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yowaitsu


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⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀bio by @Maheswaran
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀perfil fechado | saída

(especial) 5 anos de Spirit;;

Postado

Escreveu 𝐈 𝐀𝐌 𝐀 𝐆𝐑𝐄𝐀𝐓 𝐏𝐑𝐄𝐓𝐄𝐍𝐃𝐄𝐑


journal by yowaitsu

𝐎i, minna!
Vou ser sincero com vocês, eu não planejava voltar para cá. Muita coisa mudou nesses últimos cinco anos de plataforma, e eu mudei também. Pensamentos, ideologias, identidades, gostos e desgostos; tudo está diferente. Mas eu acredito que essa é a melhor parte da coisa, sabem? Poder olhar para trás e ver o quanto tudo está diferente.
Ver o quanto eu evolui nesses 5 anos de Spirit Fanfics.
E é por isso que estou aqui. Há 5 anos, no dia 06/12/2015, eu criei essa conta com o objetivo de postar meus rascunhos e como passatempo. Em nenhum momento, NENHUM, eu pensei que chegaria onde estou hoje; que teria 1591 kitsunes (porra, até nome especial vocês têm!), 50 de fanfics postadas, e muito menos que criaria novas amizades, hobbies e que finalmente me encontraria.
Para vocês que me conheceram desde 2015, agradeço de coração por não terem desistido de mim mesmo quando tudo indicava que daria errado. Para quem me conheceu depois, saiba que seu apoio foi fundamental para mim, e ver essa gente nova chegando me deixa muito, muito feliz. E para quem pulou de paraquedas nesse jornal, que tal uma apresentação?
Sejam bem-vindes ao meu perfil!!

Mostrar Spoiler: sobre mim


Yahoo, vocês me conhecem por @yowaitsu, mas podem me chamar pelos meus nomes: Larissa, Lucas ou Ámbar;
Sou uma pessoa não binária, bigênero e pansexual (saiba que preconceitos de qualquer tipo não são aceitos neste perfil);
Pouco ativo, porém ficwritter, betareader, designer, stylemaker, leitor crítico, helper, colorer e compositor nas horas vagas.
Eu costumo deixar tudo pra última hora, assim como esse jornal; desculpa, é mal de INTP;
Apaixonado, derrotado, leitor assíduo, fã de café sem leite e sem açúcar, talvez dramático, sarcástico, amante de raposas e personagens incompreendidos;
Não apareço muito aqui no Spirit por questões pessoais, então ando ativo no meu twitter @.yowaitsu_. Lá, reclamo da minha vida de merda e falo coisas dos meus fandons: BnHA, Haikyuu, Shingeki no Kyojin, Great Pretender, Miraculous, Naruto/Boruto e mais que virão.
Enfim, a preguiça bateu como sempre. Se quiser saber mais sobre mim — e o meu eu atual —, é só clicar aqui para acessar o meu carrd.go!



Vou ser sincero com vocês, eu não preparei nada para o dia de hoje. Sabem, a ideia que eu tive, há meses atrás — quando eu sonhava constantemente com o dia que completaria 5 anos e poderia ser chamado de "Usuário Veterano" —, eu pensava em fazer algo na mesma vibe do meu especial de 1000 seguidores. Mas o tempo passou, eu fui embora, e acabei esquecendo.
Então, tudo está meio em cima da hora, confesso. Porém acho que assim fica mais autêntico, não é? No improviso, só eu e vocês, algo bem dinâmico. Não tem nada de extraordinário nesse jornal, nem mesmo algo de novo que vai chamar a atenção. É apenas eu me abrindo e mostrando quem realmente sou.
Até porque, por muito tempo, eu me escondi. Eu já devo ter feito esse discurso algumas vezes, era também um dos motivos para eu ter mudado meu user para @yowaitsu há uns tempos. Ainda sim, eu não me sentia completo. Ter saído do Spirit me fez bem, me fez pensar, me fez ver coisas novas.
Fez eu me encontrar.
É por isso, kitsunes, que o objetivo desse jornal é resumir a minha trajetória na plataforma. Mostrar minha experiência. Ver como entrar e sair do Spirit mudou a minha vida de várias formas possíveis. Talvez você se identifique; talvez passe a me odiar em algum momento; talvez até mesmo passe a gostar de mim. Existem várias possibilidades.
Contudo, enrolar aqui não vai adiantar de nada, certo? Yep.
Ah, eu já aviso: talvez contenha gatilhos.

