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Fanfics de Bangtan Boys (BTS) com Kim Seokjin (Jin) com o gênero Magia / Misticismo - Tag Hentai

Lesson Of Love (Imagine Jeon Jungkook - BTS)

escrita por mayaszz
Fanfic / Fanfiction Lesson Of Love (Imagine Jeon Jungkook - BTS)
Concluído
Capítulos 26
Palavras 66.560
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Literatura Erótica, Magia / Misticismo
2020. Coréia do Sul.

______ é uma jovem de 18 anos que leva uma vida comum resumida em ir para a faculdade e voltar para casa. Seu melhor amigo, Jeon Jungkook, é uma das únicas pessoas que consegue tirá-la da rotina chata de sempre, apesar deles estarem passando por um momento difícil em relação a sua amizade. Os dois são melhores amigos desde mais novos, vivem brigando, mas não podem negar que não vivem um sem o outro.

Um dia, quando já estava saindo da faculdade, _______ encontra Ashley, a namorada de seu irmão. E o que era pra ser um diálogo normal, acabou se transformando em algo completamente diferente, após _________ acabar desabafando sobre sua relação com Jungkook, Ashley prometeu lhe dar um presente, ou melhor, uma das maiores experiências da vida da garota.

Só que ela sequer imaginava que esse presente fosse um feitiço de Ashley, e, no outro dia, quando ________ acordou, percebeu que estava em um lugar completamente diferente de onde dormiu. Mas tudo ficou pior ainda quando ela viu uma pessoa deitada ao seu lado, que era o próprio e único Jungkook. Ainda confusa com tudo aquilo, a garota tentava entender o que fazia na mesma cama que seu melhor amigo, que lugar era aquele e por que estava ali.

Isso até lembrar do tal presente que Ashley lhe prometeu, logo percebendo tudo que estava acontecendo.
_________ não estava na sua realidade, mas sim, no seu futuro. Com dois filhos, com uma grande carreira de modelo internacional, e, o menos esperado por ela. Casada com Jeon Jungkook.

+18 • Jeon Jungkook • Imagine.
(Capa feita por @Divakei).
→Não autorizo adaptações.
  • 3.463
  • 780

Angels Fall First (livro 2.0, Jungkook)

escrita por jeontaste , darkiot e callistos
Fanfic / Fanfiction Angels Fall First (livro 2.0, Jungkook)
Concluído
Capítulos 54
Palavras 385.510
Atualizada
Idioma Português
Categorias (G)I-DLE, Bangtan Boys (BTS), Blackpink, ITZY
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
O mundo está definitivamente com os dias contados. A profecia do Apocalipse se aproxima e condena todos aqueles que perderam seus caminhos.

Jungkook, filho do Diabo, tem sido caçado desde os primórdios dos tempos por apenas ser quem é. Sua graça diabólica, sorrisos curtos e palavras cuidadosamente pensadas escondem anos de feridas causadas pelos Caçadores de nefilins. Sendo ele, o líder dos nefilins, é seu dever proteger seu povo.

Ele volta ao Maine para se camuflar entre uma massa de humanos problemáticos. E dentre todos os prós e contras, conhece Lua. A garota de humor ácido e roupas em tom de preto. Seu maior pecado é desejar aquilo que pode ser o fim da sua existência.

Mas resistir não é uma opção.

IMAGINE| SOBRENATURAL| ANJOS |JUNGKOOK

Coletânea: Sol, Lua e Estrela.

Fanfic 2: Lua.

Não aceito adaptações! Plágio é crime.

Design por: ChIsHikiZi
  • 2.482
  • 3.662

I'll Not Kill You - Jimin (BTS)

escrita por IvyMckenziePark
Fanfic / Fanfiction I'll Not Kill You - Jimin (BTS)
Em andamento
Capítulos 16
Palavras 42.756
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Gay / Yaoi, Lésbica / Yuri, LGBTQIAPN+, Literatura Erótica, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
— Não... Por favor... A gente pode resolver isso de outra forma! — com cada pausa em sua súplica, eu podia pressintir... O escárnio da morte, aquele odor fúnebre... As minhas malditas expectativas me pregavam uma peça, e eu tinha a certeza que aquele era seu último suspiro. Mas tive essa certeza três vezes em apenas uma frase.

