História Linked - Imagine Jisung - Stray Kids - Capítulo 5


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Categorias Stray Kids
Personagens Han Ji-sung, Personagens Originais
Tags Jisung, Stray Kids, Você
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Palavras 3.012
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


se preparem para ler bastante.

os outros capítulos tinham em torno 2.000 (duas mil) palavras.

esse capitulo tem em torno de 3.000 (três mil) palavras.

Capítulo 5 - Four - A Love


 Jisung On:

S/n tem um temperamento forte, às vezes ela se mostra fofa e apaixonada, e às vezes ela fica irritada em um pisca de olhos, desde daquele dia na sorveteria nós temos uma aproximação muito forte, sempre compartilhamos tudo um com o outro e dissemos o que pensamos, _____ vem me ajudado muito com as matérias em que tenho dificuldade e nunca me deixa só quando algum dos meninos faltam, nosso relacionamento estava sendo totalmente diferente de como pensei que seria, mas como nada é perfeito, começou as piadas e as brincadeiras pra cima de mim. _____ não sabia do que os meninos falavam e nem me ameaçavam, e como eu pensei, isso era tudo obra de Yorin.

As provocações começaram leves, apenas palavras e nada de mais, mas depois isso foi começando a se tornar pior, ate chegar ao ponto dele me ameaçar e me agredir, eu já estava ficando louco com tudo aquilo, decidido a acabar com aquilo, mas não tinha forças, não podia falar para os meninos muito menos para S/N, so sei que não queria ela longe.

- Jisung – ele disse se ajoelhando e ficando na mesma altura que eu – não importa o quanto insista, S/N jamais iria ficar com um menino igual a você, ela já esta destinada a mim, pra que implicar?

- e-eu amo _____ - disse limpando o canto da boca onde Yorin há poucos minutos havia acertado um soco.

- se gosta tanto assim dela, porque não a deixa de uma vez? Ela vai ser mais feliz comigo, eu posso dar tudo a ela, casa, carro, compras, filhos, e voce pode dar o que?

- e-eu a amo e é isso que importa – disse fazendo Yorin rir.

- importante pra voce né? – suspirou – porque pra ela o que é importante aparência, ela sempre gostou de mim quando criança, mas agora que nós mudamos de escola tem muitos meninos mais bonitos, isso explica o que?

- não sei – virei o rosto.

- pare de se iludir, isso é so um conselho de amigo, voce é meu amigo não é mesmo? – disse sorrindo e estendendo as mãos.

- amigos? – ri – voce não é meu amigo, e nunca vai ser, voce acha que esses meninos ai atrás – apontei para os garotos que andavam com Yorin – acha mesmo que eles são seus amigos? Olha pra voce, um menino bonito, rico, popular, eles querem fama, e andar com voce é a melhor coisa a se fazer, pessoas como voce não tem amigos, apenas colegas que dividem o mesmo espaço, acha mesmo que vou me abalar porque disse algumas coisas de _____ pra mim? Nunca, e sabe o porque? Porque eu sou seguro comigo mesmo, e se for para conquistar _____ vou conquista-la por quem eu sou, e não fingir um falso eu – disse rindo.

- seu moleque – Yorin agarrou a gola da minha camisa e me levantou me jogando no armário – eu admiro sua coragem – ele me deu um chute no estomago – mas devia parar de bancar o valentão – disse mirando soco em meu rosto – fecho os olhos esperando a pancada vir, mas não sinto nada. Abri meus olhos lentamente e vi que _____ estava em minha frente, ela encarava Yorin com ódio, como se a qualquer momento fosse mata-lo.

- _____ - disse Yorin abaixando a mão – o que faz aqui? Não era para estar no intervalo?

- eu que te pergunto – ela diz cruzando os braços – porque estava aqui prestes a bater em Jisung?

- e-eu e ele estávamos brincando – me olhou – não é Jisung? – sorriu.

- para de mentir Yorin – disse ____ se aproximando dele – se eu ver voce tentando machucar meu amigo de novo, voce vai pagar por isso – disse me puxando para fora dali. Fomos ate a arena e S/N pegou um algodão e o molhou na agua passando em meu corte no canto da boca. - desde quando ele faz isso com você? – perguntou sem me olhar.

- há duas semanas.

- há duas semanas? – parou para me olhar – e voce nunca me disse nada, por quê?

- eu estava com medo de ele me afastar de voce como disse.

- ninguém vai nos afastar ouviu? Ninguém, eu gosto de voce, voce gosta de mim, e nada vai atrapalhar, eu prometo – ela disse voltando a limpar meu machucado. Como tenho sorte em ter Kim S/N perto de mim, sempre tão cuidadora, tão menina.

