Miyo-chan

Miyo-chan
Ninguém
Nome: N. B. Oddy
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São Paulo, São Paulo, Brasil
Aniversário: 13 de Maio
Cadastro:

Miyo-chan - Ninguém

Você é tão retardado assim ou fez curso?

BMAS - Primrose May Robin

Postado



I must stay conscious
Through the madness and chaos
So I call on my angels
They say
Oh, ye of so little faith
Don't doubt it, don't doubt it
Victory is in your veins
You know it, you know it
And you will not negotiate
Just fight it, just fight it
And be transformed

Katy Perry – "Rise"




A hero can fall
The light can become the dark
A powerful can be powerless
A child can be the victim
An innocent can be guilty
A brave can be terrified
A hunter can be the prey
An optimist can lose all hope




Dados Básicos

⌠Nome⌡
Primrose May Robin

Prim nasceu para trazer felicidade. Sua mãe, porém, tivera dois abortos espontâneos e estava prestes a desistir de ter filhos, quando Prim foi concebida. Nove meses depois, a menininha nasceu. Era bem pequena quando bebê, e era mais leve do que deveria, mas era sadia.
Porém, Maya, a mãe, não sobreviveu ao parto. Os braços que a primeiro pegaram não foram os de sua mãe, mas os de seu pai que, no instante em que a viu, se apaixonou por ela. Mesmo com toda a dor de ter perdido a esposa, seu pai não pôde deixar de sorrir, sem saber ao certo que nome lhe dar. Ele e Maya haviam pensado em tantos... Mas nunca chegaram a nenhuma conclusão. No fundo, sabiam que no instante em que olhassem para sua filha, saberiam o nome dela.
Ele a balançou um pouquinho, observando-a com o carinho de um pai. Aos poucos o nome lhe foi vindo.

— Rose... Primrose. — "A primeira rosa", a primeira de outras que viriam. Apesar de ausente, seu pai era um homem que almejava mais do que tudo uma família. Filhos. — Primrose Maya... Não, não. Primrose May. — ele soltou um risinho triste, pensando na maravilhosa mãe que Maya teria sido... Ele esperava que Primrose também fosse uma, quando chegasse sua vez. Por isso May, tanto pelo significado ("Mãe carinhosa"), quanto pela homenagem à sua esposa. — Primrose May Robin, minha princesinha.

Robin, o nome de família, tem o significado de "Ilustre fama".

⌠Apelidos⌡
Prim/Rose
Tanto só Prim quanto só Rose, ambos são usados por quem quer que a conheça. Como é uma garota que não dá muita bola para como a chamam, não se importa de ser chamada assim mesmo por desconhecidos. São só formas curtas de seu primeiro nome, e Prim é o mais comumente usado, inclusive em sua casa, já que é como os irmãos lhe chamam.

Maa
Tendo vários irmãos mais novos e uma madrasta tão ausente quanto seu pai, Prim acaba sendo várias vezes confundida como "Mãe" por seus irmãozinhos, que a chamam de Maa. Como ela não consegue resistir sua fofura, acaba por deixá-los chamarem-na assim, achando até graça nisso, embora às vezes tente dizer que devem chamá-la de Prim.

Princesa/Princesinha
Princesinha era como seu pai lhe chamava quando pequena, um apelido pelo qual a garota ainda tem algum carinho, mas ao mesmo tempo odeia. Principalmente após colegas começarem a chamarem-na de Princesa, já que seu pai, um dos mais famosos cozinheiros no mundo, é conhecido por ser O Rei.

⌠Gênero⌡
Ainda que por vezes questione os próprios gostos e trejeitos, Prim se identifica como uma mulher cis,

⌠Orientação Sexual⌡
Demissexual | Birromântica

⌠Nacionalidade⌡
Australiana

⌠Data de Nascimento | Signo | Idade⌡
05/07/2058
Câncer
16 anos

⌠Aparência⌡

1,80m | 59kg | Calçado 39-40

Prim é uma garota de estatura alta, comprida como um todo; pernas compridas, braços compridos, dedos compridos... E todos finos, às vezes podendo parecer que ela vai quebrar, já que tem pouca massa muscular e pouca gordura, sendo uma pessoa "magra de ruim" – ou talvez só de metabolismo acelerado – já que é sempre vista comendo coisinhas aqui e ali.

Seu rosto largo e queixo acentuado, pontudo. Seu nariz é levemente arrebitado e pequeno. Sua boca também é pequena e seus lábios finos de pouca cor, apenas levemente róseos e repletos de feridas, devido à mania de puxar pelinhas, uma vezque seus lábios são secos – ela não cuida muito das aparências.
Suas madeixas loiras são mais longas na frente, passando um pouco seu queixo, e mais curtas atrás, chegando à sua nuca. Ela procura sempre manter o cabelo amarrado num rabo ou pelo menos distante dos olhos e do que faz.



Seus olhos castalhos-avelã – cujas pupilas se assemelham às de um gato – são grandes e têm um formato que faz com que pareça sempre brava ou estressada, como se estivesse sempre com uma carranca. Suas finas e curtas sobrancelhas também contribuem para isso, o que acaba por afastar várias pessoas de perto de si. No entanto, quando parece brava, Prim só está concentrada – e, ser tirada de seus pensamentos num momento de concentração são definitivamente um motivo de raiva, então... É comum que confundam quando ela está brava e quando ela só está concentrada, já que apenas uma tênua linha divide seu humor.



Quando a tiram do foco, ela fica absurdamente brava, erguendo os punhos como se fosse socar a pessoa – mas logo se controla, pede desculpas caso tenha asssutado a pessoa e só pede para que diga logo o que quer ou para que a deixe trabalhar.



... A menos que se trate de um amigo. Se uma pessoa próxima a tirou a concentração, provavelmente fez de propósito, o que a irrita bastante, mas ela acaba só xingando a pessoa de nomes estúpidos – como ela tem irmãos mais novos em casa, procura evitar falar palavrões, substituindo-os por outras coisas, o que faz com que Prim tenha um enorme repertório de xingamentos esquisitos e ridículos, por vezes infantis.



As pessoas às vezes também podem crer que ela as julga com o olhar, já que a flagram encarando-as com o que parece ser ódio. Na realidade, Prim só está pensando em alguma outra coisa. É comum vê-la num mundo à parte.



Quando está realmente olhando para alguém – o que ela sequer tenta disfarçar, pouco se importando se perceberam ou não, somente se desculpando, sem graça, caso perceba estar incomodando –, tende a se inclinar um pouco na direção de quem observa, e seu rosto parece sem expressão – sem julgamento –, somente relaxado. Quando se trata de pessoas mais novas, porém, é comum ver um pequeno sorriso brotar em seus lábios e seu olhar se transformar num de puro carinho involuntariamente.



Inclusive, seu olhar é como ela se comunica. Apesar de passar a maioria do tempo ou sem expressão, ou com cara de quem está prestes a assassinar alguém, Prim se mostra uma pessoa incrivelmente expressiva, principalmente quando pega de surpresa – ou quando finalmente entende "os climas". Sendo uma pessoa bastante lerda se tratando de sentimentos, interações sociais, ler a atmosfera e quitais, ela costuma não reagir, porque não entendeu direito o que se passa. Por exemplo, se alguém flertar com ela, é provável que ela fique com a cara de tacho, até aos poucos entender a situação. À medida que for entendendo, seus olhos vão se arregalando, suas sobrancelhas se erguendo, o rosto de pele pálida ficando de uma cor quase carmim.







Inexperiente com esse tipo de coisa – situações sociais em geral, ppft. –, é comum que ela fique perplexa, repensando o que ouviu/viu por um bom tempo. É como se seus sistemas fritassem, e ela entrasse em curto. Suas bochechas e as pontas de suas orelhas queimam por um bom tempo, ou até que ela se concentre novamente.



Ciente de sua falta de reações diante de várias situações e imprevistos, Prim acaba por evitar contato com muitas pessoas, culpa de sua vergonha. Então procura manter distância de seu crush, por exemplo, se contentando em admirá-lo de longe.



Seu corpo é repleto de machucados e algumas marcas, não só por se meter em brigas constantemente – que é o que faz com que suas mãos estejam sempre cobertas de band-aids –, mas também devido à sua saúde frágil. É mais do que comum que Prim fique doente, já que está sempre se esforçando ao máximo, descansando muito menos do que deveria. Mas nem por isso falta às aulas. Sua imensurável dedicação faz dela uma pessoa durona, mas ainda levemente abobalhada. Por exemplo, quando alguém com quem ela não tem muita intimidade lhe pergunta se ela está melhor do resfriado ou coisa do tipo, ela perde totalmente a compostura, tropeçando em palavras e ficando absolutamente sem-graça.



E quando lhe perguntam dos machucados que conseguiu em brigas – os curativos, os cortes, os roxos e tudo mais... –, ela nunca sabe o que dizer. Por um lado, gostaria de contar o verdadeiro motivo, por este ser um motivo nobre. Por outro lado, não quer expor mais do que deveria. Novamente, entra em "curto", simplesmente se fazendo de desentendida e falando coisas absurdamente burras, por conta do nervoso.



"Bandagem? No m-meu rosto? Eu não faço ideia do que você está falando."
Caso insistam, porém... Ela admite ter se metido em briga, o que pode tanto provocar medo em alguns, quando admiração em outros. Levando em conta sua altura e sua carranca... É mais normal que fiquem com medo, embora Prim, na realidade, seja uma das pessoas mais dóceis que há.



Brutalmente honesta, ela costuma apontar erros, mas de forma a não chatear quem está criticando, de um jeito a incentivá-lo a melhorar. Às vezes o faz sem sequer perceber, sem pensar, é natural, um instinto ajudar os demais. Mescla suas críticas construtivas com elogios e dicas, o que pode surpreender muitos que não estão acostumados a ver seu lado gentil, tampouco o brincalhão ou o lado "mãezona".







Principalmente com pessoas mais novas e pessoas fofas, Prim parece uma pessoa totalmente diferente, sorrindo aos montes, se mostrando bastante empolgada com qualquer coisa que digam. Acaba por, involuntariamente, tratá-las como crianças, ajudando-as com o que quer que seja e vigiando-as, como se fossem seus filhos. É bastante cômico para quem assiste, mas pode ser um pouco irritante para quem é tratado como criança. Principalmente devido à diferença de altura – que costuma ser absurda, já que Prim tem uma estatura alta.





⌠Photoplayer⌡
Echizen de Tanaka-kun wa Itsumo Kedaruge



Dados Pessoais

⌠Personalidade⌡
Prim é uma garota muitas vezes vista como sisuda e arrogante, uma vez que se mostra inexpressiva, como se não se desse o trabalho de sequer expressar um sorriso quando conversando com alguém, como se não desse a mínima para a pessoa, como se a pessoa fosse desprezível;
Ou uma vez que está quase sempre de cara fechada – isto é, concentrada – e, quando lhe tiram dos pensamentos, o fato dela se irritar, o fato de perder o temperamento facilmente é outra coisa que contribue para a imagem negativa que aos poucos foi construída e agora é a que prevalece. Como ela não tem a melhor memória, é comum que nomes e orstos lhe faltem, o que faz com que ela não reconheça as pessoas que às vezes se dirigem à ela, o que pode causar certo tumulto, já que algumas dessas pessoas são supostamente famosas entre os alunos. É comum, por exemplo, que Prim não se recorde de Hanya e sempre pergunte quem é ela – digo, à princípio era para valer, de cara Prim nunca se lembrava dela, mas aos poucos perguntar quem era ela passou a ser um ato de deboche, só para irritar a garota.
❝ É só porque ela é a Princesa que ela acha que pode tratar os outros como lixo. ❞


Mesmo ciente desta má fama, Prim não se esforça muito em mudá-la. Ela não se importa muito em ser mal vista, uma vez que seu principal – na verdade, único – foco em BMAS é se sair bem em culinária. Dessa forma, ela não se esforça tanto em decorar o nome das pessoas, até porque acredita que suas personalidades, seus feitos e o empenho que colocam no que fazem seja algo de maior valor para se recordar – esse modo de ver as coisas às vezes lhe compre alguns pontos com as pessoas, já que ela não se recorda de seus nomes, mas costuma se lembrar do que fizeram, de como fazem algumas coisas, de como gostam de outras coisas... Sua mente, quando não concentrada, se ocupa de pequenas observações, embora ela aparente não prestar atenção em nada.
Mas, de novo, o seu maior foco é a culinária. Deixem que os boatos e nomes corram pelas bocas dos outros. Deixem que lhe desafiem, que tentem lhe bater, que lhe chamem de Princesa.
❝ O resto não importa ❞, ela mente.


Na realidade, ela se importa. Não com tudo o que listei antes, mas com o fato de ser chamada de Princesa. É algo que, ainda no começo do Ensino Fundamental, lhe tirava do sério numa questão de segundos. Agora, ela só fecha seus olhos para isso, apesar de sentir o cenho franzir e algo dentro de se quebrar mais um pouquinho toda vez que escuta o apelido. Um apelido que era para ser tão querido, o primeiro apelido que teve na vida e que lhe acompanhou ao longo de toda a infância, o apelido que seu pai lhe deu, agora seu apelido mais detestado.

Desde muito nova Prim já se mostrava uma garota extraordinária, tendo uma performance excepcional na culinária, o que lhe rendeu prêmios e, consequentemente, atenção. Desde então, porém, começou a ser comparada com o pai. As conversas que tinham com ela, eram sobre ele. Aos poucos, Prim foi evitando conversas com pessoas da área, assim como entrevistas e quitais. O apelido Princesa introduzido ao público nessa época, e foi quando todos começaram a lhe chamar assim – Ainda que quisessem elogiá-la, Prim não conseguia sentir nada mais do que frustração; Frustração essa que mais de uma vez já se tornou raiva cega, ao ponto de comprar brigas à toa, etc.
Odeia com todas as suas forças o maldito apelido, assim como odeia homofóbicos, transfóbicos preconceituosos em geral, uma vez que seu irmão, o segundo filho, já foi e ainda é alvo de ódio de um desses grupos. Odeia as pessoas que dizem que ela herdou o talento e odeia até mesmo que diz, querendo agradar, que deve ser legal ter talento natural como ela tem.
Mas, nem por isso, ela só destila ódio.
Ela, tendo a brutalidade honesta que tem, não consegue esconder o ódio que sente por algumas coisas. Mas várias vezes ela converte o ódio em motivação. Se só a reconhecem pelo nome, ela vai fazer com que reconheçam pelas habilidades.
Além disso, Prim, por prestar atenção em outros aspectos além de nome, reputação e quitais, sabe reconhecer o trabalho e esforço mesmo de quem ela não gosta.

Mas, de novo, ela não se importa muito em conhecê-los por inteiro, se contentando com os poucos e bons amigos que tem, os únicos que se dão o trabalho de ver além do que está na frente de seus narizes, os únicos que não se importam com seu título, que realmente valorizam seu esforço. Tão poucos que ela conta nos dedos de uma mão, o que faz deles muito, muito queridos pela loira alta.
Com eles, ela é calma e costuma se mostrar madura, ajudando-os como puder, assim como sendo ajudada. Ela os apresenta suas criações e pede para que comentem, sem se importar em magoá-la – o que é muito difícil de acontecer, uma vez que ela nunca os decepciona. Para eles, ela sorri. Ela brinca e mostra seu lado amável. Claro que, apesar de comumente ser calma e madura, ela tem seus momentos de bobeira, falando besteiras, fazendo dramas de brincadeira, imitando Hanya como divertimento e quitais. Não é porque ela se mostra dura que ela deixa de gostar de amor.

Inclusive, boa parte do seu amor é dirigido a gente mais nova e coisas fofas e rosas em geral. Não é algo exatamente voluntário, mas como Prim tem irmãos mais novos e um mega instinto materno – este que ela nega ter, uma vez que se acha desorganizada e acha que seria uma terrível mãe, embora constantemente prove o contrário –, gente mais nova e coisas fofas mexem com algo dentro dela, ligando seu "modo Mãezona".
Alguns podem achar divertido, alguns podem gostar, mas outros podem também achar esse seu lado insuportável. Ainda que Prim fique toda fofa, ela acaba tratando as pessoas como crianças, ajudando-as com até mesmo as mínimas coisas. Pergunta se quer que ela segure a mochila enquanto vão ao banheiro, pergunta se já comeram, se dormiram bem, se gostariam disso, se já fizeram aquilo, etc. Ela se mostra mais do que gentil, o que, vindo dela, pode ser um tanto surpreendente. Mas é simplesmente o costume – a loirona acaba tratando-os como se fossem seus próprios irmãos, pouco importa o tamanho deles, ela sempre dá um jeito de achá-los bonitinhos em tudo o que fazem, repetidamente elogiando-os por qualquer coisa que façam, por exemplo.

