História Miraculous Nova geração- LordBug e LadyChat - Capítulo 14


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Adrinette, Heróis, Miraculous
Visualizações 30
Palavras 1.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Estupro
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa a demora. Sobrevivi uma semana de aula 😥 não é fácil estudar em uma escola integral.

Talvez possa demorar um pouco para eu postar outro capítulo, mas isso não quer dizer que eu abandonei a história.

Boa leitura!!

Capítulo 14 - Capítulo 12 - Bungee Gun


Fanfic / Fanfiction Miraculous Nova geração- LordBug e LadyChat - Capítulo 14 - Capítulo 12 - Bungee Gun

~*~ Autora~*~

 

Os dois homens ficaram se encarando até que o ruivo sorriu.

 

- Há quanto tempo AA - Ele cumprimentou-o com um abraço, que o loiro correspondeu contrariado.

 

- AA? - Perguntou levantando uma sombracelha.

 

- As suas iniciais - respondeu sorrindo, botando uma mão no ombro do azulado.

 

Nathanael sabia muito bem que não devia falar de Adrien para os Gêmeos e Marinette ou vice-versa, ainda mais quando Alya estava presente, mas como uma boa pessoa não deixou transparecer a sua decepção com o loiro a sua frente.

 

Adrien, por outro lado, olhava com ódio para o rapaz a sua frente, o que só piorou quando o viu botar a mão no ombro de Hugo, mas suavizou a expressão quando percebeu que estava sendo infantil, visto que achava que eles eram pai e filho.

 

- Meninos, vamos indo pro carro. Quero conversar com a mãe de vocês. - Alya, falou empurrando os mais novos para longe dali.

 

Depois disso ficou um silêncio constrangedor, até que foi quebrado por Nathan:

 

- Bem, Já vou indo - Despediu-se.

 

- Ei, espera - Adrien chamou, fazendo o ruivo olha-lo. - Só queria dizer que foi legal conhecer seus filhos - Falou tímido, arrancando uma risada do outro. 

 

- Mas, eles não são meus filhos. - Falou botando as mãos atrás da cabeça - São filhos de uma amiga que há muito tempo eu não via - Completou se afastando - Até.

 

Adrien, de alguma maneira, sentiu-se feliz por Nathanael não ser o marido de Marinette, mas isso só o fez se perguntar mais ainda quem conquistou o coração de sua Lady.

 

~*~ Hugo ~*~

 

Eu acho que eu já tinha visto aquele cara em algum lugar, mas não lembro onde. E acho que ele também me conheço, pelo jeito que ele me olhava.

 

- Até que enfim, cara. - Emma gritou do carro. Meiko estava no colo dela. - Cadê o tio Nathan?

 

- Ele ficou conversando com o rapaz lá dentro. - Tia Alya falou atrás de mim. Ela e Louis caminhavam lado a lado.

 

- Alya, que história é essa que você fez meu filho matar aula - Minha mãe gritou.

 

- Jesus, Marinette, até parece que você nunca matou aula. - Titia reclamou. - Toma aqui este encosto e este idiota. - Ela falou apontando para Louis e depois pra mim. - Tchau

 

Ela saiu correndo como se tivesse fugindo de algo.

 

Entrei no carro junto com Louis. Minutos depois tio Nathan entrou no lado do motorista.

 

- Então, galera, para qual restaurante nos vamos?

 

~* ~ 

 

Depois de comermos, Tio Nathan comprou um pacote de Cookies para cada um, mas infelizmente eu não comi pois dei para Tikki. 

 

Emma de vez em quando falava com Plagg que reclamava por não comprarem Camembert. Uma garota falando com um bolsa parece ser a coisa mais normal do mundo já que ninguém notou. 

 

Agora, estávamos passeando num parque, só que como a vida não é nada boa, um Akuma apareceu. E digamos de passagem, um Akuma bem grudento.

 

 

~*~Emma ~*~

 

 

Olhei para as pessoas do meu lado, Hugo saiu correndo.

 

- O que deu neles? - O ruivo mais velho perguntou. 

 

- Eu vou atrás dele. - Arranjei uma desculpa pra sair de sair de lá e sai correndo.

 

Olhei para trás e mamãe puxava os três na direção contrária e quando percebi que ninguém estava olhando, deixe Plagg sair da minha bolsa.

 

- Menina, você é uma pessoa muito irresponsável. - Ele falou flutuando ao meu lado. Dobramos em um beco.

