Miyo-chan

Miyo-chan
Ninguém
Nome: N. B. Oddy
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São Paulo, São Paulo, Brasil
Aniversário: 13 de Maio
Cadastro:

Miyo-chan - Ninguém

[I am shit, I am shit
Nuh nuh nuh nuhr
Fucking dick
I am shit, I am shit
Nuh nuh nuh nuh nu-nuh]


Bonjour, Bonsoir, Bonne Nuit~

Minha cor preferida é amarelo, apesar de eu só usar roupas pretas/azuis e adoro pastel de nata.
Não falo muito coisa com coisa – como deu pra perceber – e minhas fanfics preferidas costumam ser Angst total.

Pode me chamar de Miyo, Miumiu, Miau, Miyojo, Mimi ou Loirinha – só pra constar, eu tenho cabelo castanho, mas minha amiga jura que é loiro escuro ¯ \ _ (ツ) _ / ¯

Vil - Ficha Completa

Postado



"Sky above me,
Earth below me,
Fire within me."




"No momento em que eu realmente entender meu inimigo,
entendê-lo o suficiente para derrotá-lo,
então, nesse momento,
eu também o amo"

"There are all different sorts of love.
It can even become hate
– a thin line and all that –
and, really, hate is just another kind of caring."

"I hate and love. And why, perhaps you’ll ask.
I don’t know: but I feel, and I’m tormented."


⌠Nome⌡
Kenna Millie Vymirat

Kenna significa "Chama";
Millie, "Força, determinação";
Vymirat, por fim, mas não menos importante, "Extingue-se".
Nome por nome não se vê muito significado, no entanto, se juntá-los, terá uma interpretação próxima de "Forte chama que se extingue".

A maioria das pessoas a trata somente por Kenna, no entanto, Lev prefere chamá-la de Vymirat como forma de provocação, por vezes alternando com outros apelidos como Donzela, Princesa, Boneca, dentre outros.

⌠Idade e data de nascimento⌡
20 anos | 13/02

⌠Sexualidade⌡
Bissexual

⌠Aparência⌡













Um metro e sessenta de puro esforço.
Dona de pele clara que nem debaixo do sol mais escaldante se queima, macia, com um perfume suave de pêssegos; dona também dos abraços mais calorosos, assim como de vários machucados espalhados pelo corpo, resultado brigas que se iniciam no calor do momento, Kenna é uma garota visivelmente atraente.
Seu corpo é cheio de curvas. Tem os ombros estreitos, os seios avantajados, cintura bem desenhada - mas isso não indica que ela come pouco, só é "magra de ruim"mesmo - e um quadril na medida certa. As coxas bem torneadas estão sempre um pouco à mostra devido a escolha da saia, que costuma ficar um pouco mais curta do que deveria, uma pequena provocação que pode vir a ser útil em brigas, ainda mais com homens ou quem quer que tenha algum interesse carnal.

Seus cabelos lisos não vão muito além do meio das costas, castanhos com traços de ruivo, sempre soltos, exceto por sua franja, presa por duas presilhas vermelhas para não tampar seus olhos.

E seus olhos... Ah. São a noite em si. Um par de piscinas de nanquim, devorando a luz, tamanha sua intensidade. Nuvens de cinzas vulcânicas enterrando obsidia e âmbar-negro em sua profundidade.
Olhos nebulosos que refletem os céus, tão, tão escuros que corpos celestes residem neles.
O universo é capturado nesses olhos negros e, quando olhares se cruzarem, finalmente entenderão o que é observar as estrelas.

Fala com o corpo, através de olhares e sorrisos, vezes provocantes, vezes gentis - nem sempre honestos, porém.
É uma garota que esconde muito debaixo da camisa de mangas compridas, atrás de sorrisos e mentiras difíceis de se discernir da verdade, enterrada e apagada.

"Você sempre sorri como se estivesse prestes a chorar."


⌠Personalidade⌡

Constituída de sorrisos e esforço, Kenna é uma garota que dá tudo de si para se integrar nos meios.
Pode ser bastante cabeça dura, teimosa, insiste tanto nas pessoas quantos nos projetos e planos, sempre levando-os até o fim, nunca larga uma pessoa para trás, nada pela metade ou mal feito, tendo essa mania de perfeição, pois acha que, sendo boa em tudo e dando todo e qualquer passo somente após certificar-se de que tudo está do jeito que deveria ou até melhor, ela pode compensar sua vergonhosa falha com a magia.