Falando em estatura... Prim sempre esteve acostumada a ser a mais alta da classe, por isso adora quando encontra alguém tão alto quanto ou ainda mais alto do que ela. É um gostar imediato, algo cômico. Ela abraça a pessoa ou põe as mãos sobre seus ombros e diz, séria "Finalmente alguém que eu consiga olhar nos olhos". Logo depois ela pergunta o nome da pessoa e realmente tenta decorá-lo, embora muitas vezes acabe se esquecendo e depois aderece a pessoa por suas características físicas ou pelo seu jeito, dando longos apelidos para as pessoas. Não é raro escutá-la chamando as pessoas por apelidos kilométricos que, por diversão, vão aumentando a cada encontro. Então, se começa com "Ruivinha", em pouco tempo já se torna "Ruivinha-da-caebça-quente-que-quase-quebrou-a-mão-socando-a-parede-no-calor-do-momento-e-depois-riu-comigo-no-caminho-para-a-enfermaria". Prim, por mais sisuda, chata, exigente e arrogante que pareça, tem um bom senso de humor – embora ela também seja a pessoa que faz a piada do "É pavê ou pacumê" –, podendo facilmente rir com quem estiver disposto a superar os muros que ela mesma construiu.
Em geral – e nem ela sabe o porquê –, a loirona acaba tendo mais amizades com garotos. Ela tem uma amiga ou outra, mas sempre teve mais amigos. Talvez por seu jeito de ser, talvez por se meter em brigas, talvez isso, talvez aquilo. Ela não sabe, mas também não se importa muito, embora fique um tanto confusa quanto a isso.

Na realidade, ela fica confusa com muitas coisas, como mencionei. Prim é lerda, e muitas vezes nem se dá conta do que está acontecendo na frente de seus olhos. Ela constrói de destrói climas sem perceber. Na verdade, ela percebe, mas com um grande atraso, geralmente quando já pagou o mico ou já estragou tudo. Fazer comentários nos momentos errados é o mais comum, perguntando se pode pegar as coisas no armário onde duas pessoas estão encostadas, se pegando. Ou perguntar quem é tal pessoa quando ela está ao seu lado/atrás de si. Essas reações brutalmente honestas e ingênuas podem divertir as pessoas à sua volta, fazendo com que ela pareça fofa. Isso, felizmente, acaba quebrando a sua imagem de Princesa, embora Prim não relacione as duas coisas.

Como também mencionado antes, a garota fica doente fácil. Isso se deve aos esforços que ela não poupa, se tratando dos irmãos. Cozinha todas as refeições todos os dias – de manhã ela já deixa pronto o almoço e só pede para que esquentem –, fas as tarefas domésticas, compra coisas para eles, leva todos a passeios... Ela os ama demais, e às vezes até se assusta com o desejo que cruza sua mente: o de ter filhos. Mas após uma pequena fantasia passar por sua cabeça – ela se imagina cuidando de uma criança levemente parecida consigo e imagina quem seria seu parceiro/sua parceira –, Prim se joga de volta à realidade e diz que é muito nova, que não achou a pessoa ideal para isso ainda e que ela só deve ter um foco na vida, que é destronar o pai, tirando seu título, ou apenas mostrar que ela vale o seu título de Princesa, não por ter o mesmo sobrenome que o Rei, mas sim por suas habilidades.

⌠Qualidades e Defeitos⌡
𝓠𝓾𝓪𝓵𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮𝓼

△ Ela presta bastante atenção nos outros, embora isso passe despercebido. É verdade que ela não lembra os nomes, mas ela repara em coisas que podem passar batidas pelos outros. Bastante chegada às entrelinhas, ela repara nas pequenas coisas. Por exemplo, num relacionamento, se seu parceiro(a) espera ouvir um "Eu te amo" sair da boca dela frequentemente, ele(a) vai se decepcionar. Prim mostraria seu amor nos pequenos gestos, em outras palavras. "Eu fiz o seu prato preferido", "Toma cuidado", esse tipo de coisa. É como se ela ignorasse a pintura, mas olhasse minuciosamente cada pincelada.

△ Ela é brutalmente honesta, o que faz com que não meça palavras para criticar algo ou alguém, ou o que faz com que diga tudo o que pense a respeito de algo sem nenhum filtro. Isso às vezes contribui para que as pessoas a enxerguem como alguém arrogante. Mas, por outro lado, também pode fazer com que riam de seus comentários, até porque ela costuma perceber o que disse um tempo depois e fica toda sem graça, achando que foi muito rígida ou que deprimiu a pessoa – quando acontece, ela tenta pedir desculpas, mas costuam ser tarde demais, a pessoa já foi embora. Mas ela insiste em pedir desculpas, nem que tenha que pagar o mico de se perder pelos corredores na procura da classe da pessoa, querendo desculpar-se pessoalmente.
Além disso, apesar de sair criticando as pessoas, suas críticas são equilibradas, já que Prim faz uma análise "fria" das pessoas. Então, enquanto diz que algo não saiu bom, complementa dizendo que a pessoa tem a capacidade de melhorar.

△ Prim tem uma determinação e um foco inabaláveis, pondo todas as suas forças no que quer conquistar. Põe tudo o que tem, toda a experiência, a vontade, o capricho, além de um pouco de si. Coloca seu coração em tudo o que faz.

Se ela quer, ela consegue, e não é por ser mimada, mas sim obstinada.

△ Aberta a mudanças, Prim se conforma com coisas novas rapidamente – ela não se incomoda e às vezes até aprecia mudanças, desde que não a desviem de seu caminho. Não se incomoda em, por exemplo, mostrar a escola toda para algum aluno que entrou no meio do ano escolar, ou não se incomoda em fazer hora extra no trabalho, não se incomoda em fazer algum trabalho extra que os professores pediram.
Ela também não mantém a mesma imagem de alguém para sempre, já que espera que as pessoas errem, acertem, aprendam, enfim, mudem e gosta de ser surpreendida por mudanças de atitude vindo dos outros. Por exemplo, quando alguém lhe diz "Você não é tão arrogante quanto eu pensava" ou quando alguém lhe agradece pelas críticas e diz que elas o ajudaram, dentre outros.

△ Bastante habilidosa, Prim é muito boa em trabalhos manuais – carpintaria, marcenaria, consertos, costura, culinária, etc. – e tem um fácil entendimento de muitas "coisas de adulto": Ela sabe pagar boletos, contas, marcar consultas médicas... Sabe tudo o que precisa saber pra se virar sozinha, sendo uma pessoa independente e autossuficiente.

𝓓𝓮𝓯𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼

▼ Ela não cuida de si mesma. Nem no aspecto físico, já que várias vezes lhe falam que ela está usando as mesmas roupas do dia anterior, que sua blusa está do avesso, que seus cabelos estão despenteados, etc.; Nem moral, já que ela diz o que pensa, sem filtro algum, assim como não faz nada para consertar sua reputação de arrogante e quitais; Nem mental, já que dorme menos horas do que deveria, se preocupa quase constantemente com os irmãos, fazendo deles sua prioridade, e procura manter seus problemas para si mesma, evitando falar sobre tais porque "Não importam", uma vez que seu maior foco é a culinária.

▼ Uma péssima mentirosa, Prim não engana nem os irmãos mais novos. Ela tropeça nas palavras, sua, olha para os lados, balança de um lado para o outro, mexe no cabelo... O que ela tenta mentir nas palavras, seu corpo grita nos gestos. É como se sua natureza a proibísse de falar qualquer coisa que não a verdade. Então, quando ela se vê em situações em que tem que mentir, ela simplesmente omite ou desvia de assunto, embora mal estar pese em seu estômago toda vez que o faz.

▼ Justamente por sempre dar seu máximo em tudo o que faz, Prim acaba alimentando uma expectativa de que os outros também o fazem – ou, pelo menos, deveriam fazer. Por isso se decepciona profundamente, ao ponto de se indignar, quando vê alguém fazendo um trabalho meia-boca ou um trabalho sem a menor vontade. Irritada, ela costuam dizer que "É melhor não fazer do que fazer mal" ou "Se não está a fim, deixa que eu faço", o que faz dela bastante exigente, mas não por um mau motivo. De qualquer forma, ela costuma se arrepender depois, pensando nas dificuldades que seus irmãos tem com algumas coisas. Então ela se desculpa, e pergunta se pode ajudar a pessoa – isso já ajudando – ou pergunta se ela está com alguma outra coisa lhe ocupando a mente, se precisa conversar, etc. Ela não se disponibiliza a conversar, mas costuma encaminhar as pessoas ao psicólogo da escola. É apenas com a proximidade que ela diria "Sou toda ouvidos" ou "Desembucha", ou quando o psicólogo seria algo muito fora de mão/de difícil acesso.

▼ Uma ameba social, Prim não sabe absolutamente nada sobre como se comportar em eventos sociais e quitais – inclusive, é por isso que ela prefere manter poucos amigos, num grupo maior ela fica nervosa e sem jeito. Não sabe o que dizer, não sabe o que vestir, não sabe nada. Também por conta dessa inexperiência no conviver em sociedade, ela se mostra bastante ingênua, não sacando quando alguém está mentindo e se aproveitando de si, o que a torna um alvo fácil. Em compensação, quando está com poucas pessoas, ela parece saber lidar com qualquer situação, apresentando soluções simples e quase óbvias.

"... Às vezes eu fico com fome, mas eu não tenho a energia pra fazer um sanduíche, saca?"
"Come os ingredientes separadamente."
"... É o quê?"
"Se você não tem energia pra fazer o sanduíche, então come os ingredientes separadamente"


▼ Ela não é exatamente burra, mas ela demora a entender matérias escolares, inclusive porque aprende melhor e com mais facilidade na base da repetição – "A prática leva à perfeição" –, o que faz com que ela seja a aluna C+. Mas ela se esforça ao máximo, sempre que percebe que está ficando pra trás, ela senta e estuda e aprende e passa.
Mas todo o conteúdo que ela aprendeu e não usa, vai esquecendo aos poucos, o que faz com que ela estude o tempo todo pra relembrar coisas que aprendeu em outros anos e que servem de base agora.

⌠Habilidades e Inabilidades⌡
𝓗𝓪𝓫𝓲𝓵𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮𝓼

▲ Prim é muito boa em ensinar coisas às outras pessoas, podendo dar diversos exemplos, dicas, explicando de diferentes jeitos ou com diferentes palavras quantas vezes precisarem – ela tem uma paciência de jó.

▲ Ela é bem boa de briga. Ainda que não treine com tanta frequência, ela se mete em confusão regularmente e com todo tipo de gente, o que pode ser considerada uma forma de praticar. Às vezes o faz por diversão, mas é raro, costuma fazê-lo pela necessidade.

▲ Tem um ótimo senso de justiça, geralmente resolvendo desavenças entre várias pessoas. Coloca os fatos na mesa, leva em consideração todas as circunstâncias, o contexto e tudo mais.

𝓘𝓷𝓪𝓫𝓲𝓵𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮𝓼

▽ Várias vezes ela não consegue fazer coisas bobas como pedir ketchup extra no balcão, dizer que o pedido veio errado ou coisas do tipo. No instante em que outra pessoa manifesta não conseguir fazer essas coisas, porém, Prim imediatamente consegue fazê-las.
Basicamente, se for por ela mesma, ela não consegue, mas, se for por/para outra pessoa, ela é capaz.

▽ Ela não consegue argumentar muito bem. Ainda que tenha todas as suas justificativas muito claras em sua mente, não consegue colocar em palavras direito, o que pode gerar desentendimentos, já que às vezes ela quer dizer algo, mas isso pode ser interpretado de outra maneira ou não ficou muito claro, etc.

▽ Prim definitivamente não sabe se arrumar, o que faz com que ela use sempre as mesmas roupas, isto é, uma camisa branca simples e uma calça jeans ou uma saia comprida. Quando ela tenta se arrumar, as combinações saem horríveis, ela veste asroupas ao contrário ou do avesso, consegue fazer o impensável. Se ela aparecer em algum lugar com roupas bacanas, uma combinação bonita e quitais, pode apostar que foi o irmão quem a arrumou.

⌠Gostos e Desgostos⌡
𝓖𝓸𝓼𝓽𝓸𝓼

Cozinhar. Não só é uma paixão, mas é praticamente o centro do seu universo. Prim cozinha todo dia e todo dia ela gosta de experimentar coisas novas, temperos exóticos, assim como também gosta do tradicional. Ela ama de tudo, não tendo sequer uma comida da qual não goste, mas tem uma preferência por doces, que acabam sendo o seu forte. Mas ela também faz muito bem carnes e massas. Pode não saber combinar roupas, em compensação, sabe muito bem combinar temperos, ingredientes, ou pratos e bebidas, fazendo as combinações perfeitas.

✔ Qualquer atividade com seus irmãos. Literalmente qualquer uma. Por eles, Prim está disposta a fazer qualquer coisa, desde ir à parquinhos desses de praça até parques de diversões até viajar para a praia ou para as montanhas. Ela moveria montanhas por eles. Ela brinca com os mais novos de faz-de-conta, ajuda o mais próximo a estudar – e também pede ajuda para ele –, faz os pratos preferidos da mais nova. Leva e busca-os na escolinha e na escola sempre que pode, mima todos o tempo todo.

✔ Fazer compras, principalmente as de supermercado. Prim gosta de comprar coisas para os outros, seja para os amigos ou para a família. Mesmo sendo de família rica, ela tenta não gastar muito, mas às vezes joga tudo para o ar e compra presentes um pouco mais caros, a fim de surpreender.

✔ Ficar sozinha. Ainda que Prim ame seus irmãos de paixão, ela também gosta de ficar sozinha. De experimentar comidas e avaliá-las sozinha. De cozinhar sozinha. De sair e se divertir sozinha.

✔ Seu pai. Ao mesmo tempo que Prim o adora por tudo que ele já fez por ela, por ter acompanhado sua infância, por ter brincado consigo, por isso e por aquilo... Ela também o enxerga como um rival. Um de respeito. Ela vê o pai com admiração, mas também com audácia.

✔ Observar. Prim gosta muito de observar as pessoas, seja só por entretenimento, seja para conhecê-las ou para aprender algo com elas. Observa-as por curiosidade, observa por distração, observa por interesse. Seu olhar penetrante sempre a faz ser flagrada, mas nem por isso desvia o olhar. Na verdade, quando a encaram de volta, ela olha com mais intensidade ainda, como se buscasse algo nos olhos alheios, algo que ainda não viu ou ouviu, algo subjetivo. Ela busca comunicação.

𝓓𝓮𝓼𝓰𝓸𝓼𝓽𝓸𝓼

✘ Preconceito em geral, e qualquer um que tire conclusões precipitadas sobre ela e tudo que lhe importa. É comum que pessoas de mais idade lhe critiquem pela irresponsabilidade quando a vêem na fila do caixa do supermercado com os irmãos mais novos, dizendo que ela é muito nova para ter filhos, que provavelmente é uma vagabunda e quitais. Isso a deixa irada, porque eles não sabem nada sobre ela e mesmo assim se acham no direito de opinar.

✘ Sua madrasta. Prim nunca foi muito chegada à ela, e desde sua pré-adolescência a achava fútil. Até hoje acha isso. Não só fútil, como também irresponsável, já que seus irmãos são todos filhos dela, mas estão sempre sob os seus cuidados, já que a madrasta está sempre ocupada com alguma coisa "melhor". Uma mulher bastante feminina e vaidosa, a madrasta acabou por estragar a imagem que Prim tinha de mulheres – inconscientemente, Prim tenta ser o contrário do que a madrasta é, e também é por conta dela que Prim não tem tanta facilidade em fazer amigas.

✘ Prim odeia não conseguir fazer alguma coisa. Ela é do tipo de pessoa que nunca é boa o suficiente se não for a melhor, entende? Por isso também ela sempre dá tudo de si. Se ela não for a melhor no que faz, então ela simplesmente decide que não é boa naquilo e logo larga. Carpintaria, por exemplo. Ela é muito boa, mas sabe que não é a melhor. Então, se alguém lhe encomendasse algum móvel, ela diria que não é muito boa, se desmerecendo.

✘ Grandes eventos. Mesmo o próprio aniversário Prim não gosta de comemorar, porque a madrasta sempre quer fazer algo grandioso, alugando espaços e convidando inclusive pessoas que Prim desconhece. Mas qualquer evento com muita gente a deixa nervosa, o que faz com que desgoste deles, evitando-os sempre que possível.

✘ Não gosta de dever, seja dinheiro, favores ou promessas. Então Prim procura evitar pedir favores ou coisas emprestadas de outras pessoas – até mesmo de seus amigos –, porque não gosta de ficar em dívida. Odeia dever favores, embora não se importe em fazê-los e sempre deixa claro que não costuma pedir favores de volta.

✘ Prim odeia chorar. Não porque vê o ato como um sinal de fraqueza, mas simplesmente porque ela sempre se sente dez vezes pior depois de chorar. Enquanto para alguns é algo que melhora, para ela é sempre pior, pois as lágrimas vêm com dor de cabeça, mal estar e embrulho no estômago, impedindo-a até mesmo de cozinhar. Por isso, por mais frustrada que esteja, ela não chora. Nenhum de seus irmãos ou amigos se lembram de vê-la chorar.

⌠Medos | Traumas | Fobias⌡

➼ Medo do futuro

➼ Medo do fracasso

➼ Medo de garotas – não é exatamente medo, mas ela às vezes se assusta com o jeito que são e várias vezes se pega desconfortável perto delas, o que faz com que acredite que tenha medo.

➼ Fobia de andar de avião

➼ Fobia de ratos

➼ Fobia de baratas

⌠Vícios | Manias | Costumes⌡
𝓥í𝓬𝓲𝓸𝓼

➠ Strawberry Milk. Prim é sempre vista com uma caixinha dessas em mãos ou na boca.

➠ Trocar band-aids. Todo dia ela tem band-aids coloridos e estampados novos nos seus dedos e em alguns outros lugares, como nos braços ou nas pernas.

𝓜𝓪𝓷𝓲𝓪𝓼

➠ Mania de puxar as peles de seus lábios ressecados.