Mostrar Spoiler: minha trajetória


Quando entrei no Spirit, ainda era um pirralho inconsequente — talvez eu ainda seja um por dentro. Na época, eu não fazia a mínima ideia no que estava me metendo. Eu gostava de ler as fanfics de outras pessoas, era bom pra me distrair da dor que eu sentia na vida real. Sabem, conviver com 8 anos de bullying nunca foi fácil, e muito menos algo que superei totalmente.
A possibilidade de criar uma nova vida dentro das telas, de poder esconder-me atrás de uma (outra) máscara, era extremamente convincente.
Então, eu entrei para essa vida. Demorei uns meses até criar a minha conta, no dia 06 de dezembro de 2015, e postar a primeira fanfic — ah, vocês não vão encontrá-la, eu apaguei. Era tudo como forma de passatempo, sabem? Besteirol atrás de besteirol, mas de alguma forma postar aquela merda me fazia bem.
Provavelmente porque eu esquecia da realidade quando estava aqui no site, e talvez seja por causa disso que eu continuei. Que terminei a primeira fanfic e logo em seguida já havia outra em andamento. E, nossa, existiam pessoas que liam e pediam por mais. Era estranho para mim.
Porque nunca tinham dado atenção para as coisas que eu fazia. Nunca.
Nunca haviam pedido por mais.
Nunca pararam para ver que eu era mais do que um troféu, um robô que deveria ser perfeito 100% do tempo. Ninguém havia se importado com os meus sentimentos.
Até aquele momento.
E eu confesso que não tinha dado valor para aquele sentimento anestesiante até que, em 2016, a minha mãe descobriu o meu refúgio. Ela descobriu que eu escrevia e postava fanfics na internet. Então, tirou tudo de mim.
Celular. Computador. Tablet. Televisão. Proibiu-me de escrever. E não mais que isso, tirou a única válvula de escape que eu tinha. O único mecanismo onde eu poderia extravasar as minhas dores e, mesmo que só um pouquinho, fosse ouvido e admirado por alguém. Eu perdi tudo.
Paralelo a isso, no mesmo período eu era traído pelo meu melhor amigo e namorado na época. Passei a ser humilhado pelos seus amigos. E senti pouco a pouco um buraco ser aberto abaixo de mim. As crises aumentavam, e eu me perdia cada vez mais.
Foi quando me tornei bully.
Eu já não tinha mais a escrita para descontar as minhas frustrações, nem mesmo celular ou computador para jogar meus jogos de tiro. Em tese, eu não tinha mais nada, nem praticar boxe mais eu fazia. Então, deparei-me com as pessoas. Foram as pessoas que haviam acabado com a minha sanidade, retirado a minha vontade de viver, quebrado-me de todas as formas possíveis. A culpa era das pessoas.
Não me importava se aquelas que eu machucava eram inocentes ou não. Eu só queria descontar tudo. Tirar essa frustração de mim. Sentir-me um pouco mais leve.
Até hoje, não lembro quantas pessoas foram. Não me recordo de quantos corações machuquei. Espero que não sejam muitos, porque eu realmente sinto muito. Sei que minhas palavras podem ser apenas coisas vazias, e que o sofrimento passado nunca será recompensado por um simples pedido de desculpas de merda. Eu sei que não. Eu já /⁹sofri bullying, e em um lapso fui eu quem começou a praticá-lo. Fui contra a tudo que acreditava. Tornei-me um lixo de ser humano, a pior das escórias. Torturei, bati, chutei, humilhei, destruí vidas. Não somente isso, mas me afundei juntamente com elas. Cada coração quebrado era uma parte de mim que se perdia.
Ainda me sinto perdido às vezes.
Em casa, a pressão era ainda maior. Talvez vocês não saibam, mas é horrível ser chamado de fracassado pelos próprios pais. É uma merda saber que você está se esforçando para ser alguém forte, para ser o melhor — até porque me foi ordenado isso desde sempre —, e no final receber apenas palavras duras daqueles que você mais ama. Eu fui criado sem saber o que é carinho. Acostumei-me com isso. Se hoje rejeito abraços e palavras calorosas da minha própria família, é porque não as recebi quando mais precisava.
Fui criado para ser um troféu, para compensar os fracassos dos meus pais no passado. Eu deveria seguir um padrão, ser o melhor de todos. Foda-se a merda que eu seja no futuro, eu só tenho que estar acima. Eu preciso estar no topo. É para isso que me criaram. Eu vivo para isso. Não importam as consequências, nem mesmo o que sinto ou quero, eu sou o número um.
Ou pelo menos era assim que deveria ser.
Deve ser por isso que eu odeio errar. Odeio perder. Odeio saber quem sempre existirá alguém melhor do que eu. Odeio saber que a casca que me envolveu por anos não se passava de uma mentira. Odeio saber que eu próprio sou a porra de uma farsa. Escondi-me tanto tempo atrás de máscaras que nem sei mais quem sou.
Então, quando, sete meses depois, minha mãe devolveu as minhas coisas, eu quebrei tudo o que me foi imposto e voltei para cá. Voltei a escrever, e digo mais: voltei com tudo. Passei a fazer tudo escondido — ainda o faço, na verdade. Porque a dor de não poder escrever era maior que a dor de decepcionar meus pais. Posso estar sendo uma péssima pessoa por isso? Provavelmente. Mas a real é que foi a partir desse momento que eu criei um novo mantra:
Eu não iria me privar mais.
Foi graças a essa decisão que continuei ativamente no Spirit até a segunda metade de 2020. Nesse período, mudei de estilo de escrita tantas vezes que nem consigo contar nos dedos. Conheci novas pessoas, fiz boas amizades, descobri o que gosto de fazer e que me faz bem ao mesmo tempo. Por certo momento, eu senti que estava feliz.
Enganei-me.