É naturalmente irritadiça, mantendo a guarda alta o tempo todo mesmo com as pessoas mais gentis, por vezes soltando farpas ou dando respostas atravessadas, mas procura se conter ao máximo, pois, como dito anteriormente, ela tenta fazer parte do todo por mais difícil que seja conter seus impulsos de raiva e/ou frustração, que costumam levar à destruição total ou parcial do que há ao seu redor.
Conter a faísca que leva ao incêndio não faz com que ela se extingua, no entanto. Por isso Millie sempre acaba se metendo em brigas, sua forma de alívio emocional, além de divertimento. Nada faz o sangue correr em suas veias tão vigorosamente quanto uma boa briga, ou melhor, desafios, competições. São poucas as coisas que ela mais ama do que competições, desde "Quem come mais" até "Quem dá o soco mais forte". No fim das contas, ganhando ou perdendo, ela sempre acaba rindo - de verdade.

Kenna não é exatamente a garota mais apaixonante, mas é gentil ao seu modo, geralmente fazendo pequenos atos, todos sempre realizados com uma postura um tanto envergonhada. Atos que passam despercebidos. Por exemplo, se alguém perguntar se ela viu algum pertence seu, é quase certeza de que ela saberá onde ele se encontra, visto que nada deixa de ser notado. Ela presta muito mais atenção do que parece prestar, repara nos mínimos detalhes, guarda-os em sua memória fotográfica com carinho, pois sabe que amar é prestar atenção nas pessoas e também cuidar delas, ainda que isso signifique machucar a si mesma. Portanto, é comum vê-la entretida observando as pessoas que considera, ou assisti-la fazer pequenas gentilezas, como dar seu guarda-chuva à alguém e sair na chuva.
Calorosa, ela sabe ser uma ótima companhia, embora seu comportamento comum - pavio curto, vontade de debater sobre o que fazer, querer fazer coisas o tempo todo, ser sempre útil, competitivo - possa sabotá-la.

Millie tem essa necessidade de companhia, justamente por ser uma pessoa extremamente solitária. Ainda que esteja cercada de pessoas, no fim, está sempre sozinha, insegura. Por isso faz de tudo para manter as pessoas próximas de si, por isso sorri mesmo quando não está bem ou morde os próprios lábios róseos, evitando uma briga - embora essas façam com que ela se sinta viva.
As brigas são outra forma de lidar com a frustração de ser incapaz de fazer muito mais do que algumas fagulhas com sua magia. Ela desconta no desgaste físico, trocando socos e chutes e diversos outros golpes com quem a provocar o suficiente, coisa relativamente fácil, devido ao seu temperamento explosivo.
E quando nem mesmo as lutas conseguem tranquilizá-la, Kenna queima as coisas. Quanto maior a área do incêndio, melhor.
Ela espalha chamas por uma cidade inteira, mas nem uma labareda sequer encosta nas pessoas próximas a si.

⌠História⌡
Quando a casa toda se reduziu à cinzas, os pais aplaudiram, orgulhosos de sua criança que, tão pequenina, já era capaz de tanto. Aquela era uma garota com potencial, diziam para os amigos, colegas de trabalho, parentes. Uma criança prodígio, era o que Kenna era aos seus seis anos. E todos se orgulhavam dela: mamãe, papai e inclusive seu irmão mais novo, Aleksey, que mal entendia palavras com seus dois anos, mas também parecia feliz com a situação toda.
Aos dez, Kenna continuava sendo a garota especial, aliás, era ainda mais parabenizada pelos pais por seu "comportamento exemplar e autocontrole impecável", afinal, as explosões e incêndios que causava já não eram mais catastróficos, eram do tamanho ideal. Alek, agora com seis, ainda não descobrira quais as suas incríveis capacidades. Mas logo chegaria a sua vez de brilhar, assim como a irmã.
Aos doze, porém, Millie mal acendia a lareira. Suas chamas, o reflexo de sua alma, já não queimavam com a mesma intensidade antes, e isso era uma vergonha para os pais, para a família, para ela. Como assim a menininha que um dia fora o exemplo de mago, agora criava chamas que mal esquentavam?

◈ ◈ ◈

O dia que o pai gritou consigo não foi o pior. Também não foi o dia em que a mãe disse que se vergonhava daquele fracasso. O dia em que passaram a chamá-la apenas de Kenna, ao invés de filha, partiu seu coração em milhares de pedaços, mas ela, criança, ainda amava-os com todos os cacos.