Que acabassem de uma vez com aquela histeria em meu peito, deveria ser eu a suspirar uma última e longa vez, tudo para acalmar aquele falso silêncio que me estremecia. Eu era mais um fantoche daquele maldito show de horrores, acima daquelas amarras, era a agitação para acomodar o traseiro em uma poltrona e assistir a mais um espetáculo. Já aqui embaixo... Aqui embaixo ressoavam o couro, o retumbado do meu coração e a queda pungente da água... Aquela água salgada que pingava de seus olhos, aquelas lumes que a mim refletiam-se como um poço de súplica e misericórdia. Era uma criança... Era inegável... Ali, com os olhos marejados, as bochechas infladas e a pele fumegante como batata, eu não tinha dúvidas, era a inocência de uma criança, ele conseguiu me convencer.

Puta que pariu! Eu fodi com tudo! Tudo! Tudo! Ele não deveria estar ali!

E a orquestra seguiu seu curso. Os instrumentos, eu posso categorizar... Um coração pulsante como nenhum outro, desesperado. A cantiga dele me engasgava, os meus dotes artísticos estavam afiados aquele dia. Em seguida, eu posso especificar que o couro era legítimo, o músico sabia manusear o instrumento despojada e naturalmente, mas a cada nota atingida por este, a cada vez que seus braços roçavam no tronco, o primeiro instrumento fazia questão de sobressair-se, roubando o centro. E por último, um instrumento um tanto extravagante, água. Apenas o caminho que ela trilhava, nada de lamúrias, gemidos, urros... Apenas a descida daquelas lágrimas... Eram tímidas e sutis, mas elas faziam toda a diferença para que o espetáculo estivesse completo.

Era a trilha sonora preparada para o estopim do caos. Ao primeiro passo ressoar, meu coração cedeu, e os meus ouvidos de uma boa apreciadora afundaram numa profundidade interior, era tudo tão longínquo, que eu pude jurar estar sob efeito de uma verdinha das boas. E quando, atrasada, eu arregalei meus olhos, o segundo passo ressoou. Ele arrancou de mim o nó na garganta, e ritmou minha respiração. Agora eu estava descompassada, e seria punida por isso! Tudo se sucedia, a partir dali, numa calmaria, numa lentidão... Eu cheguei a calcular que sim, poderia me liberar daquelas amarras e correr para onde tudo acontecia. Mas então, o terceiro passo me nocauteou, num fio de desespero, eu engasguei com aquele ar seco e pútrido da conformação. O último som que ele ouviria, eu acreditei que seria aquele meu engasgo tosco.


E o quarto passo veio... Já não disse? Eu estava nocauteada, entregue e entorpecida. Na profunda escuridão a que me forcei a me refugiar, eu não podia me esconder dos sons, nem que minhas veias estourassem de tanto forçar as pálpebras, eu não poderia escapar daquela melodia. Foi quando, sim, o único e último som dele em vida reivindicou seu triunfo, era cortante, repugnante e como era pesado... Com o olho direito, eu espiei... Ao se livrar de um protetor chulo e fosco, aquela espada incendiava por todo aquele térreo, claro, usando o brilho da lua de muleta, mas seu resplendor era incontestável...



Aquela iluminação regrada, ainda que fascinante e sedutora, fez questão de demarcar as curvas que um dia alguém havia talhado com minúcia naquela lâmina. Eram lindos os entalhes, percorrida por um bom gosto e riqueza em símbolos e finalizações, ela parecia tola e fútil. Deslumbrantes eram os detalhes que apenas serviriam para perfurar a carne de um inocente e jorrar o sangue que muitos matariam para despejar em um cálice e cumprir com seus rituais vazios. Agora, seríamos chafurdados como miseráveis imundos por um líquido raro, e de quem era a culpa?


