História Ironias do Destino - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Colegial, Colleger's, Romance, Strawtears
Visualizações 408
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus xuxuzinhos <3
Trouxe uma fanfic do meu xodozinho, João Biscoito sz
Ela é baseada em fatos reais rsrs
Talvez eu demore só um pouquinho para postar o próximo capítulo pq eu tenho que lembrar das coisas que aconteceram 9 meses atrás, entãooooo kkkkk
Mas semana que vem, creio que eu já esteja postando.
Beijinhos

Capítulo 1 - Prólogo - Término


Fanfic / Fanfiction Ironias do Destino - Capítulo 1 - Prólogo - Término

27 de Janeiro de 2017.


O garoto estava a agonizar por dentro, apesar da face sem expressão.

Há dias vinha tentando falar com a atual namorada, mas nada dela lhe responder. As vezes respondendo horas depois.

Não sabia o que pensar, não sabia o que falar, não tinha ideia do que se passava na própria cabeça. Apenas uma coisa lhe ocupava os pensamentos: o provável término.

– Que cara é essa Jungkook? – um garoto pequeno e extremamente branco e de olhos apertados sentou-se ao seu lado. Trazia consigo um sorriso amigável nos lábios róseos e finos, que em conjunto com seus traços, dava-lhe um ar fofo.

O vento gélido se fazia presente naquela tarde fria. Os galhos das árvores acima de si balançavam suavemente e o sol fraquinho aquecia um pouco o corpo coberto com várias roupas, na tentativa falha de fugir daquele frio.

Olhou de soslaio e deu um sorriso fraco, sem nenhuma emoção.

– Não consigo falar direito com a Jinhee faz dias. Tenho a sensação de que ela vai terminar comigo a qualquer momento. – cabisbaixo, soltou um suspiro e colocou as mãos no bolso do sobretudo.

– Por que ela faria isso? Você faz de tudo por ela...

Jungkook soltou o ar em um riso forçado e olhou para menininha que passava com uma senhora, que parecia observar o local.

– Acho que não é o suficiente, Yoongi hyung. – o garoto de olhos apertadinhos sentiu a amargura nas palavras do rapaz ao seu lado. Tão amargas quanto o café que bebericava vez ou outra.

– Talvez ela não seja o suficiente para você.


[...]


Revirou os olhos batendo o pé no chão.

– As vezes você não ajuda em nada sabia, Kim Namjoon?

Imitando o ato, o garoto revirou os olhos mas foi de total tédio.

– Eu não irei dizer mais nada, já que você não me escuta Eunji. Só vou falar mais uma vez: Não se precipite. Dê um tempinho para tomar alguma decisão. – concluiu e mordiscou uma maçã.

– Okay, okay. Irei seguir seu conselho.

Despediram-se e foram para suas salas. Pensativa, a garota nem notou a chegada do professor na sala muito menos ele começar a dar um assunto novo.

Poderia se arrepender depois caso tomasse aquela decisão precipitadamente e, de fato, achou melhor seguir o conselho do melhor amigo.

Só se deu conta da hora quando o sinal tocou e finalmente pôde voltar para casa.

Assim que pôs os pés dentro do apartamento, ouviu a gritaria vindo do quarto de sua mãe.

Mais uma vez ela estava discutindo com seu padrasto.

Trancou a porta do quarto e pegou o celular discando o número da sua melhor amiga.

– Alô? – a voz sonolenta se fez presente após três toques.

– Dormindo às 19h Naeun? Não tem nada para fazer da vida não sua vaca? –escutou um risinho e a outra ajeitar-se onde estava provavelmente deitada.

– Você ligou para me atormentar ou tem algo mais importante para me dizer?

– Foi só para te aperriar mesmo – riu da cara que Naeun provavelmente estaria fazendo e sentou-se na ponta da cama.

– Então irei desligar…

– Ei, ei! Não desliga não. Agora é sério.

