História Uma Aventura em Ionia - Capítulo 1


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Rakan, Rengar
Visualizações 10
Palavras 1.456
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


League of Legends e seus personagens e regiões não me pertencem.
A história e de autoria minha, não copie ou recrie.
As artes da capa não são minhas, eu apenas editei.
Arte do Rakan: Bich Hoan
Arte do Rengar: Rafael Teruel

Eu estava há bastante tempo tentando escrever uma fanfic lemon entre Rengar e Rakan (sim, eu shippo eles), mas nunca tive vontade. Mas enquanto eu tomava banho, me veio uma ótima ideia e comecei a escrever assim que me enxuguei. Sei que é algo bem aleatório, mas espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo único


O grande felino Vastaya está andando a mais de duas horas sem descanso pela Floresta Lhradi de Navori, apenas com um cantil quase vazio e um pescado cru que conseguiu com suas próprias garras no meio do Mar do Guardião, restando apenas duas peças pequenas de um peixe comum da região. Poderia ser uma iguaria, pensou ele, mas seria mais tempo perdido na busca pelo Mestre das Lâminas do qual ouviu falar em sua terra natal.

O forasteiro atravessou por quase quatro dias toda a região de Ixaocan com a ajuda de um amigo e dois quadrupedes, chegando no porto de Mudtown, onde trocou uma grande peça suculenta de uma caçada por uma pequena jangada reforçada. Passou quase uma semana pelos mares de Runeterra até chegar em Ionia, desviando da Ilha Bahrl e encalhando na praia do sul do Plácido de Navori.

Ele bebe um pequeno gole de sua água enquanto olha no mapa que arranjou em troca de cinco moedas de bronze, feito por um bebum que com certeza trocaria elas por uma pequena dose de álcool puro. Vou passar por um vilarejo Vastaya, espero não arrumar encrenca.

Mas é tarde demais. Ele é parado no meio da estrada por alguém atrás de arbustos. Ele grita e revela sua asa com um bater único.

— Alto lá, grande gato sobre duas patas! — exclama a criatura. O felino, sem pensar duas vezes, joga sua rede pesada na direção da voz dele, mas ele é tão rápido que com apenas um pulo ele desvia facilmente. Ele joga sua asa para cima e cai em pé.

— Errrrou! — ele morde o último pedaço de uma maçã vermelha e crocante, jogando-a de volta à natureza. — O que você pensa que está fazendo? Não sou seu jantar!

A criatura se revela na clareira, um pouco mais próximo do felino, se mostrando um pequeno vastayês louro. Ele parece humano, se não fosse por suas características animalescas, deixando-o com uma aparência de ave. Mas com apenas uma asa. É um Lhotlan, sem dúvidas.

O Vastaya felino ignora seu companheiro e caminha até sua rede de caça, guardando-a de volta em sua cintura. O Vastaya ave enfurece.

— Ou! Eu to falando com você! ... O que um Kiilash faz em Iônia? Você não deveria... sei lá, estar fazendo coisas que gatos fazem pela gigante caixa de areia de Shurima?

O forasteiro solta uma risada grossa e abafada.

— Hehe, vejo que você gosta de piadas — diz a criatura loura, pulando para perto do intruso. — Eu sou o Rakan, o encantador da minha tribo. O que você busca por aqui? Espero que não seja guerra, temos uma fronteira no sul de Navori controlado pelos malditos noxianos... Se quer briga, vá para lá!

— Estou procurando um mestre de quem ouvi falar em Shurima. Minha Presa aqui já passou por maus bocados, está na hora de uma nova. — Ele revela uma grande e enferrujada lâmina. Ela lembra bastante um Dente de Nashor.

— Ew! Que voz grossa, parece que você tem um pedaço de carne entalado na garganta. — Ele rosna em resposta. — Erhm... Sendo assim, não quer dar uma passadinha pelo meu vilarejo? A gente pode te oferecer comida, descanso e várias formas de diversão. Caso esteja interessado, temos várias garotas bonitas e rapazes elegantes.

Rakan tira um pequeno espelho de seu bolso dourado, se olha e passa a mão pela sua mecha vermelha, e sorri.

— Dá para perceber o qual elegantes os rapazes são. Sou Rengar, o caçador da minha tribo.

Com outro salto, Rakan chega na frente de Rengar e o circula rapidamente.

— Isso foi um elogio?

— Seja o que achar melhor — responde Rengar, andando e deixando o pequeno Vastaya para trás. Mas Rakan dá outro salto.

— Sabe, você é bem grande.

Rengar revira os olhos.

— Obrigado, mas sou o menor da minha raça. Sempre sofri preconceito por não acreditarem no meu potencial, por isso caço por conta própria. Gosto de frango assado.

Rakan fica vermelho, de medo e vergonha.

— Ah. — Dessa vez, ele bate as asas e corre até Rengar, parando na sua frente. — E o que achou de mim?

Rengar bufa alto.

