Miyo-chan

Miyo-chan
Ninguém
Nome: N. B. Oddy
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São Paulo, São Paulo, Brasil
Aniversário: 13 de Maio
Cadastro:

Miyo-chan - Ninguém

Você é tão retardado assim ou fez curso?

Vil - Ficha Complementar (Incompleta)

Postado

Vil - Ficha Complementar (Incompleta)

|Nome|
Leigh Aleksey Vlatka
"Healer", "Savior of mankind" e "Great Ruler", respectivamente.
Ou, numa interpretação rasa, "Líder curandeiro que salva a humanidade", algo próximo disso. Na realidade, seu nome reflete mais as expectativas dos pais sobre si, expectativas que Leigh vive o tempo todo, carregando-as sobre os ombros estreitos da mesma forma que Atlas foi castigado a suportar o peso do mundo.

A maioria das pessoas o trata por Lee, mas Kenna prefere chamá-lo de Alek.
Os pais sempre se referem a ele como Leigh.

Vlatka é o sobrenome original da família, o sobrenome que Kenna descartou por não se achar digna e trocou por Vymirat.

|Idade|
16 anos - 11 de janeiro

|Aparência|











Um conceito:

Tortinhas de caramelo salgado com coberturas de mirtilos e amoras selvagens debaixo do céu estrelado das três da manhã, sobre o telhado de casa, na companhia de um cobertor, uma lanterna, fones de ouvido tocando 10 horas de Hans Zimmer - Time e, por último mas não menos importante, uma pilha de livros grossos feito troncos sobre medicina, psicologia e, curiosamente, conexões de almas.

Cabelos escuros tal qual um olhar recheado de luxúria, porém macios como a carícia de um amante durante uma tarde chuvosa. São a própria pedra ônix em coloração - embora haja quem compare-o com amoras e mirtilos, pois, dependendo da iluminação, parecem ganhar um tom de roxo - e carregam um suave cheiro de tenro. Um pouco compridos, vão até um pouco além da nuca e a franja lisa escorre por sua testa, fazendo cócegas em seu nariz e escondendo parcialmente seus olhos.

Olhos dóceis e viciantes como o próprio caramelo, feito de açúcar queimado, escondidos tanto pela franja quando pelo óculos de armação retangular preta. Olheiras pesam debaixo deles, carregando noites em claro por conta de pesquisas sem resultados.

Lábios finos e pouco rosados - culpa da anemia, resultado da alimentação precária; irônico, considerando sua magia - expressam os sentimentos em sua forma mais pura e honesta, em suas expressões não há espaço para mentiras, somente, talvez, para verdades omitidas.

A genética favorável concedeu-lhe uma boa altura, no entanto, devido à alimentação precária - culpa de si mesmo, que dá mais atenção às buscas e informações do que à própria saúde -, não está crescendo tanto quanto deveria. Atualmente tem 1,63m, mas se comesse e dormisse apropriadamente, atingiria facilmente 1,80m, senão mais.

Poucos músculos, força física não é sua maior arma, mas sim, o conhecimento.

Dor e saudades e confusão presas em sobrancelhas franzidas molhadas de suor às cinco da tarde após mais uma tentiva falha de pesquisas. Honestidade em lábios com feridas de tanto mordidos, pungência na língua macia que tanto aprecia doces, sobretudo pêssegos. Água nos olhos inchados de cansaço e choro por não entender, por não lembrar de tudo.

"O seu nome, qual é, irmã?"

"Eu vou te ver de novo?"

"Eu lembro da sua marca e das vezes
que você me abraçou durante a noite
por conta dos meus pesadelos,
mas por que não me recordo da sua voz?"

"Eu sinto sua falta"

"Sinto saudades do seu calor"


Um garoto definido por uma única palavra:
Leigh

|Personalidade|

Não somos perfeitos. Mas nós podemos tentar.

Leigh, com seus 16 anos, é um pequeno gênio. Determinado, focado, ele corre atrás do que lhe interessa e o que pode vir a ser útil, aprende rápido como ninguém, sendo capaz até mesmo de realizar algumas coisas com perfeição na primeira tentativa. Cético, questiona a tudo e todos, às vezes se divertindo ao vê-los confusos com suas perguntas complexas ou específicas, brincando de bagunçar suas crenças e pensamentos com sua lógica ilógica, um sistema de argumentação persuasivo, quando você menos espera, está concordando com ele e nem percebe.
Uma conversa com ele é como um dia na biblioteca mais antiga e mais completa do mundo, não há presença mais convidativa a uma conversa do que a dele. Leigh encanta facilmente por ser um perfeito ouvinte, mas, da mesma forma, também tem muito a compartilhar, como uma enciclopédia ambulante. Uma com capa dura, sincera, mas folhas de ouro - e algumas outras parcialmente carcomidas.