Em 2019, foi quando tudo desmoronou. Perdi a pessoa que julgava ser meu melhor amigo. Não, ele não morreu. Está bem vivo, ainda bem. Ele apenas se distanciou de mim. Por quê? Ah, a culpa era minha. De todas as pessoas que machuquei, de todos os corações que quebrei, ele certamente foi o mais afetado. Quando veio a constatação de que ele não estaria mais ao meu lado, tudo mudou.
Foi quando eu percebi que era um ser humano de merda, e as crises voltaram com tudo. Até 2018, eu não as sentia mais, porque estava ocupado botando todas as minhas frustrações na escrita. Mas em 2019, nem escrever mais era capaz de melhorar o meu estado. E aos poucos, eu perdi o prazer na escrita. Já não atualizava todos os dias, e quando o fazia era sempre forçado e sem graça. Não tinha essência. Era um texto vazio, assim como o meu coração.
Em 2020, minha relação com a escrita ficou ainda pior. Tanto que parei de escrever na categoria Naruto porque simplesmente nada saía, e eu me iludi achando que talvez fosse porque eu estava cansado do fandom. Em partes foi isso mesmo, porque eu consegui escrever bastante com BnHA, mas depois a sensação de merda voltou e eu percebi que era algo bem maior do que imaginava.
Eu estava odiando a escrita.
Não gostava mais do que fazia. Era fútil. Sem sal. Apenas para fruto de lazer e sempre tinha um falso final feliz. Puros clichês. Ilusões. Escrever aquelas coisas malditas me dava raiva.
Então, comecei a desabafar com originais e oneshots centrics recheadas de pensamentos e reflexões por trás. Era isso o que faltava! Gostava de escrever aqueles textos, todos tinham uma parte de mim e eu sentia que estava me conectando com a escrita. Em compensação, é claro, os números baixavam — afinal, as pessoas gostam de se prender em ilusões e clichês baratos, porque no fundo é aquela vidinha pacata que elas tanto desejam para si; surpresa: finais felizes não existem —, porém eu estava fazendo o que gostava e só isso importava.
Mas aí vieram outros problemas.
O Spirit me proporcionou várias oportunidades. Entrei em projetos, fiz novas amizades — as melhores que eu poderia querer —, descobri novos talentos, e também foi o gatilho que me levou a me encontrar. Porém, também é o responsável por um dos meus maiores traumas.
Não vou dizer o que aconteceu porque não envolve somente a mim, por isso estou fazendo essa parte como forma de aviso. Interprete como quiser e, é claro, você não é obrigade a concordar comigo. Mas tudo bem, meus cinco anos de experiência nesse lugar não valem de muita coisa mesmo.
Por favor, não se prendam a lugares que te fazem mal. Se você não está bem, pule para fora antes que seja tarde. Foda-se se são pessoas importantes — ou que você achava que eram —, pessoas são podres por dentro e isso não vai mudar. Preze pela sua saúde mental. Não importa se é egoísmo; se está te destruindo, fuja.
Pode ser tarde demais.
E a vida sempre cobra pelas consequências dos seus atos.
Não deixe a fama subir pela sua cabeça. É ótimo ganhar seguidores, ganhar importância e reconhecimento, mas não deixe que isso comande a sua vida. Não priorize atualizações acima da sua saúde e ben-estar. Não idolatre outras pessoas porque elas são "superiores", porque não são. Ninguém é melhor do que ninguém, isso é algo que aprendi com o tempo. "Melhor" e "pior" são apenas títulos, não possuem importância nenhuma.
Não se prenda a títulos.
Se você quer melhorar, esforce-se. Se você quer ser ajudade, aceite a ajuda — por favor, não menosprezem quem está tentando te ajudar. Melhor, não menosprezem ninguém. Não devolvam violência com violência. Não rebatam xingamentos com outros piores ainda. Não desejem o mal a ninguém.
Se uma pessoa te machucou, a vida ainda vai derrubá-la.
Digo isso por experiência própria. Afinal, eu caí, e não foi por falta de motivos. A vida acabou comigo. Ela é cruel, muito cruel; e não é nada piedosa.
Se decidi sair do Spirit, foi porque ele carregava — cof carrega cof — energias ruins. Mandar a real aqui: o Spirit é tóxico. A culpa não é da plataforma, porque ela é muito boa. Nem das regras, porque todo lugar precisa de regras para funcionar. Parem de botar o peso da merda que vocês fazem nas regras do site. A administração não é a das melhores, claro que não é. Quem teria paciência pra lidar com um bando pessoas infantis como vocês?
Por favor, acordem.
Saíam daqui enquanto ainda é tempo. O Spirit forma uma bolha ao seu redor. As pessoas aqui têm um pensamento pequeno. E pior: você se contamina com essa forma podre de pensar. Acordem! O mundo lá fora é muito maior.
Se eu nunca tivesse saído do Spirit, eu nunca teria evoluído. Nunca teria me encontrado. E muito menos teria me aceitado como sou.
Hey, ainda dá tempo.
Eu construí uma nova vida fora daqui. Abandonei tudo. E posso dizer com 100% de certeza que estou melhor. Claro que as crises não me abandonaram, porque fazem parte de mim. As dores continuam, nunca vão parar. O sofrimento é eterno, você só tem que encontrar uma forma de conviver com ele.
Mas tudo vale a pena se eu estou sendo verdadeiro.
Pela primeira vez, estou sendo sincero com vocês; sincero comigo próprio. Não há nenhuma mentira nesse texto enorme, e isso me deixa bastante feliz. Sinto que cheguei aonde queria chegar. Onde não vou precisar de mentiras para alcançar o estágio final da felicidade.
É pouco, mas me conforta.
E sabem o que percebi agora depois de escrever isso tudo? É.
Estou feliz.
Mesmo com a dor, com a crise, com os pensamentos caóticos e o coração arrebatado, estou feliz. Estou sendo verdadeiro, sincero, realmente honesto. Estou sendo eu.
E é uma honra poder mostrá-lo uma última vez para vocês.
Eu não poderia deixar minha última atualização no Spirit Fanfics passar em branco.
O soldado — não, soldado não; capitão — está ferido, mas permanece lutando. Até o fim.