Eu estava inerte quando ele bradou, e seu urro tentou escapar sozinho de sua garganta, uma última brisa de liberdade a ele foi negada. O último som que cuspiu foi seguido pelo respingar abafado de sangue, antes que aquele som revoltante terminasse de ecoar por aquelas paredes asquerosas, sua boca já estava batizada pelo líquido vermelho que expulsou. E a espada se afastou de sua carne como um parceiro romântico se joga para o lado na cama, já sem propósito e encharcada.



— Está feito! — foi aquele o meu chamado para a terra. Foi quando eu fui arremessada para aquela realidade novamente... Eu não tinha uma visão aérea, não estava analisando friamente, nem acompanhava o episódio lá de cima, eu era parte daquilo. E o meu coração titumbeava sozinho, enquanto outro, já não mais... Agora teríamos de sustentar aquele desfecho, eu e o que restou de mim. Restaram meu coração e o couro negro que me encarava, com as costas, ele sorria de mim, suas costas cobertas por um sobretudo me encaravam, porque ele era covarde demais para isso!

— Era o que estava previsto para acontecer. Os lá de cima premeditaram — quando o seu indicador subiu em riste, a minha revolta também se elevou. Eu podia vislumbrar seus olhos rolando para o alto conforme o dedo subia. Era podre e previsível, como o resto. E, para o terror de todos os meus nervos, e qualquer fragmento de minha vitalidade, a assassina voltou a gargalhar de mim, com aquele mesmo escárnio anterior à tragédia, aquele estrondo rasgava o ar como o brado de uma ave silvestre, me rasgava como um predador... Aquela maldita espada assassina ainda zombava da morte, mesmo ao colidir miseravelmente com o concreto também miserável daquele maldito lugar deplorável, era um objeto, mas era tão zombeteiro, que dava-me a impressão de se deliciar com a imagem daquele sangue injustiçado espirrando em meu rosto. E tudo o que restava ali me era repulsivo... Eu, aquele misterioso bestial, até a minha família, o que restou de um assassinato brutal. — Não se abale... A junção de vocês significava a derrota da humanidade. — suas cordas vocais emitiam vitória... Desde suas palavras até a última célula em seu corpo, ele se deleitava com a minha derrota, risadas disfarçadas davam jeito de passar atreladas a cada palavra daquelas. — Se contente com o que tem agora. Você tem elas! — seus ombros enrijeciam por mais que ele tentasse alongar as articulações. Eu o vi mover aqueles ombros como se estivesse grato por mais um dia árduo de treino. Treino. — VITÓRIA! — ele celebrava. Ainda assim, era um "vitória" que mascarava uma ordem. Estava mais para "Vamos, festeje comigo. Nós dois ganhamos. NÓS GANHAMOS!"

Eu desliguei mais uma vez. Poderia não ser parte dos que estão além do céu, não estar assistindo aquilo de um assento confortável e distante, poderia não estar segura, mas eu fui apenas uma telespectadora. Tenho certeza de que em algum daqueles minutos, ele chegou a se perguntar se eu ainda respirava, se não era a mim que ele tinha dado um fim. Quem poderia prever? Um simples acaso, uma mudança de cursos, se tornando não um acaso, mas uma tragédia. Furacões desgovernados devastando a vida um do outro. Nunca foi um acaso! Foi manipulação. Eu estava ali, dando lugar aos cursos naturais das coisas por opção? Por um acaso? Não existia destino, não existia acaso. Seria aquele o fim? Seu sangue escorrendo até meus pés? Então era essa a solução mágica? Eu me libertaria daquelas amarras, e daria um fim naquele maldito destino! Vou mostrar que também posso mudar o curso das coisas. Vocês aí de cima irão assistir o que eu programei e dirigi!



