História Relâmpago Marquinhos - Capítulo 1


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Categorias Got7
Tags Comedia, Dc!au, Flash, Got7, Jinyoung, Mark, Markjin
Visualizações 61
Palavras 1.848
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi delícias, eu to aqui hoje com minha amiga, o amor da minha vida na verdade, e a gente decidiu fazer juntas porque eu não conheço nada de dc e marvel, e ela é expert nisso, então ela veio me ajudar!

Ela tá viajando então eu to aqui sozinha mas eh isto, boa leitura meus nenéns.

Capítulo 1 - Apelidos


Era mais um dia normal na vida de Jinyoung, ele estava na livraria em que trabalha, organizando uma prateleira, quando de repente um livro cai, e logo depois desse, mais livros caem, e um vento forte se faz presente, jogando tudo no chão.

— Eita, é o capeta! — exclamou Jinyoung se escondendo atrás de uma prateleira.

— Aish! Onde eu tô? — perguntou Mark – mais conhecido como Flash – chamando a atenção de Jinyoung, assim fazendo o outro olhar para si.

— Eita, moço, você tá na livraria “Dreams come true”! — O mais alto sorriu. — Onde os sonhos são reais! — Fez uma dancinha de apresentação. — Eu sou pago por isso. — Fechou o sorriso e encarou o outro.

— Quê? Quem é você?

— Sou o Jinyoung, prazer. — estendeu a mão, que foi apertada pelo outro.

— Mark. Que dimensão é essa?

— É o quê?

— Eu preciso saber que dimensão é essa! — disse entrando em desespero.

— Moço, você tá bem? Bateu a cabeça?

— Não, eu vim parar aqui pois corri rápido demais! Ah, que droga! Como vou sair daqui? — perguntou desesperado.

— Osh, sei lá, tá me achando com cara de google?

— Deixa eu te explicar: Eu sou um velocista e estou tentando aprimorar minha velocidade, e corri tão rápido que saí da minha dimensão e vim parar na sua. — explicou Mark e o outro o encarou confuso.

— Pera, então você tá me falando que é o papaléguas versão humana? — perguntou ainda sem entender.

— O que é papaléguas?

— O bicho que o Coiote tenta comer no desenho, ué, não tem televisão em casa não?

— É… Enfim, eu vim parar aqui e preciso de ajuda pra voltar para a minha dimensão. — explicou encarando o outro.

— Pera… Foi você quem bagunçou meus livros?

— Sim, me desc-

— AH POIS ENTÃO VAI ARRUMAR TUDO! — berrou o outro. — EU TAVA ARRUMANDO ATÉ AGORA DESDE ÀS TRÊS DA TARDE E VOCÊ VEM E DESARRUMA ESSA PORCARIA!

— Me desculpe, eu irei arrumar. — Mark se preparou para arrumar tudo rapidamente com sua velocidade mas ele não conseguiu a usar. — Ai meu Jesus Cristinho! Santo protetor do brioco dos velocistas! Santa Speedforce!

— Que mais? Quer listar os santos aí?

— Minha velocidade! Cadê ela? — Mark se perguntava.

— E eu vou saber? Arruma os livros aí enquanto procura, quem sabe não caiu no meio deles, né? — Jinyoung sorriu lhe entregando uns livros que estavam no chão.

— Argh, eu estou em um momento de desespero, me deixe entrar em pânico em paz!

— Eu não mandei você bagunçar meus livros, você vai arrumar essa porcaria e depois entrar em pânico! — Jinyoung mandou.

— Aah, tudo bem, eu arrumo! — Mark finalmente cedeu e foi arrumar os livros enquanto Jinyoung apenas o assistia.

[...]

— Terminei, agora posso entrar em pânico? — Mark perguntou limpando gotículas de suor que escorriam pela sua testa.

— Claro.

— EU NÃO ACREDITO QUE MINHA VELOCIDADE SUMIU! — berrou Mark. — Af, agora nem tem mais graça entrar em pânico.

— Ah, desculpa, mas era meu emprego ou seu drama.

— Opa, drama não, desespero!

— Tanto faz… — Jinyoung revirou os olhos.

— Tá, e o que eu faço agora? — perguntou Mark suspirando.

— Olha, o que você vai fazer eu não sei, mas eu tenho que fechar a livraria e acho que você deveria ir para casa. — Jinyoung responde seco.

