História Distância Calorosa - Capítulo 34


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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Virgo
Tags Amor A Distância, Gajevy, Gruvia, Jerza, Lucy X Natsu, Lyredy, Nalu, Natsu X Lucy, Zervis
Visualizações 1.694
Palavras 6.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, coisinhus, como vão?

O ultimo cap teve trinta comments, então aqui estou <3 Teve uns leitores que foram super grossos comigo, que amor egoísta povo( ̄ー ̄)

Sem delongas, um cap de 6k de palavras, para mostrar os seis anos de Jerza <3

Boa leitura!

Capítulo 34 - Six years - Jerza Special.


Fanfic / Fanfiction Distância Calorosa - Capítulo 34 - Six years - Jerza Special.

Seis anos.

— Irmãzona! Irmãzona! — correu até a garotinha, logo agarrando as pernas da mesma — Eles fizeram de novo!

— O que?

— Estão mexendo com o Jelly de novo! — contou com os olhinhos cheios de lágrimas.

— Oh, não! O Jellal? — rapidamente se desesperou — E onde eles estão, Kagura? — perguntou afagando os cabelos da garotinha em suas pernas, procurando acalmá-la.

— Lá no pátio!

— Certo! Você fez muito bem em me contar, maninha! — sorriu tentando confortar a garotinha, enquanto a tirava de suas pernas — Vou salvar o Jelly!

— Obrigada, irmãzona! — Kagura agradeceu, vendo-a correr para o pátio.

Saiu dali com os punhos fechados, e os olhos cerrados. Estava irritada, ninguém mexia com Jellal! Não em sua frente!

Ao sair pelo pátio, avistou os três garotos maldosos, envolta de seu precioso amigo. Jellal havia um corte na boca, e um dos olhos roxos, enquanto era segurado pela gola de sua camisa.

— Ei, malditos! — exclamou ao chegar perto deles — Soltem-no! Agora!

— É a Erza, vamos vazar! — um dos garotinhos murmurou, enquanto soltava a gola da camisa do azulado.

— Se eu pegar vocês com ele de novo, vou arrancas cada membro do corpo de vocês e fazê-los engolir! — os ameaçou, vendo-os correr dali — Não pensem que estou blefando, vou arrebentar vocês!

— E-Erza... — o azulado caído murmurou, chamando a atenção dela.

— Jellal! — correu até ele, sentando-se no chão — Droga, eles fizeram de novo... — tocou o olho roxo de seu amigo, e ele se encolheu pela dor.

— Ele estavam me zoando... — Jellal murmurou, enquanto mancava até sua mochila, que havia sido arremessada pelos garotos.

— Não se esforce tanto... — sussurrou preocupada, vendo-o revirar sua própria mochila.

— Eu fiz para você — retirou uma caixinha de sua mochila — Queriam roubar, mas eu não deixei... — andou até ela novamente, sentando-se em sua frente.

— Jellal... — ruborizou fitando a caixinha — O-O que é isso? — perguntou mirando os olhos esverdeados.

— É meu presente para ti... — sorriu colocando a caixinha cuidadosamente nas mãos dela — Feliz aniversário, Erza.

Ela sorriu fitando a caixinha, e depois o fitou. Jellal sempre fazia agrados do tipo para ela, a dando presentes, a ajudando a estudar... Jellal era sua pessoa favorita no mundo, seu melhor amigo.

— Não precisava, Jellal... — sorriu animada abrindo o presente.

Nove anos de pura graciosidade!

Estava escrito encima do pequeno bolo de morango.

— Graciosidade, pois você é graciosa — Jellal sorriu, pondo suas mãos encima das mãos dela, as afagando com seus dedos — E seu cabelo é uma graça.

O garotinho de dez anos sorriu novamente, feliz pelo rosto ruborizado de sua amiguinha que havia acabado de completar seus nove anos. Queria ficar com ela para sempre, a garota que sempre o salvava de encrencas, a menininha que o encantava todos os dias... Erza, sua melhor amiga.

— Eu te amo. Feliz aniversário!

Três anos depois — O pedido de namoro.

— Onde ela está? — perguntou curioso, vendo-o comer um pastel e apontar para o colégio — Obrigado, Natsu.

— Vai lá vai, Jellal! — Natsu disse mordendo seu pastel.

— Jellal tá apaixonado, Jellal tá apaixonado! — Gray cantarolou fazendo uma dancinha, e Natsu gargalhou.

— Shiu! Calem a boca! — o azulado exclamou irritado e ruborizado, fazendo-os rirem ainda mais — Idiotas! — deu a língua, e saiu correndo dali, indo em direção ao colégio.

Ainda haviam muitas pessoas por lá. Pais com seus filhos, crianças fantasiadas, jogadores mais velhos, líderes de torcida, crianças com o rosto pintado. Sua escola, a Fairy Tail, havia acabado de fazer mais um de seus maravilhosos eventos, e esse, homenageava as mães — já que era o dia delas. Todas as salas de aula tinham apresentado uma dança, ou um teatro. Os alunos mais velhos haviam jogado contra os pais, fora um dia muito divertido.

Olhou para todos os lados, procurando a Scarlet com o olhar. Assim que avistou Kagura e Miliana, andou até elas, afim de arrancar informações.

— Onde está a Erza?

— O Hibiki foi se confessar a ela! — Miliana deu pulinhos — Eu shippo muito!

— Credo, Miliana, não fala uma coisa dessas! — Kagura resmungou, cruzando os braços — É claro que ela combina mais com o Jelly.

— Espera, ele está se confessando para ela? — perguntou exaltado — Não, não e não!