— Seu encanto de passarinho não funciona em mim. Acho que você é um narcisista, como um gladiador que conheci em Noxus enquanto caçava um troféu.

O Vastaya Lhotlan base suas asas com força contra o vento, circulando o grande felino com movimentos lentos e suaves. Ele começa a dançar requebrando.

— O jeito que você é grosso comigo é excitante!

Rengar rosna. Por mais que ele não esperasse por isso em sua jornada, ele recria uns passos que usou uma vez nos planaltos do Monte Targon, com um Vastaya solitário e perdido local. Ele bate os antebraços nas pernas e dá alguns passos para o lado.

— Escuta aqui, eu não estou procurando compromisso, mas admito que você me chamou a atenção — diz Rengar, sem parar com seus movimentos. Eles circulam um ao outro como dois corpos celestes orbitando no espaço.

Rakan pula de um lado para o outro, sua asa sempre batendo.

— Foi a minha beleza... o meu corpo... o meu cabelo... ou o meu...

Rengar o interrompe antes que ele termine.

— Isso mesmo.

O gatão o agarra e leva para longe da clareira, adentrando a floresta densa de Navori.

— Eu sei andar. — Rakan toca o peito cabeludo de Rengar e salta de seus braços. — Aqui está bom.

Rengar tira seu cinto corpulento e o deixa cair no chão.

— Como você consegue andar com isso? — Pergunta Rakan. — Parece ser pesado.

— Meu cinto?

— Não, estou falando disso que você guarda dentro da sua tanga.

Rengar olha para baixo e se envergonha com o tamanho que não conseguiu evitar.

— É culpa sua! — gagueja, apontando sua garra para Rakan. — Seu pássaro espalhafatoso. — Rakan ri.

— Se é culpa minha, caro gato do deserto, deixe-me resolvê-lo.

Rakan deixa toda sua veste cair — incluindo sua pequena capa que cobre sua enorme asa — e circula Rengar, fazendo sons com a boca.

— Deixe-me vê-lo.

Rengar tira sua tanga e corre de quatro, como um gato, ao redor de Rakan. Rakan cobre seu corpo com sua asa, envergonhado, mas Rengar não tem como se esconder. O Kiilash para em cima do Lhotlan, que está de costas para ele, e lambe seu pescoço lenta e morosamente. Rakan solta uma risada, vira e esfrega seu rosto no de Rengar, como uma forma de carinho.

Rengar é tão grande que quase faz com que Rakan suma debaixo de si. Ele lambe seu rosto enquanto penetra sua delicada entrada, fazendo-o gritar alto, tão alto que daria para ouvir do centro do Plácido de Navori.

— Vai com calma, gatãozinho! Você pode ser o menor da sua raça, mas com certeza é o maior nos documentos!

O felino rosna, mas em vez de obedecer ao seu companheiro, ele vai mais forte e mais fundo. Dessa vez Rakan geme e Rengar rosna mais alto. Rakan contorna seus braços no pescoço grande e peludo de Rengar e enfia sua língua na boca dele, este por sua vez não saber o que fazer com isso começa a chupá-la, como se estivesse terminando de comer uma coxa de frango caseira.

Rakan vira-se de costas e se inclina na direção de Rengar, que coloca suas mãos fortes nas costas dele e mostra suas garras afiadas. Ele toca, desliza e arranha suavemente. Rengar deu duas, três, quatro estocadas antes de gozar dentro do pequeno Lhotlan, rugindo como o felino de grande porte que ele é. Rakan, cheio de luxúria, também se derrama sem mesmo tocar seu próprio membro. Sua guerra com o grande felino está feita, os dois venceram um ao outro.

O Kiilash rola para o lado, farto, ofegante, despido ao ar livre. Rakan, por outro lado, veste sua roupa e coloca sua capa, batendo a asa. Rengar rosna.

— Vai ter um festival de colheita amanhã na cidade montanhosa de Vonqlo. Vai ter bastante gente bonita, comidas suculentas e música alegre. Fique um pouco, venha conhecer Ionia.

Rengar levanta e se veste, colocando sua sacola de tecido pesado nas costas, onde carrega sua Presa enferrujada e o que precisa para sobreviver mais alguns dias.

— Não curto coisas alegres. Estou há cinco dias navegando pelos mares apenas com um propósito e este não é fazer amizades e laços amorosos.

Rakan segura seu próprio braço e abaixa a cabeça, olhando para suas patas. Rengar se aproxima e lambe seu rosto carinhosamente, o Lhotlan sorri e empurra seus pelos de uma forma gentil e amigável. Rakan salta para o alto de uma árvore e se despede do seu amigo felino.

Nosso forasteiro, ainda cansado da sua última aventura, continua sua trajetória até o Monastério Kinkou, onde encontrará Shen, o olho do crepúsculo, que decidirá um destino para a sua Presa.

Mas Rakan não sairá da sua cabeça tão cedo.


Notas Finais


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