➠ Mania de apoiar/encostar a cabeça em algo quando está pensando. Seja nas próprias mãos, seja na mesa, na parede... É possível que, no caso de pessoas mais altas, ela peça licença e apoie o queixo no ombro de alguém ou, no caso de pessoas mais baixas, apoie o queixo sobre a cabeça de alguém.

➠ Tocar muito as pessoas a quem está ensinando algo. Então, se está ensinando alguém a, digamos, bater ovos, Prim tende a abraçar a pessoa por trás, segurando as mãos da pessoa nas suas, indicando como o movimento deve ser feito. Às vezes pode ser constrangedor, mas Prim sequer se dá conta.

➠ Mania de chamar os outros de "Doce".

𝓒𝓸𝓼𝓽𝓾𝓶𝓮𝓼

➠ Usar luvas para cozinhar, uma vez que suas mãos estão sempre machucadas e ela quer evitar a contaminação da comida. Ainda que digam que é anti-higiênico cozinhar de luvas, ela o faz. E depois lava as luvas várias vezes, desinfetando-as por completo – a loirona é expert em máquinas de lavar roupa e sabe exatamente quais produtos usar para tirar manchas e odores.

⌠Hobbies⌡

➻ Só ouvir música deitada, às vezes cantarolar junto

➻ Caminhar pelas ruas, seguindo cheiros que lhe agradam – perfumes de estranhos, cheiro de restaurantes, cheiro de flor. Prim vaga por aí sem rumo, esvazia a mente por algumas horas e, com sorte, acha algum restaurante novo para experimentar com os irmãos – embora a família quase não coma fora de casa por quase sempre se decepcionarem com a qualidade da comida.

➻ Passar tempo com os irmãos.
Brincar com os mais novos, ou só colocá-los no colo e ficar abraçadinha com eles. Mexer nos cabelos da irmã, escová-los, fazer cabans de cobertas com ela. Dividir cobertores e baldes de pipoca com o irmão, assistir séries com ele, abraçá-lo, se pendurar nele.

➻ Compor canções com o ukulele, às vezes cantando para os irmãos

⌠Favoritos⌡

➶ Anime: Shokugeki no Souma

➶ Música: NEFFEX - Best of Me e The Score - Glory

➶ Banda: M83

➶ Série: "Parts Unknown", "The Mind Of A Chef" e "Chef’s Table"

➶ Cor: Cores pastéis, principalmente rosa.

➶ Livro: Joy of Cooking

➶ Animal: Porcos, especialmente os American Yorkshires, porque são os animais mais limpos que há.

➶ Doce: Blondies feitos em casa.

➶ Salgado: Torradas com manteiga e Vegemite

➶ Bebida: Strawberry Milk

➶ Xampu: Qualquer um que seja 2 em 1 – é mais prático.

➶ Videogame: Cooking Mama

➶ Esporte: Krav Magá
"Você luta? Que bacana!"
"Ah... É que eu tenho um irmão..."
"Foi ele que te ensin-"
"... que gosta de rosa, e por isso tingiu o cabelo dessa cor. Ah, ele também se assumiu gay publicamente, então... Alguém precisa cuidar dele. Ele não merece e tampouco precisa de babacas lhe importunando."


➶ Idioma: Francês

➶ Palavra:


➶ Filme: A 100 Passos de Um Sonho

➶ Acessório: Colar de macarrão – um presente que seus irmãozinhos lhe deram, um trabalho na escolinha deles.

➶ Revista: Bon Appetit

➶ Roupa: Luvas, para que não suje nada com as mãos machucadas

➶ Rede Social: Reddit e Instagram

➶ Mangá: Renchin!

➶ Brincadeira: Faz-de-conta

➶ Brinquedo: Lousinha mágica

➶ Tarefa Doméstica: Guardar as roupas nos respectivos armários e gavetas, além de, claro, fazer as refeições.

➶ Horário: Fim de tarde, quando a família se reúne para jantar.

➶ Estação: Inverno, porque no frio as pessoas tendem a ter mais fome, o que significa que Prim tem mais chances de cozinhar e experimentar pratos novos.

➶ Meio de transporte: O trem, já que nele há espaço suficiente para suas pernas compridas e não há a preocupação de bater a cabeça em nenhum lugar.

⌠História⌡
❝ Vamos ficar sozinhos juntos ❞

Era o que eu lembrava de ouvir seu pai dizer, sempre que te encontrava escondida atrás da casinha do cachorro. Era sempre pelos mesmos motivos, ou você tinha ido mal em alguma prova, ou alguém tinha te provocado por conta da sua altura, você se lembra? E sentavam, os dois, ali do lado de fora. Você não chorava, porque era uma menina forte – e bastante teimosa, mas, principalmente, forte –, ao invés, você só abraçava os joelhos, emburrada, e ficavam os dois em silêncio. Sozinhos, juntos, até o seu pai te empurrar com o cotovelo e você empurrá-lo de volta e ficarem nessa bricadeira boba até cansarem. Depois você encostava o queixo no braço dele e dormia. Ele te carregava para a cama, te cobria, dava um beijo nos seus cabelos e deixava a luz do banheiro acesa, porque você tinha medo do escuro. Era gostoso vê-lo cuidando de você com tanto, tanto amor.
Eu queria ter tido essa chance.

❝ Send your dreams where nobody hides ❞


A primeira vez que você viu o papai na TV foi divertida. Você apontava para a tela e depois olhava para ele, no sofá, e voltava a olhar para a tela e para ele, sem dizer nada. Ele riu, entendendo, e balançou a cabeça antes de te sentar na perna dele e perguntar o que você queria comer naquela noite. "Blondies!", você gritava, e depois tinha que ouvir que Blondies não eram jantar, eram só sobremesa. Seu pai começava a listar as comidas e seus olhos iam crescendo, você sempre gostou de tudo. E quando ele foi fazer a comida, você sentou no sofá e continuou assistindo a premiação e pensando no quão legal era ter um pai famoso.

❝ Give your tears to the tide ❞


E você continuou pensando isso, até o dia que o papai teve que viajar a trabalho. Eram só vocês dois, mas ele não podia te levar junto, então, dessa vez, era só ele. E só você.
Claro, você não ficou sozinha em casa, eu teria esganado seu pai se ele fizesse isso. Mas, não. Ele te arranjou companhia – pediu para que uma amiga ficasse com você. E faziam tudo, as duas juntas. Você não gostava muito, porque várias vezes ela não entendia o que você queria dizer – você não falava muito, mas mostrava –, porque ela não cozinhava tão bem quanto o papai, e porque ela não entendia o que era "Ficar sozinhos juntos". Mas ela brincava contigo – mesmo que você não gostasse de brincar de boneca –, ela penteava os seus cabelos – mesmo você reclamando que doía desembaraçá-los –, ela te colocava pra dormir – mesmo deixando a luz do banheiro apagada – e ela te levava pra escolinha, você lembra?
Eu queria ter tido essa chance.

❝ No time ❞


Todo dia você crescia mais um pouco, e você sentia vergonha de ser tão alta. Mas saiba que eu sempre te achei linda. Você é linda, e muito, muito mais do que isso. Você é mais do que as palavras. Então... Não se preocupe se elas nem sempre saem, ou se elas faltam.

Como no dia em que você teve que colocar aquele vestidinho rosa pastel – você adorou ele, né? Eu também gostei muito – e andar por um corredor com uma almofadinha nas mãos. Eu sei que praticar foi chato, mas valeu a pena, não valeu? Porque quando você entrou, todo mundo olhou pra você e sorriu. Tocava música e o papai estava lá na frente, te esperando. Na sua frente, o seu mais novo irmãozinho jogava flores no chão – e você o achou estúpido por fazer isso, porque flores eram para se colocar em vasos ou cabelos, haha – e tudo era muito mágico. O casamento foi muito bonito e o bolo estava gostoso, né? Eu sei que você gostou. Dava pra ver pelo seu sorriso.
O papai tirava fotos com a amiga, e você se aproximou, já querendo ir pra casa. Mas o moço perto de uma câmera te segurou pelo braço. Meu sangue ferveu naquele momento, mas eu não pude fazer nada. Me desculpe, meu amor.

Você só queria chegar no papai. Queria que o moço te soltasse e você sabia que só tinha que dizer que era filha dele para que o te deixassem passar. Mas as palavras não vinham, como se estivessem entaladas. Então você só puxava o braço e olhava para o papai, esperando que ele também te visse. E ele viu. Ele sempre prestou muita atenção em você, afinal, você sempre foi a maior preciosidade dele.
E pediu para que te deixassem passar, e tirou fotos com você. Tiraram muitas fotos, fotos com você ainda emburrada, fotos com você sorrindo, fotos de você beijando a bochecha do papai, fotos de você dormindo no colo dele... Você lembra?
Eu queria ter tido essa chance.

❝ No time ❞


E, de repente, você já era uma mocinha. O papai estava sempre viajando, mas agora você tinha a amiga dele e o filho dela, o seu irmão. Ele era só um ano e oito meses mais novo do que você, e vocês se davam bem, muito bem. Ele entendia o que era ficar sozinhos, juntos. No novo apartamento, vocês dividiam o quarto e era ele que deixava a luz do banheiro ligada pra você, mesmo você não precisando mais. E ele te fazia desenhos, te dava a mão para atravessar a rua, te emprestava os brinquedos dele – mesmo você não precisando mais de nada disso – ... E ele te olhava com a maior admiração do mundo.

Não importava o que você fizesse, ele te admirava. Fosse arrumando a cama, inventando uma brincadeira, estudando, jogando... Ele sempre prestou muita atenção em tudo o que você fazia. Eu achei o menino uma gracinha desde a primeira vez que ele achou bacana você ser alta. Eu fico muito feliz de que você o tenha como irmão. Muito, muito, muito feliz de que a amiga do seu pai, por mais que você não goste dela, tenha te dado a possibilidade de ter um irmão como ele. Eu só tenho o que agradecer por tudo o que ela fez, e que eu não pude fazer.
Eu queria ter tido essa chance.

❝ There's no end, there is no goodbye ❞


Na primeira competição de culinária que você ganhou, quem chorou de felicidade não foi você, mas o seu irmão. A sua irmã também estava feliz, mesmo sem entender o que acontecia. Vocês saíram pra comemorar, e fizeram uma vídeo chamada para o papai que, mesmo cheio de trabalho, atendeu. Afinal, você sempre foi a maior preciosidade dele.
Então todos te aplaudiram, e te parabenizaram, e fizeram piadas sobre você ser quem iria cozinhar a partir de então. Te levaram pra passear, e te compraram presentes. Te deram tudo o que você queria, menos os Blondies antes do jantar.
Eu queria ter tido essa chance.

❝ Disappear with the night ❞


Desde que você começou a ganhar vários prêmios em inúmeros concursos de culinária — ganhando até mesmo de adultos, fizesse doce ou salgados, cafés da manhã tradicionais ou sobremesas chiques... Você sabia fazer de tudo. Eu já te disse o quanto você é incrível, né? – ...
E desde então você começou a entender que ter um pai famoso não era tão legal assim.
Nas suas poucas entrevistas – tão poucas que você conta nos dedos de uma só mão –, várias vezes te compararam ao papai, e fizeram as mesmas perguntas, sempre relacionadas a ele.

❝ Sendo uma Robin, seu pai pai deve ter lhe ensinado muito, imagino. Poderia nos dizer se vocês partilham algum tipo de segredo? ❞
— Não, não foi ele quem me ensinou. Quando eu comecei a me interessar por isso, meu pai estava ocupado viajando pelo mundo.

❝ Como você se sente em desabrochar na área do seu pai? ❞
— Eu me sinto honrada.

❝ Tem algum momento memorável com seu pai? ❞
— Nada em particular.

❝ Alguns dias atrás, seu pai ganhou uma competição mundial. Você teria alguma história para compartilhar conosco... Como uma conversa que vocês tiveram nessa ocasião? ❞
— Não, não tenho.


Ei, princesinha...
Eu sei que dói que as pessoas não te vejam pelo seu esforço, mas não desista, okay? Você é boa no que faz, e não é porque você tem um nome. É porque você se dedicou a isso desde sempre. Eu te disse que você é incrível, não disse? E não só eu, mas o seu irmão também. A sua irmã também.
E seu pai também, afinal, você sempre foi a maior preciosidade dele. A princesinha dele.
A nossa princesinha.

Mas você não sabe disso.

❝ No time ❞


Eu gosto muito de quando você conversa comigo, Prim. É como se você realmente me ouvisse, e como se realmente sentisse eu passando os dedos pelos seus cabelos, te fazendo cafuné, enchendo o rosto de beijinhos que eu nunca pude te dar. Você sente? Você me sente? Acho que sim. Ou pelo menos espero que sim.
Eu me orgulho muito de você, Primrose. Eu percebo que você está ficando grandinha, até emancipada você já poderia ser...

Eu não sei se eu vou estar aqui amanhã. Mesmo que hoje eu te ame muito, muito, muito...
Eu não posso garantir nada além do agora. Logo logo você não vai precisar mais de mim.

Mas você não sabe disso.

○ ○ ○

Prim, sendo a viciada em culinária que é, acabou por ouvir que grandes chefs haviam cursado o ensino médio lá, o que fez com que seu interesse fosse direcionado à instituição. Após um estudo rápido sobre o lugar, começaram os verdadeiros esforços para entrar na escola, porque, apesar de ter dinheiro suficiente para pagar os estudos lá, Prim queria provar – tanto para si mesma quando para o mundo – que conseguia uma bolsa. E conseguiu, mas parcial.

Ela, apesar de nunca ter conhecido a mãe, às vezes busca consolo de suas frustrações conversando com uma foto dela. Prim tem a impressão de que a mãe a observa de longe, de onde quer que ela esteja.
E ela realmente observa, Prim só não sabe disso.

⌠Família⌡






Shizuku Ninomiya de Kyoukai no Kanata

Maya Stewart Robin | 26 anos | Professora de História | Morta

Relação
Como Prim e sua mãe nunca tiveram a chance de conhecer uma a outra, não há muito o que dizer. Prim só a conhece através das poucas histórias que ouviu do pai, quando este ainda não era tão ausente, e das fotos, cartões postais, mensagens e quitais que encontrou no computador de seu pai e numa caixa na prateleira mais alta do armário dele – talvez o homem achasse que ela não cresceria tanto, mas, veja só, Prim é apenas quatro centímetros mais baixa que o pai.
Quando está muito frustrada, gosta de conversar com a foto de sua mãe, uma que mantém perto da cabeceira de sua cama. Conta tudo para ela, desde as coisas mais bobas como paixonites, até os problemas que tanto lhe atormentam – nada que Maya não saiba, já que, mesmo em outro plano, observa a filha de perto. Várias vezes Prim diz que gostaria de tê-lo conhecido, ou diz que já sonhou com a mãe tantas vezes que parece uma memória.
Maya, por sua vez, nunca pode fazer nada além de tentar se comunicar com a filha. Não é sempre que suas palavras chegam à ela, mas, de vez em quando, funciona. Maya só está presa a este plano devido a dependência emocional que Prim ainda tem, embora ela esteja, aos poucos, superando seus problemas. Uma vez que Prim não precisar mais de apoio, Maya poderá finalmente descansar em paz.

Personalidade
Pensa numa pessoa divertida. Aquela pessoa que você olha e já dá um meio sorriso, assim, sem querer. Maya é desse tipo. Engraçada e muitas vezes abobalhada, ela é uma mulher que contagia as pessoas à sua volta com risos e felicidade, tentando sempre ver o lado bom das situações, e procurando as melhores soluções. Apaixonada pela vida, já viu um pouco de tudo, dado que era uma viajante, tanto em terra quanto em sonhos. Uma pessoa que plantou memórias, mas, infelizmente, não teve tempo de vê-las florescerem. Mas mesmo seus últimos momentos foram de êxtase. Maya sempre adorou as pessoas, mas principalmente as crianças, por serem tão simples, inocentes e honestas. Imaculadas. Mas Maya sempre tivera uma saúde fraca, e dois abortos espontâneos já lhe haviam acontecido. Foi praticamente um milagre que Prim fosse concebida e, ao longo dos nove meses, a garotinha foi a razão do viver de sua mãe, mesmo sendo uma gravidez de risco.



David de Blood+

Victor Robin | 42 anos | Chef Profissional | Vivo

Relação
Quando pequena, Prim e seu pai tinham a melhor que relação que poderiam ter. Mesmo com a dificuldade com palavras, Prim sempre conseguiu se comunicar com o pai, que parecia ser o único a entendê-la. Divertiam-se, mas, principalmente, passavam muito tempo sozinhos juntos. Juntos, no mesmo cômodo, às vezes encostados, mas cada um fazendo suas coisas. Entre eles, o silêncio nunca foi um incômodo, mas um conforto. Claro, eles às vezes faziam duetos e cantavam, Prim tocava o ukulele e dançavam em cima da cama ou do sofá, mas, fora nesses momentos de bobeira, mergulhavam no conforto do silêncio. Várias vezes Victor e Prim conversavam por olhares, piscando um para o outro ou fazendo caras e bocas, divertindo-se. Prim, no entanto, não tem lembranças claras desses tempos.
À medida que Victor foi ganhando fama, ele foi também se distanciando. Cada vez mais viajava por aí, e já houve vezes em que Prim implorou para que a levasse junto, mas ele sempre negava. Prim nunca entendeu o porquê, então chegou à conclusão de que era porque gostava mais de sua carreira do que de sua família. A verdade é que Victor pretendia mantê-la longe do público, a fim de poupá-la das desventuras que a fama pode trazer.
Atualmente, Prim e Victor não se falam muito, apenas em datas especiais ou quando ele a liga randomicamente – várias vezes ela não atende, já que está ocupada com alguma outra coisa, seja cuidando dos irmãos, estudando ou trabalhando. Suas conversas são ainda em tom descontraído, porém parecem forçadas. Quando a linha fica em silêncio, ele já não é mais um conforto, mas um incômodo, como se precisassem dizer mais alguma coisa, nenhum dos dois sabe ao certo o quê. Talvez Victor quisesse de desculpar por ser tão ausente e dizer o quanto sua filha o orgulha. Talvez Prim quisesse dizer que ela admira o pai e espera um dia ser melhor do que ele. Mas nenhum dos dois o faz, e ficam nas conversas mais rasas.