— Hum? Quê? — flutuando acima da colcha gostosa que forrava meu colchão, eu ainda parecia entorpecida. Não só meus murmúrios eram apagados, eu era uma mula. Testei o tato... Ocupando aquela cama, além de mim, apenas meu notebook e o celular. O material gelado dos dois me despertou e eu pude lembrar um pouco da minha rotina. Quando escorreguei os pés para alcançar o assoalho, foi a vez de ter outro choque térmico. Com meus dedos fumegantes, eu não hesitei em saltar no chão de uma vez. O primeiro som foi similar a um esguicho. E o posterior era mais pungente, mas eram ambos irmãos. Quando meus olhos enquadraram o chão, a paleta de cores era tomada por um vermelho vibrante, um tom de vinho escasso. Banhando meus dedos estava um líquido fresco e gélido, os graus negativos eram os mesmos que subiram a minha espinha, um arrepio gelado que fez aquela poça vermelha parecer fichinha. Fora aquela a primeira vez em que tudo não passara do pior dos pesadelos?

• Hwayugi Inspiration
• Capa provisória
  • 1.768
  • 329

Os Sete Pecados

escrita por Anelizzy_ , cafeezinho , twink_taeguk e Lizzy-_
Fanfic / Fanfiction Os Sete Pecados
Concluído
Capítulos 9
Palavras 15.255
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Literatura Erótica, Literatura Feminina, Magia / Misticismo, Universo Alternativo
Denunciada por cometer atos de bruxaria, a formosa e recatada Elisabeth Kim fora detida pela corte suprema da província de Daejeon. Aprisionada em um calabouço, Elizabeth aguardava pelo temido dia em que as garras da morte viriam lhe buscar através das chamas ardentes da fogueira em que seria jogada. Contudo, antes que o fogo conseguisse consumi-la por completo, a jovem de linhagem de bruxas branca recebeu a visita inesperada dos sete pecados capitais que tanto lutou para distanciá-los da aldeia em que residia. O pecado da soberba propôs que se ela usufruisse e desgutasse de uma noite de prazer com cada um deles, em troca, eles dariam para a formosa mulher a sua tão sonhada libertação.

[ Projeto de oito escritoras, cada capítulo escrito por uma Monalisa ]
  • 1.699
  • 193

Lunária

escrita por Thatavisk
Fanfic / Fanfiction Lunária
Concluído
Capítulos 20
Palavras 73.288
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Literatura Erótica, Magia / Misticismo, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Universo Alternativo
Quando aceitei ser o satélite natural da Terra, eu não esperava que fosse ser tão insuportável conviver com os humanos e ouvi-los todas as noites.

"— Acha a vida humana simples? — perguntou o Criador, levantando-se e me estendendo a mão."

Ah, eu não devia ter reclamado do que tinha... Se eu soubesse que orbitá-los era mil vezes melhor que ser um deles, jamais aceitaria aquele acordo. Ainda mais agora que descobri que há humanos piores que Lúcifer em si!
Principalmente um idiota chamado Park Jimin.



|Plágio é crime.||Sendo Revisada|
  • 1.369
  • 388

Meu namorado saiu de um game (Jeon Jungkook - BTS)

escrita por solwars
Fanfic / Fanfiction Meu namorado saiu de um game (Jeon Jungkook - BTS)
Concluído
Capítulos 7
Palavras 17.794
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Erótica, Literatura Feminina, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Pedidos para estrelas cadentes funcionam, e Kim Sunmi pode provar.
Ser CEO de uma das maiores empresas de videogame tem os seus defeitos, como nerds obcecados por um spoiler aos seus pés e correndo atrás de si, como de praxe. Só que Sunmi não poderia acreditar que, mesmo com toda a sorte do mundo para subir uma empresa do chão até o topo, o azar iria atingir a sua vida amorosa com força total.
Após um encontro horrível, ela tenta a sua última carta na manga: um pedido a uma estrela cadente. Quem diria que funcionaria e que ela ainda acordaria com seu personagem favorito completamente nu em sua cama?
Talvez ela tivesse feito um acordo com Satã enquanto dormia, porque Jeon Jungkook parecia ter vindo do Inferno para lhe atormentar.
  • 987
  • 131