— O Hibiki tem uns olhinhos tão fofos! — Miliana murmurou corada — Ah, céus, Erza tem sorte!

— Onde eles estão? — Jellal segurou os ombros de Kagura com força — Onde!?

— Ai, se acalma, senhor ciumento! — Kagura fez uma careta — Estão lá no salão!

— Obrigada!

Saiu correndo de lá, indo até o salão. Hibiki era o metidinho de sua sala, adorado e idolatrado por todas as garotas. Exceto Erza. A ruiva sempre dizia o quanto ele era ridículo, e chato. Todavia, competir com Hibiki para ganhar a mão de Erza o deixava preocupado, muito preocupado! Já havia dado conta que gostava de Erza a anos, ela era sua! Não podia deixá-la ir assim, não mesmo!

Entrou de um jeito bruto no salão, fazendo a porta se chocar contra a parede. Hibiki e Erza estavam no meio do salão. Ela estava de braços cruzados, e ele a lançava um sorriso galanteador, segurando uma rosa nas mãos.

Ambos o fitaram confusos ao o verem ali. Estava arfante, e vermelho de raiva.

— Saia de perto dela! — Jellal gritou andando para perto deles, pondo-se na frente da ruiva — Chispa!

— Ei, chispa você! — Hibiki protestou o empurrando.

— Nem ferrando! — o azulado o empurrou pelo os ombros, fazendo com que ele tropeçasse, e caísse de bunda.

Jellal havia crescido muito com o passar dos anos.

— Não vai cantar a Erza, não mesmo! — o mirou, deixando-o intimidado.

Jellal era assustador...

— Ah, que saco! — Hibiki jogou a flor no chão, e saiu de lá batendo os pés e as portas.

Erza observava tudo aquilo com os braços cruzados, e a expressão serena; como se já esperasse por aquilo.

— Ei. — a ruiva o chamou — O que foi isso?

Jellal virou-se para ela, e a segurou pelos ombros, ficando perigosamente perto dela.

— Erza, tenho que lhe dizer uma coisa! — Jellal afagou os ombros com as mãos — Eu...

— Estava com ciúmes? — perguntou divertida.

— Sim, ahn... — ele se afastou — Eu não gosto de outros garotos contigo. Quero que seja só nós dois.

— Porque?

— Porque... porque sim!

— Porque sim não é resposta! — cantarolou.

— Hum... então... — Jellal parou pensativo, fitando-a de canto — Por que você é minha... — sussurrou.

— Oi?

— Você é minha, Erza! — falou em alto e bom tom, deixando-a ruborizada e surpresa — Você... você aceita ser minha?

— C-Como é?

— Eu... — juntou os dedos, nervoso — E-Eu...

— Isso foi uma confissão? — se aproximou — Jellal, você se confessou para mim?

Jellal a mirou com o rosto enrubescido, e os lábios tremiam de nervosismo. Por que tinha que ser tão difícil se confessar a ela?

— S-Sim! F-Foi uma c-confissão! — Jellal gritou alto, fechando os olhos com força, enquanto abaixava a cabeça — Erza, seja minha!

Um silêncio pairou sob o ar, onde só se ouvia a respiração arfante do azulado, e talvez, o coração descompassado de Erza.

— S-Sério? — ela perguntou enquanto colocava as mãos em seu peito esquerdo.

— S-Sim! — respondeu olhando-a — Q-Quer s-ser minha namorada?

— N-Namorada? — perguntou surpresa.

— S-Sim... — Jellal mirou-a, e se aproximou dela — Podemos oficializar quando formos mais velhos, mas... — retirou uma das mechas que caiam no rosto de sua amada, colocando-a atrás da orelha — Eu quero que seja minha, para sempre...

Ele a olhava de pertinho, enquanto seu coração parecia querer sair pelo seu peito. As mãos que seguravam o fio escarlate tremiam, e seu rosto estava quente igual quando ele apostava uma corrida. Os olhos castanhos fitavam os seus com certo carinho, e surpresa. As bochechas avermelhadas e as mãos tremulas dela provavam que ela sentia o mesmo que ele, Jellal deduziu.

— S-Sim... — Erza respondeu desviando seu olhar do dele, fitando o chão — Serei sua namorada... — murmurou — Não quero mais a Ultear te abraçando! — resmungou com as bochechas cheias de ar, e um biquinho, fazendo-o dar uma risadinha.

— Certo, sem abraços... — Jellal sorriu segurando seu rosto com suas mãos, fazendo-a mirá-lo novamente — Só abraçarei você. — as mãos dela agarraram a camisa dele, no peito, impedindo que ele se afastasse.

— E você vai me beijar? — Erza sussurrou olhando-o bem de perto.

O Fernandes ficou sem palavras. Os olhos se arregalaram, e a boca ficou entreaberta com aquela pergunta. Beijar ela? Ele nunca havia beijado na vida!

— V-Você quer que eu te beije?

— E-Eu quero... você quer? — perguntou fitando os lábios do garoto.

— S-Sim... — murmurou corado.

Ambos engoliram seco, e continuaram se fitando por curtos segundos. As mãos delicadas e femininas foram parar em seu rosto, acariciando o ponto que mais gostava nele: sua marca misteriosa. Ela fechou os olhos, e esperou que ele tivesse alguma atitude, e fora o que ele fez.

Aproximou-se vagamente, e roçou seus lábios no dela. Ela ofegou corada com o simples toque, e segurou seu rosto com mais força, fazendo um biquinho para aprofundar a pequena junção especial de seus lábios.