- obrigada – disse assim que ela havia terminado.

- não há de que – sorriu. Eu e S/N olhávamos para frente, mas especificamente para as arvores que haviam ali, aquele silencio tomava conta do lugar, senti S/N apoiando sua cabeça em meu ombro e me assustei um pouco, mas apenas deixei. – obrigada – disse baixo.

- pelo o que?

- por estar sempre ao meu lado – um vento bateu em nossos rostos, S/N levantou sua cabeça e me olhou. – obrigada por gostar de mim, obrigada por me aguentar, e principalmente por acreditar em nós dois – Em um piscar de olhos a menina se inclinou para frente juntando seus lábios ao meu. Arregalei os olhos e pereci imóvel, sem mexer um musculo se quer. A garota deu distancia e me olhou sorrindo. Levantei dali rapidamente e sai correndo como uma criança enquanto ouvia o grito de _____ chamando por mim.

Entrei no banheiro dos meninos e me apoiei na pia recuperando a respiração, tirei meus óculos e liguei a torneira jogando agua no meu rosto para acordar daquele choque.

- ta tudo bem Hyung? – bati com a cabeça no espelho ao tomar um susto de JeongIn me chamando.

- aish seu – levantei minhas mãos para bater nele e o mesmo se encolheu – to bem sim – o encarei.

- não parece, entrou aqui correndo, aconteceu algo? – ele perguntou e em segundos eu já me lembrava do que havia ocorrido e automaticamente toquei em meus lábios me lembrando de S/N. – Hyung?

- não foi nada Maknae, eu só, tava com pressa, so isso – ri.

- hm, tão tá, vou voltar para a aula, tchau Hyung – ele acenou e saiu do banheiro, voltei a me olhar no espelho e de um longo suspiro. Acho que não estou pronto para ver _____ em minha frente de novo.

Voltei para a sala de aula e S/N já estava La falando com suas amigas, ela me viu e acenou, apenas ignorei e virei o rosto, fui ate os meninos e eles estavam rindo.

- olha quem apareceu – disse Chan – onde estava em? – semicerrou os olhos.

- espera ai – Felix entrou na conversa – voce e S/N chegaram quase na mesma hora, estavam juntos?

- hm estava com S/N é Jisung? – perguntou HyunJin.

- lo-logico que não, doido – sentei em minha carteira e abri meu caderno fingindo estudar, por mais que não tivesse nenhum professor na sala.

As aulas passaram mais rápidas do que imaginei, assim que a educação física acabou corri para meu armário e peguei meu uniforme indo ate o banheiro e me trocando, sai de La em disparada passando pelo portão da escola, mas alguém coloca o pé na frente e me derruba.

- aish – olhei para meu joelho que havia ralado um pouco por conta da queda. Olhei para cima e vi que era S/N. a mesma me olhava com os braços cruzados.

- porque fugiu de mim o dia todo? – ela perguntou sem mais nem menos.

- e-eu não fugi, apenas não te vi só isso – me levantei. – tchau S/N estou atrasado para pegar o ônibus – disse saindo dali correndo.

- YA, JISUNG – gritou, mas não parei continuei a correr. Ao chegar a um ponto que eu não a via mais, e que era impossível dela me alcançar parei e descansei continuando logo em seguida meu caminho para o ponto de ônibus.

Ao chegar a casa vi um grande caminhão branco em frente a minha casa, achei estranho, vi minha mãe pela janela e corri para dentro de casa, ela meu pai e minha mãe estavam sorrindo em minha direção e falam:

- precisamos te contar uma novidade filho...

 

Jisung Off:

_____ On:

 

Beijar Jisung, talvez tivesse sido um erro meu já se passou uma semana e ele nem se quer fala comigo, não sei se era vergonha como as meninas disseram, ou talvez ele estivesse apenas esperando um beijo de mim mesmo como Yorin disse talvez Jisung não seja igual esses garotos de hoje em dia, eu sinto isso, ele é verdadeiro, mas onde eu errei, o que eu fiz?

- Chan – chamei o menino que passara em minha frente.

- o que foi? – ele deu ré e parou frente a frente comigo.

- preciso de um favor seu.

- eu não tenho dinheiro – disse andando e eu o sigo.

- não é isso seu babaca – o encarei – quero saber o porquê Jisung esta me tratando daquele jeito.

- que jeito? – ele pareceu confuso.

- me ignorando, sendo frio, o que eu fiz?

- hm – pensou – talvez eu possa falar com ele.