Personalidade
Victor é um homem descontraído, sendo tão divertido quanto sua esposa, mas não tão comunicativo. Enquanto Maya parecia um papagaio, falando desde as menores besteiras até os assuntos mais sérios, ele sempre preferiu ouvir, e procurar outros jeitos de falar. Palavras nunca foram sua coisa, embora tenha aprendido a usá-las, já que frequentemente era entrevistado ou várias vezes filmara séries e documentários, dentre outros. Mas, quando tinha que se comunicar com a família, parecia incapaz. Nunca sabia quando dizer o que queria dizer, então só guardava tudo para si. Sua sorte foi que Prim também não lidava bem com palavras, o que fez com que os dois conectassem perfeitamente.
A morte de Maya lhe deprimiu profundamente, embora dê o seu melhor para esconder seu pesar. Desde então – e isso é algo que ele nunca contou a ninguém –, cozinhar já não é mais um prazer. A comida parece insossa, e tudo parece a mesma coisa. Ainda que, pelas reações dos demais, Victor saiba que sua comida continua maravilhosa, ele já não sente vontade de fazê-la, só seguindo com sua carreira pela preocupação que tem com o futuro de seus filhos e por conta das propostas que surgem uma atrás da outra. Sendo ruim com palavras como é, Victor não tem como negar nenhuma delas, percebendo-se então preso a sua carreira, longe de sua família, de sua maior preciosidade, de sua princesinha, o que o deprime ainda mais – mas isso o público não pode saber.

Na cozinha, ele se mostra rigoroso, mas não intolerante, ainda que use um tom firme e duro. Nos programas, um homem caloroso e dedicado. Nas entrevistas, apaixonado pelo o que faz.
Mas sempre que o vê na televisão, Prim se pergunta o porquê de não lembrar de nenhuma dessas facetas do pai.



Irene Diaz de Black Butler

Charlotte Gray Robin | 39 anos | Produtora de Moda | Viva

Relação
Pobre Charlotte. Não é uma má pessoa, somente uma péssima mãe – pelo menos é o que Prim concluiu, já que nunca vê Charlotte em casa. Quando a mulher não está no trabalho, está em algum salão ou algum happy hour com amigas. Quando está em casa, ou está tomando seus banhos de três horas, ou está já dopada pelos seus 1001 remédios. É muito pouco o tempo que dedica aos próprios filhos, embora ame-os de seu jeito. Compra o que quer que eles querem ou, quando não sabe o que querem, compra algo caro. Charlotte tenta comprar o amor dos próprios filhos, o que faz com que Prim só sinta pena dela, além de certo desprezo.
As duas só se falam formalmente, informando uma à outra quando saem e quando voltam, os compromissos, o que deve ser feito no dia e quitais – só formalidades e responsabilidades. É comum que Charlotte peça favores, às vezes incovenientes, mas quase sempre Prim os faz, sem pedir nada em troca – embora sempre acabe ganhando algum presente caro como agradecimento, como roupas, jóias e utensílios de cozinha inúteis, mas bonitinhos.
É raro, mas há vezes em que Prim se vê obrigada a buscar Charlotte de madrugada em algum bar onde ela passou mal, e cuida dela também. No fim, acaba enxergando-a como uma irmã mais velha folgada, mas não sente raiva. Somente pena, por uma mulher tão cheia de qualidades não ter amor para dar aos outros, somente a si mesma.

Personalidade
É uma mulher bastante vaidosa e que, renomada produtora de moda, crê que não pode deixar que sua imagem seja degradada pelos descuidos na aparência. Carente de atenção, Charlotte se sente bastante solitária, já que não sabe como se conectar aos filhos como Prim o faz e Victor está constantemente longe. Então, para suprir a falta que a companhia lhe faz, Charlotte está quase sempre se mimando com compras, visitas à salões e saídas para beber com as amigas. Quando não está se divertindo com essas coisas, porém, a solidão volta a corroê-la, o que faz com que recorra aos remédios, dopando-se para dormir logo e não ter a mente ocupada pelo seu medo de ficar sozinha – mais do que já está.
Não é uma má pessoa, mas não sabe se conectar aos outros, tentando a aproximação pelos agrados – compra presentes para as pessoas, para os filhos, para Prim. Tenta comprar seu amor.






Kisumi Shigino de Free!

Lewis Gray Price | 15 anos | Estudante & Escritor Freelance | Vivo

Relação
Os dois são como carne e unha. Desde bem pequenos, se davam bem. Prim é praticamente um objeto de admiração para Lewis, se ele pudesse, já teria a colocado de enfeite num altar, sob uma redoma de vidro.
Um toma conta do outro. Enquanto Prim se mete em todo tipo de briga por ele, saindo na mão com pessoas que fazem comentários homofóbicos, pessoas que espalham maus boatos sobre ele, pessoas que o peitam na escola e até mesmo que olham feio para ele, Lewis é quem dá confiança à Prim em toda e qualquer situação social. Ele segura sua mão e a aperta algumas vezes, ou pisca para ela e lhe empurra de leve.
Enquanto Prim faz suas refeições, lhe lava as roupas e lhe acorda todo dia, Lewis a arruma sempre que pode, lhe penteia os cabelos e lhe escreve contos. Parte de seus livros – estes não tão numerosos nem reconhecidos, mas até que bastante vendidos – são dedicados à ela.
Os dois passam bastante tempo sozinhos juntos, assim como passam muito tempo conversando sobre tudo, melhores amigos. Riem juntos e assistem séries juntos e comem Blondies juntos. Às vezes Prim vai com ele ao salão para que Lewis possa retingir seus cabelos cor de rosa e, sempre que ela vai, ele insiste que ela também corte o cabelo ou faça as unhas ou alguma coisa do tipo. No fim, Prim quase nunca se dá por vencida, só às vezes aceitando fazer uma hidratação no cabelo, mas nada mais do que isso. Passeiam juntos, estudam juntos e fazem quase todo tipo de coisas juntos.
Lewis frequentemente dá seus textos para que Prim leia antes de qualquer outro, e ela sempre diz que é "Digno de um Nobel" – o que Prim quer dizer com seu pouco vocabulário é que está muito bom, mesmo ela tendo apontado algumas incoerências aqui e ali ou feito algumas críticas.

Personalidade
É um garoto muito gentil e alegre, além de paciente e inteligente. Um verdadeiro exemplo de pessoa, é prestativo e carinhoso, procurando sempre mostrar o quanto gosta dos outros. Todo dia diz à sua mãe que a ama – e depois escuta Prim reclamar que ele vai fazer com que as palavras percam o sentido, tantas as vezes que ele as usa, tão à toa. Depois os dois riem e Lewis diz coisas bobas como "Eu gosto muito muitão de você, mas só porque não posso te dizer que te amo".
Apesar de parecer sempre tão feliz, Lewis tem um lado cheio de inseguranças, se perguntando se algum dia ele será um bom escritor e se será capaz de viver disso. Ou se perguntando se ele não é só um fardo para Prim. Se perguntando o porquê de não conseguir protegê-la como queria, sendo que ela sempre o protege de tudo.
Às vezes Lewis se sente ainda como uma criança – embora seja praticamente da mesma altura que Prim, só um pouco mais baixo, uns sete centímetros –, uma vez que se sente incapaz de fazer as coisas sozinho, como se fosse dependente. Esse pensamento às vezes fere seu orgulho e o garoto considera se afastar de Prim a fim de se tornar mais independente, mas nunca reúne a coragem para realmente se distanciar. Toda vez que ela chega em casa e vai preparar o jantar e começa a conversar com ele sobre coisas do dia, sobre bobagens que ouviu ou coisas que teve que tolerar... Ou as vezes que a vê no telefone com o pai, conversando naquele tom de desconforto... Lewis amolece, percebendo que gosta demais de sua irmã para se separar dela. A última coisa que queria no mundo seria se distanciar de Prim e ter uma relação como a que ela tem com o pai, de puro desconforto. Imagina, se os dois até banho tomam juntos, o que seria dele sem ela?









Febri de To aru Kagaku no Railgun S

Chiara Gray Robin | 6 anos | Estudante | Viva

Relação
Chiara é a mais fiel "cliente" de Prim, sempre lhe pedindo diferentes pratos, comendo aos montes e depois lhe pagando em desenhos – estes, por acaso, muito bons. Prim guarda todos eles numa pasta em seu quarto, ou os pendura na geladeira, essa já lotada deles. As duas brincam de tudo e é comum que também fiquem sozinhas juntas, já que Chiara é bem quietinha, comunicando-se através dos desenhos. Uma é muita apegada a outra, assim que Prim chega em casa, a primeira a recebê-la é Chiara.
É comum que a menor imite Prim em quase tudo, desde segurar os talheres do mesmo jeito que a mais velha até às vezes fazer os mesmos movimentos que ela. Nesses momentos, Prim se dá a liberdade de brincar, se equilibrando em uma só perna e assistindo a irmãzinha fazer o mesmo com alguma dificuldade. Ou tem vezes que faz caretas, e ri até chorar vendo Chiara imitá-la. Tiram várias fotos juntas e às vezes fazem "desfiles de moda", sendo Lewis o estilista – ele escolhe as roupas, elas vestem e tiram fotos todos juntos.

Personalidade
É uma menina quieta, abrindo a boca somente para comer ou para chamar Prim – aliás, ela é uma das que a chamam de Maa.
Às vezes parece uma mini adulta, sendo muito séria em relação a tudo e dificilmente chorando, mas ainda tem seus traços de criança. Ainda brinca com seus brinquedos e bichinhos de pelúcia, ainda faz mil e uma perguntas sobre tudo e ainda assiste desenhos.
Quando fica com sono, fica num misto de emburrada com carente, querendo atenção, mas não conversa. Então é comum vê-la agarrada à uma das pernas de Prim, vê-la segurando a barra de sua saia ou a ponta de sua camisa, seguindo-a para todo lado, ou vê-la fazendo drama – se jogando no chão no meio do corredor ou no meio da sala e se recusando a levantar, recusando-se a comer, recusando-se a fazer coisas – até que alguém a pegue no colo, seja Prim ou seja Lewis.
Observadora, ela parece sempre perceber quando Prim está mal, tentando alegrá-la fazendo dancinhas ou desenhos.












Mamizuka Takuma & Mamizuka Kazuma de Gakuen Babysitters

Micah & Dorean Gray Robin | 3 anos | Vivos

Relação
Os gêmeos mais fofos e carentes que Prim conhece e ama, sem sombra de dúvida. Ainda que os dois se entretenham entre eles mesmos, adoram a presença de Prim, que participa das brincadeiras sempre que pode ou procura ensiná-los algumas coisas. Dois chorões, é comum que os vizinhos reclamem com Prim ou com Charlotte sobre o choro das crianças durante o dia. Os pequenos várias vezes choram esperando Prim na porta, ou choram por atenção, ou por qualquer motivo. O pior é que a loira sempre se preocupa, pensando no pior cenário o possível – algum deles, se machuchou, caiu, bateu a cabeça, etc. –, e acaba aliviada e risonha quando vê que choram por alguma coisa banal. Porque há uma mariposa enorme do lado de fora da janela, por exemplo.
São eles que sempre querem sair para passear e que sempre rendem Prim com seus olhares de cachorrinho pidão.

Personalidade
Os dois meninos são bastante parecidos, tendo medo de quase tudo e chorando facilmente, dramalhões. Também são atrapalhados e tendem a se machucar – por isso Prim e Lewis fizeram questão de colocar espuma em todas as quinas de todos os móveis, além de redes nas janelas e todas as outras previsões concebíveis. Curiosos, gostam de sair, seja para ir em passeios ou para ir ao supermercado, onde costumam se perder – mas são achados por Prim antes mesmo de perceberem ter se perdido.
Gostam dos presentes que Charlotte lhes dá, indo ao seu quarto e deixando pelúcias ou desenhos sobre sua cama. Para Prim, fazem colares ou pulseiras de macarrão, desenhos e gostam de ajudá-la no que for. No supermercado, por exemplo, eles gostam de colocar as compras na esteira, mas frequentemente dormem no carrinho antes que terminem as compras, e Prim quase sempre se vê tendo que carregar não só todas as sacolas, como também duas crianças. Os funcionários do mercado sempre a ajudam a levar as coisas até o carro – Prim foi aprender a dirigir assim que fez 16, embora não o faça com frequência, preferindo pegar a condução – e é comum que flertem com ela. Desligada como é, porém, nunca repara.

⌠Ocupação⌡
Trabalha de meio período como cozinheira num restaurante Libanês. Seu horário começa assim que sai da escola, dando tempo somente de chegar lá e se trocar, e ela chega em casa no meio da tarde, a não ser quando fica horas extras para ajudar a limpar e fechar.
Além disso, Prim faz bicos aqui e ali sempre que pode, seja instalando ar-condicionados, consertando resistências de chuveiros, cuidando de crianças, dentre outros. Costuma fazê-los de fim de semana, nas férias ou quando o restaurante está fechado.

⌠Moradia⌡
Prim mora num condomínio relativamente chique, que dispõe uma piscina comum, uma piscina infantil, uma piscina olímpica, quadras de esporte, salas de jogos, uma piscina fechada, uma pequena academia, além de um parquinho. Neste condomínio, seu apartamento é no primeiro prédio de quatro, no 9º andar de 20.
O hall de entrada do prédio é simples, o chão de ladrilhos brancos e as paredes de uma cor clara com alguns pilares de pedra como sustentação. Um grande quadro abstrato enfeita a parede, assim com uma planta que fica no canto, próxima dos elevadores. Em frente a estes, há um pequeno balcão onde se retira as entregas e recolhe as cartas.
O elevador é espaçoso, podendo abrigar até 11 pessoas, e tem um grande espelho, este sempre bem polido. Ele só se mexe se for inserida uma senha específica que leva a pessoa a um andar específico. Só pode subir ao 9º andar quem sabe a senha dele – 9, 12, 25.
No 9º andar, há um pequeno hall de paredes vermelho-róseas com ranhuras verticais, enquanto o chão e o teto são brancos, de porcelanato. Nas paredes ao lado dos elevadores, há dois quadros abstratos, um preto e branco e o outro um monocromático azul.


Na parede oposta aos elevadores, há uma larga porta de correr de madeira clara com um puxador vertical comprido e de metal. A porta pode ser aberta com chave, ou com a digital de qualquer um dos moradores. Diante dela, há um pequeno capacho retangular marrom e, ao lado, um porta guarda-chuva preto cilíndrico.

Entrando no apartamento, vê-se à direita a sala de estar. O chão é de madeira e as paredes são brancas, há também um rodapé branco. O ambiente todo é iluminado por luminárias de luz amarelada, LEDs circulares embutidas no teto e igualmente distribuídas pelo cômodo.
Ao lado da porta, há um cabideiro, onde se penduram os casacos e capas de chuva. Ao pé dele ficam os sapados usados na rua, assim como pantufas – Lewis gosta de usá-las dentro de casa, enquanto Prim prefere ficar de meias ou mesmo descalça. Na mesma parede que a porta, há um enorme painel de madeira escura. Em seu centro, fica a televisão de 65 polegadas. Abaixo dela, um móvel também de madeira clara com rodinhas. Sobre ele, ficam os controles, revistas, o jornal, contas a pagar, etc. Nesse mesmo móvel, mais próximas das bordas, ficam as caixas de som, uma de cada lado. Também ficam os outros aparelhos de som, um leitor DVD, assim como o receptor digital.
Sobre a televisão, há outro móvel, este fixo, do mesmo material. Nele, ficam os CDs e DVDs, assim como algumas fotos da família.

Mais ou menos essa ideia


Em frente a TV, há um sofá em L cor de creme com algumas almofadas marrons e uma pilha de cobertores cinzas felpudos empilhados sobre o pequeno apoio para pés marrom que complementa o sofá, e geralmente fica ao lado dele.

Atrás do sofá fica um "móvel bar", um móvel de madeira escura, da mesma altura que o sofá, retangular e oco. Suas portas também são de deslizar e, dentro dele, há todo tipo de bebida alcóolica. Sobre ele, ficam alguns pratos com doces – Blondies, por exemplo – sob tampas de alimentos estilo guarda-chuva.
Tudo isso fica sobre um tapete cinza claro felpudo.

Além do móvel-bar, há a mesa de jantar, com lugar para até oito pessoas. Com exceção de Charlotte, que sempre se senta na ponta da mesa mais próxima da janela – a parede inteira à direita da porta de entrada é uma enorme janela do chão ao teto com uma porta no meio que dá para um balcão estreito –, ninguém tem lugar marcado, estão todos sempre alternando lugares embora Prim e Lewis sempre se sentem perto de Dorean e Micah, já que estes ainda não conseguem comer sozinhos sem fazerem uma bagunça.
Sobre a mesa de jantar, há uma luminária pendente e redonda, só um charme a mais.