Se afastaram, e se fitaram por poucos segundos.

— EU BEIJEI O JELLAL! — gritou, afastando-se dele e afagou os próprios cabelos incrédula; correndo em círculos — N-Nos vemos amanhã! — Erza gritou o dando um rápido selinho, saindo correndo de lá.

— A-Até amanhã! — ele gritou assistindo-a correr — EU BEIJEI A ERZA! — fora sua vez de gritar, e correr em círculos.

Jogou-se no chão, e ficou fitando o teto.

Finalmente havia se confessado a ela.

Três anos depois — Sentimentos impróprios.

— Em homenagem aos dezesseis anos do Jellal — Gray levou um copo cheio de refrigerante ao alto, e logo todos fizeram o mesmo — Festejaremos essa noite!

— Isso aí! — Natsu levantou seu copo também, e logo todos estavam rodeando o azulado para o abraçar e o presentear.

Mas ela não havia chegado.

Quem Jellal tanto queria ver.

— Comecem a festa! — Gajeel ordenou apontando para Sting, e logo uma música começou a tocar

Era uma festa surpresa. Jellal estava viajando com o pai, e quando chegou em Magnólia, Natsu o chamou para ir em sua casa. Chegando lá, deparou-se com todos seus amigos bem vestidos, e cheios de presentes. Ficou tão feliz! Não esperava aquilo. Na verdade, achava que nem haviam se lembrado de seu aniversário!

— Jelly, meus parabéns! — Kagura correu até si, o abraçando fortemente — Como é ter dezesseis anos?

— Heh, é legal! — Jellal sorriu dando um gole em seu refrigerante — Como é ter quatorze?

— Sei lá! — Kagura murmurou com uma careta, fazendo-o rir — Sei quem está a procurando.

— Ahn?

— A Erza... — esclareceu fazendo-o suspirar e dar mais um gole em seu refrigerante — Não se preocupe, ela vem!

— Sério? — perguntou animado.

— Sim!

Erza estava em viajem com seus pais a duas semanas e meia, tirando férias. Ele só percebera o quanto sua ruivinha fazia falta, quando ficou longe dela. Afinal, ficou super amuado no terceiro dia sem ela! As coisas não tinham muita graça sem sua garota.

Erza era tão importante para si...

— Jellal! — ouviu o timbre mais lindo de todo o mundo, e soltou seu copo encima da mesa; virando-se já de braços abertos para recebê-la.

Ela correu até si, e pulou em seu colo, o abraçando com força. Enlaçou as pernas em seus quadris, e afagou os cabelos azuis.

— Feliz aniversário, meu amor! — sussurrou descendo de seu colo, lhe dando um selinho — Quanto tempo!

— Quase um ano! — brincou, lhe dando outro beijo — Fiquei com saudades... — tocou a testa dela com a sua.

— Eu também — sussurrou com um sorrisinho travesso — Venha cá...  — pegou em sua mão, e o levou para um canto afastado daquela sala infestada de adolescentes. Atrás da escada dos Dragneel.

— Senti falta do seu escarlate... — ele murmurou pegando uma mecha — E de sua boca... — tocou os lábios com o polegar, vendo-a ruborizar com um sorrisinho.

— Também senti falta da sua... — respondeu lhe tocando os beiços — Jellal... — pronunciou mansamente, deleitando-se com a suave carícia em seus lábios — Nesse tempo que fiquei fora, fiquei com muita saudade de você...

— Heh, você já disse isso — sorriu mostrando os belos dentes — Também senti a sua...

— Você também já disse isso — Erza deu uma risadinha.

Jellal deslizou os dedos dos lábios para as bochechas, afagando o belo rosto com o polegar. Juntou sua boca a dela, em uma tentativa de amenizar a saudade com os toques serenos de suas línguas. Erza deixou as mãos sobre seus ombros, e o trouxe para ainda mais perto, fazendo com que a mão que ele acariciava as bochechas se firmassem em sua cintura feminina.

Jellal separou-se da boca dela, e o alto estalo do fim do beijo fez presença. Colocou uma das mãos na nuca da ruiva, prendendo-se aos cabelos escarlates, e logo atacou o pescoço indefeso, transferindo beijos leves e igualmente excitantes; aproveitando-se dos gostosos suspiros e afagos em sua nuca pela parte dela.

Ela inclinou a cabeça para trás, ofegando pelas deliciosas sugadas e beijos da parte dele em sua pele tão sensível. Segurou-se nas madeixas curtas, e o apertou contra si no instante em que soltara um gemido de prazer por sentir extensa lambida umedecer-lhe o pescoço.

— Jellal... — arfou arrastando as mãos na nuca, para os ombros, os apertando.

O Fernandes a prensou mais contra si, para que ela em nenhum momento pudesse se afastar. Encaminhou seus beijos para a orelha esquerda, despedindo-se do pescoço com uma trilha de beijos, e a mordiscou no lóbulo, lhe arrancando outro gemido abafado.

Ele retirou o rosto de sua orelha para fitar o rosto ofegante e enrubescido de sua namorada, e guiou suas mãos a face e ao quadril dela. Acariciou a bochecha macia com o dorso dos dedos, e deletou o espaço que os atrapalhavam, outra vez, lhe capturando os lábios; deliciando-se dessa vez com o explorar apressado da boca feminina, em movimentos ferozes e esfomeados, embriagando-se com o doce e viciante sabor sensual.

O sabor de Erza.

— Vamos voltar... — Jellal murmurou assim que cessaram o beijo, com sua testa grudada a dela; os olhos permaneciam fechados — Não queremos fazer as coisas com pressa, não é?