- serio? Faria isso mesmo? – juntei a mão manhosa.

- claro – riu – mas, preciso de um favor seu também.

- e qual é? – arqueei uma sobrancelha.

- me ajude com sua amiga Sana, e eu te ajudo com Jisung – ele deu batidinhas em meu ombro e virou o corredor sumindo da minha vista.

Depois de finalmente falar com Sana vou ate Chan e lhe entrego o numero:

- cumpriu o que disse mesmo em – ele riu olhando para o numero de Sana que a mesma havia anotado no papel.

- para de enrolar e fale logo, porque Jisung esta daquele jeito? – disse ansiando por uma resposta.

- ele vai se mudar S/N. – aquelas palavras afetaram meu coração, eu esperava que quando Chan terminasse de falar “ele vai para um outro bairro e sair da escola” mas não foi isso que ouvi – ele vai voltar para a Malásia, o contrato de trabalho do pai dele acabou aqui na coreia e agora ele foi encaminhado novamente para a Malásia.

- m-mas, ele vai quando? – perguntei.

- pelo que eu sei ele vai amanhã à noite, voce pode falar com ele agora, acho que ele esta tirando suas coisas do armário, ou talvez esteja na sala do diretor. – não esperei mas Chan falar nada. Apenas corri dali ate onde se encontrava seu armário. Chegando no corredor não vi ninguém, ele não estava la, abri seu armário e vi que não tinha mais nada dentro. Subi as escadas correndo e fui em direção à sala do diretor, sem bater e sem nem pedir licença entrei vendo Jisung ali, eles olharam em minha direção e ficaram confusos.

- _____ o que esta fazendo aqui? – perguntou Jisung. Apenas o ignorei e segurei seu braço o puxando dali, ele resistia, mas acabou cedendo. Seguimos ate a arena e o parei em minha frente.

- iria esconder isso de mim ate quando? – perguntei com a voz falha. Jisung abaixou a cabeça e não respondeu. – em, me fala, porque não me contou? Sabe quanto tempo perdemos juntos? – ele me olhou – poderíamos ter passado esse final de semana inteiro juntos, mas voce foi egoísta.

- eu estou sendo egoísta? – ele disse – eu dei tudo de mim pra voce nesses seis meses e voce nem se quer me notou, se não fosse por meus amigos talvez voce nem tivesse me conhecido, sabe o quanto fiquei nervoso quando me beijou? Aquele foi meu primeiro beijo, eu nem sabia como reagir, me desculpe se não fui o que voce sempre quis, eu tentei te fazer feliz, mas agora, eu estou te fazendo chorar – ele tentou tocar meu rosto e limpar minhas lagrimas mas eu bati em sua mão.

- e aquele papo de compartilhar tudo um com o outro? Era mentira? Voce é um idiota, perdi meu tempo me envolvendo em um romance que não daria certo, você mentiu, estou vendo a confiança que voce tem comigo, se não fosse por seus amigos, voce iria embora sem se despedir e me deixaria, estou errada? – ironizei.

- não, voce não esta errada – ele limpou as lagrimas que escorria por seu rosto – eu iria embora sem se despedir sabe por quê? Porque eu não iria aguentar dizer Adeus para voce, eu não iria aguentar te ver chorando como agora, mas sabe porque? Porque eu te amo S/N, e a ultima coisa que quero é que fiquei triste, eu iria te deixar uma carta, um bilhete dizendo que sinto muito, so assim eu não veria seu estado no dia seguinte e nem como ficaria triste, porque na minha imaginação você viveria bem sem mim.

- seu idiota – disse dando tapas em seu peito, eu estava com ódio dele, não porque iria embora, mas porque me deixou sem mais nem menos. – sabe quantas vezes pensei em nos dois? – chorei – muitas seu imbecil, pensei no nosso futuro, eu sabia, sabia que iria me decepcionar algum dia, e isso aconteceu – ficamos em silencio, eu não tinha mais o que dizer, ele talvez não tivesse, eu estava tão triste, so meu choro já dizia tudo.

- me desculpa – ele disse me puxando para um abraço, deixei de lado minha tristeza pelo menos uma vez e o abracei de volta, talvez esse fosse nosso ultimo contato físico então eu aproveitaria o máximo.

 

...

 

Já eram cinco horas da tarde, eu aguardava ansiosa por uma mensagem, uma ligação, uma visita de Jisung, mas ele simplesmente me ignorou o dia todo, eu estava louca para saber se ele já havia saído da cidade, mas nem se quer sabia, talvez eu soubesse apenas segunda feira quando chegasse à escola e não visse ele.

