1. Spirit Fanfics >
  2. Amor e odeio >
  3. O pedido

História Amor e odeio - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Obrigada por ler mais um capítulo ❤

Capítulo 2 - O pedido


Fanfic / Fanfiction Amor e odeio - Capítulo 2 - O pedido

Naquele mesmo dia Claude recebeu seu novo advogado em seu apartamento, as notícias não eram boas, além de Coutinho não ter dado entrada no visto de permanência, deixou pendente alguns documentos com o nome de Claude, o que atrasaria bastante ele a conseguir o visto, e tempo era algo que Claude não tinha.


* Enton Freitas, o que eu devo fazer hã? Os americanos logo logo eston aí e eu preciso desse visto para o contrato...ah mon dier - Claude leva as mãos a cabelo e ao rosto, estava desesperado.

* É Claude a coisa não tá fácil, eu tô fazendo o possível para agilizar tudo, mas o Coutinho só deixou tudo mais complicado, bom...só se....- Freitas olha para os lados receoso da reação de Claude é Frazão.

* Só se o que Freitas? - pergunta Frazão.

* Só se você se casar com uma brasileira, seria rápido e você teria seu visto antes do contrato. - Freitas olha para Claude e se preparou para ouvir o fraces.

* Você só pode tá de gozaçon com minha cara non? Casar ? ATRIM!!

* Ué Claude, você não ia se casar com Nara? - Frazão fala com deboche.

* Você vire essa boca pra lá hã! Eu non vou casar com aquela mulher interesseira, non! - Claude faz um sinal negativo com a cabeça e anda até as bebidas perto do sofá.

* Pode ser alguém do escritório, seria mais discreto e confiável...não sei...tipo... a Jannete! - diz Freitas.

* Freitas tem razão, mas não pode ser a Jannete, ela tem namorado...Aaaah...pode ser a dona Rosa!! - Frazão olha para Claude.

* Vocês enlouqueceram de vez non?! A dona Rosa? Aquela secretária atrapalhada? - Claude rir com sarcasmo.

* Rosa é perfeita Claude! Ela é esperta, inteligente, vai aceitar sim!! - Frazão dá um tapinha nas costa de Claude.

* Eu non vou me casar com aquela secretária cafoninha non!

* Aaaah Claude, a menina se veste de forma simples, mas cafona ela não é! Na verdade eu acho ela muito bonita.

* Eu acho que é a solução mais rápida e já que tempo é o que você não tem, é melhor considerar a ideia, e considerar rápido! Bom.. Eu vou indo, boa noite! - Freitas se despede de Claude e Frazão e é acompanhado por Frazão até a porta.

No dia seguinte:

* Bom dia Jannete - Rosa cumprimenta a amiga sorridente.

* Bom dia Rosa....você ainda não me contou o por que dessa mudança assim de estilo, e vem cá... aquele seu admirador não vai mais mandar rosas não? - Jannete realmente estava bem curiosa.

* Quantas perguntas logo cedo! Primeiro que, não tô tão diferente assim, e ficar um tempo afastada do trabalho vez eu pensar mais em mim. Segundo que eu não quero falar dessa rosas! Não tem mais rosas! - Rosa diz firme.

* Nossa! Então tá bom, vamos trabalhar por que a diretoria ainda não chegou, mas o que não tá faltando é serviço. - Jannete encera o assunto, percebeu que Rosa estava relutante pra falar das rosas.

Não demorou muito e Frazão e Claude chegaram juntos, dessa vez os dois deram bom dia para todos, a diferença é que Claude nem olhou para ninguém. Entraram direto para a sala da diretoria.

* Iai Claude...pensou no que o Freitas disse? - Frazão o indaga.

* Frazão eu não quero saber de casamento! Não vou me casar.. ATHIM!!

* Você não tem escolha fraces! Eu vou chamar a dona Rosa para conversar com você. - Frazão pega o telefone.

* Tá maluco Frazon! Eu preciso pensar! - ele pega o telefone da mão de Frazão.

* Então pensa rápido por que daqui a pouco os americanos vão tá aqui no brasil, e sem visto, sem contrato. - Frazão fala sério para Claude.

...