– Não consigo imaginar algo sério vindo de você – a garota soltou um suspiro exausto e encostou-se na cabeceira da cama.

– Assim você me magoa, Naeun-unnie. – o bico já se formava nos lábios rosados da Eunji.

Naeun deu um muxoxo do outro lado da linha. Queria continuar no seu décimo quinto sono mas parece que Eunji não iria desligar tão fácil, e se o fizesse por conta própria, certamente levaria uns bons tapas depois.

– Desembucha logo desgraçada.

– Olhe, olhe unnie… – apertou os olhos naturalmente apertadinhos e sua boca tornou-se uma linha. Soltou um suspiro e ficou em silêncio, fazendo com que Naeun desconfiasse. Quando ia falar algo, a mais nova começou. – Unnie… Você acha que eu devo terminar com o Taehyung?

A pergunta pegara Naeun de surpresa. O relacionamento deles estava, aparentemente, indo tão bem. Não tinha porque eles terminarem.

– Olha Eunji… Eu não tenho que achar nada. Mas por que você quer terminar com ele?

O silêncio manteve-se por alguns minutos, mas aquilo não incomodou Naeun, que aguardava por uma resposta. Ela sabia que Eunji precisava de um tempo para pensar.

– Eu sinto que, por todo esse tempo, o que eu senti por ele não passou de um amor de amigo e uma breve paixão. Ele também não contribuiu muito…

– Como assim?

– Tipo, quando você ama uma pessoa, você tenta surpreendê-la e faz por onde ela se apaixone cada vez mais a cada dia que se passa, certo? – Naeun logo concordou. –Então. Ele não faz muito esforço para isso sabe? É como se para ele, está bom do jeito que tá e pronto. E também, desde aquela discussão que tivemos em que ele disse para o Namjoon que preferia quando eu agia fofinha com ele como quando nos conhecemos, as coisas ficaram mais frias.

– Você tem certeza do que quer?

– Não…

– Não pense em deixar de fazer algo só para não magoar ele. Pense primeiro nos seus sentimentos e em como você está se sentindo agora, Eunji. Sem contar que você pode acabar machucando ainda mais ele no futuro e se machucando também. Pode doer agora, mas uma hora ele vai esquecer.

Uma lágrima solitária desceu pelo rosto de Eunji deixando um pequeno rastro molhado e Naeun escutou um fungado vindo dela.

– Já tás chorando, menina? Misericórdia – riu alto brevemente. – A canceriana.

– Me emocionei por ouvir algo assim vindo de alguém que só se fode em relacionamentos. – foi a vez da mais nova rir da provável carranca do outro lado da linha.

– Ouch. Vou deixar essa passar.

– Te amo viada.

– Também te amo vaca.


[...]


30 de Janeiro de 2017.


Seus olhos não queriam acreditar no que estava vendo.

Lógico que imaginou que aquele momento chegaria, que estava claro que aquilo iria acontecer, mas no fundo, bem lá no fundo, não estava preparado para aquilo.

Não chegava a amá-la, mas gostava dela. 

Não queria que aquilo acontecesse. Não daquela forma. Não pelo simples motivo deles morarem longe um do outro.

Na sua visão aquilo não era um problema, até porque todo final de semana ele fazia uma viagem para lá. Mas aquilo era a prova de que, todo aquele esforço que ele fez por ela, não valeu de nada.

– Você tem certeza disso? – sua voz saiu baixa, um tanto mansa. Não iria tentar reverter a situação, apenas queria ter certeza da decisão dela.

– Sim. Acabou. E não adianta pedir-

Eu não vou pedir para voltar Jinhee, pode ficar tranquila. Não vou dar valor a quem não me merece. A quem não reconheceu todo o meu esforço em fazer valer a pena. – manteve um olhar sereno que, de certa forma, incomodou Jinhee. Ela queria aquela atenção que pensou que receberia ao falar aquilo.