Ouvi som da companhia tocar e abri a porta rapidamente a espera de Jisung, mas quando abri vi que era apenas Chan.

- o que faz aqui? – disse escondendo meu rosto que estava vermelho de tanto chorar.

- vim te buscar – sorriu.

- eu não vou a lugar nenhum com voce. – ameacei fechar a porta.

- Jisung vai sair da cidade daqui a algumas horas, eu sei qual aeroporto ele vai, e pensei que voce quisesse dizer umas ultimas palavras – sorriu.

- eu não sei, ele talvez não quisesse me ver, ele não ligou nem mandou mensagem.

- ______, isso esta sendo difícil pra ele, sabe o quanto ele gosta de voce? Dizer adeus não é fácil.

- mas...

- S/N, para de ser orgulhosa pelo menos uma vez, Jisung te ama e mesmo que ele negue o que ele mais quer é te ver agora, quer seu apoio, para de ser idiota garota, vai atrás de quem voce ama e fala o que sente.

 

...

 

Eu e Chan estávamos há quase meia hora dentro do carro, eu estava ansiosa para chegar ate o aeroporto e ver Jisung, queria saber como seria a reação dele.

- chegamos – ele diz parando o carro, sem mais nem menos abro a porta e entro correndo no aeroporto – YA, ESPERA – ele grita e vem atrás de mim. Assim que entro dentro do aeroporto procuro por todos os lados ate que Chan para a minha frente. – eu sei onde ele esta, não precisa procurar igual doida – ele pega em minha mãe e começa a andar, depois de andar por um tempo chegamos a um corredor onde pude ver Jisung de longe, ele estava sentado em uma cadeira de cabeça baixa enquanto esfregava sua mão uma na outra parecendo estar com frio.

- JISUNG – gritei e o menino olhou em minha direção. Acenei e dei meu melhor sorriso, ele se levantou e me olhava boquiaberto. Corri ate ele e o abracei logo depois o soltando. – pensei que nunca mais ia te ver.

- o que voce esta fazendo aqui? – ele olhou para meu lado e viu Chan – Chan, eu te pedi por favor, porque a trouxe?

- eu não podia ver meu amigo sofrendo em silencio, então decidi contar onde voce estava – ele se mostrou serio.

- podemos conversar a sós – pediu Jisung ainda encarando Chan. Assenti. Saímos dali ate um local vazio. – olha _____ eu não quero discutir de novo com vo... –

- eu te amo Han – disse sorrindo – desculpa pelas coisas horríveis que eu disse, eu sou mesmo egoísta, eu como sua companheira devia te entender melhor, e não te julgar, sair do país não é sua culpa, eu sou uma idiota, me desculpa, eu só não quero que voce saia do país com uma má impressão e mim.

- eu nunca, vou sair com uma má impressão de voce – riu – desde que eu te conheci sabia que era uma menina boa, continue assim e talvez vá conquistar o coração de mais um menino como eu e ate melhor, eu te amo Kim S/N, e isso vai ser pra sempre, a menos que eu morra, não fiquei com culpa por minha causa, não se prive de sair com garotos por minha culpa ok? Nunca me esqueça so isso que eu peço. – ele disse segurando meu rosto e me deu um beijo, entre todos os beijos que já recebi, esse foi o melhor, porque esse beijo não tinha malicia, mas tinha amor. Ouvimos algumas palavras chamando o voo de Jisung e nos distanciamos. – esta na hora de eu ir – ele me olhou – eu te amo. – se virou

- Ya, Jisung – ele se virou e fui ate ele – tome isso, dentro do avião faz frio, e voce esta quase morrendo de frio, voce não pode morrer ainda tem que voltar sã e salvo pra mim, não vou te esperar a toa – disse tirando meu cachecol e enrolando em seu pescoço – me ouviu? – o olhei – volte pra mim.- ele assentiu e deu as costas. Lagrimas escorriam por meu rosto, de felicidade outrora de tristeza, essa é sua ultima chance S/N, deixei bem claro para ele que voce o ama. – EU TE AMO JISUNNIE, EU TE AMO COMO NUNCA AMEI NINGUÉM, EU PROMETO, UM DIA EU AINDA VOU TE ENCONTRAR – gritei fazendo ele me olhar, o mesmo também chorava – VOCE VAI ESTAR NA MINHA CABEÇA PARA SEMPRE, EU NUNCA VOU ME ESQUECER DE VOCE, ENTÃO NÃO SE ESQUEÇA DE MIM...

 

“Mesmo longe um do outro estaremos ligados pelo coração”

 

Continua...


Notas Finais


continuo... ?


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