Na parede oposta a da TV, ao lado da mesa de jantar, há várias fotos da família, todas enquadradas.

De volta à porta, dessa vez à esquerda, há uma cozinha em U, cujo chão é de porcelanato branco e as paredes são como as da sala, exceto pela parede do fogão, esta sendo vermelha e com ranhuras, como o hall de entrada. Logo ao lado da porta há o balcão que divide a cozinha da sala e, alguns passos para frente, a entrada para a cozinha, esta relativamente espaçosa. Suas bancadas são de marmoglass branco e os armários de madeira escura. No centro da cozinha há uma ilha fixa com o mesmo estilo. Nela ficam os armários onde guardam sacos, caixas e latas de comida, assim como garrafas e vidros de óleo, azeite e quitais. Nos demais armários inferiores ficam panelas, utensílios de cozinha, tupperwares, travessas, etc. Nos superiores ficam pratos, tigelas, copos, dentre outros. Nas gavetas ficam os talheres e alguns dos utensílios, mas os que Prim usa com mais frequência ficam numa gaveta separada ao lado do fogão.
Ao lado da porta há o balcão, encostado nele há quatro banquetas altas com bancos pretos.


Do lado oposto ao balcão, há um par de pias, ambas com água quente e fria e um moedor de lixo.
À esquerda das pias há a máquina de lavar louça sob a bancada que termina logo ali, e depois tem a fruteira, onde ficam não só as frutas, como também batatas, cebolas e afins.

Na bancada entre a das pias e entre o balcão há um fogão elétrico com cinco bocas. Sobre ele, uma coifa. Ao de um lado do fogão, há a gaveta reservada para o que Prim usa com frequência. Do outro lado, há uma gaveta estreita de dois andares reservada para temperos somente.


Na parede oposta a do fogão, há a geladeira de duas portas e, ao lado dela, um pequeno freezer. Há desenhos e provas forrando praticamente a superfície inteira tanto da geladeira quanto do freezer. Sobre o freezer, ao invés do tradicional pinguim, há um par de esculturas de argila feitas por Micah e Dorean.

Entre a fruteira e a geladeira, há uma pequena passagem que dá para uma porta. Esta porta dá para a lavanderia, onde há uma máquina de lavar, uma de secar e um armário de limpeza. Também há um varal suspenso e uma porta que dá para um balcão onde há outro varal.



A cozinha tem algumas semelhanças com essas, mas não consegui achar nada que representasse exatamente o que quero e, quando tentei desenhar, meus olhos sangraram, então... Vou deixar parte disso para a imaginação de vocês ♥


De volta à porta, enquanto à direita temos a sala de estar e de jantar e à esquerda a cozinha e a lavanderia, olhando para frente há um corredor que, logo após a cozinha, faz uma curva para a esquerda.
Assim que se entra no corredor, à esquerda ele se prolonga, à frente há uma parede e à direita há a porta para o quarto de Victor e Charlotte. Dentro do quarto, a parede oposta a da porta é azul escura com ranhuras. Nela, fica encostada a cabeceira da cama de casal, que fica sobre uma base de madeira alta.

A base de madeira

Um criado mudo fica de um dos lados da cama. A parede toda à direita da porta é um armário, do qual dois terços são ocupados pelas roupas de Charlotte, enquanto o terço restante são as roupas de seu pai.

Na mesma parede que a porta, mas do outro lado do quarto, há a porta para o banheiro, no qual há uma pia de mármore preto. O chão é de porcelanato branco, as paredes são brancas com uma listra de pastilhas azuis em vários tons no meio. Há também um box de canto e uma banheira, assim como, é claro, uma privada e um bidê.

Entre a porta do banheiro e a que dá para o corredor, há um grande espelho redondo com uma moldura de concreto.

Se ficarmos de pé na porta do quarto de Victor e Charlotte, à frente há o corredor, à esquerda há a passagem para a sala e a cozinha, e à direita há uma parede com um trio de quadros geométricos em tons de vermelho.


Seguindo em frente, a primeira porta à direita, uma porta de correr, dá para o quarto de Lewis:

(A única diferença é que, ao invés das paredes de tijolo, as paredes são lisas e cor de pêssego – um laranja rosado. E, no lugar dos intrumentos, há pôsteres e cartazes de filmes, assim como um grande calendário onde Lewis marca todas as datas de lançamento de todos os livros de autores que lhe interessam, assim como as datas de lançamento dos próprios livros.)

A porta seguinte a do quarto de Lewis é o banheiro, onde, assim que se entra, se encontra a pia à esquerda, e sobre ela um largo espelho. Sob ela há um armário onde ficam toalhas, papel higiênico, aromatizante de ambiente, assim como o secador de cabelo e alguns sabonetes extras. O estilo do banheiro é o mesmo do dos pais, exceto pela banheira ser maior, grande o suficiente para dois adultos deitados ou até três a quatro pessoas, se encolhidas – ou, no caso, como há várias crianças, cabem praticamente todos os irmãos juntos, mas apertados, por isso Prim e Lewis se revezam. Um toma banho com os gêmeos enquanto o outro toma banho com Chiara. São raras as vezes que Prim toma banho com todos os irmãos exceto Lewis, já que, apesar de bastante ocupado, ele é o mais chegado a si.
Às vezes, quando ficam acordados até tarde estudando ou jogando juntos, tomam banho só os dois e ficam fazendo bolhas com os xampus, fazem guerrinhas de água e tudo o que não poderiam fazer com um bando de crianças entre eles, caso o contrário, o apartamento seria inundado.

A porta seguinte à do banheiro, ainda à direita, é a do quarto de Chiara:

(No entanto, no lugar da televisão, há uma enorme casinha de boneca que a própria Prim fez para ela de presente de aniversário, há um ano. Desde então, este se tornou seu brinquedo preferido e com frequência Chiara pede à Prim que faça algum móvel específico para sua casinha de boneca.)

Em frente ao quarto de Chiara, há o quarto de Prim:

(Entre o móvel ao lado do armário e a parede, porém, há uma porta para um banheiro, este sem banheira, somente um chuveiro, mas, de resto, segue o mesmo estilo que os demais banheiros)
As paredes de seu quarto, porém, ao invés de cinzas, são num tom rosa pastel. E são repletas de cartazes sobre eventos culinários. Há também estantes, várias, de troféus – incontáveis. Sobre sua mesa há todo tipo de coisa de papelaria bonitinha e em cores pastéis, desde cadernos à clipes de papel. Sobre a mesa, há armários suspensos, onde Prim guarda todos os seus materiais de estudo, assim como os desenhos que seus irmãos lhe fizeram.

E, enfim, no fim do corredor, entre o quarto de Chiara e o de Prim, há o quarto de Micah e Dorean.
As paredes são brancas, com exceção da que fica em frente à porta, esta é azul clara. Nela ficam encostadas duas camas de solteiro, ambas separadas apenas por um criado mudo onde há um abajur infantil de coelhinho.

As duas camas têm grades dos dois lados para evitar que os pequenos caiam. Dessa forma, apenas o pé da cama é livre de proteção, que é por onde Micah e Dorean sobem e descem de suas camas.
Em frente às camas, na parede ao lado da porta, há uma grande estante repleta de brinquedos.

No centro do quarto há bastante espaço para que os meninos possam brincar. Mais perto da porta do banheiro – a parede mais distante da porta, à esquerda – há uma mesa baixa de plástico para que possam desenhar. O banheiro dos pequenos tem somente um chuveiro, e segue o mesmo estilo que os demais banheiros, mas também tem um par de banquinhos para que Dorean e Micah possam alcançar a pia ou mesmo a privada, apesar de haver um penico ao lado dela.



Perguntas
Aqui você responderá como se fosse o próprio personagem, para que já tenhamos certa noção de como ele age.

⌠Como você age com...⌡
Família
𝓜𝓪𝔂𝓪
"Hey, mamãe... O dia não foi bom, porque... Eh... Não foi bom. Faltou leite pros pequenos, então eles choraram logo de manhã. E eu só conseguia pensar no quão besta estive nessa semana. Sem conseguir me focar. Sem prestar atenção nas coisas e... Não sei. Faz um tempo que tô assim, abestalhada. Até o Lew comentou. Mas eu ando dormindo direito e... E tal. Tô comendo direito também. Não sei o que eu tenho, se é doença ou o que for, mas tá me atrapalhando. É essa sensação de... Sabe? Como, como quando você acha que tem um degrau a mais, e aí pisa em falso, e o coração começa a bater forte. É tipo isso que tô sentindo, toda vez que topo com o professor de culinária. Eu já te falei dele, né? Os cabelos brancos dele... E os olhos, eu acho que são cinzas. Sei lá, não prestei atenção. Mas o tom da voz dele é tão, tão... E ele é uma graça. É bem menor do que eu, quase um palmo, acho. Por aí. Dá vontade de, sei lá, fazer que nem com o Lew. Abraçar apertado e cuidar. Ele me lembra um coelho. E-Eh, quero dizer, isso não é no mau sentido, tá? Não é que eu o veja como animal. Se bem que coelho tem algum outro significado, né? O que que era mesmo? Pera, deix'eu pesquisar. PUTZ! N-Nã-Não foi isso que eu... Puritana que partiu. Uh, bom, é... É, enfim, eu só queria dizer que eu tenho essa coisa aí toda vez que vejo ele. O Lewis me disse que é porque... Por-Porque... Porqueeugostodele, pronto, falei! Mas eu não posso falar isso pra ele, porque... Por motivos óbvios, né. Tipo, ele é um professor, pra começo de conversa. E isso é meio... Sei lá, né. Antiético? Pega mal, até onde eu sei. E fora que eu não saberia o que falar, entende? Assim, eu nem consigo direito falar com o Lew, que é o meu melhor amigo e meu irmão. Acho que o problema não é nem só a vergonha, sabe? É meio que... Sabe? Tudo. Eu nem tenho palavras e, não, não é porque ele é maravilhosamente lindo que- Uh, não. Só... Ah, deu pra entender, né? Enfim. Mãe... Me dá uma força, um conselho, qualquer coisa serve. Eu preciso colocar a minha cabeça de volta no lugar. Eu... Eu queria ter tido a chance de te conhecer. Das coisas que eu vi, você parece a garota menos assustadora que eu conheço. Acho que a gente riria uns bocados. Enfim. Boa noite, Mamãe."

𝓥𝓲𝓬𝓽𝓸𝓻
"Uh, oi, é a Prim! Quê? Tá cortando, pai, fala mais... Isso. Isso, agora dá pra te ouvir. Uh, e aí? Eu só liguei pra contar que eu entre na Blu- Ah, oi, Adam. D-Desculpa, eu achei que meu pai... É, você entendeu. Foi mal. Eh, ele tá muito ocupado? Tá? Certeza que eu não posso falar com el- Tá, certo, desculpa, eu não queria atrapalhar a gravação. Desculpa. Não vai se repetir. Da próxima vez eu mando mensag- "Não vai ter próxima vez"...? Ah, não é pra eu... contatá-lo. Uh, tá. Eu não queria ter atrapalhado, sério. Perdã- Ah... Desligou na minha cara, f... farinha de uma rosca. Tudo bem. Eu ligo dep- Ah, pensando bem, ele mandou eu não ligar de novo, né. Tudo bem. O papai vai me ligar. Ele me prometeu... Não é? É."

"Alô? Quem...? Ah, oi, pai. É, imprevistos, né. N-Não, magina, eu não tô chateada, relaxa. Tudo bem, acontece, todo mundo esquece o aniversário da filha... né. Pelo menos uma vez na vida, eu acho. M-Mas não se preocupa, eu também... Ah, a Charlotte levou a gente prum restaurante aqui perto. É, tava... Uh, gostoso. Acho. Não, digo, tava bom, sim. Uh... E as coisas? É, as... As coisas. Por aí e tal. Cê tá bem? Ah, tem que desligar? Tava num intervalo. Entendi. A-Ah, bom, obrigada por lembrar d... Alô? Pai? Pa- Ah, oi, Adam. Eh? Mas dessa vez não fui eu quem...! Ah, tanto faz. Nã-Não, o tanto faz não era pra você. Desculpa, eu não quis ser grossa. Desculpa. Ah, não desliga ainda, não. Só... Só diz pro meu pai que eu mandei um beijo, tá? Obrigada, e desculpa atrapalhar de no- ...vo. Desligou, ah..."

𝓒𝓱𝓪𝓻𝓵𝓸𝓽𝓽𝓮
"Hm? Ah, bom dia. Café? Toma, eu fiz. Ainda tá quentinho. Você gosta dele com creme e adoçante, né? Pode deixar. Ah, hoje provavelmente vão me segurar uma hora a mais no trab- Huh? Ah, você... Você quer ir no cabeleireiro? Mas... Não tem como marcar outro dia, afinal, alguém tem que buscar o Micah e o Dorean... Não pode mesmo? Ah... tá. Não, não, tudo bem, eu... Eu dou um jeito de, sei lá, sair do trabalho mais cedo ou... Toma, o seu café. Que bom que você gostou. Uh, Charlotte, você não vai se atrasar? É, acho melhor você correr lá. Tá, tchau... De novo eu não consegui dizer pra ela cuidar dos filhos dela. Tadinha. Eu acho que assustei ela... De novo. Devo ter feito cara feia pras coisas que ela disse. Acho que não dá pra disfarçar, né?"

𝓛𝓮𝔀𝓲𝓼
"LEWIISSS, você não faz a menor ideia do tanto de m... Manga que eu tive que ouv- Ei, não ri! Você sabe que eu faço isso pra Chiara não copiar... QUÊ? Mentira que ela sai gritando 'Manga' quando chuta o pé da mesa. Eu pago pra ver. Você tá mentindo, Lewi-" "MANGA! MANGA, MANGA, MANGA-" "...Okay, quanto você quer? Eu tenho vinte conto aqui comigo, toma, compra o que você quiser. É seu."

"Hey, cabeça de pitaya. Já não tá na hora de você tingir de novo o seu cabelo? Ele não tá mais aquele rosão tipo... Rosão que nem, sei lá, goiaba. Tá mais pra... Strawberry Milk. Eh...? De propósito? Por que eu gosto? Ah, para com isso, você que tem que gostar. Você gosta de quando eu gosto, tá, entendi. Pfft. Foi mal, foi mal, já parei de rir! É só que você parece até uma criancinha falando assim, tipo "Ai, eu gosto de quando você gosta" e- E... Eh... Uh, pera aí, isso foi bem... N-Né? EI! Não ri da minha cara vermelha! Ah, o seu c... Cupido que eu tô mais cor de rosa do que o seu cabelo estava! PARA DE RIR LEWIS! P-PA... Haha, para, seu... Pfft- Hahah, sua besta! ATA que aprendeu comigo, seu c...Crente!"

𝓒𝓱𝓲𝓪𝓻𝓪
"Hm? Que foi, Kiki? Você quer sussurrar no meu ouvido? Tá bom. Uh? Ah, é pra ser segredo, tipo... Um jantar surpresa pra todo mundo? Ah! Ops, desculpa, desculpa, não vou falar em voz alta sobre isso que não posso falar em voz alta. Pode ficar tranquila. Que gentil da sua parte pensar em algo assim pra todod mundo. Eu vou me esforçar para fazer o que você me pediu. Você quer me ajudar ou prefere desen... Ou você pode só abraçar a minha perna. Bom, não é como se eu não estivesse acostumada. Tá confortável aí, hm? Então tá ótimo. Toma, experimenta isso aqui e me diz se tá bom. Gostoso? Haha, não posso te dar mais, desculpa, Doce. Mas quando ficar pronto você pode comer quanto quiser. Por hora... Você pode lamber essa colher, toma."

𝓜𝓲𝓬𝓪𝓱
"Mi-caaaaahh... Isso, abre bem a boca pro aviãozinho passar. Isso... Viu? Você acabou de comer tudinho. Agora sim, se você quiser, você pode comer doce. Não? E-Ei, não chora não, Micah, o que foi? Fala pra mim. Fala pra Maa, hm? É porque o quê? Porque... Eh? Pfft- Micah, você é uma gracinha. Você ouviu isso, Lewis? Hahah, ele tá chorando porque não aguenta comer mais, mas quer comer mais. Ei, ei, tá tudo bem, Doce. Você pode comer mais depois, não pode? A comida não vai fugir. Ela ainda vai estar aqui mais tarde. Você não quer mimir agora? O que acha, hm? Vem, eu te levo pra cama. Só vamos escovar os dentes antes..."

𝓓𝓸𝓻𝓮𝓪𝓷
"Shh... Shh... Já passou, Dorean, a borboleta já foi embora, olha. Não tem porquê chorar, viu? Isso... Eh? Dormiu? Que rápido. Prontinho, aqui na cama você não cai. Agora dá pra eu... Ei, Dorean... Por que está chorando agora? Você precisa... AI C-CARAMBOLA. Segura, segura só mais um pouquinho, Dorean, a gente tá do lado do banheiro!"

Alunos
Alice
"Porr- Porco-espinho! Opa. Desculpa, eu não te vi. Eu só tava passando aqui pra pegar... Sabe? No armário e tal. Desculpa, eu não te vi mesmo. Aqui, deixa eu te ajudar a se levantar. Cê tá bem? Foi mal, minha culpa. Eu tava com "a cabeça nas nuvens", sabe? Hah. Porque eu sou alta e tal... A-Ah! Mas eu não quis dizer que eu não te vi, porque você é pequenininha! É só que... Entendeu? Eu, uh, foi mal. Eu tenho que ir. A gente se vê por aí."