Ela abriu os olhos junto dele, e sorriu alegremente, afagando as bochechas avermelhadas do azulado com as mãos.

— Não, não queremos. — Erza sorriu — Vou no banheiro, me encontre na cozinha...

E ela saiu dali se despedindo com um selinho.

Ambos estavam excitados.

Ambos estavam constrangidos.

O suor na testa; os lábios inchados; o rubor nas maçãs do rosto de ambos entregava a situação que se encontravam. Ela corria em direção ao banheiro, sentindo seus seios extremamente sensíveis, seu sexo irritando sua calcinha com sua excitação em forme de líquido...

Ele sentou-se no chão, passando as mãos no rosto constrangido, e reclamou consigo mesmo em um gemido sofrido. O membro já pulsando em sua calça, seus pensamentos perversos com a possibilidade de mais gemidos de sua amada aquela noite, as mãos suadas...

Tão excitados...

Queriam esperar um pouco mais para tornarem-se um só.

E não demoraria muito para que isso acontecesse.

Um ano depois — Nossa primeira vez.

— Vai, Erza! — gritou absurdamente alto, olhando-a jogar — Mais um ponto!

— Pare de gritar, esquisito! — Natsu o advertiu comendo sua pipoca.

— Ela joga tão bem... — apoiou o cotovelo no joelho, e o queixo na mão — Ah, céus...

— Concordo, ela joga bem. — Gray murmurou sentando-se ao lado de ambos.

— É, ela joga.

— Eu sei que joga! — Jellal sorriu — ISSO! — gritou se levantando, batendo palmas. Erza havia marcado o último ponto, vencido mais um colégio de Magnólia. Era uma ótima jogadora de vôlei!

Logo todos desceram das arquibancadas para parabenizar as jogadoras, e ele fora junto, abraçar e beijar sua amada namorada.

— Meus parabéns, querida! — sorriu abraçando-a por trás, enlaçando sua barriga com seus braços.

— Estou suada, Jellal! — Erza deu uma risadinha, afastando-se dele — Quer passar um tempinho lá em casa hoje?

— Em sua casa?

— É. Meus pais viajaram, vamos? — o convidou esperançosa.

Em uma casa.

Sozinho.

Com Erza.

— Claro, vamos! — ele sorriu animado.

— Me espera lá fora, irei tomar um banho! — sorriu animada, e beijou seus lábios — Te vejo mais tarde.

— Te esperarei! — acenou assistindo-a ir para o vestiário.

— Eu acho bom cuidar de minha prima, Fernandes. — Natsu se pronunciou ao lado do azulado que o fitou surpreso.

— Espera, o que?

— Shh! — Natsu tampou sua boca com a mão — Apenas diga que cuidará dela.

Jellal mirou os olhos do rosado por curtos segundos, e sorriu fitando o chão.

— Eu vou.

Natsu sorriu alegremente, e lhe deu tapinhas nas costas, logo se despedindo. Jellal fora para o estacionamento do colégio, e ficou escorado em sua nova caminhonete. Esperando que sua doce garota saísse dos grandes portões da Fairy Tail, e fora assim que aconteceu.

Tão bela, tão mulher...

Ela havia crescido tanto...

— Boa noite, senhor. — ela brincou chegando perto dele.

— Olá, senhora. — curvou-se, entrando na brincadeira — Está tão linda essa noite.

Puxou-a bruscamente pelos braços, deixando-a perto de si.

— E você, senhor? — sorriu perversa, agarrando as madeixas azuis — Um gato... — murmurou mordendo o beiço, fitando-o dos pés à cabeça.

— Nossa, senhora, não me seque assim! — sussurrou afagando as costas femininas com as mãos — Pode dar em algo errado...

Aproximou as mãos da cintura, parando seu trajeto no traseiro carnudo, o apertando com suas mãos; enquanto mordiscava o lábio inferior com a incrível sensação de apertar aquela mulher...

Sua mulher.

— Errado, você diz... — lhe deu um breve beijo nos lábios — Parece perfeito...

Ele sorriu perverso, e lambeu os próprios lábios sorridentes, puxando-a para um beijo, mordiscando seus lábios, chupando sua língua, apertando seu corpo.

Céus...

Eles haviam tido beijos tão quentes ultimamente...

— S-Senhor... — arfou afastando-se dele, apenas para lhe perguntar: — Poderia me dar uma carona?

Ele piscou um par de vezes, e sorriu.

— Claro, senhorita, entre! — Jellal entrou na brincadeira, abrindo a porta da caminhonete para ela entrar.

Foram cantando suas favoritas músicas da banda Kings Of Leon, e brincavam um com os outros, apertando bochechas, encarando-se como se fossem desconhecidos e se cantando.

 O caminho desde o colégio até a casa de Erza fora algo extremamente divertido para ambos, assim como sempre era quando estavam juntos. Ao chegar na casa dela, ele estacionou o carro na garagem de seus sogros, e desceu do carro junto dela.

— Senhorita, o que deseja comer essa noite? — perguntou aproximando-se dela, que procurava a chave de sua casa em sua mochila.

— Depende, o senhor gosta de comida japonesa? — abriu a porta, entrando junto com ele.

— Sim, meu prato preferido.

— Hm, eu nem sabia! — brincou entrelaçando o pescoço dele com suas mãos.

— Não sabia, é....? — sussurrou roçando seu nariz ao dela — Moça mal informada...

— E você é solteiro, moço? — perguntou tocando seus lábios nos dele.

— Tenho rodado por aí com uma ruiva superquente, sabe como é.... — murmurou fazendo-a gargalhar.

