História Tudo sempre pode mudar - Capítulo 62


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Felicity Smoak, Helena Bertinelli, Moira Queen, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Sara Lance (Canário Branco)
Tags Arrow, Flash, Olicity
Visualizações 68
Palavras 1.468
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo está sem revisão!!

Boa leitura 😘

Capítulo 62 - Amor


POV Oliver

Três dias depois do imenso susto, finalmente Fel e Bea tiveram alta, e estamos nesse momento a caminho de casa. Olho ao meu lado vendo ela olhar pela janela distraída, passo meus olhos pelo retrovisor e dou uma olhadinha rápida no bebê conforto onde minha princesinha dorme tranquila. Sorrio ao pensar na surpresa que elas terão ao chegarmos. Nossa família e amigos organizaram uma pequena recepção surpresa pra elas. Lógico que eu exigi que fosse algo simples e rápido, pois Fel precisa descansar e temos um longo período de adaptação com nossa menininha. Mas sei o quanto ela ficará feliz por ver todos reunidos.

Assim que para o carro, vejo Dig parando logo atrás. Depois de tudo achei melhor ter ele por perto durante todo o tempo que for possível. Desço, faço um aceno de cabeça pra ele que logo corre pra dentro disfarçadamente, abro a porta pra Fel, e depois de a ajudar a descer vou a porta de trás pegar o bebê conforto de Bea. Dou um cheiro em seu pescocinho antes de tirá-la do carro, ela resmunga mas não acorda e eu recebo um tapa de Fel.

_ Aii...o que foi amor?._ reclamo.

_ Se você acordar ela antes da hora eu vou matar você._ ela briga e eu a puxo pra mim sorrindo.

_ Pode deixar que ela não acordou, e se acordar eu ficarei cuidando dela com o maior prazer._ ela revira os olhos e sorri me dando um beijinho.

_ Quero só ver..._ diz enquanto entramos em casa.

POV Felicity

Assim que entramos em casa tudo está em absoluto silêncio, mas há um pequeno envelope no chão bem ao pé da porta. Estranho.

_ Amor o que é isso? _ pergunto apontando o envelope. Ele enruga a testa como se estivesse confuso e se abaixa para pegar.

_ Está escrito seu nome._ diz entregando para mim. Olho aquilo com receio, mas acabo abrindo.

" Vá ao jardim "

_ Que estranho, está escrito apenas para ir ao jardim._ olho para Oliver que tem uma sugestão de sorriso no rosto.

_ Então vamos ué._ responde já puxando minhas mãos em direção aos fundos da casa.

Assim que passo pela porta meu corpo empaca. Um dejávu me acerta em cheio e meus olhos marejam. Está tudo arrumado e decorado como em um chá da tarde, assim como aconteceu quando sofri o acidente e todos os meus familiares e amigos estão aqui. Não tem como não me emocionar ou sorrir com isso. Aos poucos consigo sair do lugar e todos vem ao meu encontro. Não tenho palavras pra dizer o quanto me senti amada naquele momento.

Agora estou aqui, sentada em uma cadeira, olhando o grande jardim da minha casa. Passo meus olhos por cada mesa vendo minha família. Eu sempre me senti sozinha. Era apenas papai e eu depois que mamãe se foi, e hoje tenho todas essas pessoas a minha volta. Meus olhos vão a mesa onde Sara e Thea estão, e sinto um imenso alívio ao vê-las em uma conversa animada e descontraída com Helena. Parece que depois de mais uma prova de que ela realmente mudou elas finalmente aceitaram tê-la por perto, e isso me deixa imensamente feliz. Um pouco mais pro lado estão meu pai e Moira babando na neta. Acho que nunca na vida eu vi meu pai com um sorriso tão grande no rosto. Ele segura Bea nos braços com tanta delicadeza e devoção que parece que ela vai sumir a qualquer momento.

Viro mais um pouco o rosto e olho em direção a Oliver que brinca animado em uma mesa com os meninos. Ah Oliver, meu melhor amigo, meu noivo, meu amor. Meu peito infla de amor ao ver que depois de tudo o que passamos ainda continuamos aqui, com a mesma ligação do começo. Mesmo depois de quase cinco anos ainda sinto a mesma coisa a olhar pra ele. Como se soubesse que eu estava o olhando, ele vira em minha direção e um sorriso lindo brota em seus lábios. Ele fala algo aos meninos, se levanta e vem a passos largos até mim.

_ Posso saber o que minha noiva faz aí sozinha?_ perguntou enquanto se sentava e fazia um pequeno carinho no meu rosto.