Por um momento, cogitou que ele iria fazer um escândalo pedindo para que ela mudasse de ideia e que não terminasse com ele. Mas como sempre, Jungkook lhe surpreendeu.

Ainda meio pasma, Jinhee aceitou aquele aperto de mão que Jungkook propôs ao estender a dele em sua direção.

– Adeus. – sem mais, nem menos, o garoto deu-lhe as costas, andando na direção do ônibus que havia acabado de parar.

No momento em que sentou-se na poltrona do ônibus, jurou para si mesmo, que jamais se iludiria tão facilmente com alguma mulher na sua vida.


– Você foi até Busan só para escutar o que ela tinha para falar?!

Completamente abismado, Yoongi encarava o mais novo.

– Fui. E sinceramente? Estou me sentindo bem melhor do que como iria me sentir se resolvesse por telefone. – deu de ombros e se encostou no muro da escola.

– Já sei! – Yoongi animou-se subitamente.

– Lá vem merda… – o outro sussurrou com um ar de riso.

– Olha o respeito pirralho! – desferiu um tapa na nuca do garoto. – Vamos para Hongdae!

– Mas hoje é segunda feira, cara! – naquele momento, Jungkook se perguntou o que seu amigo tinha na cabeça. Além de ser segunda, eles teriam simulados avaliativos que acontecem no início de todo semestre.

– E quem disse que vamos hoje?



[...]



– Não mesmo!

– Qual é Eunji? É só uma boate! – Naeun tentava argumentar.

A mais nova tinha uma expressão incrédula.

– Uma boate que só permite a entrada de maiores de 19 anos, Son Naeun!

– O que é que tem? – como Eunji diria,

– Não pague de doida! Eu só tenho 16, como vou entrar?

– Observe e aprenda. – Naeun deu uma piscadela e andou como se estivesse desfilando até os seguranças do estabelecimento. 

Após alguns segundos cochichando algo com eles, puxou Eunji para perto de si, tendo o pulso carimbado pelo segurança mais alto.

– Se você fomos pegas, vou dizer que você me drogou e obrigou-me a vir para cá. - a mais nova resmungava alto o suficiente para que Naeun escutasse enquanto fazia uma cara emburrada.

— Um dia você irá me agradecer.




– Odeio lugares lotados. – Jungkook resmungou, soltando um muxoxo instantes depois.

– Mas ama um rabo de saia. – Yoongi retrucou rindo.

Não era mentira. Mas também não era uma verdade plena.

Não tinha um momento em que se visse Jungkook sem uma garota. Não que fosse só ficar com elas, até porque fazia questão de tentar um relacionamento sério, mas nunca era duradouro.

Ficara encostado no balcão do bar da área VIP por algumas horas apenas observando as coisas em sua volta.

Não queria dançar, beber, muito menos ter algum contato físico com o sexo oposto naquele local.

Nenhuma bebida o faria esquecer o que aconteceu, dançar só o deixaria mais cansado, e nenhuma garota alí presente poderia lhe confortar.

Sentia-se enjoado de estar alí.

— Cara, eu vou indo embora não estou me sentindo muito bem. – disse alto no ouvido de seu amigo que tinha acabado de voltar da pista de dança.

Quando o outro estava prestes a contestar, saiu andando rápido sem ao menos olhar para trás.

Sentiu seu ombro chocar-se com o de alguém quando terminou de descer o lance de escadas. Um perfume suave mas ao mesmo tempo marcante se sobressaiu ao odor de cigarro, suor e outras coisas.

Virou-se para se desculpar, e viu de relance uma garota sendo puxada pelo pulso por uma garota que aparentava ser sua amiga. Seus olhares se cruzaram por míseros segundos e depois perderam-se na multidão.

Por aqueles míseros segundos, seu coração palpitou forte em seu peito.


Notas Finais


É isso meus xuxus! Foi um rápido prólogo para dar uma explicada básica sobre a vida dos personagens antes de partir para a parte inicial mais importante kk
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