"Ei! Ei, garota da fita azul! Desculpe por mais cedo, eu estava com pressa e... É, isso, eu não te vi. Só queria me desculpar propriamente, porque naquele momento eu tava com pressa e não tive a chance de fazê-lo direito. Você é nova por aqui? Bom, se precisar de qualquer ajuda, eu tô por aí. Não é muito difícil me perder de vista, hah. Então... É, uh, pode me pedir qualquer coisa. Eu sou a Primrose, aliás. Mas pode me chamar só de Prim, ou só de Rose. Eu não me importo. E, se quiser, posso te mostrar a escola. D-Digo, claro, se você não tiver mais o que fazer, né, ou... Enfim. Se você tiver mais amigos ou amigas que também são do primeiro, me dá um toque, tá? Como veterana, eu quero ajudá-los como eu puder. Contem comigo! E, uh, é isso aí. A gente se vê."

"Quem o quê? Ah, a... Eu não sei o nome dela. A garota da fita azul. O que tem ela? Aliás, Lewis, como você sabe dela? Eu nunca nem topei com a garota... Ah, já falei dela? Não me lembro, não. Aish, desculpa se eu não presto atenção nas pessoas... Mas eu reparei que você cortou o cabelo. E daí que foi uma semana depois, pelo menos eu reparei! Tá, tá, foi mal. Enfim. Ah, sei lá, eu gosto dela. Ela é mais nova, sabe. Eu tenho vontade de ajudar os mais novos, eles são todos tão fofinhos – mesmo os mal-encarados. Dá vontade de agarrar, sabe? Não? Tipo assim, ó! Pfft- Hahah! Okay, okay, já parei, não precisa fazer escândalo, já te larguei e nem amassei suas roupas. Mas então. E aí ela fica lendo uns livros... Não sei do quê, não reparei. Ugh, foi mal se eu não reparei "no mais importante", eu tava mais interessada em fazer outra coisa, sei lá. Não é como se as pessoas me interessassem tanto assim. Eu tenho mais com que me preocupar. Mas o jeito meio tímido dela é tããão fofo! E aí ela fica no mundinho dela e eu não consigo evitar, eu quero tanto chegar perto e colocar aquela menininha de um metro e meio no meu colo e fazer carinho e trazer aqui pra casa... Ah para, Lew, você sabe que eu te amo incondicionalmente, dramático."

Emmi
"Hey, você... Você de presilha no cabelo! Loirinha-tímida! – d... Damasco, ela é da minha classe, era pra eu pelo menos saber o nome dela – Ehr... Você deixou isso aqui cair. Vê se toma mais cuidado, tá bom? Por mais que essa seja uma escola de alto nível, tem todo tipo de gente aqui. Não precisa agradecer, Doce, relaxa. Só toma cuidado, seria uma pena se uma pessoa fofinha que nem você caísse nas mãos erradas... Uh, enfim. Era isso. A gente se vê por aí e, se precisar de ajuda com alguma coisa, pode me chamar. Eu faço o que estiver ao meu alcance."

"Loirinha-tímida-do-estojo-perdido. Oi... De novo. Uh, d-desculpa pelo o que eu disse antes, deve ter te cosntrangido, n-né? Heh... Foi mal. Erro meu. Digo, não, você realmente é fofinha e tal, mas tipo, eu não quis dizer isso com... Ahh, eu tô só piorando as coisas, né? Ugh. Só... Foi mal, tá? Esquece tudo o que eu disse. M-Mas eu tava falando sério quando disse que era pra tomar cuidado! Se alguém mexer contigo.. Me avisa! Eu desço a p... Pamonha no infeliz."

"Ah, assim... Eu não tenho nada contra ela, sabe? E, sei lá, ela é fofinha, dá vontade de apertar, apertar e apertar... Ah, soou assustador? Foi mal, não era pra ter saído assim. Só acho ela fofinha e, bom, eu não me lembro... Eu não sei o que ela faz, só sei que não é culinária... Eu acho. Nem sei direito quem tá na minha classe. Eu também não ligo muito, na real. Mas ela não parece ser do tipo que dá pra trás, então já ganhou uns pontos comigo. O fato de ser fofinha também... Ah, não ajuda... Ah, e ela é tão pequenininha, ela deve bater o quê? No meu ombro? Tá bom, Lewis, não precisa comentar que eu sou gigante, seu r... Rabanado. Não ligo que não existe isso no masculino, agora existe. Pronto. Mas, voltando... Você sabe que eu sou, tipo, muito fã de coisas fofas, né? Então. Cê não tem noção do controle que eu tive pra não pegar ela girar no ar que nem faço com a Chiara. Mesmo assim, é cada vexame que eu dou... Bem que eu queria sacar essas coisas no instante em que falo elas, não só meia hora depois, quando já correu pela escola inteira o micão que eu paguei."

Akemi
"Quê? Eu, te encarando? Ei, ei, calma lá, eu não quero... Ah. Olha, eu não quero brigar, tá bom? Foi mal. Eu tava pensando em outra coisa e meus olhos pousaram em você, foi isso. Desculpa, eu olho pra outra coi- Pera. Cê tá rindo? Ei! Eu tô me desculpando aqui sinceramente e você... Uh, a minha cara? Ah, ela foi... hilária?"

"Uh, eu não sei o que pensar dela. Sei lá, nem conheço a garota e ela já vem... Entende? Eu juro que eu não fiz nada! Eu tava pensando nas mudanças que eu tenho que fazer no tempero do Tandoori, e quando me dou conta, ela tá na minha frente, putaça e, de repente... E o pior foi que eu fiquei lá sendo a lerda que sou! Quando fui entender que ela tava me zoando, já tava todo mundo rindo. Aí... Bom, aí eu ri junto, porque a situação foi engraçada mesmo. Tipo, eu caí que nem um patinho!
Mas o que eu acho dela? Ah, sei lá, Lew. Por que você sempre faz essa pergunta? Tá, tá, você perguntou primeiro, então eu respondo primeiro. Uhh... Engraçada, embora eu não... Não entenda as coisas na hora, sabe? Porque, tipo... É, isso, eu sou lerda. Ah, ela também tem uns fones lá que tão sempre no pescoço. Não sei que tipo de coisa ela ouve. Acho que ela é do clube de artes marciais. Você bem que podia aprender algo com ela, né não? Mas, sei lá, talvez eu possa perguntar pra ela umas dicas básicas e tal... Pra depois de passar. ATA que não precisa, Lewis. Eu não vou estar aqui a sua vida inteira, cê sabe, né?"

Kelly
"Ah, opa, foi mal. Achei que a sala de música estaria vaga a essa hora. Não achei que ia ter... Sabe? Mas, bom, já que tô aqui... Não vou te atrapalhar, pode continuar aí com a sua música ou, sei lá. Desculpa ter interrompido. Eu vou ficar aqui na minha. Ah, vai parar? Cê quem sabe... Uh, quer uma bala? É meio azedinha e- Ah, não gosta de coisas azedas? Hah, dá pra dizer pela cara que você fez. Prefere o quê, doces? Então experimenta essa. É muito boa, sério, você não vai se arrepender. É uma bala japonesa, se não me engano. Sei lá, ganhei do meu irmão. Aliás, você tem cara de ser alguma coisa do tipo. Mestiça. Cê é o quê? Japonesa mesmo? Japonesa-Irlandesa. Woah. Exótico. Digo, sei lá, nunca vi essa mistura, mas achei bacana. Bom, o sinal vai tocar daqui a pouco, eu já vou indo. A gente se vê por aí, mestiça-que-não-curte-azedos."

"Lewis. Lewis. Leewiiiis, presta atenção aqui, você que gosta de escrever umas coisas diferentes aí. Ah, só assim pra chamar sua atenção, né? Enfim. Hoje topei com essa garota mestiça. Ela era uma mistura nada a ver com nada, era... Era asiático com irlandês. Calma, eu já lembro o que era. Era... Acho que era japonesa-irlandesa. Então ela tinha os olhos puxados e o cabelo ruivo, era bacana. Parece gente boa, sabe? Tipo... Tinha esse ar leve. E algo nas sobrancelhas dela me diz que ela curte brincar... Ah, sei lá, é um instinto, Lew. Não tem muito a ver com análise e essas coisas de Sherlock Holmes aí que você adora. É tipo... Bate o santo. Não sei explicar, você sabe que eu não tenho vocabulário pra isso."

Lian
"Finalmente. Finalmente alguém que eu possa olhar nos olhos. Meu amigo, meu chapa, meu camarada, eu já estava convencida de que não encontraria ninguém mais alto do que eu nessa escola. Obrigada por me dar essa chance. Aliás, qual é seu nome? Você me parece familiar... Opa, calma, Lian? Você é o espadachim, né não? Ah, é daí mesmo que te conheço. Digo, que conheço seu nome, porque conhecer mesmo acho que só agora. Ah, aliás, eu sou a Primrose, mas pode chamar só de Prim. Ou Rose. Tanto faz, não importa muito. A-Ah, é, talvez você já me conheça por... Cê sabe, né."

"... E ele tá no terceiro, Lewis! No terceirão! E eu nunca vi ele! Ei! Isso não... Não é mentira. Realmente, eu não presto atenção nas pessoas não. Mas eu acho que a gente nunca se topou mesmo, porque ele tava sendo todo gentil e tal, como se a gente fosse desconhecido... Você acha mesmo? Não sei se ele fez isso só por educação. A maioria das pessoas me zoa assim que percebe que eu não lembro delas... Ou ficam beeem bravas. Ah, sei lá. Mas então. Ele é mais alto do que eu, Lew. Você tem noção do quão raro é isso? Eu tô tão acostumada a ver os cocorutos das pessoas que eu mal pude acreditar que tava vendo os olhos de alguém. Uns olhos verdes, bem verdões. Nah, não estou apaixonada. Ele não é fofinho, ele é... Sabe? Ah, não me faz falar, vai. Vai catar coquinho. Eu não gosto dele dessa maneira, não, mas acho ele bacana. Sei lá, talvez seja só o encanto de encontrar alguém da mesma altura, sabe?"

Jack
"Woah. Cara, me ensina a fazer isso! A sua massa tá muito linda! Como você fez ela ficar tão douradinha? Eu passei a gema de ovo diluída em água, mas a minha não fica tão bonita assim. É algum truque de forno? Você usa um maçarico para dar o toque final? A-Ah, se for segredo também... Não precisa contar. Foi mal, minha culpa. Não deveria sair me intrometendo na comida dos outros, ainda mais agora que estou sem luvas, hah. Foi mal, foi mal. Uh, eu sei que você é falado, mas, sério, desculpa, eu não sei seu nome. Tenho um problema com nomes em geral. Aliás, eu sou... Ah, você já sabe. A-Acho que já era de se esperar... Uh, bom, eu... Eu acho que eu vou indo, mas... Eh, se você puder me dar dicas, eu agradeço muito! Uh, falou! A gente se vê por aí!"

"Lewis, eu encontrei a pessoa perfeita. Não, NÃO! Eunãogostodeledroga. Aliás, acho que você que deveria casar com ele. Sério, deixa eu te provar que ele é tipo, o maridão da po... Porta. Primeiro, o cabelo dele é todo branco, então acho que vocês iam curtir ir tingir os cabelos juntos ou sei lá. Segundo e mais importante... ELE COZINHA PRA CARALHO– Ai, manga! De qualquer modo, sério, ele cozinha muito bem. Tudo o que ele faz fica lindo e cheiroso e provavelmente saboroso e isso me deixa tão... Tão UGH, mas ao mesmo tempo tão HMM que tipo... Sabe? Não? É tipo... Um misto de.... Ajuda aí com as palavras, você que escreve. Não, não. ISSO! É um misto de admiração, e também vontade de socar a cara dele, porque como ele pode ser tão bom? Ele deve ter se esforçado tanto e isso me enche de DETERMINAÇÃO. Ao mesmo tempo, eu tenho vontade de sufocar num travesseiro, porque eu acho que eu me esforço tanto quanto ele... E não tenho o mesmo progresso, entende? Awn, que fofo, você dizendo que todo dia eu melhoro mais um pouco. Ah, para Lewis, assim eu fico sem graça, mané. Mas, sério, você deveria casar com ele. Pra melhorar, ele é tipo uns dez centímetros mais alto do que eu. E sabe que eu reparei primeiro no que ele tava cozinhando e só fui perceber que ele era mais alto quando eu tava indo embora? Às vezes eu acho que você fala sério quando me chama de vesga. Ei, não ria! Ah... Eu quero falar com ele. Mas não se pede dicas a um rival, né? Tipo, isso ia acabar com a competição. Mas poderia ser legal, porque vai que eu sei algo melhor do que ele? Aí um ensina o outro, né?"

Matthew
"Car... Caroço! Foi mal, eu não te v... Pera, você não é mais baixo do que eu, era pra eu ter te visto... U-Uh, bom, eh, de qualquer modo, foi mal, eu não tava prestando atenção, porque eu tava olhando as minhas... As minhas provas! Mano do céu, cadê? Entraram debaixo dos armários? Por favor, isso não, eu não posso perder aquelas provas, são meu material de estudo! O-Olha, me desculpa por ter esbarrado em você e me desculpa também por pedir isso, mas cê pode me ajudar a procurar essas provas? Elas são realmente importantes, eu... Enfim. Você entendeu, né. Ah! Pera, acho que tô vendo a pontinha de uma aqui. Cê consegue empurrar um pouco esses armários? A-Ah, digo, tá tudo bem se não der, eles são pesados pra carAMBA– Cara, quanta força você tem? Ah, é... Valeu. Digo- Obrigada. Te devo essa. Uh, bom, eu tenho que correr. Valeu mesmo pela ajuda, Força-sobrehumana. A gente se vê por aí, espero."

"Lewis, as pessoas estão crescendo. Porque tipo, de repente eu tô encontrando um monte de gente da minha estatura. Não, eu não tô prestando mais atenção aos arredores... Você acha que estou? É, era o que eu pensava. Mas, sério, eu nunca reparei que tinha tanta gente alta que nem eu na escola. Só o professor lá que tem quase dois metros de altura, mas, fora ele... Achei ser a única. Bom, talvez entre as garotas eu realmente seja a mais alta por pelo menos uns quinze centímetros. Se bem que até tem umas professoras altas, né. Ah, mas então. E esse garoto é super gente fina ele me ajudou a achar as provas e tal. Na real, ele empurrou o armário que elas tavam embaixo. Exatamente o meu ponto! Esse cara é tipo, mega forte. Mas ele não tem cara de bombadão que nem aquele professor narcisista lá. Ele só é forte demaaais. Cê acha que ele faz algum exercício físico? QUÊ? Ele, do clube de artes marciais...? Realmente, pensando agora, faz sentido, né. Seria bacana poder conversar mais com ele. Espero poder retribuir o favor em algum momento, sinto que devo isso a ele."

Mariane
"Uh... Hey, desculpa te incomodar, mas você tá bem? É... Eu sei que eu não deveria me intrometer onde não sou chamada e tal, mas você parecia meio pra baixo, tipo, cê tá olhando pro chão e tal. Você é uma novata? Tem algo com que eu possa te ajudar? A-Ah, digo, se você não se sente à vontade para falar ou se não puder falar, tá tudo bem, eu não vou insistir. Mas se precisar só falar com alguém ou coisa do tipo... Eu tô por aí. Não é muito difícil me perder na multidão, né? Enfim. Vou te deixar na sua paz, Doce. Qualquer coisa me procura, eu te ajudo como puder, beleza? A gente se vê por aí."

"Lewis, foi tão triste ter que deixar aquela menina com aquela carinha de quem ira chorar no meio da escola! Mas eu tinha que ir pro trabalho... Mas foi tão, tão triste! Eu juro que, se pudesse, trazia ela pra casa. Deixava ela dormir na minha cama, eu ficava com o sofá. Eu não sei explicar e nem sei direito o que eu senti, mas foi tipo... Uma coisa assim, que me deixou muito mal. E tipo, eu senti que eu precisava fazer algo a respeito. Sei lá, a menininha andando com a cabeça baixa, e aí ela tá sempre com a cara fechada, sabe? Nossa, eu daria meu Strawberry Milk pra ela se tivesse garantia de fosse fazê-la sorrir. Ela não parece uma má pessoa... Embora o professorzão de artes marciais, que é um cara meio assustador, esteja sempre na cola dela. Talvez, sei lá, vai ver que ela só anda com o turma errada, ou vai ver que, exatamente, ela ainda não encontrou a turma dela. Ah, Lewis... Você entenderia o que eu não tô conseguindo explicar se olhasse pra carinha dela."

Kiyomi
"Uh, oi? Ah, oi. É, você é a... Isso, Kiyomi Nakamura. Falei certo? Éé... Me disseram que eu podia te procurar... Pra pedir uma ajuda com a matéria e tal. Porque você é tipo uma lenda da literatura... Digo, você deve saber a própria fama, né. E também, tem mais uma coisa. Eu tenho um irmão e ele já publicou alguns livros, mas nada muuito grande. Eu não vim fazer propaganda, na real, eu queria saber se você teria algumas dicas para dar pra ele sobre a escrita. Ele... Eu agradeceria- Na verdade, nós agradeceríamos muito."

