que o caso da cerveja é meu", disse Ruby do outro lado da sala, rindo ao ver a posição derrotada de Emma.

Emma não sorriu. Não era mais sobre perder a aposta. Ela queria que Regina viesse a sua festa porque não queria que ela passasse a noite com Robin. Independentemente do que sua colega de trabalho disse, algo definitivamente não estava certo naquele casamento e Emma estava determinada a descobrir o que.

/-/-/

Regina evitou Emma o dia todo. Os quatro costumavam almoçar juntos, mas naquela sexta-feira Rose, Ruby e Emma se sentavam como um trio, a ausência da bela morena foi notada, mas nunca verbalizada. O escritório de História e as salas de aula ficavam no andar acima do de geografia, então Emma se acostumara a esbarrar com Regina nos corredores durante os intervalos, mas naquele dia não havia sinal dela. Quando o sinal tocou às três e meia, Emma até bateu na sala de aula e nas portas do escritório de Regina. Ambos estavam desertos.

Henry e Emma compartilharam uma pizza naquela noite, uma tradição que já estava firmemente estabelecida. Emma quase deixou cair sua garrafa de cerveja em estado de choque quando Henry recusou sua oferta para assistir a um filme de terror, alegando que ele tinha muito trabalho de casa.

"Quem é você e o que você fez com meu filho?" Emma perguntou, olhando interrogativamente para o rosto de Henry.

"Eu tenho uma montanha de lição de casa", Henry resmungou. "E já que eu vou estar na casa de Felix amanhã à tarde e domingo, eu tenho que fazer isso agora."

"Quem te deu o dever de casa em uma noite de sexta-feira a ser entregue na segunda-feira?" Emma franziu a testa.

"Sra. Mills", respondeu Henry. "Ela estava com um humor tão ruim hoje e então Grace e Violet começaram a gritar sobre quem deveria estar namorando Jakob porque ele estava mentindo para as duas. Ela nos puniu a todos fazendo-nos escrever um texto de 25 a 30 linhas sobre algumas operações de treinamento da Segunda Guerra Mundial, que nem fazem parte da matéria. Ela é uma vadia. "

"HENRY, NÃO FALE ASSIM DA REGINA", Gritou Emma franzindo a testa. "Ela está... tendo um tempo difícil assim como todos nós temos."

"Ela é uma esnobe, metida e rica, que não consegue lidar com seus hormônios quando está menstruada", Henry franziu o cenho. "Ela arruinou meu fim de semana."

"E eu vou estragar ainda mais e não permitir que você vá até Felix se você não parar de insultar a minha amiga", disse Emma, ​​levantando a voz mais uma vez.

Henry abriu a boca para protestar, mas viu o brilho perigoso nos olhos de sua mãe.

"Tudo bem", ele bufou. "Eu vou começar este trabalho estúpido. Boa noite."

"Boa noite", disse Emma, ​​observando o filho sair do quarto.

Assim que ele desapareceu, Emma se encolheu no sofá, pegou o telefone e abriu as mensagens. Ela e Regina haviam trocado números logo no início, junto com Ruby e Rose. Tocando sua tela, Emma começou a digitar.

/-/-/

A casa estava quieta, os tons doces da música filtrando-se pelo corredor do antigo gramofone de Sua Mestra de Mestre no canto. Os dedos de Regina se moviam lentamente, cansados ​​do trabalho do dia. Terminando de limpar o candelabro ornamentado, finalmente, ela colocou-o cuidadosamente sobre a mesa e pegou o próximo. Mergulhando o pano no latão de bronze mais uma vez, ela começou a esfregar.

O bipe do telefone a fez pular, o tom duro e moderno se chocando com a melodia cadenciada do órgão.

"Desligue isso!" Robin latiu do sofá onde estava sentado examinando duas pinturas a óleo que acabara de adquirir.

"Sim, Robin. Desculpe", disse Regina, pegando o telefone da superfície de madeira polida e abrindo a mensagem.

Você perguntou a Robin sobre a festa? Emma

Regina não pôde deixar de revirar os olhos, apesar de saber que responder irritaria seu marido se ele a pegasse fazendo isso. Ela ligou o celular e deixou no silêncio antes de responder.

