História Uncover - Capítulo 2


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Categorias Paulinho, Philippe Coutinho
Personagens Paulinho, Philippe Coutinho
Visualizações 321
Palavras 963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fiquei muito feliz que vocês tenham gostado do primeiro capítulo, então não vi motivos para demorar de postar o segundo. Amanhã vão vir mais dois e eu espero que continuem gostando. Beijo!

Capítulo 2 - Two.


Fanfic / Fanfiction Uncover - Capítulo 2 - Two.

"Na luz do dia, na luz do dia
Quando o sol está brilhando
Tarde da noite, tarde noite
Quando a lua está cegando
Na vista de todos, a vista de todos
Como estrelas na clandestinidade
Você e eu, queimando." -
Uncover, Zara Larsson.


Eu sabia que havia magoado Eloá com a minha ausência ontem e eu sei o quanto era importante pra ela que eu estivesse lá porque era importante para mim também, mas Aine passou mal e estava só com Maria e a nossa empregada e a pequena ficou assustada. Odiava o fato de ter me apaixonado por duas mulheres e as vezes eu era péssimo em lidar com dividir a atenção entre as duas. Percebi na ligação de manhã que ela estava chateada comigo e resolvi que passaria lá para vê-la e também para matar as saudades daquele sorriso, dos olhos e do jeito que só ela sabia cuidar de mim.

Hoje faz um ano que nos conhecemos e eu queria comemorar com ela mas o único lugar onde poderíamos nos encontrar era no seu apartamento, quando a vi sair do elevador percebi como ela parecia triste e pela forma que me tratou eu sei que só uma rosa não vai adiantar.

- Entra, Philippe. - ela pediu depois de destrancar a porta.

- Como foi o seu dia no trabalho? - perguntei.

- Foi bom. - ela respondeu tirando a mochila e o casaco.

- Eu vou dar uma entrevista para uma revista semana que vem, estou animado porque na maioria das vezes não sou o destaque no time. - eu disse e ela sorriu.

- Isso é bacana. - ela disse.

- Eloá, vem aqui. - chamei com os dedos e ela se aproximou me deixando sentá-la no meu colo.

- Eu sei que ultimamente tudo tem estado confuso mas você é meu ponto de equilíbrio, não quero perder isso nunca. Mas foi uma emergência e eu não podia negligenciar, eu queria ter vindo ficar com você mais do que tudo...senti sua falta a noite inteira. - eu disse acariciando seu rosto.

- Eu entendo. - ela disse me olhando nos olhos.

- Então me dá aquele sorriso, aquele que eu sou apaixonado. - pedi e ela tentou resistir mas acabou cedendo.

Encostei meus lábios nos seus e ela me deu passagem para aprofundar o beijo, minhas mãos acariciavam levemente sua cintura e ela envolvia as suas no meu pescoço. Eu a amava e sentia muito por magoa-la mas eu não podia mudar as coisas ainda por causa da Maria, ela é muito pequena e eu não quero me afastar da minha filha por pedir divórcio a Aine para ficar com a Eloá. Ela levantou do meu colo e me puxou junto com ela para o seu quarto que eu já conhecia perfeitamente e começou a puxar calmamente minha camisa enquanto eu abria os botões da sua calça jeans.

- Eu preciso de você. - ela disse me olhando nos olhos.

Nenhuma roupa estava mais no meu corpo e nem no dela quando nos deitamos na cama, ela alcançou meu membro com as mãos o colocou na boca me fazendo apertar os olhos e arfar, até o sexo com ela é diferente porque o sentimento que nos envolve chega até a ser mágico. Quando eu senti que estava chegando no meu limite inverti as posições e enfiei minha língua em sua intimidade sentindo ela puxar meus cabelos de leve, apertei sua coxa quando a mesma gemeu alto e ela levou as mãos a boca com um sorriso sapeca nos lábios.

Seus gemidos baixos e roucos aumentavam em um nível surreal o meu tesão e eu não demorei para penetra-la, Eloá se encaixava tão bem no meu corpo que pareciamos ter sido feitos exatamente um pro outro e essa era uma das coisas que eu mais amava nela. Seu corpo dançava no mesmo ritmo do meu e nossas respirações e juras de amor se misturavam no momento em que estávamos conectados um no outro, era algo que não haviam palavras suficientes para explicar. Nós sempre chegávamos ao ápice juntos e ela se apoiava em seus cotovelos para conversarmos enquanto eu afagava seus lindos cabelos negros.

- Porque sempre consegue me desmontar? - perguntou.

- Porque eu te amo. - eu disse e ela fechou os olhos.

- Adoro ouvir isso. - seu sorriso surgiu.

- Eu não consigo sentir raiva de você. - ela disse e eu ri.

- Com esse coração bom, você consegue sentir raiva de alguém? - perguntei contornando seus lábios com as pontas dos dedos.

- Eu odeio ser tão dependente de você. - ela disse e eu a puxei para deitar em cima de mim.

- Eu acho que eu sou dependente de você, pensei em você a viagem inteirinha...- eu disse e ela deitou a cabeça no meu peito.

- O que vai ser da gente? Será que seremos sempre assim? - perguntou.

- Eu espero que não, te prometo que vou resolver tudo isso...para estar só com você. - eu disse sentindo sua respiração pesar.

- Porque eu te amo mais do que tudo, minha Eloá. - sussurrei afagando seus cabelos.

Ela havia dormido no meu peito e não tinha sensação melhor, mas eu infelizmente não podia ficar a noite inteira com ela e isso me deixava mal porque eu sabia que no meio da noite ela iria acordar e não me encontrar e aquilo a magoaria muito. Levantei delicadamente e cobri seu corpo com o lençol, vesti minhas roupas e lhe escrevi um bilhete colando-o no criado mudo ao lado do seu celular e da rosa que eu lhe trouxe; beijei sua testa e apaguei as luzes antes de sair do apartamento.

Era difícil ir embora, odiava a sensação de deixa-la sozinha.



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