Black Cat

escrita por Thatavisk
Fanfic / Fanfiction Black Cat
Em andamento
Capítulos 24
Palavras 84.878
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Aventura, Comédia, Ficção, Literatura Erótica, Magia / Misticismo, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Fazia dias que vultos e passos noturnos em minha casa tiravam minhas noites de sono, deixando-me louca quando passaram a ser vozes.
Mas tudo piorou, se é que era possível, quando eu definitivamente vi alguém ou... Algo em minha casa, mesmo que more sozinha apenas com meu gatinho Jimin.
Eu estava começando a ficar realmente assustada.
  • 817
  • 398

Não Cruze está Linha - Jeon Jungkook (ABO)

escrita por Amsthystar
Fanfic / Fanfiction Não Cruze está Linha - Jeon Jungkook (ABO)
Concluído
Capítulos 23
Palavras 51.325
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia / Misticismo, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural
O pai de Ana estava certo sobre muitas coisas, ainda mais quando o assunto era aquela floresta tão escura e tenebrosa. No entanto, para uma jovem com os hormônios à flor da pele, nada mais interessava do que brincar de chapeuzinho vermelho e provocar o lobo que tanto seu pai falava. Oque não esperava era que Jeon Jungkook fosse capaz de despertar em uma menininha tão doce e pura como Ana os pensamentos mais impuros que uma mulher poderia ter...
  • 798
  • 377

Noona, you are so bad! - Park Jimin

escrita por Senhora-back
Fanfic / Fanfiction Noona, you are so bad! - Park Jimin
Concluído
Capítulos 45
Palavras 96.814
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica / Sci-Fi, Gay / Yaoi, LGBTQIAPN+, Literatura Feminina, Magia / Misticismo, Mistério, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Universo Alternativo
Kim Yunjin odiava híbridos, e odiava ainda mais a ideia de ter que cuidar do híbrido de gato, Park Jimin, que pertencia ao seu irmão mais novo.

Jimin estava claramente apaixonado pela mais velha e faria de tudo para que a Noona deixasse de ser essa pessoa fria e arrogante com o mesmo.

“Noona, você é tão ruim. Sempre sendo grosseira comigo, sempre com essa pose de superior, com esse ar frio e arrogante, eu não entendo, por que o meu coração te escolheu, noona?”

“Noona, você é má. Você é muito ruim, noona.”

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•Eu adoro responder os comentários e conversar com o leitor então não se sinta acanhado, comente.

•Críticas construtivas tbm são bem-vindas.


•Plagia não, tá bem? É crime bb!

• Agradeço o Design da capa à @Thatavisk ela arrasou muito na capa e no poster tbm!


Boa leitura ❤
  • 675
  • 506

No meio de um apocalipse (Imagine Park Jimin)

escrita por TaeTaeAegyo
Fanfic / Fanfiction No meio de um apocalipse (Imagine Park Jimin)
Concluído
Capítulos 30
Palavras 34.107
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Drama / Tragédia, Ficção Científica / Sci-Fi, Literatura Erótica, Magia / Misticismo, Policial, Suspense, Terror e Horror
S/n viveu normalmente até seus 17 anos, quando... Por causa de uma ação descuidada da maior empresa de pesquisa e ciências do mundo, um apocalipse começou... Um vírus muito potente começou a se espalhar... S/n estava sozinha, seus pais foram contaminados e seu irmão havia desaparecido... Ou melhor, ela pensava estar sozinha até encontrar Park Jimin...
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