_ Apenas olhando minha família_ sorri. Ele passa seus olhos pelo jardim e depois volta a olhar pra mim.

_ Nossa família é a mais estranha e incrível que existe._ concorda rindo. Me puxa pra mais perto dele, passa seu nariz pelo meu, e sussurra em meio a um beijo. _ Eu te amo._ 

_ Eu também te amo._ ficamos ali mais um pouquinho namorando e trocando carinhos até meu pai chegar com a pequena resmungando no colo.

_ Acho que alguém aqui está precisando de algo que só a mamãe tem, e de trocar uma fralda._ fala fazendo uma careta engraçada.

Oliver a pega antes de mim, dando um cheirinho em seu pescoço, ele sempre faz isso. Logo em seguida também faz uma careta como o meu pai.

_ Credo filha, tá vencidinho aqui mesmo. Você é mocinha não pode fazer essas coisas fedorentas._ reclama arrancando uma gargalhada minha e do meu pai. Pego ela dos seus braços ainda rindo e me levanto.

_Vou dar um banho nela e colocá-la pra dormir._ digo entrando pra casa, sendo seguida por Ollie dizendo que vai me ajudar, outra coisa que ele sempre faz. Sempre está junto na hora dos banhos e trocas e as vezes até faz sozinho pra que eu descanse um pouco.

Subimos devagar em direção ao quartinho dela e enquanto eu tiro sua roupinha, ele prepara o banho. Depois de tudo pronto, banho tomado e cheirosinha, me sento na cadeira de amamentação com ela e Oliver ao lado. Assim que ela pega o seio ouvimos uma batida leve na porta. Ela se abre revelando Helena e Adrian, ambos sorriem ao entrar.

_ Será que podemos falar com vocês um minutinho? _ pergunta Helena.

_Claro._ confirmo e Oliver dá lugar pra eles no sofá onde está sentado, tirando alguns bichos de pelúcia de Bea.

_ Na verdade temos dois pedidos pra fazer à vocês._ diz Adrian. Pega a mão de Helena que sorri pra ele. Eles são um casal lindo. _ Queríamos convidar vocês pra serem nossos padrinhos de casamento._ disse com um sorriso de rasgar o rosto e com os olhos brilhando.

_ Nossa!._ exclama Oliie. _ É claro que aceitamos._

_ Que bom, ficamos felizes._ completa Helena. Ela suspira, olha pra Adrian que sorri e confirma com a cabeça. Os olhos de Helena se tornam ainda mais brilhantes e seu rosto se ilumina. _ Agora eu tenho um pedido mais importante._ para um momento e respira fundo.

_ Pode pedir Helena._ digo lhe dando segurança.

_ Queríamos saber se além de nossos padrinhos de casamento, vocês também aceitam ser padrinhos do nosso bebê._ diz colocando a mão levemente sobre a barriga.

_ Ah meu Deus!!! Não acredito. Sério?_ minha felicidade por eles é tão grande que até esqueço que estou com Bea que já dorme tranquila no meu colo.

_ Sim! Descobrimos no hospital enquanto cuidavam do meu ombro._ diz sorrindo sem parar.

_Meus parabéns aos dois. Fico extremamente feliz por vocês. Vocês merecem depois de tudo._ diz Olie abraçando os dois. Me levanto com calma, coloco Bea deitadinha em seu berço, e logo vou até eles abraçando ambos ao mesmo tempo.

_ Você não podia me dar alegria maior que essa Helena. Devo a vida da minha filha a você, e darei a minha se precisar pelo seu filho._ ela me abraçou chorando e ficamos ali mais um pouco comemorando a novidade.

Quando todos já tinham ido embora e depois de um banho relaxante de banheira preparado pelo meu lindo noivo, estou aqui ao lado do berço de Bea velando seu sono. Sinto braços rodearem minha cintura e um beijo ser deixado em meu ombro.

_ O que foi?_ pergunta Oliver.

_ Nada. Só gosto de ficar olhando ela dormir. Me traz paz._

_ Agora você me entende por todas as vezes que eu fico te olhando, é exatamente o mesmo sentimento._ diz me apertando mais forte.

_Senti tanto medo de não poder viver isso enquanto estava com Ray._ sussurro baixinho.

_ Eu também._ suspira Oliie. _ Mas agora tudo isso já passou e vamos aproveitar cada momento dessa nova fase._ completa me puxando pra ele. Passo meus braços por seu pescoço e o puxo pra um beijo, calmo e lento, que transmite todos os sentimentos que temos um pelo outro, e acima de tudo que demonstra toda a força do nosso amor.

 



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