Eu nunca disse que iria perguntar a ele. E não, eu não perguntei. Regina

A resposta foi quase imediata.

Por que não perguntar agora? Emma

Regina suspirou. Ela sabia que a loira não iria parar até ter sua resposta. Colocando o celular no chão, ela terminou de polir o candelabro final com renovado rigor. Quando finalmente foi feito, ela pegou seu telefone mais uma vez.


Não houve resposta. Regina se perguntou se Emma sabia que ela havia mentido.

/-/-/

Felix vivia do lado oposto da Storybrooke School aos Swans, Emma descobriu quando levou Henry para lá depois do almoço no sábado. A casa era muito menor que a de Peter, mas pelo menos a mãe de Felix, Jane, estava lá para cumprimentar Henry e se apresentar a Emma. Depois de assegurar à loira que ter Henry para a noite não foi um problema, Emma apertou a mão de Jane e deu um beijo na testa de Henry, lembrando que o pegaria às três da tarde do dia seguinte.

No caminho de volta para a dela, Emma parou no supermercado para comprar alguns suprimentos para a festa. Seu bonde logo foi preenchido com caixas de cerveja, garrafas de vinho, entre outras bebidas, e misturadores. Ela jogou alguns sacos de petiscos por cima, pagou e carregou o porta-malas do carro. O carro gemeu em suas bobinas de suspensão quando o álcool foi empilhado.

Emma dirigiu devagar, consciente de sua carga delicada e de seu carro ainda mais delicado. Quase inconscientemente, ela se viu tomando a rota um pouco mais longa para casa, que a levava pela rua Mifflin. Ela não tinha certeza do que esperava conseguir, mas logo se viu parada do lado de fora do número 108. Não havia sinal de Regina ou Robin do lado de fora, mas a roseira outonal impressionava até mesmo os jardineiros mais ávidos e dois carros esportivos estavam estacionados na garagem. Emma saiu do carro e correu pela chuva até a varanda. Passando a mão pelo cabelo úmido, ela tocou a campainha.

"Emma?" A surpresa de Regina ficou evidente quando ela abriu a porta alguns segundos depois.

"Oi", Emma sorriu.

"O que você está fazendo aqui?" Regina perguntou, saindo para a varanda e fechando a porta atrás dela.

"Eu queria checar se realmente não havia como você vir para a minha festa hoje à noite", Emma sorriu. "Eu tenho uma carga de inicialização de cerveja e gostaria de compartilhar um pouco com você."

"Eu não sou realmente uma bebedora de cerveja" Regina respondeu.

"Eu também tenho vinho", disse Emma. "Vamos Regina. É sábado à noite, o que há de errado com uma pequena festa?"

"Que festa?"

A porta foi aberta com raiva e Robin apareceu na porta, seu corpo parecia preencher o espaço, embora ele não fosse um homem grande. Ou talvez Regina se encolhesse, era difícil dizer.

"Minha festa", disse Emma, ​​franzindo o rosto levemente. "Mais ou menos como uma inauguração de casa. Eu vim para ver se Regina poderia vir depois de tudo."

"Regina está ocupada. Iremos jantar com amigos", respondeu Robin.

"E você não poderia poupá-la nem mesmo por algumas horas?" Emma perguntou, ignorando o olhar suplicante que Regina estava lhe dando.

"Por que você a quer tanto lá?" Robin perguntou. "Você não tem outros amigos?"

"Eu sei", Emma assentiu, "mas eu gostaria que Regina estivesse lá também. Fica a apenas algumas ruas e não temos nada elaborado ou planejado. Apenas algumas bebidas com os colegas."

"Tudo bem", cuspiu Robin. "Leve-a. Eu sairei sozinho."

Ele desapareceu de volta na casa sem outra palavra.

"Veja", Emma disse, sorrindo para Regina. "Eu te disse que ele deixaria você sair."

"Sim", disse Regina, seu sorriso fraco e vacilante. "Mas a que custo?"

Antes que Emma pudesse abrir a boca para responder, Regina recuou até o limiar e fechou a porta.


Notas Finais


Vamos dar uma festa. Será que Robin vai deixar mesmo Regina sair sem que haja uma punição?


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