— Eu não sei como ir para casa, meus poderes não estão funcionando.

— Cara, já são nove e meia da noite, não posso ficar por mais tempo aqui. — Jinyoung respondeu.

— Mas eu não tenho onde ficar, o que eu faço?

— Tem umas pousadas baratinhas por aqui. — respondeu o mais alto.

— EU NÃO TENHO DINHEIRO, CARAMBA! — disse irritado.

— Ah, e você quer que eu faça o quê? — Jinyoung perguntou e bufou.

— Me leva para a sua casa, por favor, só essa noite! — pediu Mark.

— O quê? Tá achando que eu sou defensor dos fracos e oprimidos pra ficar ajudando um super herói? Vai que você é um assassino, e me mata? Sou lindo demais pra morrer! — dramatiza.

— Te matar? Mas eu sou o herói, por que eu mataria você?

— Vai saber!

— Por favorzinho, só dessa vez! — Mark se ajoelhou na frente de Jinyoung e uniu suas mãos. — Por favor!

— Eu já disse não. Quer que eu repita?

— Por favor Jinyoung! — implorou e agarrou as pernas do mais novo.

— Tudo bem, mas faça o favor de me soltar.

— Obrigado, sério, eu te devo muito por isso! — agradeceu e apertou as mãos de Jinyoung.

— Vamos logo que eu estou com sono. — se soltou do aperto de Mark e se virou para a porta. — Ah, e eu quero você indo embora amanhã cedo! — se virou novamente para o outro e disse.

— Tudo bem, amanhã eu tento novo, quem sabe meus poderes não voltem. Ou isso seja apenas um sonho, ou pior, um pesadelo… — Mark diz.

— Para de drama e vamos logo! — reclamou Jinyoung.

E então foram para casa de Jinyoung.

[...]

— Olha, você dorme no sofá e eu no quarto, e não faça barulho, pois os vizinhos são muito chatos. — Jinyoung mandava ao abrir a porta da sua casa, e Mark entrou devagar, observando o local.

— Sua casa é bonita. — o mais velho elogiou.

— Tem miojo no armário, vou fazer pra nós jantarmos enquanto você toma banho. — disse Jinyoung. — Ah, e tira essa fantasia idiota, você por acaso tá achando que tá onde?

— É meu traje de velocista, cara! — revirou os olhos.

— Sua mãe te deixou cair do berço quando você era pequeno? — perguntou Park num tom debochado.

— Dá para parar de me julgar? Eu salvo o mundo, mano.

— Vem aqui no meu quarto então, superman, vou te emprestar um pijama. — Jinyoung o chamou, ainda debochando de si.

— Pelo menos não me confundiu com o arqueiro. — Tuan deu de ombros e subiu as escadas com o mais novo.

— Toma seu banho e coloca isso, o banheiro é nessa primeira porta. — Jinyoung lhe deu um pijama e uma toalha.

— Tudo bem.

“Ainda bem que me livrei desse maluco por uns minutos.” pensou Park, indo até a cozinha e colocando a água para ferver.

— Jinyoung, onde eu penduro a toalha? — o Tuan apareceu do nada e assustou o mais novo.

— Que isso? Demorou menos de 5 minutos no banho, por acaso é o Flash? — perguntou Jinyoung e Mark deu um tapa em sua própria testa, desacreditado com tamanha burrice.

— Eu não vou nem falar nada. — respondeu e se sentou na mesa, enquanto observava o outro voltando a fazer o miojo.

Após um tempinho, eles já haviam jantado e Mark estava lavando a louça enquanto Jinyoung arrumava o sofá para o mais velho dormir.

— Estou ouvindo um celular tocar, é o seu? — o mais velho pergunta apontando para onde o som vinha.

— Sim! — Park berra e corre atender.

— E aí, Jinyoung? — A voz de Youngjae invadiu a sala, pois Jinyoung havia colocado o celular no viva-voz.

— Que foi? — perguntou Jinyoung e tirou do viva-voz, colocando o celular em seu ouvido.

— Nossa, seu grosso, eu ia te chamar pra beber. — respondeu Choi, fazendo seu convite.

— Eu até iria, mas um cara que eu tenho certeza que bateu a cabeça num poste apareceu na livraria falando que é o Flash, e agora eu to ajudando ele. — Park disse procurando Mark com os olhos, para ver se ele estava ouvindo a conversa.