Pior foi o dia em que o pai lhe catou pelo braço, e lhe bateu. Sentou na cadeira da cozinha, sacou um cigarro do maço e colocou-o debaixo da mesa, onde Kenna estava encolhida. "Acenda", rosnou. A garota criou uma chama trêmula, acendendo a ponta do cigarro. O pai tragou uma vez, puxou o bracinho da filha para o seu colo, segurando-o ali com firmeza. Soprou a fumaça em seu rosto e, finalmente, apagou o cigarro na pele da garota. Millie chorou.
"Acenda", escutou o rosnado mais uma vez, fazendo que não com a cabeça. Sabia que ele queimaria sua pele de novo.
"Eu disse acenda", Kenna obedeceu. E ele tornou a tragar e apagar em sua pele. Repetiu a mesma coisa até chegar ao filtro do cigarro, amassando-o com força contra o fundo do cinzeiro. Pegou outro, recomeçou, mas desta vez trocou o braço.
Ouvir sua criança chorar doía em seu âmago, mesmo que não admitisse. Mas ele sabia que estava fazendo o que era bom pra ela. Por isso acendeu o terceiro cigarro, embora não houvesse nem mais um pedaço de pele que não estivesse queimada. Mandou que Kenna tirasse a camiseta, marcaria suas costas.
No entanto, após a terceira queimadura, o cigarro desfez-se em cinzas e fumaça por entre os dedos do homem. Então a mão que segurava o corpo magro de sua criança começou a arder, bolhas surgiam em sua pele e estouravam quase de imediato, os pelos de seu braço sumiram, queimados. A mesa pegou fogo mais do que depressa, logo sendo consumida pelas labaredas, quentes como o próprio inferno.

O pai suspirou aliviado, escondendo um sorriso. Sabia que ainda havia magia em sua menina. Instantes depois, o sorriso se desmanchou. Kenna estava desacordada, e ele mal sentia sua presença, como se estivese...
Vestiu a camiseta nela novamente e levou-a ao quarto, onde acordou seu filho mais novo para que ele pudesse curá-la, afinal, este era seu dom, sua magia, a cura. O garoto de oito anos ajeitou o casaco do pijama e esfregou os olhos, em seguida fitando o corpo quase inerte da irmã, pôs uma mão sobre seu peito, certificando-se de que ainda subia e descia, então fitou o pai e deu de ombros, entrando na cama da irmã, logo pegando no sono abraçado à ela.

Na manhã seguinte, Kenna acordou com Alek lhe entregando um cachecol vermelho, o preferido dele. Ela abriu a boca para questioná-lo, mas ele levou o dedo indicador aos lábios, pedindo silêncio. Saíram de casa sem serem percebidos pelos pais, pondo-se a vagar pelas ruas. A garota não fazia a menor ideia de onde iam, até ver nas mãos do irmão uma chave. Na verdade, não uma chave qualquer, mas a chave que pertencia a mãe, a chave que levava aonde o usuário precisa ir.
Aleksey entrou num beco, encaixando a chave na fechadura da porta dos fundos de um hotel. Então deu dois passos pra trás, indicando que era Millie quem deveria girá-la e abrir a porta.

Saíram no centro da cidade, pela porta dos fundos de um restaurante. À sua frente, uma lojinha que parecia ser chinesa e, na frente dela, uma senhora esguia, cabelos presos num rabo de cavalo comprido.
"Estava à sua espera", ela murmurou, adentrando a loja, fazendo um movimento com a mão para que as crianças a seguissem.
O cheiro, a princípio, era de incenso forte, quase nauseante. Mas, estranhamente, passou a ter um cheiro de... lar. Um cheiro agradável que fazia com que os irmãos ficassem mais à vontade. Acomodaram-se num sofá laranja. A senhora se ajoelhou diante de Kenna, erguendo sua camiseta e observando a marca em seu peito: um floco de neve. Ela passou a mão pelos cabelos, pensando um pouco antes de se pronunciar. "Você está certo, garoto. Isso não tem cura.", ela riu, se levantando e pondo três xícaras de chá, dando uma a cada criança e bebericando da terceira. "Isso é amor, querida. Você tem uma alma gêmea solta por este mundo, e sem ela você enfraquece."

◈ ◈ ◈

Em casa, Kenna deitou na própria cama, enrolando-se nas diversas cobertas. Todo esse tempo vendo sua magia desvanecer pouco a pouco, vendo os olhares dos pais amargarem mais e mais, sentindo a energia lhe ser sugada do corpo por conta de uma outra pessoa?

"Devolva a minha magia, desgraçado"

"Eu te odeio"

"A culpa é toda sua"


"Meu elemento é fogo, e a chama se apagou."


◈ ◈ ◈

Durante o sono da família, se esforçou o máximo o possível para se apagar das memórias dos três, o que lhe custou bastante. Murmurou entre lágrimas e soluços mudos para os pais que dormiam, depois para o irmão:

"O vazio vai deixar vocês bastante confusos. Desculpe, eu queria poder criar memórias, mas só posso apagá-las. Mas... Bom, eu vou lembrar de vocês, e espero do fundo do meu coração que não lembrem de mim."



(Mal sabia ela que só conseguiu se apagar das lembranças dos pais, mas não das do irmão.)