— Bobo... — sussurrou fitando os olhos esverdeados. Ele repousou as mãos sobre a cintura fina e a puxou para si, grudando os beiços sorridentes nos seus, afim de roubar-lhe um beijo breve.

— Você que é boba — ele sussurrou ao cessar o beijo, porém ainda manteve seus lábios juntos ao dela, acariciando-lhe a cintura.

— Talvez sejamos ambos bobos, Jellal... — Erza depositou ambas as mãos sobre os ombros largos e mordiscou-lhe o beiço inferior, em um gracioso ato sensual.

Jellal riu com a adorável provocação. Colocou uma das mãos na nuca da ruiva, prendendo-se aos cabelos e logo atacou o pescoço indefeso, transferindo beijos lentos e igualmente excitantes, deleitando-se de cada suspiro e arrepio que causava em sua namorada. Levantou seu rosto na altura dos lábios dela, e os capturou em um longo beijo.

O azulado parou o acalanto, passando a língua pelos lábios levemente inchados, antes mesmo de sentirem uma considerável falta de ar, o que a deixou extremamente carente por outro beijo. Deslizou as mãos docemente pelas belas e coradas bochechas de sua Erza, enquanto ela mirava seus olhos com um semblante sério e apaixonado.

Quebrou novamente o curto espaço entre os dois, avançando nos lábios carnudos e afagando os cabelos ruivos, empurrando-a por toda sua cozinha. Sua coxa esquerda fora agarrada com brutalidade, e segurou-lhe o quadril, fazendo com que ela entrelaçasse as pernas em sua cintura, ficando em seu colo. Prensou-a em uma parede qualquer, e continuou lhe beijando, até que a incomodante falta de ar fizesse presença.

— E-Erza, é melhor pararmos... — ele sugeriu. Mesmo que não quisesse parar, pensava que esse era o desejo dela. Não queria forças as coisas com Erza.

— Por quê? — perguntou sentindo as mãos que seguravam seu quadril mais firmes — Diz que devemos parar, mas não mostra que quer isso...

— Eu não quero, mas... — tentou dizer, mas a ruiva o calou com o dedo indicador.

— Sem mas, Jellal... — alisou a bochecha do amado com o polegar — Faça o que quer fazer, está bem?

Ele deu um suspiro, e depois sorriu, afagando a cintura delgada. Ela sorriu enrubescida, e juntou os lábios em um breve beijo.

Jellal firmou as mãos no traseiro da ruiva, e levou-a até sua sala aos beijos. Suas mãos femininas massageavam sua nuca, e agarravam as curtas madeixas azuis, arrancando arrepios e suspiros quase mudos do rapaz. Jogou-a no sofá-cama com certa brutalidade, e prendeu-a a si com os braços em cada lado de seu rosto; mostrando que ela não fugiria aquela noite.

E ela não queria fugir.

Assim que o beijo fora cessado, eles voltaram a se olhar. Jellal respirou pesadamente antes de começar suas excitantes provocações no corpo de sua ruiva. Levou a mão ao queixo de sua namorada, e começou a distribuir beijinhos por sua bochecha, descendo até o pescoço e se concentrando ali. Ouvia Erza arfar a cada novo toque dele, a cada beijo molhado e simples em seu sensível pescoço. Ele não fazia ideia do quanto a levava a loucura com aqueles simples acalantos. O azulado ficou pouco tempo ali, mordiscando, beijando e lambendo o pescoço branquinho e gostoso da moça, que apertava o tecido do sofá e a camiseta dele.

Ele passou a desabotoar os botões da camisa social que ela trajava, podendo já ver o sutiã azul marinho dela quando a blusa estava totalmente aberta. Sentou-se no sofá e deslizou o tecido por seus ombros afeminados, até que a peça de roupa caiu no canto do sofá. Ela enlaçou seu pescoço com as mãos, e o puxou para um beijo apaixonado e cheio de segundas intenções. A ruiva sentiu sua barriga esfriar quando as mãos dele pararam em suas costas, desprendendo seu sutiã, mas permitiu que ele a deixasse nua da cintura para cima pela primeira vez. Quando o beijo fora cessado, a primeira coisa que Jellal fez foi por seus olhos no belíssimo corpo de Erza. Mordiscou o lábio seduzido pelos seios suculentos na visão dele, e a mirou cheio de malicia, deixando-a ruborizada.

Empurrou-a com certa brutalidade e a fez se deitar no sofá novamente, queria tocá-la logo. Explorou o pescoço com os lábios, e uma de suas mãos subiam por sua barriga magra e lisa, acariciando-lhe o seio com as pontas dos dedos. Sentiu-a agarrar sua camisa mais forte que antes, e seu suspiro feminino de prazer fora alto.

Seus beijos foram seguindo para a orelha da ruiva, transferindo uma longa lambida pelo trajeto, até chegar ao lóbulo e chupá-lo. Seguiu afagando as clavículas com beijos suaves, enquanto acariciava as curvas femininas com suas mãos, levando-as até os quadris da Scarlet, para segurá-la com força, e arranhá-la de leve. Sua língua utilizou esse instante para deslizar tortuosamente pelo pescoço, e pelo colo, rumo aos volumosos seios que subiam e desciam rapidamente, guiados por uma respiração ofegante.

Umedeceu os lábios, almejando por imaginar-se a tão pouco de explorar aquela maravilhosa região de sua bela namorada. Apertou-lhe os quadris e avançou, abocanhando um dos delicados mamilos, para lambê-lo e sugá-lo.