O celular de rosa toca, e aquele sorriso da manhã some completamente, dando lugar a uma expressão serie e confusa ao mesmo tempo, sua amiga Jannete ficou preocupada, pois Rosa depois de desligar o celular foi direto para o banheiro, e ela decidiu ir atrás.


* Amiga você tá bem? Que cara é essa? - Jannete pergunta.

* Os pais do Júlio me ligaram, querem me ver quando chegarem no Brasil.

Há uns anos atrás Julio foi o primeiro e único namorado/noivo que Rosa teve, ele foi roubado quando bebê e criado no Brasil, no casarão para ser mais exato, ele cresceu junto com Serafina, teve uma vida simples com sua mãe de criação, mas quando descobriu quem eram seus pais ele foi conhecer-los nos Estados Unidos, quando voltou ele desmarcou o casamento com ela e já estava com outra, ele acabou morrendo pouco tempo depois em um acidente. Quando os americanos ficaram sabendo do que ele fez com Rosa, eles à conheceram no enterro, e além de terem lamentado o que ele fez, também prometeram algum dia voltar ao Brasil e ver ela novamente. Rosa contou tudo para Jannete, que estava em choque.

* Nossa amiga! Eu tô passada! Você vai se encontrar com eles? - Jannete não conseguia esconder a curiosidade.

* Acho que sim, eles não tem culpa do que o Júlio fez! Foram muito gentis comigo, mesmo sabendo o quanto relembra isso já está sendo doloroso.

* Nossa, eu sinto muito Rosa. - Jannete abraça Rosa.

* Tudo bem amiga, agora vamos voltar para nossas mesas. - Rosa solta um sorriso triste e logo depois as duas voltam para seus lugares.

...

Claude não parava de pensar no que Freitas disse, ele não queria se casar, mas se era a única solução não poderia desistir, a construtora sempre foi seu sonho, aquele projeto de casas populares, isso ia mudar a vida de muita gente, e ia dá muito prestígio para a construtora no mercado, Claude decidiu que não ia desistir do seu projeto tão facilmente, mesmo a ideia de se casar (O que fazia ele esperira) sendo absurda.

* Frazon, liga para dona Rosa e peça para ela vim até minha sala por favor. - Claude estava sentado em sua mesa.

* Você decidiu se casar com a dona Rosa? - Frazão ficou um pouco surpreso com a iniciativa do amigo.

* Non tenho escolha, vou ter quer que se casar com a atrapalhada da dona Rosa. - Claude controlou o espiro dessa vez.

Frazão ligou para Rosa e pediu que viesse na sala, e não demorou nada e rosa apareceu, ela estava com uma expressão seria e um olhar triste, estava linda com uma blusa social branca e uma saia azul escuro, o cabelo meio solto, mas qualquer um poderia notar aquele olhar longe e as mãos tensas. Claude olhou para ela alguns segundos antes dela falar algo, e se perguntou o por que daquele olhar está assim?

* Dona Rosa eu preciso falar com a senhora. - diz Claude se levantando da mesa e caminhando para perto dela, mas não tão perto, ela tinha o poder de deixá-lo nervoso.

* Se eu fiz alguma coisa errada doutor, eu peço desculpas... Eu.. - Rosa olhava para um ponto específico no chão.

* Você non fez nada de errado non dona Rosa! Eu....Eu quero saber se a senhora quer se casar comigo? - Claude se arrependeu na mesma hora de falar isso assim do nada, mas sentia que precisava falar de uma vez.

Rosa ficou em silêncio por alguns segundos e encarou Claude com uma nítida confusão no rosto. De repente tudo ficou preto e a girar, Rosa deu um passo pesado para trás e Claude conseguiu prever que Rosa ia desmaiar.

* ROSA! - Claude pegou ela no colo, se sentiu nervoso ao perceber o contato de suas peles, colocou ela em um sofá pequeno perto da mesa de reunião e não evitou perceber o quanto aquele mulher era linda.

* Pega Claude! Coloca perto do nariz dela para ela cheirar. - Frazão deu para Claude um algodão molhado de álcool.

Claude fez o que Frazão falou e observou Rosa se despertar.


Notas Finais


Para ou continua?
Comentem!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...