1. Spirit Fanfics >
  2. Anamnese outonal;

História Anamnese outonal;


Escrita por: frottage

Fanfic / Fanfiction Anamnese outonal;
Sinopse:
No começo do outono, onde nada florescia além da obsolescência, brincadeiras de casal e beijos matutinos eram um alento ao coração, aos quadris.

drabble!luwoo
/reminiscência taciturna
Iniciado
Atualizada
Idioma Português
Visualizações 74
Favoritos 14
Comentários 2
Listas de leitura 8
Palavras 866
Concluído Sim
Categorias Neo Culture Technology (NCT, NCT 127, NCT U, NCT Dream, WayV, NCT DoJaeJung, NCT New Team)
Personagens Jungwoo, Lucas
Tags Drabble, Luwoo, Mayhem, Nct, Oneshot, Tsuihark

NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabs, Drabble, Droubble (Minicontos), Gay / Yaoi, Romântico / Shoujo
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de difamar ou violar as imagens dos artistas.

Lista de Capítulos

Capítulo
Palavras
1
.anamnese outonal: capítulo único
2
74
866

Gostou da História? Compartilhe!

Comentários em Destaque

Postado por retiredfromsad
.anamnese outonal: capítulo único
Usuário: retiredfromsad
Usuário
é muito difícil expressar o luto. é um sentimento abafado, é pesado e espesso, e é bonito, mas é um pouco egoísta também. o luto tá sempre no presente, e você não escreve sobre isso, não. anamnese não é luto. mas o que mais me atrai nela é que, ainda assim, é sobre saudade. sobre os pequenos grandes instantes que ficam grudados no fundo da memória, sobre os lapsos de uma felicidade — às vezes manchada de culpa, mas ainda assim felicidade — que nunca mais vai voltar. eu amo que seja sobre o passado, narrado do presente, mas do ponto de vista do passado, se é que isso faz algum sentido. é como um fantasma, uma criatura que, ali, ainda tá viva e ainda tá vivendo tudo aquilo como se fosse a primeira vez. andando em círculos. como se ainda fosse quente, mesmo que não seja. nos enjaulando ali, também, porque o que importa agora é o que já foi