As mãos femininas agarraram-se as madeixar azuis com força, e suas costas arquearam levemente para trás; sorrindo e mordiscando o lábio inferior com a deleitosa sensação de ser estimulada daquela maneira. Seus lábios começaram a produzir sons de prazer, e suas mãos afagavam a nuca e as costas do namorado, lhe avisando indiretamente que não devia parar.

Jellal... — pronunciou seu nome mansamente, e arfante.

Envolveu sua cintura com as pernas, entrelaçando-as ali, o trazendo para si. Sorria a cada aperto em suas coxas, cada mordiscada em seus seios, e a cada excitação escorrendo por sua calcinha. A deleitosa sensação de sentir coisas tão incríveis com ele estava a deixando mansa e naturalmente embriagada; totalmente entregue e carente à Jellal.

Ele adentrou sua calcinha com as mãos curioso, atrevendo-se a acariciar os lábios íntimos e já úmidos; extremamente curioso para observar as novas reações que seu acalanto podia despertar na maravilhosa mulher a sua frente.

Um longo e prazeroso gemido fora soltado pela ruiva, juntamente das unhas agarrando o tecido do sofá. Vê-la reagir daquela maneira, o fazia se sentir mais do que satisfeito; deixava-o altamente excitado. Seu membro ainda coberto pela calça, pulsava impaciente para ser liberto e aproveitado naquela maravilhosa situação.

Ela rebolava os quadris sobre seus dedos inconsciente, e agarrava fortemente sua camiseta; especialmente quando ele lhe pressionava a área do clitóris.

— Ande logo... — gemeu trêmula — Retire sua roupa, Jellal, agora...

Ele mirou os olhos castanhos cheios de lágrimas de prazer de sua namorada, e sorriu abertamente. Retirou rapidamente sua blusa e desabotoou sua calça com certa pressa. Erza fitava-o de canto, enrubescida e ansiosa. Queria saber o que mais ele poderia a proporcionar, e tinha certeza de que seria algo bom.

Já completamente despido, Jellal puxou-a pelas pernas, posicionando seu pênis na entrada úmida, e então parou.

— Ahn, Erza... — chamou-a, e ela o mirou corada — Eu não tenho proteção.

— Proteção?

— Camisinha... — disse ele baixinho.

Ela o mirou por curtos três segundos, e agarrou-lhe o pulso, puxando-o bruscamente para cima de si. Ele caiu sobre o corpo feminino, e apoiou as mãos ao lado de si.

— O faça, Jellal... — murmurou baixinho — Só relaxe... amanhã eu cuido das coisas.

— Erza... — mirou-a receoso — Tem certeza, querida? — perguntou já encaixando seu corpo no dela, pronto para avançar ou sair de lá com a resposta.

— Sim... — Jellal sorriu, chegando pertinho do rosto dela, roçando seu nariz com o dela. Ela afagou a bochecha avermelhada do amado, e sorriu, assentindo com a cabeça.

Jellal agarrou os quadris com força, pressionando seu sexo na entrada apertada e quente, fazendo-a fincar as unhas em suas costas. Seu namorado a segurou com mais força assim que passou a adentrar-lhe, grunhido pelo absurdo prazer de ser contornado pelo sexo quente feminino.

Ela cerrou os olhos, e o agarrou com demasiada força, deixando certa lágrima de dor escapar por seus olhos.

— Está bem... Erza? — perguntou arfante, um tanto embriagado pelo tesão que estava sentindo.

— Sim, me dê um tempo... — murmurou.

Ficaram parados por cerca de dois/três minutos, enquanto ela recebia beijos carinhosos em seu rosto, e afagos amorosos em seu cabelo. Quando sentiu a dor amenizar, assentiu com a cabeça, dizendo em sussurro que ele devia continuar suas gostosas investidas.

Ele selou seus lábios nos dela, e começou a mover-se dentro de si, sentindo as unhas em seu pescoço e os gemidos sofridos dela entre o beijo. Erza ofegou jogando a cabeça para o lado, levando as mãos ao tecido do sofá para apertá-lo e puxá-lo com força; semicerrando os olhos e gemendo cada vez mais alto.

Jellal inclinou-se ainda mais em direção à sua namorada, deixando a boca próxima ao pescoço umedecido de suor, e a acalantou com lambidas demoradas antes de ofegar no ouvido de sua amada, fazendo-a se arrepiar pelo seu curto som de prazer masculino.

Porém, o gemer de seu nome em um sofrível tom, acompanhado de uma respiração ofegosa, fez Jellal parar seus movimentos de imediato.

O Fernandes a encarou hesitante, ao se surpreender por vê-la mirá-lo com os olhos semicerrados marejados. Seu coração bateu forte, receoso com o que aquele olhar podia significar. Estaria ele a machucando? A causando dor? Fazendo algo que ela não gostava? Todavia, ao mirá-la atento por breves segundos e entendê-la relaxou, e tornou a sorrir.

— Por que parou? — resmungou manhosa e irritada.

Sua expressão não era de dor, era de prazer.

— Me desculpe, achei que estivesse te machucando.

— Na verdade, havia acabado de ficar bom...

Após sorrir satisfeito com as palavras de sua mulher, Jellal deitou a cabeça ao lado dela, e sem mais delongas, retomou o ritmo da deliciosa penetração, fechando seus olhos outra vez e segurando-se com mais força na cintura delgada, principalmente quando lhe adentrava por completo, arrancando sons até meio pornográficos de Erza.

Sons absurdamente estimulantes.