Curioso, ele gosta de aprender, seja através de livros, relatos, filmes, etc.... Mas o que verdadeiramente lhe interessa são as experiências. É um garoto que, apesar de cauteloso, apesar de procurar não errar, não tem medo de viver. Toma alguns riscos - parte calculados, parte apostando no destino - e, sendo o resultado bom ou ruim, ele aprende a partir disso, assimilando as informações rapidamente. Experienciar, aprender, aplicar. Claro, ele se frustra - chega, de vez em quando, até mesmo a chorar de frustração/raiva - quando não sucede em algo, mas logo se recompõe e retorna às tentativas, afinal, todo acerto vem de tentativas e erros. O peso da responsabilidade que os pais colocam em seus ombros não contrubui muito para sua saúde mental. Leigh exige horrores de si mesmo, sente que deve sempre ser o melhor em tudo e, ainda que tente agir como se um erro não fosse nada demais, no fundo, no fundo, dói. A ideia de não ser bom o suficiente para os pais o apodrece de dentro para fora. Enquanto não for bom o suficiente, enquanto não for perfeito... Como irá achar sua irmã perdida no tempo e espaço e não consegue nem cuidar da família que o cerca? Seu desejo de encontrar Kenna é grande ao ponto de ser doentio. Ele precisa achá-la para se sentir completo mais uma vez, afinal, eles sempre foram uma dupla, ela sempre cuidou de si, sempre lhe deu amor aos montes. E também foi embora por amor, porque julgava ser "a vergonha da família". Ah, se ela soubesse o quanto o inspirava... Ainda mais com o cachecol vermelho.

"Vermelho é a cor dos heróis!"
E riam.


Aleksey precisa ser precisado, mais precisamente, precisado por Kenna. Ele quer que ela dependa dele da mesma forma que ele sempre dependeu, quer compensar os vários anos de rejeição que se passaram com extrema atenção e carinho. E, ainda que suas intenções para com ela sejam boas, a forma que as expressa é um tanto quanto assustadora.

Apesar de gênio direto, pode ser influenciado pelas próprias emoções, embora seja pouco provável, uma vez que ele procura manter a cabeça no racional. Mas quando o assunto cai em família, na irmã, especificamente...
Alek é insano. Louco com moderação, por assim dizer. E isso o torna perigoso, tanto quando estável, quanto quando instável.

Afinal, a sabedoria é sua maior arma.

É um garoto repleto de conhecimentos gerais, mas isso não significa que tem menos especificações. Biológicas, é claro, é sua área preferida. No entanto, as Exatas, a física, a astrologia, tudo lhe interessa. As Humanas também. Algo mais complexo do que a arte?
Quanto mais exigir reflexão e raciocínio, mais Leigh tende a gostar. São poucas as coisas que lhe atraem mais do que o difícil, do que a dúvida. O desconhecido é sua inspiração e Kenna... Kenna é sua motivação.

☆ ☆ ☆

Tem a mania de tamborilar os dedos sobre qualquer superfície, mas isso não é indício de impaciência. Muito pelo contrário, ele faz isso quando está concentrado, refletindo sobre algo.
Quando irritado, coisa rara, Leigh tende a franzir as sobrancelhas e deixar claro o que lhe incomoda, objetivo. Não gosta de deixar assuntos pendentes, não teme colocar o dedo na ferida se isso significa curá-la, ou seja, resolver os problemas.

Diferente do que muitos podem pensar, já que Alek costuma andar sozinho, é um garoto que socializa com facilidade, se adaptando às diversas condições com incrível facilidade, pois é flexível. No entanto, se algo lhe incomoda, ele não irá ficar calado. Irá protestar e provar seu ponto com argumentos tanto racionais quanto emocionais.

Quando em grupo, Alek acaba sendo a melhor opção de liderança, embora não admita. Nesse ponto, o garoto reconhece suas qualidades, abilidades, etc., mas do mesmo modo reconhece suas falhas, sendo bastante humilde, preferindo dizer, por exemplo, que a vitória se deve ao esforço do grupo, não à coordenação e método dele.

É uma pessoa incrivelmente gentil, porém extremamente perturbada por dentro.

|História|
Desde sempre Leigh é um garoto extremamente sensível, mas que nunca deixa nada transparecer. Quando criança, os pais diziam rindo que o filho portava-se como um adulto, avaliando opções antes de tomar decisões, palavras desde muito cedo lhe fluíam com facilidade, em todos os quesitos parecia-se com um adultinho. E desde sempre foi parabenizado por isso, por ser tão maduro, por ser tão responsável, tão inteligente.

Mas, vocês devem saber, ninguém amadurece por amadurecer. Toda e qualquer mudança é consequência de alguma causa. E, no caso de Leigh, a perda de Kenna foi o fator chave.

Aos treze anos, via-se no colegial. Era o garoto quadrado, não faltava nenhuma aula, entregava todas as lições e trabalhos na data certa – senão com antecedência –, vivia em função dos elogios que o nutriam. Tão isso, tão aquilo... Nunca feliz, porém. Tinha o perfil acadêmico perfeito, um cérebro almejado por muitos, habilidades invejadas, magia impecavelmente treinada, nada lhe faltava – exceto felicidade. Quem diria que o garoto prodígio não dormia durante a noite, porque passava-a aos prantos? Quem diria que ele corria para casa não porque era do tipo atlético, mas porque todo dia alimentava as esperanças de que Kenna estaria lá para recebê-lo com seus abraços quentinhos?

