História Take care now - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Grey's Anatomy
Tags Cristina Yang, Crowen, Owen Hunt
Visualizações 177
Palavras 1.888
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um capítulos de sentimentos, muitos e intensos!

Capítulo 26 - De amor e de intensidades


Fanfic / Fanfiction Take care now - Capítulo 26 - De amor e de intensidades

Cristina está sentada bem no meio da cama do quarto que abriga Meredith quando sua pessoa vai à Suíça visitá-la. De pernas cruzadas, braços soltos ao longo do corpo, ela fecha os olhos e respira fundo. Owen, que acabara de sair do banho e não a vira no quarto que os dois dividem, não demorou a encontrá-la e apenas se recosta à estrutura da porta para observar a médica. A beleza dela sempre o afeta de modo a não saber dizê-lo. E ele simplesmente sabe que por trás daquela aparência de calmaria há um furacão se formando, um algo grande que aquele pequeno corpo é capaz de criar e mudar o eixo do mundo. Ao menos do mundo de Owen.

Yang respira mais uma vez e abre os olhos para encontrar o céu de Hunt sorrindo para ela.

— Hey – a voz dela é suave e a cirurgiã aponta o seu lado para o major. Sem hesitar, Owen se deita na cama e põe a cabeça no colo da morena, que lhe sorri.

— Você está bem? – ele sonda.

— Você quer saber se estou bem com o fato de termos sido aprovados pela assistente social e a ideia de Ally vir pra cá em definitivo ter se tornado mais real?

— Ahm...

— Sim, estou bem – ela deixa suas mãos brincarem entre os fios do ruivo – E você, Owen, você está bem?

A primeira resposta dele é o silêncio, um fechar de olhos e um suspiro profundo aproveitando o carinho em seus cabelos recém-lavados.

— Quando decidi vir para Zurique, confesso que eu tinha algumas expectativas – diz ainda de olhos fechados – Mas você, doutora Yang, superou todas elas! – sorri e a olha com todo sentimento que lhe transborda – Você me acolheu quando eu cheguei, me permitiu ficar na sua vida e renovar a promessa de 40 anos ao seu lado, recomeçando a contagem. Você me faz sentir inteiro novamente, seguro de que eu estou bem e de que nós... nós temos um futuro – ela se abaixa e sela seus lábios aos dele – Nunca mais me deixe sem os seus beijos! – os dois sorriem.

— Tenho planos de beijar você todos os dias! – ao ouvi-la, Hunt move seu corpo e rapidamente a deita, ficando sobre Cristina.

— Esse é um ótimo plano, doutora Yang – seus olhos passeiam pelo rosto que ele tanto adora antes de lhe buscar os lábios e beijá-la primeiro com ternura, deixando aos poucos o desejo invadir aquela dança de bocas e línguas.

Quando ele passa a beijá-la no pescoço e apertar sua cintura, Yang abre um sorriso largo e o deixa saber o quanto ela gosta daquelas carícias.

— Nós precisamos de um quarto – Cristina lhe diz bem perto do ouvido e Owen a olha sem entender.

— Achei que já estivéssemos em um – brinca e faz um carinho com seu rosto no dela.

— Você sabe que eu adoro quando você é lerdo – ela provoca e ele franze o cenho - Nós precisamos de um quarto para Ally, Owen. Nossa Ally – ela diz com um brilho novo nos olhos.

— Nossa Ally! – ele repete e se apaixona ainda mais, como se possível fosse, pela mulher que tem nos braços – Nossa filha – diz sorrindo e com os olhos marejados.

— Nossa filha – Cristina se sente transbordar ao se ouvir dizer aquelas palavras, como se algo tivesse sido restaurado e outro algo nascido dentro dela.

Sim, ela, Cristina Yang já se sabe mãe de uma criança que lhe tomou de assalto o coração e lhe ensinou sobre um amor que até então só conhecia de ouvir. Claro que ela ama seus afilhados e ama também Owen Hunt. Mas seu amor por Ally é de alguma forma diferente de todos os outros. Algo que não lhe fora imposto, que não tirou nenhum pedaço dela, ao contrário, fez com que ela se sentisse ainda maior e plena.

Owen muda a posição dos dois, ele a aconchega em cima de si e o casal permanece se olhando, conectados um com o outro.

— Alguma ideia do que você quer fazer? – ele ajeita o cabelo dela atrás da orelha.

— Não sei nem por onde começar... – ela sorri e deita a cabeça sobre o peito dele, ouvindo-lhe o coração bater.

— Acho que ela gosta da Pequena Sereia... – faz referência ao quarto que a ruivinha escolheu no hospital.

— Você ao menos sabe por onde começar – ela comenta e fecha os olhos – Eu não entendo nada dessas coisas!

— Hey! – Owen se senta e a leva junto dele, abraçando Cristina em seu peito – Nós podemos pesquisar juntos sobre quartos de criança. Aposto que existem profissionais que podem nos ajudar também – ele sorri e faz cócegas na barriga dela, onde sabe que Cristina é mais sensível, fazendo-a sorrir também – E você é capaz de criar um quarto incrível para Ally.

— Owen, para! – diz em meio a uma gargalhada, o som preferido do major Hunt no mundo.

— Apenas se você concordar comigo.

— Ok, você venceu! – ela se rende com as bochechas coradas, a alma mais leve e ainda ofegante – Mas que fique claro que a decoradora da família é a minha mãe.

— Bom, você pode pedir a ajuda dela... – sugere.

— Se você quiser continuar dormindo no nosso quarto, nunca mais repita isso! – ela o repreende séria.

— Mas...

— Não! Eu não quero minha mãe por aqui dando opiniões em tudo, dizendo que eu não levo o menor jeito pra nada a não ser a Medicina e que eu não vou saber cuidar da minha filha! – cruza os braços e o encara.