 

- Por que? - Franzi o cenho.

 

- PORQUE VOCÊ NÃO COMPROU O MEU PRECIOSO CAMERBERT . NEM MESMO UM MÍSERO QUEIJO PRATO.

 

Revirei os olhos.

 

- Cala a boca - Suspirei - Plagg mostrar as garras.

 

Subi em cima do prédio e de longe vi LordBug correndo em direção ao arco do triunfo.

 

- E aí, gatinha? Novidades? - Ele resmugou.

 

- Não, só o fato de pessoas perguntarem "Pra onde diabos aquele garoto foi?". - Devolvi.

 

Ele não respondeu.

 

Chegamos onde o akumatizada estava. Era um rapaz, os cabelos rosas, pele pálida, no rosto tinha os símbolos de Copas♡ e espada♤ e na camiseta os de paus♧ e ouro◇.

 

Olhamos ao redor e os prédios e pessoas estava cobertos por... Chiclete?

 

 

~*~ Hugo ~*~

 

 

Chiclete, aí está uma coisa que eu odeio, não sei como pessoas conseguem mascar isso.

 

-Vejo que agora vocês chegaram, crianças. - Ele falou, percebi que mascava algo. Chiclete, claro.

 

- Quem é você? - Perguntei, não que isso fosse necessário, mas vai que ajudasse.

 

- E isso importa? - Revirei os olhos - Já que insiste, meu nome é Bungee Gum.

 

Levantei uma sobrancelha.

 

- Só isso? Nada de "Vou fazer fulano pagar por isso" ou "Me dê seus miraculous" ou, sei lá? - Minha irmã falou meus pensamentos.

 

- Por que? Eu deveria? - Ele falou. O jeito desleixado dele me incomodava. - Bom se for ajudar, eu não tenho uma pessoa específica pra me vingar.

 

- Mas...

 

- Eu só estou indignado que as pessoas não dêem o devido valor aos chicletes. A minha fábrica faliu pela crianças não comprarem mais por causa dos pais e dentista. - Ok, confesso que eu insisti, mas eu não escutei metade do que ele falou. LadyChat parecia estar boiando, olhava pra ele com uma cara de "O que é que eu tô fazendo aqui?"

 

- Então, você quer se vingar dos pais e dentistas? - Perguntei.

 

- Pra falar a verdade, não.

 

- Mas, ué...

 

LadyChat interrompeu a fala quando notamos a famosa máscara roxa em forma de borboleta em seu rosto.

 

- Tá legal - suspirou - uhum - uma pausa - certo - revirou os olhos - Não esquenta.

 

Ele ficou ouvindo as reclamações de Hawk Moth e nos ficamos plantados na frente dele.

 

- Criança idiota. - Resmungou. Ele pareceu ter levado um choque - Ok, sem falar da idade.

 

Criança? Hawk Moth é uma criança assim como eu? Mas o que tá acontecendo?

 

- Criança? Que criança? 

 

- Eu reconheço uma quando eu vejo ou ouço. - Explicou. Em suas mãos apareceram seis chicletes. - Agora vamos à ação.

 

Ele jogou um na nossa direção. Só deu tempo de sair e quando o doce caiu no chão, explodiu, cobrindo tudo ao redor de goma rosa. Ele jogou mais uma vez, agora um em cada um, pois tínhamos nos separado. Desviei do meu pulando para cima e a loirinha com o bastão.

 

- Pode mandar mais, tutti frutti, estou querendo me esticar mais - ela riu - Tendeu? porque chiclete estica. - olhou pra mim, e isso foi o suficiente para Bungee jogar uma bomba doce nela. - Isso não foi legal.

 

Comecei a rir. Ela ficou coberta por chiclete

 

- Isso é pra você começar a prestar atenção nas lutas. - Briguei com ela, mas olhando para o de cabelo rosa. Ele olhava para mim debochadamente.

 

- Você gosta de chiclete, LordBug? 

 

-Sendo sincero, eu odeio. 

 

Ele veio para cima de mim, jogando seis bombas de uma vez 

 

- Uma ajudinha aqui não iria nada mal, My Lady. - Gritei

 

- Não tá vem do que eu tô presa no chiclete, seu idiota? - Ela gritou de volta - E não me chama assim, é estranho.

 

Continuei apenas me desviando, eu não tinha um plano e acho que ainda não é hora para usar o Lucky Charm.