Acho que acabei me empolgando demais no texto, foi mal. Mas pelo menos eu fui sincero, não é?
E eu acho que ficou meio claro o clima de despedida no final. Esse jornal é minha última atualização no Spirit Fanfics. Não prometo histórias, jornais, styles, mensagens na timeline, nada. Nem sei se vou voltar a ler por aqui. O aplicativo já foi previamente desinstalado do meu celular.
Porém, estou de consciência tranquila. Não vejam essa despedida como algo ruim, kitsunes. Porque, pelo menos para mim, não é. Eu ainda estou aqui; não se forma presente, mas a minha essência permanece na plataforma. Nas minhas histórias, nas minhas capas, nos meus diálogos. Tudo tem uma parte de mim.
Foi um prazer compartilhar esses 5 anos ao lado de todes vocês. Eu agradeço por terem confiado em mim e permanecido nessa guerra comigo até o fim.
Muito obrigado, mesmo!
Eu espero poder reencontrar algume de vocês no twitter, ou talvez em qualquer outro canto da internet. Talvez eu até apareça aqui outro dia para ler os comentários e acabe te dando um oi.
Quem sabe do futuro, não é?

Sayounara!


Mostrar Spoiler: minhas redes

twitter • curious cat • carrd.go
a última fanfic



Escutando: o vento
Lendo: os code né porra
Assistindo: a tela branca
Jogando: minha sanidade fora
Comendo: o seu cu
Bebendo: nada mas bem que queria uma água
Permalink Comentários (6)

[27/09/2020] .sayounara, minna;

[25/09/2020] .(sasageyo) tentando 'conhecer meu eu escritor::

[21/09/2020] .(resultados) pesquisa de interesse::

[07/09/2020] Pesquisa de interesse


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