— Erza... — gemeu inconsciente em seu ouvido, fazendo-a sorrir perversamente com a ideia de lhe proporcionar o mesmo tipo de prazer que ele estava a proporcionando com a junção de seus corpos.

Ele mordeu o lábio inferior, procurando conter os gemidos roucos que escapavam entre seus lábios, sobretudo, quando sentia o provocante rebolado do quadril dela em si, não conseguia segurar sequer um som. Cravou as unhas nos quadris da ruiva, abaixou-o consigo, antes de soltá-lo; e prendeu-se com firmeza ao tecido do sofá, afim de acomodar-se na intimidade com conforto para penetrá-la da mesma forma lenta e vigorosa que as incríveis ondas de forte prazer lhe inundavam.

As costas femininas arquearam-se assim que um violento arrepio percorreu a sua espinha. O orgasmo dela estava bastante próximo; ela podia saber disso. Por mais que ela quisesse atrasá-lo para aproveitar o calor do corpo de seu amado, foi inevitável. Agarrou suas costas com força e trepidou por longos vinte segundos, tremendo as pernas sobre ele, e embaraçando os dedos nos fios azuis brutalmente.

Suas estocadas começaram a deslizar com mais facilidade ao sentir o gozo quente lhe contornar o pênis, facilitando as coisas para ele. Agarrou as coxas com força, e aumentou a intensidade de seus movimentos, permitindo-se fechar os olhos com força e deixar escapar um longo gemido rouco, e trêmulo, despejou seu orgasmo em forma de líquido dentro de sua ruiva; totalmente fora de si pelo seu clímax.

Jellal desabou exausto, jogando-se ao lado dela. Ofegava mantendo-se imóvel ao longo dos minutos que precisou utilizar para recobrar o controle de seu corpo, possuído pelo êxtase de sua primeira transa com Erza.

Sentiu as mãos femininas lhe afagar os cabelos, e os lábios doces beijarem sua bochecha de forma carinhosa. Sorriu e abriu os olhos, fitando o belo rosto de Erza.

— Eu te amo, Erza.

— Eu sei — ela sorriu, deitando sua cabeça no peito de seu amado — Eu também te amo, Jellal.

Dois anos depois — Estamos grávidos!

— Isso mesmo — sorriu quando acabou de lhe explicar a receita — Boa sorte, Natsu. Te vejo esse final de semana. — e ela desligou o telefone.

— Era o Natsu? — Jellal perguntou chegando por trás dela, lhe dando breves beijos por seu ombro.

— Sim, ele queria saber a minha receita de morangos para fazer para Lucy... — contou sorrindo, e afagando o rosto do azulado com as mãos — Acredita que eles estão namorando?

— Eu sabia que isso iria acontecer. — ele sorriu, lhe dando um beijo na bochecha.

Erza suspirou pesadamente, batucando os dedos no balcão a sua frente. Deveria contar? Agora, ou depois?

A três dias atrás, sua menstruação não havia descido. Assustou-se de primeira já que a última transa com Jellal havia sido sem camisinha, e ele havia deixado tudo dentro de si. Mesmo que tivesse tomado a pílula do dia seguinte, sabia que as vezes aquele treco não dava certo.

Depois de tomar coragem para comprar um teste de farmácia, descobriu que estava grávida.

Ela se desesperou?

Um pouco.

Foram curtos segundos de total desespero fitando seu teste com o sinal positivo, até que um sorriso teimoso apareceu em seus lábios. Tudo estava diferente para si agora. Como se quando ela acorda de manhã, seu bebê já estivesse junto consigo. Sua criança, seu filho. Já o amava tanto...

Mas... o que será que Jellal vai pensar?

Como ele irá reagir?

Vai gostar, odiar?

Ela não sabia...

— Erza... — Jellal murmurou em seu ouvido, chamando sua atenção — Então... tem algo para me contar?

Ela o mirou nos olhos por cima dos ombros.

— Como sabe que tenho algo para lhe contar?

— Eu sei, querida... te conheço a anos! — sorriu, enquanto ela se afastava para se jogar no sofá de seu quarto.

— Sabe, Jellal... — começou, fitando a televisão ligada — Você... hm...

Travou por curtos segundos, voltando a olhá-lo nos olhos, e suspirou.

— Jellal, nós... estamos grávidos...

A expressão no rosto de Jellal fora incompreensível para ela. Não expressava felicidade, nem desespero, nem irritação.

Ele estava surpreso.

Os lábios entreabertos e os olhos arregalados diziam que ele mal acreditava na notícia que acabou de receber.

— Você está...

— Sim, estou grávida. E não, não estou brincando.

Ele sorriu abertamente, e fitou o chão.

— Olha, sei que pode estar em choque, mas... — ela parou de falar assim que fitou o rosto do azulado novamente.

Seu sorriso aumentou em conjunto com o brilho de seu olhar, até ele se espantou com sua própria animação com aquela notícia.

— Seremos pais, caramba! — ele gritou, embaraçando as mãos nos próprios cabelos — Olha, eu quero que seja menina! Não, espera, garoto, não, eu não sei — ele andava em círculos, enquanto ela o observava sorrindo — Tem que nascer ruivo, sério, seu escarlate tem que ser herdado!

— Está feliz? — perguntou levantando-se, aproximando-se dele.

— Se eu estou feliz? — fitou-a com os olhos marejados — Sabia que eu sempre quis ter um filho contigo, Erza?

Impressionou-se com as lágrimas do azulado, e o sorriso alegre. As bochechas coradas transmitiam animação.

— Graças a Deus, Jellal... — ela murmurou enlaçando seu pescoço com os braços — Eu quero me-ni-no! — soletrou com um biquinho.