 

- Voltei - LadyChat chegou ao meu lado e me ajudou a desviar os chicletes com o seu bastão - Tem que ser rápido, eu já usei o Cataclismo.

 

Quando eu ia pedir o Lucky Charm, ouvimos um grito.

 

- Eu vou lá. Distraia ele. - Sai correndo para até chegar na esquina, onde Thalia, a minha amiga, estava presa no chiclete -Mas o que?

 

- Ei, me tira daqui. - Ela resmugou - Já tô aqui há um tempão, tive que gritar Pra vocês me verem.

 

- Não podia esperar um pouquinho não? Se derrotassemos ele já estaria livre - Falei tirando ela do chiclete e pegando-a no colo.

 

- Não. Não gosto de esperar - Reclamou virando o rosto. Ela tem esse jeito frio, mas parece que agora quer ser ignorante comigo de propósito - Aliás, não amassa a minha roupa.

 

Franzi o cenho. Ela não é do tipo de pessoa que se importa com isso, já que quase sempre ela vai com o uniforme amarrotado.

 

- Tudo bem, Rainha da Beleza - Fingi. Levei ela pra longe - Longe de perigo. - Me virei para voltar à luta.

 

- Ei - Chamou-me - Se importa de me deixar em outro lugar, menos aqui? - Seus olhos tinham desespero. Mas por que ela está assim se eu a deixei na porta de casa?

 

- Tá legal - Peguei-a de novo e a deixei num parque - Pronto. 

 

- Obrigada.

 

Subi num prédio e antes de ir me virei 

 

- Ei, Rainha da Beleza - Ela me olhou- Acho que você não é o tipo que se importa se a roupa está amassada ou não. Você é mais que isso - Lancei o Yo-Yo e sumi de sua vista.

 

~*~

 

 

- Talismã - Ativei o meu poder antes de chegar junto à minha irmã. Recebi um perfume, mas por que logo um PERFUME? 

 

Olhei a situação. LadyChat lutava contra Bungee Gun, que simplesmente jogava os chicletes com o maior desânimo do mundo, mas ainda assim ela estava em desvantagem. Provavelmente teria pouco mais de dois minutos antes de voltar a ser Emma Dupain-Cheng. 

 

Com minha visão da sorte, foquei no rapaz de cabelos rosas e em seguida no perfume. Sorri.

 

- Demorei mas cheguei, mon amour - Falei pulando entre a loira e o vilão. Ela torceu a cara e antes de reclamar, continuei - Mas acho que aqui está com um cheiro estranho. Que tal um perfurminho? 

 

Mostrei o frasco e ele arregalou os olhos.

 

- Não, Não, Não - espirrei o perfume no rosto dele e ele começou a espirrar até que o chiclete que ele estava mastigando caísse pra fora da boca, mas com um movimento rápido peguei com meu Yo-Yo.

 

- O Akuma tá aí? - Emma disse do meu lado.

 

- Com certeza. - Peguei o chiclete partindo ao meio. De lá saiu a borboleta - Chega de maldade pequeno Akuma, Hora de aniquilar a Maldade. - Purifiquei a borboleta. - Bye, Bye Little Butterfly.

 

- International ele - LadyChat gritou- Fechou, maninho - batemos os punhos.

 

 

~*~ Autora ~*~

 

 

- LordBug, LadyChat Eu posso pedir um autógrafo? - Eles ouviram uma voz os chamar.

 

Viraram na direção e viram um homem se aproximando. Ele era bronzeado e seu Francês tinha sotaque, com certeza era estrangeiro.

 

- Ah Sim, claro - LordBug pegou o papel e a caneta que o Homem estendia. - Qual é o seu nome? 

 

- Paolo, Paolo Vieira.

 

- Ok - Dessa vez foi a Loira que falou. - Aqui está, valeu, até mais. - Saiu correndo, já que estava quase pra se destranformar. O homem também saiu depois de agradecer.

 

Hugo ficou parado no meio da praça. De longe podia ver a Madrinha, Alya, e o cameraman o filmando. Sabia que eles estavam aqui desde o alerta de Akuma ser acionado.

 

Ele devia estar voltando para junto de sua mãe. Já era quase hora de seu tio Nathanael e de Meiko irem para o aeroporto, de volta ao Japão. Mas ele não conseguia se mexer, estava preocupado. Preocupado com sua amiga Thalia.

 

- Por que ela parecia tão desesperada ao ficar perto de sua casa? 


Notas Finais


Até ;)


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