⌠Gostos e Desgostos⌡

✔ Gosta de observar e aprender sobre as pessoas com quem se importa, fazendo pequenas gentilezas sempre que puder.
✔ Gosta de fazer exercício físico intenso, pois, mesmo que acabe exaurida, se sente melhor por conta da endorfina, além de ter a necessidade de estar se mexendo quase o tempo todo, sendo útil.
✔ Uma das coisas que mais a alegra é ser elogiada, embora não aconteça muito frequentemente sem ser num tom malicioso.
✔ Atiçar fogo às coisas. Como sua magia é fraca sem Lev por perto, ela depende de combustíveis como gasolina, álcool, dentre outros. Quanto maior o incêndio, melhor.
✔ Ama ver e rever as memórias que partilha com Lev. São como livros, e ela ama estes.
✔ Brigas e competições
✔ Cozinhar e comer todo tipo de doces; e quanto mais complicado, mais empolgada ela fica em fazê-lo.
✔ Amarelo é sua cor preferida, por ser uma cor feliz.
✔ O cachecol vermelho que afanou do irmão é um de seus bens mais preciosos.
✔ Apesar de não vê-lo desde os doze, Kenna ama o irmão como sempre amou.
✔ Dançar, curiosamente, é algo que Millie faz bem e aprecia muito.
✔ Ficar de mãos dadas.
✔ Sucos em geral, mas sobretudo o de maracujá.

✘ Odeia que lhe toquem o corpo, sobretudo os braços e costas. Prefere que lhe segurem pela cintura do que pelo braço.
✘ As marcas de cigarro espalhadas pelo corpo são motivo para andar de mangas compridas até mesmo nos dias mais quentes.
✘ Odeia ser fraca, quase incapaz de usar a própria magia. Ela se sente inútil, uma vergonha, e esse sentimento a quebra mais do que qualquer outro. A ideia de ser um fracasso.
✘ Não suporta ver os outros mal. Faz de tudo para colocá-los pra cima, nem que isso signifique virar o mundo de ponta cabeça.
✘ Cigarros são alvo principal de seu ódio.
✘ Seus pais
✘ Falta de organização também não é algo muito bem aceito por Kenna. Ela tende a arrumar as coisas em ordens específicas, mesmo que as coisas não lhe pertençam.

⌠Manias⌡

▽ Descontar a raiva ou frustração ao queimar ou quebrar coisas.
▽ Flertar - É algo inevitável, ela faz sem perceber. Mexe no cabelo e morde o lábio, mas faz sem querer. Isso acontece com mais frequência na presença de Lev.
▽ Passar as mãos pelos braços constantemente, num movimento de proteção.
▽ Riscar fósforos ou acender um isqueiro o tempo todo.
▽ Passar o dedo nas coberturas de doces.

⌠Medos e Fobias⌡

▼ Medo de ser abandonada/ficar sozinha
▼ Medo de se tornar incapaz de usar sua magia.
▼ Medo de esquecer
▼ Medo de matar Lev
▼ Medo do pai
▼ Medo de ferir alguém que importa

⌠Magia⌡

Sua magia principal é o controle do fogo. Com ele, poderia dar vida à criaturas feitas de flamas, explosões enormes, criar um fogo tão quente que consome as coisas à sua volta mais depressa do que o comum. Mas a ausência de Lev a leva a ter suas magias enfraquecidas a medida que eles se mantêm afastados, portanto, após 20 anos sem tê-lo por perto, sua magia se limita a pouco mais que criar algumas faíscas ou fogo morno, estranhamente quase frio.

A outra magia, a que é originalmente da alma que divide com Lev, é a de apagar memórias. No entanto, pode somente apagá-las, não substitui-las. Deixa um vazio nas lembranças das pessoas. Se elas são capazes ou não de ligarem os pontos e irem relembrando as coisas por si só... Já não é mais da conta da garota.

⌠Par⌡
Lev, chamado por Kenna de Amorzinho, Querido, Meu bem, Loirinho e, principalmente, Esquentadinho.
A princípio, ela não resistirá o impulso de tentar matá-lo por "roubar sua magia e memórias", mas, no instante em que o ver, ela deve perceber que antes da faísca de ódio, há um sentimento estranho e nostálgico de sempre tê-lo amado, e isso é o que a enlouquece ainda mais, a ideia de gostar de quem "não deveria". Mas, aos poucos, ela vai sendo mais dócil com ele.

⌠Música tema⌡
Human Race - Three Days Grace



⌠Marca⌡
Bom, ela ainda não pertence ao Círculo, mas queria fazer com que ela estivesse prestes a fazê-lo, entende?
Esta seria a marca dela:

Planetas em seus braços, cobrindo algumas das queimaduras.

E esta é a marca que ela carrega no lado esquerdo do colo - logo acima do seio -, a marca que deve se alterar no instante em que Kenna tocar Lev.

A marca antes se ser alterada


A marca após eles se encontrarem

⌠Filial⌡
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