Me-ni-na! — soletrou inflando as bochechas.

Eles sorriam, e deletaram a incomoda distância entre eles.

— Daremos um jeito, ouviu? — sussurrou assim que o beijo for cessado — Finalmente começamos nossa família... — escorregou as mãos pelo ventre dela, e sorriu — Erza, eu te amo demais...

— Eu sei que me ama, querido — sorriu mostrando os belos dentes — Também te amo, ouviu?

— Eu também sei disso! — deu uma risada engraçada, beijando os lábios carnudos e adocicados de sua namorada novamente.

Era um grande passo na longa relação dos dois.

Passo, que, inconscientemente, queriam a muito tempo.

Atualmente

Dentro da barraca, Erza permanecia deitada no colo de Jellal. Ele lhe fazia um cafuné nos cabelos escarlates, ouvindo-a falar sobre coisas aleatórias, como: o bolo de morango que quer comer no aniversário de seis anos.

— Ei, Jellal... — Erza o chamou, saindo do colo dele, aninhando-se em seu abraço — Você acha que nosso filho vai gostar de bolo de morango?

— Com certeza vai! Olha só a mãe dele! — Jellal riu e ela gargalhou — Mal posso esperar... — sorriu acariciando o ventre de Erza.

— Fico feliz que não tenha surtado — Erza disse cobrindo a mão dele com a sua — Não tenho dúvida nenhuma de que ele veio na hora certa.

— “Ele”, ainda acha que será um menino?

— Sim! — lhe deu a língua — Um menininho!

— Eu me animei muito com a ideia de ser uma menina... — contou fazendo-a sorrir — Uma garotinha ruiva, idêntica a você. É o que eu quero...

— Quais nomes você gosta? — Erza perguntou fitando-o — Se for um garoto, eu quero Ted.

— Ted? Tipo aquele urso tarado?

— Sim! — sorriu assistindo-o gargalhar — Brincadeira. Gosto de Leo, e você?

— Leo é melhor que Ted, disso eu tenho certeza. — riu apoiando seu queixo no ombro dela — Gosta do nome... Samantha?

— Samantha... — ela parou pensativa — É, eu gosto de Samantha...

— Sim... — ele disse beijando seus ombros — Já decidiu quando contará para os seus pais? — Jellal perguntou.

— Quando voltarmos, eu prometo... — Erza disse lhe beijando novamente — Vamos juntar minha família e a sua, e daremos a notícia.

— Certo... — Jellal sorriu, beijando o topo de sua cabeça — Sabe, Erza...

— Sim?

— Eu estava pensando a um tempinho... — ele começou — Que tal... quando você estiver com uns cinco meses de gestação, você vir morar comigo? — perguntou virando-se de frente para ela.

— Morar com você? Como assim? — o questionou confusa. Afinal, Jellal ainda morava com os pais.

— Eu tenho muito dinheiro guardado — respondeu retirando um fio escarlate que caia no rosto de sua amada, o colocando atrás da orelha da mesma — Eu estava vendo uns preços de casas... e acontece, que uma casa de dois quartos está no nosso orçamento... — Jellal contou deixando-a surpresa.

— S-Sério? — disse corada de animação — S-Só eu e você? Morarmos sozinhos? — praticamente gritou, fazendo-o dar uma risadinha e assentir.

— Eu quero isso, Erza... — Jellal disse segurando o rosto dela entre suas mãos — Eu quero construir uma vida contigo... almejo por isso desde os meus doze anos... — disse ela fazendo-a sorrir com os dentes — Você aceita, Erza?

— Que pergunta estúpida é essa? — os olhos dela encheram-se de lagrimas — É claro que eu aceito! — falou agarrando-o, e o abraçando. Ele acariciava as costas femininas e ela afagava os cabelos azulados.

Aquele seria o começo de uma nova família.

 

Seis anos junto de ti...

 


Notas Finais


AEWOOOOOO CHEGAY!
Gente do céu, demorei, eu sei! Me desculpem(._.)Fiquei duas fucking horas revisando, e acabou que só postei a essa hora! Sorry...

Enfim, gostaram do especial?

Jellal sofria bullying tadenho (T▽T) Ela o protegia, hihihi "Nove anos de pura graciosidade", já ganhei uma cartinha de aniversário assim quando eu era bem novinha, e coloquei a mesma frase assim, porque eu fiquei mt feiz com aquela cartinha, então Erza também gostou! Saudades oito anos de idade. (╥﹏╥)

O selinho com doze anos <3 gostei d escrever essa parte, pq quando eu dei meu primeiro selinho fiquei gritando sozinha que havia beijado HUEHUEHUE eu era retardada (ainda sou), e fora mt fofo escrever esses criolinhos *dando uma de Igneel* (ノ><)ノ

E sobre esses pegas quentes com 16 aninhos, huh? Bem pesadown :v Tão fofo a Kagura chamando ele de Jelly <3 Eu li uma fic onde a filha de Erza e Jellal, chamava o Jellal de tio Jelly (o nome da fic é: Para todo o sempre, de uma das minhas autoras prefiridas, recomendo!), e coloquei a Kagura assim akie *u*

Sobre o hentai... não sei se ficou bom, sinceramente... (' ._.)

Quando a Erza contou que estava grávida, foi na época que o Natsu tava em Lord fazendo aqueles morangos para Lucy, quem se lembra?

Essa ultima cena, foi dos dois no acampamento que terá no próximo cap, então, espero que tenham entendido tudin!

O que acharam? Comentem! ლ (❤ ʚ ❤ ლ)


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