"Toma aí, Lew. É um caderno, ué. Com anotoções sobre... Lê você aí, tá na sua mão. Haha, acertou! Já pode dizer que me ama. Ah, sei lá, eu só fui anotando tudo o que ela disse, não contei quantas dicas foram, cara. Mas depois ela até me ajudou um pouco com literatura e foi o máximo. Curti muito a garota, o nome dela era... Era Kiyoki Kanamura? Algo assim. Tinha bastante K. Kiyomi! Isso, era isso. Kiyomi. Foi muito gentil da parte dela dar essas dicas, tem gente que mataria pra ter algo equivalente, então... Trate de melhorar com essas dicas, viu? Conto com você."

Diretoras, professores & Funcionários
"Acho que até hoje não decorei o nome de todos os professores. Só a Summer, porque já bati vários papos com ela e já neguei entrar no time de basquete feminino muitas vezes... E o professor Pheonix, porque ele é o cara mais alto que eu conheço. Os outros... Eu lembro das aulas, mas juro que não lembro dos nomes dos professores. Bom, chamar só de senhor e senhora não é ruim. Digo, eles não parecem se incomodar.
Os funcionários... Eu cumprimento quando eu vejo, o que não é muito frequente. Sei lá, se mal vejo outros alunos... Credo, eu devo ser um monstro, imagina quandos funcionários eu devo ter ignorado?
E as diretoras... Ah, elas são tãão fofinhas! Dá vontade de pôr num potinho, não dá? Eu colocava, se pudesse. Mas acho que é questão de respeito, né? Então é só ser prestativa e educada, fora isso acho que não tem nada demais no meu comportamento para com as diretoras ou os professores."

Desconhecidos
"Desconhecidos só deixam de ser desconhecidos quando você se permite abrir pra novas possibilidades, não é? Sei lá, no fim eu acho que trato todo mundo mais ou menos com a mesmo indiferença e vergonha. E falo sempre desse jeito mais relaxado... Por mais que eu tente acertar meu vocabulário com professores e quitais, acabo perdendo as palavras. Não posso pensar demais nelas, acho."

Amigos
"Ah, cara. Amigo é pra tudo, né não? Desde bobagem até verdadeiros dramas, então amigo tá aí pra isso. Pra você cuidar, e zoar e se divertir e aprender e tudo mais. Mas acho que também tem que estar com a porta aberta pra quem quiser sair. Não vejo problema nisso, acho que fica quem ficar e vai quem for. É natural, e eu não guardo rancor, nem arrependimentos. Eu quero aproveitar os amigos que tenho enquanto os tenhos."

Rivais
"Como eu disse pro Lewis... É uma admiração mista com ódio, que resulta em determinação. É como se jogassem álcool numa fogueira – a fogueira, neste caso, sendo eu. Fora que o espírito de competição é muitas vezes benéfico se tratando de avanços e aprendizado. Claro que deve ser uma competição sadia, né, mas acho que é algo bom. Eu gosto. Me dá vontade de fazer as coisas como nunca fiz."

Inimigos
"Acho que não levá-los a sério e tirar sarro é a melhor forma de provocação, que muitas vezes pega lá no cerne da pessoa – eu já não me importo com mais nada mesmo, então deixem que falem o que quiserem. Eu não ligo. Mas confesso que, entre amigos, acabo zoando inimigos. No cara a cara, no mano a mano, porém, evito sair no braço, porque não é como se eu tivesse muita força, eu tenho as técnicas, mas na base da força bruta eu perco num piscar de olhos. E eu também não discuto. Não vale a pena, porque eu não tenho palavras, mas eles também não têm ouvidos."

Novatos
"Juro protegê-los e amá-los para todo o sempre! Quero colocar todos em potinhos e levar para casa para cuidar, porque eles são tão fofos! O jeitinho de ficarem perdidos... Eu me sinto quase obrigada, como se algo dentro de mim gritasse por isso, a ajudá-los com o que quer que seja. Desde achar a sala de aula certa até os esquemas para conseguir pegar o começo da fila da cantina e os melhores lugares na cafeteria. Bom, com matérias eu não posso ajudar muito, já que eu mesma deixo a desejar... Mas com todo o resto, eu dou o meu melhor para ajudá-los!
O único problema é que, à medida que vamos nos aproximando, eu quero cuidar mais e mais deles e, daqui a pouco, estou tratando-os como meus irmãos mais novos, só faltando carregá-los nas costas, de cavalinho."

Veteranos
"Acho que é um título que não diz muito, honestamente. Eu mesma sou uma veterana, mas acredito que há vários alunos novatos que sejam melhores do que eu. Seu em quesitos intelectuais, em quesitos físicos... Mesmo na culinária, eu não duvido de nada. Embora respeite profundamente o maior tempo de experiências que os veteranos tiveram, não acho que seja motivo de orgulho, se seu trabalho não deu fruto algum."

Genius
"É um título que não me interessa o dos outros, somente o meu. Ainda que eu goste de ter outro Genius por perto, uma vez que isso costuma significar pessoas que, ao longo de suas vidas, se empenharam ao máximo e deram tudo de si, suor, sangue e lágrimas... Eu estou fazendo isso por mim. Não é para competir com os demais, embora isso às vezes seja bom. Eu que tanto almejo o título de Genius. Não deveria me importar com as pessoas à minha volta. Claro que isso sigfinica que há competição, mas eu confio nas minas havilidades. Eu sou capaz."

Extras
"Acho... que é outro título sem significado, honestamente. Não diz nada para mim, porque não me importa. São pessoas que não são as melhores em seus clubes, só isso. Não diz nada sobre cada um, nem sobre sua aprendizagem, nem sobre sua personalidade. Então.... Não diz nada a respeito de cada um."

Pássaros
Andorinhas
"Uh, bom. Não me incomodo com... Sabe? Em ouvir um Andorinha falando. Eu meio que já tô acostumada com isso, então... Não faz muita diferença. Mas eu gosto dos Andorinhas. Da dedicação que eles colocam nas coisas, isso aí é algo que eu admiro. E acho que esse... Sabe? Esse jeito deles. Me lembra um pouco o Lew e eu quando a gente era criança."

Beija-Flores
"Eu gosto da minha classe e tal, da honestidade deles e tudo mais. Mas... Sei lá. Mesmo eu tendo várias coisas em comum, várias características... Sei lá. Não rola uma conexão, entende? É tipo, eu concordo com toda a... A filosofia deles. Mas não é como se eu pertencesse a eles. Que nem aqueles pássaros que botam os ovos no ninho de outro pássaro. Eu sinto que... Ah, você entendeu."

Pavões
"Uh... Acho que Charlotte seria um Pavão. Só que sem as partes boas. Sei lá. Eu gosto deles, e acho, tipo... Sei lá, legal que eles gostem de mostrar as coisas que fizeram. Parece até a Chiara, o Micah ou o Dorean. Eles também gostam de mostrar o que fazem, tipo os colares de macarrão ou os desenhos. A-Ah, pensando bem, acho que mesmo eu... Não, na real, meio que todo mundo gosta de mostrar o que fez, né não? Todo mundo gosta de ser elogiado... E, bom, eu não me importo de escutar um Pavão falando sobre o seu trabalho, desde que ele seja honesto. Tipo... Entende? Se ele tiver colocado todo o esforço que diz ter colocado, então acho que é justo que el possa falar disso. Mas se ele tá só se promovendo e falando umas coisas inventadas... Bom, eu nunca tenho como saber, não sei "detectar" mentiras como as outras pessoas. Nem aquelas mentiras gordonas feitas na minha cara. Sei lá. Mas, foi mal, confesso que acho meio fútil a preocupação com as aparências e tal. O Lew ia curtir puxar uma conversa com eles, acho."

Corujas
"Corujas? Ah, eu curto os corujas! Eu vou com a cara deles, tipo... Eles me ajudam a estudar, quando eu preciso. E a gente troca favores numa boa, eles não pedem umas coisas absurdas nem nada. É uma galera bacana, e que põe tudo de si no que faz. Eu gosto disso. Só acho que eu evitaria fazer escolhas com um Coruja, porque... Bom, eles gostam de pensar. Muito. Tipo, demais. E eu, se usar demais a cabeça, canso. E fico com dor de cabeça e dores nos olhos. E fico irritada. É, pensar demais é ruim. Então eu simplifico as coisas. E tento manter tudo prática e fácil de entender e tal... Mas aí o meu jeito de escolher as coisas ia irritar um coruja. E depois a gente ia argumentar e aí eles iam quebrar a minha cara, porque eu não consigo usar... Sabe? As palavras. Elas não saem quando eu quero. Nem do jeito que eu quero. Nem dizer o que eu quero."

Corvos
"Corvos...? Sei lá. Acho que são a classe mais... Uh, sabe? Neutra, sei lá. Não me dizem nada, não. Mas uma coisa eu gosto neles é que a maioria entende o que é ficar sozinho junto. Se bem que boa parte prefere só ficar sozinho mesmo... Mas enfim. É. Sei lá o que dizer deles. Não me incomodam. Nada contra."

Fênix
"É... Admirável. O jeito como eles sempre se põem de pé de novo depois de um derrota. Eu gosto disso. Dessa determinação. Me dá vontade de fazer... Cê sabe, né. Sei lá. E dá essa impressão de que... De que dá pra fazer qualquer coisa. Como se eu governasse o mundo. Pfft. Haha. Besta, né? Mas ver eles tão obstinados dá essa coisa boa aí.
E mesmo as pegadinhas que fazem também são legais. Tipo... Tá certo que várias vezes eu sou o alvo, tanto por ser, sabe, alta, quanto por ser... por ser lerda. É. Mas depois, tipo, olhando agora pras pegadinhas que já fizeram comigo... Eu acho engraçado. Tipo, é muito engraçado. Então acho que eu não me importo muito não. Até curto ter um por perto, a vontade deles é contagiante."

Falcões
"Olha, pra ser honesta... Eu nem sei porque gosto tanto deles. Sei lá, só.... Entende? Rola uma identificação, ou coisa do tipo. Como se.... Como se eu pertencesse lá. É bacana andar entre eles. Tipo, a honestidade deles é boa, porque dá pra saber quando cê tá tendo uma ideia fraca ou o que você tem que melhorar. E a comptetitividade deles me motiva. E, bom, já que eles têm a fama de violentos, né.... Eu não me importo, pra ser honesta. Uh, acho que até me daria bem. Porque eu posso ser um saco de osso, mas até sei umas coisas sobre luta. Mas não costumo me meter em briga com eles. Na real, seria bacana ter uma daquelas gangues, sabe? Daquelas que tipo, mexeu com um, mexeu com todos. Tipo... Tipo família, acho."

Gaviões
"Os- Quem? Ah, os Gaviões. Sei lá, cara. É tipo aquelas caixinhas de jujuba... Entende? Cada uma tem um sabor. Então, tipo, meio que não dá pra falar nada deles. Eu também não me importo muito, pra ser honesta. Deixa eles fazerem o que quiserem. Desde que não atrapalhe... Tá ótimo, não tá? Então deixa os caras serem eles mesmos. Eles não têm que se encaixar em nenhum lugar. Na realidade, acho qur ninguém se encaixa, tipo, perfeitamente, sabe? Então, sei lá. É. Não sei falar deles assim, no geral."

Cisnes
"Acho que eu deveria pertencer a essa classe... Embora eu não tenha muito nada a ver com eles. Mas, tipo, bastante gente de culinária tá lá. Mas... Realmente, eu não tenho aquela elegância e aquele jeito todo... Todo TCHANS deles, sabe? Acho que a gente só tem umas duas, trêa coisas em comum. Tipo... Gostar de inovar na comida. E ser dedicado ao que faz. É."

Crianças
"Eu absolutamente AMO crianças! Tipo, achei que já tinha dado pra perceber pelo jeito que trato meus irmãos. Mas tipo. Sério. Crianças são a coisa mais fofa do mundo, porque elas são tipo, um mini adulto! Elas têm tudo o que um adulto tem, elas têm todo o... O potencial, e elas tem tipo, um terço do tamanho de um adulto! Fora que elas topam a maioria do que a gente propõe, e são fáceis de agradar. Então é muuuuito gostoso agradar as crianças, porque qualquer coisa é motivo de sorrisos ou sei lá qual outros jeitos elas mostram que gostaram do que você fez... Mas elas mostram. Sempre dão um jeito de mostrar. Tipo. A Chiara não sorri, mas ela fica me seguindo e fica abraçada na minha perna. Ou os pequenos. Eles me dão desenhos. O Lewis já é grande, não vale, mas ele faz tipo, uma coisinha com o rosto. Não sei explicar. Tá nas sobrancelhas. É o jeito que elas mexem assim que ele come os doces que eu fiz. E depois ele sorri e grita que tá muito bom e fica dizendo que, se curtisse mulher, casava comigo. A gente se diverte aos montes. Mas, é, eu gosto pra car... Gosto pra baralho de criança."

Indivíduos de Maior Autoridade
"Uh, bom, eu meio que sempre acabo nervosa na presença de gente importante e tal. E... E aí as palavras... Você sabe. Elas entalam. E eu suo gelado. E balanço pra frente e pra trás. E aí as coisas pioram quando eu tento falar sem ser desse jeito... Desse jeito relaxado. Só que aí sai tudo mais devagar. E fica tão confuso na minha cabeça! Aí no fim acho que ninguém me entende muito bem. Sei lá. É meio estranho que eu consiga conversar com os caras do supermercado numa boa, mas não consiga conversar do mesmo jeito, tipo, educado e tal, mas não tãão íntimo, com gente importante. Sei lá. Elas.... Elas ocupam salas inteiras... Sabe? Com a presença. E pesa. Sei lá, eu fico desconfortável."

⌠Como são suas capacidades em...⌡
Inteligência
Prim não é a garota mais inteligente de todas quando se trata das matérias escolares ou falando de inteligência social. Mas ela sabe muito sobre a vida prática, sabendo lidar com problemas e incovenientes do dia a dia como ninguém.

Aprendizagem
Ela demora a aprender, aprendendo melhor na base da repetição. Por isso anota tudo o que o professor diz e faz, porque depois relê tudo em casa e consegue ir entendendo as coisas, aos poucos. Com a ajuda de Lewis, ela consegue aprender relativamente rápido, inclusive porque se esforça muito para ir bem e manter as notas - caso o contrário, perde a bolsa. Como conseguiu ir muito bem na prova de entrada, conseguiu a bolsa, ainda que parcial, que tanto queria. Mas agora para mantê-la... A garota tem que ralar muito, já wue suas ambições são grandes.

Estratégia
Estratégia? O que é isso? Pfft. Prim é terrível com esse tipo de coisa, só seguindo uma estratégia - uma receita - para a vitória: a prática, e o esforço.

Velocidade
Ela pode até ser considerada bastante rápida, por ser leve e ter pernas compridas. Mas não acelera nada que não deva acelerar, como a feitura de alguma comida ou algum doce. Ainda que ela seja capaz de fazer as coisa depressa, ela as faz no ritmo mais adequado.

Agilidade
Como pratica lutas e não tem força, Prim compensa com a agilidade, conseguindo desviar de golpes com desenvoltura. Ainda assim, não é a pessoas mais ágil. Mentalmente, então... Nem se fala.

Reflexo
Seus reflexos são como os reflexos de um gato. Como seu corpo está acostumado a agir antes de sua cabeça sequer perceber que há algo se passando, seus reflexo são muito bons e são sempre adequados às situações. Como se seu corpo previsse as tragédias antes de acontecerem. Também tem a ver com a sensibilidade a auras que Prim tem, embora nem ela mesma entenda isso.

Resistência
Sua resistência não é das melhores, mas a garota consegue ficar em movimento por tempo o suficiente pra ganhar uma luta. A resistência mental, por outro lado... Se ela senta e se concentra, tudo bem, ela vai ficar nisso até acabar. Mas, no instante em que acabar... Ela despenca. Dorme praticamente de imediato.

Flexibilidade
Seu corpo é tão flexível ao ponto de ser aflitivo. Ela é aquela pessoa que consegue colocar os dois pés atrás da cabeça, ou aquela pessoa que consegue fazer um espacate negativo. É simplesmente assustador vê-la se alongar, parece até aqueles espíritas invocados em filmes de terror, que são todos distorcidos.

Prim também é extremamente flexível no sentido de que não se importa tanto com imprevistos, estando aberta à mudanças e, às vezes, até mesmo lhes desejando boas vindas.

Força
Num nome de 0 a 10, eu daria... A princípio, 0, mas, pensando bem, uns 2. Prim é literalmente só pele e osso, não tendo quase nenhum músculo, embora se alimente e se exercite relugarmente. Ela consegue carregar os irmãos pequenos e, com algum esforço, até mesmo Lewis ela carrega nos braços. Mas na hora de socar alguém... Ela tem que repetir o movimento muitas vezes pra finalmente conseguir machucar alguém. Por isso também os nó de seus dedos estão sempre machucados, pela repetição de socos.

Carisma
Olha, ela é ruim nisso e sequer se esforça nesse quesito. Ela simplesmente aceita sua honestidade bruta e é isso. Não gosta de sair de seu caminho para impressionar os outros, a menos que estes signifiquem muito para ela.

Social
Também é terrível, embora sua natureza tenha algo vago de uma mãe, o que às vezes faz as pessoas à sua volta ficarem mais relaxadas e à vontade.
Num grupo de muita gente, Prim fica irriquieta e nervosa, nada lhe vem à cabeça além de bagunças de palavras.
Agora, se for no "mano a mano", Prim consegue ter conversar decentes.