Antes de responder, Owen se aproxima com cuidado e faz carinho nos braços dela, como de dissesse que a entende e que está tudo bem.

— Você é a melhor mãe que a Ally poderia ter. Nunca duvide disso, nem por você e nem por ninguém – segura o rosto dela e diz olhando em seus olhos – Ok?

— Ok... – ela se vê respondendo ao se encontrar tão dentro dos olhos de Owen que não lhe é possível pensar em mais nada. Os dois sorriem e Cristina se ajeita melhor no colo dele, passando os braços ao redor do corpo do ruivo e iniciando um beijo lento e cheio de significados.

— Wow...

— Adoro seu cheiro logo depois que você sai do banho – ela brinca com o nariz pelo pescoço dele – Adoro quando você deixa sua barba assim – passa o rosto pelo de Owen e mexe seus quadris ao mesmo tempo.

— Cris...tina!

A morena observa o homem que ela ama com atenção, cada pequena reação dele aos movimentos dela e se delicia ao ver o desejo e a excitação de Owen. Cristina inclina devagar o rosto sobre o do ruivo e quando seus lábios finalmente se encontram, ambos gemem, sonorizando o prazer, tremendo sem querer quando ela passa a língua pela dele, sem pressa, seduzindo-lhe a boca e se afastando de vez em quando para beijá-lo devagar e com mais amor que desejo.

Em meio ao beijo, Hunt acaricia Yang com a ponta do indicador pelos lados do corpo. É o bastante para ela mexer ainda mais o quadril sobre ele. O casal de cirurgiões geme em uníssono, um na boca do outro.

— Eu me perco completamente em você – ele murmura nos lábios dela antes de se afastar, observando o rosto da médica enquanto tira peça por peça as roupas que cobrem os dois – Vem... – ele se acomoda meio sentado na cama e a chama de volta para o seu colo, que ela prontamente atende.

O ruivo trava os braços ao redor da cintura fina e delicada, fazendo com que ela fique suspensa exatamente na altura em que pode lhe beijar os seios. Uma carícia que os dois desfrutam com igual prazer.

— O...wen! – ele está de olhos fechados, apenas se deleitando com o prazer de poder tocar aquela parte dela apenas com os lábios, de ter aqueles seios pequenos e macios em sua boca, passeando a língua envolta dos mamilos e sentindo-os endurecer aos seus beijos enquanto ela joga a cabeça para trás e tenta descer pelo corpo dele, buscando-lhe o sexo.

Hunt sabe o que Yang quer e afrouxa o laço ao redor dela. Os dois se olham, perdidos um no outro, sabendo-se um do outro. Ele deixa que ela faça do jeito dela, no ritmo que ela ditar. Sem deixarem de se olhar, ela segura o pênis ereto dele em sua entrada e desce lenta, porém, decididamente nele, fazendo as mãos de Owen irem de imediato até suas costas e seus olhos se fecharem. Nos segundos em que o mundo para para os dois, Cristina lhe toma os lábios e logo os corpos dos dois estabelecem um ritmo constante e prazeroso: para dentro e para fora, para dentro e para fora.

— Hmmm – Cristina solta um gemido com uma longa expiração. É como se tivessem sido feitos para estar ali.

— Você é linda – Owen sussurra entre os beijos e então a olha. Ele a percorre com os olhos enquanto mantém o movimento de vaivém. Ela prende as pernas na cintura dele e corre os dedos por seus braços muito de leve.

Aproveitando-se de sua força física, o major inverte as posições dos dois e a acomoda de costas na cama. Quando sabe que ela está confortável, sai devagar de dentro de Cristina e volta com força. Ela grita, deixa a cabeça pender para trás e suas bochechas tremem. Yang agarra os ruivos cabelos, puxando os lábios dele para si, passando a língua por seu lábio inferior e mordendo-o de leve. Ele a invade de novo e mais uma vez. Os dois já ofegantes.

— Nunca vou deixar você ir embora – ela o avisa entre beijos.

— Não quero que me deixe ir, nunca! – ele responde com a voz trêmula de prazer. Sua língua varre o lábio inferior dela e ele ofega ao mesmo tempo em que empurra o quadril para a frente, penetrando-a mais uma vez.

Cristina passa a mão pelos fios ruivos cortados bem baixinho, puxa os lábios de Owen para os seus e o devora num beijo que lhe expõe todo o prazer que ela está sentindo.

Ao mesmo tempo em que o ruivo entra dentro dela, a morena sente o corpo se desintegrar. Cada partícula de si torna-se meia partícula do corpo suntuoso desenhado pelo amor dele, um corpo que passa a fazer parte do céu, do sol, do ar e das nuvens. Para que o sublime tenha possibilidade de acontecer, apenas importa a verdade. E Owen sente com toda clarividência que Cristina é a mulher com a qual pode fazer amor durante toda a vida com o mesmo desejo. Um ser infinito que o torna infinito.

— Goze comigo, Cristina – ele pede. E com mais três estocadas, a mente dela fica em branco. Os dois estremecem juntos, ele grita, ela geme alto e longamente quando sente a ereção dele se expandir, tremendo, antes de liberar o líquido quente dentro dela.

Owen cai sobre Cristina, mas dosando o peso de seu corpo para não machucá-la. Eles ficam abraçados um no outro, tentando trazer a respiração ao normal. Cada sensação dos dois parece conter em si o dom do desdobramento, um dom que faz dos beijos uma festa de sabores e das carícias a porta de entrada a um universo cada vez mais ousado e particular, feito dela e feito dele. Cristina e Owen, um amor feito da refração do sol e da condensação da chuva, do cio das marés e dos continentes.


Notas Finais


Mereço amor em forma de comentários?!
#Crowen


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