— Hey, eu também sou um super herói, posso te salvar desse louco, o que acha? — sugeriu, cantando o amigo – na brincadeira –, que explodiu em gargalhadas.

— Só se for o super trouxa. — caçoou o amigo. — Não, não, melhor: O supreman!

— Nossa, eu to morrendo de rir aqui hein, mas se você não quer sair eu vou chamar o Jackson então. — respondeu num tom irritado, fazendo Jinyoung rir mais ainda.

— Tudo bem, chame ele, hoje eu não posso mesmo…

— Okay, tchau, boa noite. — se despediu e finalizou a chamada.

“Ele realmente está bravo…” Jinyoung pensou.

— Não pode o quê? — Mark entrou na sala e se sentou no sofá.

— Sair com meu amigo, já que tem um embuste aqui em casa, né? — reclamou o mais novo e se jogou ao lado do outro.

— Ah, então é assim? Me abriga aqui e depois reclama? — fingiu indignação.

— Eu te abriguei? Você que implorou!

— Exatamente! Eu implorei, mas não te obriguei. — finalizou com um sorriso sarcástico e apoiando suas mãos atrás de sua cabeça, logo a deitando e fechando os olhos. — Peguei no pulo.

— Droga! Vou dormir, se vira aí e boa noite. — Park disse e saiu revirando os olhos ao ouvir o outro murmurar um “durma bem” de volta.

Teria uma bela noite de sono sem uma pessoa para encher seu saco…

Ou ao menos era o que ele pensava, pois Mark acordava a cada duas horas chorando e dizendo que isso era apenas um pesadelo e que ele queria acordar logo.

E foi assim por longos dois dias.

Mas isso mudou quando no terceiro dia Mark apareceu, do nada, na livraria o abraçando e pulando de felicidade.

— Minha velocidade voltou! — Tuan dizia alegremente pulando.

— Significa que você vai embora? — Jinyoung perguntou com um sorriso no rosto.

— Sim! Posso ir embora e parar de ouvir você reclamar de mim o dia todo! — disse e sorriu.

— Ok, vai lá Sonic, corre pra sua dimensão.

— Você adora me chamar por personagens antigos, né? Mas não me afeta, pois eu estou tão feliz que minha raiva por você até passou, eu poderia te dar um beijo de felicidade agora! — Mark diz e vai para cima de Jinyoung, selando seus lábios aos grossos do mais velho.

O beijo durou nada mais que cinco segundos e Mark então se deu conta do que fez.

— Mark… — Jinyoung ia perguntar o que o outro havia feito mas a resposta era óbvia demais.

— Eh, desculpa… — Tuan proferiu e então se tocou de que já podia ir embora. — Tchauzinho! — acenou e saiu correndo para fora da loja, deixando Jinyoung com cara de taxo.

[...]

— JINYOUNG ACORDA! — Jackson berrava e dava tapas no rosto de Park.

— Eu não acredito que ele nem agradeceu por ter ficado em casa! — gritou ao acordar e de repente viu Jackson na sua frente. — O que você tá fazendo aqui?

— Quem ficou na sua casa?

— O Mark!

— Me chamou? — de repente um menino apareceu na frente de Jinyoung.

— ‘Ala, o Flash! — disse e apontou para o menino, vulgo Mark, que estava em sua frente o olhando como se ele fosse louco.

— Tá maluco, cara? — Jackson perguntou. — Mas como você sabia que ele queria comprar um quadrinho do Flash?

Jinyoung ficou encarando Mark, depois Jackson, e foi intercalando, até que se tocou: Tudo aquilo foi apenas um sonho!

— Ah, eu aguentei aquela droga de menino por três dias para depois ter sido apenas um sonho? — reclamou Park e se levantou.

— Já tá tudo bem? — Wang perguntou e o outro assentiu. — Okay, vou arrumar esses livros que caíram, provavelmente você desmaiou pois caiu algum em sua cabeça.

— Sei lá. — respondeu e foi até Mark. — Qual quadrinho você quer? — perguntou e suspirou. Pelo menos ele não tava falando que era o Flash dessa vez.

Se bem que, nesses “três dias”, Jinyoung havia criado um apelido para Mark, e mal podia esperar para usá-lo. É uma pena que ele tenha acordado antes de usar o “Relâmpago Marquinhos” que tanto planejou.

 


Notas Finais


Hey, esperamos muito que tenham gostado, porque a gente se esforçou para ficar boa para vocês.


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