Acontece que, eventualmente, a dor se torna pungente, amarga. E consome de dentro para fora. Aos quatorze Leigh percebia-se diferente. Não era mais o garoto quadrado. Aprendera a tomar formas que agradassem as pessoas à sua volta, ou seja, aprendera a contentar os que lhe cercavam a fim de conseguir mais elogios, a fim de suprir o carinho que a irmã lhe provinha há tanto, tanto tempo.
Sorrisos e palavras bonitas e mais um monte de fatos científicos aleatórios – nada disso era novo para Leigh, não havia mais o que lhe chamasse a atenção, fisgasse o interesse... Era pura reprodução para surpreender as pessoas e fazer com que gostassem de si. Mas, no fundo, sabia que não gostava dele, Aleksey. Ainda que se esforçasse para ser gentil e amável – coisa de sua natureza – como Aleksey, sabia que preferiam e sempre prefeririam Lee, o garoto culto e bacana e sociável e feliz e filho único.

Aos quinze o vazio se tornou um conforto. Continuava gentil com todos, altruísta, dava o seu melhor e mostrava seus melhores sorrisos às pessoas. Mas já não era mais para ser amado, e sim, simplesmente porque eram esses os valores que lhe foram ensinados pela irmã, há muito tempo. Ela que não parava de falar sobre bondade e como ele, Alek

|Magia|
Sua principal magia é a de cura. O garoto se especializou nela de tal forma que não é capaz de criar uma chama sequer, mas chega perto - senão nos próprios limites - do impossível da medicina, mesmo para os magos.

Cura desde cortes à costelas fraturadas que perfuraram pulmões, é capaz de reduzir um câncer - não consegue curá-lo , mas pode reduzi-lo consideravelmente -, ou mesmo regenerar pequenas porções de um corpo. Um dedo, um olho, pedaços não muito grandes. Por exemplo, se alguém perdesse o braço até a altura do ombro, o máximo que ele poderia fazer seria regenerar um tanto do músculo e da pele, de modo a cicatrizar a ferida sem a necessidade de cirurgia. Mas isso lhe custaria muito esforço, por isso o garoto opta por fazer uma cirurgia rápida com pouca ajuda de sua magia.

Aqui vários exemplos de como ele ganha dinheiro (escondido dos pais):

Medicine
https://imgur.com/a/WmgwT

Fazendo e vendendo remédios (online ou mesmo em farmácias especilizadas) que, de alguma forma, são reparadores mais dos estados mental, emocional e espiritual do que do físico, visto que é o que parece ter mais demanda no mercado mágico. Apesar disso, Aleksey também vende seus remédios para humanos, já que defende a vida, a saúde e o bem-estar de todo e qualquer ser vivo, não importa sua "etiqueta".

Perdão por não ter colocado imagem por imagem, o Jornal ficaria pesado demais e, consequentemente, difícil/demorado de carregar, fora que não consigo fazer isso bem pelo celular.


Sua magia secundária é Archive, a magia da pesquisa. Essa magia o permite acessar todo e qualquer tipo se informação já registrada, não importa a forma, pode ser áudio, escritura, papel, virtual, etc., contanto que não esteja somente na fala ou no pensamento, Leigh tem acesso. Basta saber fazer a pesquisa certa - o que, por acaso, ele sembre sabe.
No entanto, o uso dela o desgasta bastante, uma vez que informação demais passa por sua mente em questão de poucos segundos. Se uma pessoa comum levaria uma hora para ter o melhor resultado, entre cinco a dez segundos ele o acha, mas acaba bastante cansado.
Além disso, é necessário o mínimo de poluição sonora, caso o contrário, as pesquisas passam a levar mais tempo, pois Leigh não consegue se concentrar propriamente. Para isso, porém ele sempre carrega consigo fones de ouvido com isolamento acústico, de modo a poder fazer suas pesquisas em qualquer lugar, ouvindo alguma música ou som/ruído neutro, que o permita pesquisar em paz.

Pelo menos metade das vezes Aleksey faz as pesquisas sentado, pois, ao terminá-las, as chances de estar tão esgotado ao ponto de ser incapaz de se sustentar são altas.

Obs.: Houve uma vez, uma única vez, em que ele se esforçou demais pesquisando, passou tempo demais correndo pelas informações que chegou a convulsionar. Por sorte, os pais, ao ouvirem o baque de seu corpo caindo no chão seguido de mais batidas e coisas quebrando, foram lhe acudir e conseguiram o estabilizar sem que fraturasse nenhum osso nem nada, ficando somente com alguns hematomas que, no dia seguinte, se livrou.

|Música Tema|
Daughter - Medicine
(Sugiro o Remix do Sound Remedy)

Escutando: Medicine - Daughter
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