Paciência
Depende muito da situação. Se lhe tiraram a concentração, ela perde a paciência relativamente fácil, mas logo procura corrigir sua postura, só ficando séria e pedindo - um tanto agressivamente - para que isso não se repita. Se algum de seus irmãos lhe tirar a concentração, ela reclama, mas não fica extremamente irritada.
Mas, fora essa situação de tirá-la de sua concentração, é bastante difícil tirar Prim do sério. Ela tem bastante paciência e, ao invés de ficar brava, muitas vezes ela só dá de ombros.
Só não consegue ignorar a raiva de quando alguém que nem se esforçou reclama da derrota. Isso a deixa puta da vida.

⌠Clube⌡
Clube de Culinária

⌠Qual sua classe no clube?⌡
Genius – mas não está entre os melhores dos Genius, está entre os "medíocres" deles.

⌠Você costuma agir mais pela emoção ou pela razão?⌡
Pela emoção. Seu corpo age ante mesmo da mente conseguir entender o que se passa. Se precisar fazer uma decisão rápida, vai fazê-la pensando na sensação que cada uma passa. É uma pessoa muito sensível a energias, o que faz com que, mesmo que seus critérios pareçam absurdos, suas escolhas quase sempre são as melhores.

Numa decisão de extrema importância, Prim até tenta parar para pensar, mas percebe-se inquieta, sente sua natureza toda querendo tomar a decisão enquanto sua mente ainda tenta entender a situação e o contexto, para só depois avaliar as opções. Muitas vezes acaba tomando-as pelo sentimento, porque sua natureza toda luta contra a racionalização de tudo. No instante em que para para pensar em algo com seriedade, se vê com a cabeça cheia. E se tentar ignorar os impulsos, logo eles tomam forma física, lhe provocando dores pelo corpo, um peso no estômago, mal estar... É impossível lutar contra si mesmo, ela pensa às vezes.

⌠Qual sua classe de pássaro?⌡
Beija-Flor, embora às vezes se sinta melhor entre os Falcões. Várias vezes pensa em mudar de classe, mas nunca consegue reunir coragem suficiente, além de motivos suficientes para isso.

⌠Sobre o par...⌡
( ) Quero e crio o par
(✘) Quero e combino com as autoras ou com um leitor
( ) Quero e as autoras escolhem
( ) Não quero par

Se for combinar com alguém...
Nome do usuário que criou o par:
Nome do par:
Link da ficha do par:
Relação com o par:

⌠Você pode...⌡
(✘) Beber
( ) Fumar
( ) Falar palavrão
( ) Colar nas provas e testes
( ) Invadir propriedades particulares
(✘) Ser mãe/pai
(✘) Ser rival de algum aluno, professor ou funcionário
(✘) Matar aula

⌠É novato ou veterano? Se for veterano, há quanto tempo estuda em BMAS?⌡
Veterena. Estuda na BMAS há um ano.

⌠Como se comporta em sala de aula?⌡
Foco. Extremo foco. Não existe mais nada ao seu redor exceto pelo professor/professora e a lousa.
Pouco importa se é uma aula chata ou uma aula divertida, Prim tem tanto pavor de falhar e perder a bolsa ao invés de conseguir uma 100% que não se permite relaxar um segundo sequer, anotando tudo desde o momento em que o professor adentra a sala, até o momento em que seus dois pés pisam do lado de fora. Anota tudo minuciosamente, a matéria toda da melhor forma o possível, praticamente transcrevendo o que foi dito em aula.
Não tem exatamente aulas preferidas, embora tenha certa preferência pelas aulas sérias e rígidas, uma vez que os ruídos à sua volta às vezes lhe tiram a concentração, irritando-a até o cerne.

⌠Qual seu desempenho escolar? Tanto teórico quanto físico?⌡

Aluna do tipo C+, Prim não tem o melhor dos desempenhos teóricos. Devido à sua dificuldade com palavras, é comum que inclusive em provas não consiga organizar suas ideias claramente, bagunçando as informações de forma que se tornem confusas e incompreensíveis, embora para ela ainda façam sentido. Mas já melhorou bastante do primeiro ano para cá. No começo do ano às vezes entregava provas com um parágrafo só, porque era a única coisa que conseguira organizar de modo que os outros entendam. Atualmente, ela escreve como pensa, mas, de novo, isso faz de seu texto um bolo de informações corretas, porém sem relações entre si. Por isso, de D+, Prim subiu para o C+ e, devagar e sempre, está trabalhando suas questões linguísticas, melhorando suas notas também – já tirou até alguns B-
Para melhorar, pretende continuar estudando e, se possível, tentando se abrir mais às pessoas que a cercam, já que Lewis sempe lhe diz que conversar com outras pessoas a ajudaria a desenvolver as ideias e quitais.

O seu desempenho físico também não é muito bom. Embora pratique Krav Magá algumas vezes por semana, tem pouca massa muscular, o que faz com que não consiga construir músculos e, em consequência, não ganhe força. Apesar disso, tem um ótimo fôlego e reflexos velozes/ágeis, que são seu único meio de ganhas as lutas em que se mete – dependendo da técnica, Prim consegue vencer; dependendo da força bruta, ela perde num piscar de olhos.
Não melhorou muito desde o primeiro ano, por isso têm caminhado mais, além de ter aumentado as horas de treino de Krav Magá por semana, passando de três a cinco.

⌠Quais são as matérias que você estuda?⌡
Biologia
Química
Física
Inglês
Literatura
Redação
Gramática
Álgebra
Trigonometria
Artes
Filosofia
Sociologia
História
Geografia
Educação Física
+ Defesa pessoal

⌠Série⌡
2º ano do Ensino Médio

⌠Esconde algo dos amigos? Se sim, o quê?⌡
Tenta esconder o fato de ser filha de Victor Robin, mas mais cedo ou mais tarde a informação semrpe chega aos ouvidos dos amigos.

⌠Sonhos?⌡
Um de seus sonhos é, na realidade, cozinhar com seu pai. Mas, tendo percebido que os dois sempre serão comparados, ela já praticamente desistiu do sonho, distorcendo-o para "Cozinhar melhor que seu pai", uma vez que isso parece mais concebível.

⌠Objetivos pro futuro?⌡
Quer ser uma chef tão reconhecida quanto seu pai. Quer ser famosa, quer que reconheçam-na. Que olhem para ela e digam "Rainha" ao invés de "Princesa". Que olhem e pensem no quanto ela ralou para não só chegar ao nível do pai, como também para ultrapassá-lo. Ela quer que a reconheçam pelas habilidades, não pelo estúpido nome.

⌠Em que quer se especializar?⌡
Em doces, apesar de ser extremamente habilidosa com carnes e massas também.

⌠Por que escolheu essa especialização?⌡
Simplesmente porque tem mais prática neles e nunca comeu doces melhores do que os próprios – mesmo os do pai, ela percebe quando os compra e come, mesmo os doces dele não são tão gostosos. Parecem todos feitos... Sem vontade.
Além disso, há inúmeros doces que lhe desafiam as habilidades, o que a motiva ainda mais a se aprofundar na área.

⌠Qual seu objetivo na Blue Moon Art School?⌡
Não só quer se formar como Genius, mas como a melhor de todos no quesito culinária. Sua determinação não é algo contra os outros, sua vonta de não é se sentir melhor do que os demais, mas Prim acredita que somente assim ela pode se provar digna de enfrentar o pai, provando suas habilidades como cozinheira. Ela quer provar de que não carrega só um nome, mas sim anos de dedicação e esforço, de erros e acertos, vitórias e derrotas, anos de experiência, e quer mostrar que eles deram frutos. Ela não quer mais ser a ❝ Princesa ❞. Ela quer ser A Rainha.

⌠Como você entrou na BMAS?⌡
É parcialmente bolsista, tendo que pagar somente 20%. Mesmo assim, até seu último ano, pretende conseguir uma bolsa de 100%.

⌠Qual sua opinião sobre Blue Moon Art School?⌡
É uma ótima escola e uma oportunidade que ela não tem o direito de disperdiçar. Desse modo, cê a escola e sua tremenda reputação quase como um desafio, como uma motivação para se superar a cada dia. Além disso, crê que não poderia ter escolhido um melhor lugar para estudar, dado quem já se formou lá em sua área de interesse.

⌠Qual sua opinião sobre o método de classes de Blue Moon Art School?⌡
Ela não realmente se importa, já que não presta tanta atenção nas pessoas ao seu redor, se preocupando mais em entender a matéria. Desse modo, pode-se dizer que não tem uma opinião, embora ache relativamente confortável a ideia de ter mais gente como ela mesma perto de si.

⌠Sofre de alguma doença?⌡
Trissomia do X | Síndrome do Triplo X

"A Trissomia do X (47, XXX) ou síndrome do triplo X só ocorre em mulheres, sendo elas reconhecidas assim, como super fêmeas. Nas células 47, XXX, dois dos cromossomos X são inativados e de replicação tardia.

Síndrome do Triplo X pode não causar quaisquer sinais ou sintomas. Se os sintomas aparecem, eles podem incluir[1]:

Estatura maior que o normal;
Pregas verticais que possa cobrir os cantos internos dos olhos (pregas epicânticas);
Atraso no desenvolvimento da fala e linguagem;
Tônus muscular mais fraco (hipotonia);
Dedos mindinhos mais curvos (clinodactilia);
Problemas de saúde mental;
Falência ovariana prematura ou anormalidades no ovário;
Constipação ou dores abdominais.
Dores nos olhos"

Prim é uma "Super Fêmea", apresentando alguns dos sintomas. Entre eles: a estatura maior que o normal, atraso no desenvolvimento da fala e linguagem, tônus muscular mais fraco (hipotonia) e anormalidades no ovário. No entanto, ela não sabe de nada disso, Prim não sabe sobre sua condição. Por isso ainda alimenta as esperanças de ter filhos, embora seja altamente improvável que seja capaz de fazê-lo.

⌠O que mais gosta na escola?⌡
A possibilidade de conhecer pessoas incríveis e que podem lhe ensinar de tudo; a possibilidade de conhecer gente maravilhosa.

⌠O que menos gosta na escola?⌡
O método de alguns professores, pois faz com que Prim tenha medo de fazer perguntas supostamente burras, guardando as dúvidas para si por intimidação. Incapaz de tirar suas dúvidas, ela se vê sem suporte, tendo que recorrer a colegas, sem poder depender dos professores.

⌠Possui algum objeto de extremo valor? Qual? Por quê?⌡
A foto de sua mãe, porque é a última foto dela e também porque é com essa foto com quem conversa de noite sobre suas frustrações.

⌠Tipo sanguíneo?⌡
A negativo



Perguntas finais

⌠Aceita cenas de sexo/hot?⌡
Sim, sim.

⌠Está ciente de que, ao entregar sua ficha e ser aceito, nós poderemos fazer qualquer coisa com seu personagem?⌡
É uma premissa básica para qualquer fanfic interativa, não é?

⌠Seu personagem poderá ser sim aceito, como também pode não ser. Caso ele não seja, se compromete a não dar chilique por isso?⌡
Nossa, vou me jogar no chão e espernear como uma criança mimada qqq
Brincadeira, brincadeira~ Vocês já têm a minha palavra.

⌠Caso seu personagem não seja aceito, continuará a ler a fic?⌡
Sem sombra de dúvida! Já me apaixonei por ela, não tem como voltar atrás.

⌠Irá cobrar pro capítulos, até mesmo se tivermos postado no dia anterior?⌡
Não cobro, porque sei como pode ser difícil escrever, seja por problemas pessoais, por acordos entre autores, por disponibilidade, etc. Então, não, não cobro, nem que sumam por muito mais tempo do que de costume. Nesse caso, mando mensagem, mas é para saber se aconteceu algo.

⌠Se necessário, podemos mudar algo em sua ficha?⌡
Sim, mas peço que antes de fazê-lo, por favor, falem comigo. Eu gostaria de discutir o que precisa ser mudado para me certificar de que não compromete de nenhum modo alguma outra parte do personagem.

⌠Alguma ideia para o enredo da fic?⌡
Ainda não, só algumas para a personagem, serve?

➶ O fato de Prim ser uma Super Fêmea inclui inúmeras complicações, entre elas, anormalidades nos ovários ou mesmo infertilidade. No entano, Prim sempre quis ser uma mãe, mesmo que ainda não, já que tem os irmãos para cuidas, mas sempre sonhou em ter a própria família e as próprias crianças.
Por isso acho que seria interessante se, em algum ponto da história, ela descobrisse sua condição e se sentisse totalmente desamparada, tendo como único suporte – além da família – o par. Agora, como ainda não sei que tipo de par dar à ela, imaginei alguns cenários diferentes. Caso o par seja uma mulher, Prim poderia ponderar sobre a adoção ou pensar em inseminação artificial de sua namorada ou algo do tipo. Caso seja um homem, eles poderiam discutir as tentativas, se vale a pena tentar, as probabilidades de dar errado e quitais.

➶ Sei que isso depende muito da questão anterior, mas... Imaginei Prim sempre chamando a madrasta de irresponsável, mas ela mesma ficando grávida, ainda tão cedo. – Não sei, só estou jogando ideias. Fora que são cinco da manhã e eu não consigo mais pensar, mas preciso terminar essa ficha.

➶ Prim dar tudo de si, não conseguir terminar BMAS como a melhor Genius do clube de culinária

"Me disseram para colocar meu coração em tudo o que eu fazia...
Então foi isso que eu fiz, eu coloquei, coloquei e coloquei.
Agora me perguntam por que eu sou tão vazia"


MAS, a única pessoa que foi melhor do que ela acaba consolando e motivando-a – ou pelo menos alguém que ela admirava MUITO.

➶ Talvez uma mudança de classes? Eu não tenho certeza, mas de cara pensei nela como Falcão. Relendo o doc das classes achei que ela tinha vários aspectos de um Beija-Flor, mas acho que ela se sentiria mais à vontade entre Falcões. É só uma sensação.

➶ De cara, eu estava pensando como par a enfermeira, já que poderia rolar um romancezinho muito soft, da Prim indo para a enfermaria frequentemente, seja por estar com machucados de brigas, seja por estar muito estressada e não estar dormindo direito, seja por motivo X ou Y. E aí ela acaba ficando mais próxima da enfermeira e conta as coisas que sente e pensa para ela – inclusive suas paixões pelo professor de culinária, por exemplo –, mas aí, aos poucos, ela vai percebendo que tá desenvolvendo um grande afeto pela enfermeira e assim vai desenrolando...
E, como o professor sabe de seus compromissos e por isso não ficaria com uma aluna... Achei melhor nem insistir nesse par, ainda que eu ache fofo, inclusive porque ele seria mais baixo do que ela fjaslfshaaskl
Mas depois eu pensei que talvez a Prim se desse bem com alguém do clube de artes marciais. Agora, quem é uma boa perguntaKKKKKK

➶ Um cenário muito específico, mas imaginei ela e um inimigo ou um rival presos em algum lugar/obrigados a ficarem juntos – por exemplo, ela e Hanya presas no elevador porque acabou a energia –, a sós e os dois conversando e se acertando, até que fiquem não exatamente amigos, mas numa coisa um pouco mais amistosa

➶ Ela tendo que sair no meio da aula por alguma emergência com algum dos irmãos

➶ Ela não podendo ir a algum evento/festa e a justificativa ser porque ela vai na reunião de pais de algum dos irmãos.

O dia que ela perder uma briga muito feia com alguém que peitou o irmão e aí ela falta uns dias, porque ficou tão fodida ao ponto de não poder ir pra escola

➶ Amizades!!! Com!!! GAROTAS!!! E elas tentando ensinar a Prim a se vestir de um jeito bonitinho e tal
Depois a Prim arrasando em alguma festa – pode até ser a Nyx –, porque ela tá toda produzida e tal, e tá DESLUMBRANTE

➶ Tretas com o irmão, porque ela o protege demais e quase nunca depende dele, o que faz com que ele se sinta um fardo.

➶ Ela levando o par para alguns restaurantes e depois pedindo a opinião deles na comida e comentando apaixonadamente sobre como ela faria aquilo, o que poderia melhorar, etc.

⌠Algo que queira acrescentar em sua ficha? Algo que não esteja nos tópicos acima?⌡
Por hora, não. Mas depois gostaria de discutir o par e tal, para acertar tudo e deixar bonitinho ♥

⌠Favoritou a fanfic?⌡
Favoritei!

Escutando: Unravel
Jogando: Minha vida no lixo
Permalink Comentários (1)

[29/12/2018] Blue Moon Art School - Domenico Wyn Grysha - Suspensa

[10/12/2018] Blue Moon Art School - Allen Zycie Erhardt

[25/02/2018] Vil - Ficha Complementar (Incompleta)

[10/01/2018] Vil - Ficha Completa


Atualizações do Usuário

Usuário: Miyo-chan
Favoritei o style
Style: Try again
Style: Try again
Citação:would you try again? because for you I always will choose yes *ugh* t . r . y eu juro q um dia eu saio do preto e posto a nova versão de remember, eu juro como se..
Usuário: Miyo-chan
Queria mudar o style, mas não acho nenhum que combine com meus jornais *cries*
Usuário: Miyo-chan
Espero conseguir terminá-las até hoje, porque depois disso vai complicar. Muito.
Usuário: Miyo-chan
Beleza, tanto a ficha da Prim quanto a do Dom estão mais ou menos arrumadas. Achei que ia desistir da Prim, mas no fim... Sei lá, me bateu uma empolgação incontrolável. Fora que ainda não sei ao certo o que quero do Dom.
Usuário: Miyo-chan
Okay, talvez eu não tenha esse poder TODO, mas acho que crashei o site sjnfmsnf Ou pelo menos é muita coincidência