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Fanfics com a tag Misticismo

Asas Da Noite

escrita por jemiBelieber
Fanfic / Fanfiction Asas Da Noite
Concluído
Capítulos 73
Palavras 152.736
Atualizada
Idioma Português
Categorias Histórias Originais
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica / Sci-Fi, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Em meio de uma época de sequestros intencionando fortalecer o mercado negro, os moradores costumeiros de uma pequena cidade acreditavam intensamente que o motivo disto seria posto sobre uma lenda local. Wachowski, um ser das trevas condenado a vagar pela terra..
Enquanto isto, Sophia Hummel, uma estudante sonhadora, corre contra o tempo para tentar reverter a situação de sua mãe em coma. Porém, vê seu mundo virar de ponta cabeça ao cair nas teias venenosas do destino cruel. Ao que parecia ela ser apenas mais uma vítima dos inúmeros sequestros, trazia descobertas sobre seu passado escondido por uma antiga profecia. Os mistérios sombrios do mundo batem a porta, causando-a dificuldade em discernir a realidade da imaginação. Ela jurou odiar o insensível Nicholas, mas não imaginaria que seu destino havia se entrelaçado ao dele antes mesmo que nascesse. Juntos, deverão conter suas indiferenças, lutar contra criaturas mitológicas e controlar uma ansiedade crônica. O emocional fica a loucura com tantas aventuras alucinógenas, mas o trabalho duro é constante para desvendar a famosa profecia, que ronda as dimensões:

"O sangue luminoso renascerá. O amor de dois anjos distintos se unirá em um pequeno botão de inocência e pureza. Esse botão, ao florar, destruirá o destino cruel ao mundo destinado. Apenas o fruto do bem e do mal poderá, enfim, trazer a paz entre as dimensões afinal."

Serão como a água e o fogo, o frio e o calor, a noite e o dia.. Mas o amor plantará sementes que curarão o ódio existente, sararão o coração partido.. O Bem e o Mal passarão por um romance turbulento afinal... E a paz entre as dimensões depende desta união.


"Eu deveria saber que aquele dia não poderia me render o melhor. A sombria escuridão espreitava cada passo meu, pronta a me embarcar em uma viagem sem fim no mar do desequilíbrio emocional. Nada poderia mudar o meu verdadeiro destino. Aquela ponta metálica tão ponte aguda e dolorosa pertencia à faca do sofrimento, a qual me apunhalou de forma devastadora. Em meus planos, cada detalhe do dia era planejado com precisão, mas na prática nada previsto por mim realmente acontecia. Sempre surgiam pequenos problemas com consequências gigantescas, que sempre embaralham minhas ideias. A ansiedade constante que insiste em consumir toda minha razão, leva-me cada vez mais ao fundo do poço, torna minha vida um frequente estado de medo, preocupação e pânico, dominando meus pensamentos e atrapalhando minhas atividades diárias. Por isto, para ao menos ter coragem de enfrentar o dia que se inicia, dependo de terapias e medicamentos. Talvez, um dia, eu consiga me libertar disto, e me permitir viver o lado mais leve da vida..." — Sophia Hummel, protagonista.
  • 4.163
  • 4.864

O Quarto 115 - Kim Taehyung (sendo reescrita)

escrita por paozinho_freitas , paozinho_freitas_2 e pippos
Fanfic / Fanfiction O Quarto 115 - Kim Taehyung (sendo reescrita)
Em andamento
Capítulos 2
Palavras 5.353
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Gay / Yaoi, LGBTQIAPN+, Lírica / Poesia, Literatura Erótica, Literatura Feminina, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
[Não aceito adaptações/cópias dessa fanfic]
[Plágio é crime]
[Sinopse reescrita]

O trabalho de uma psiquiatra não é nada fácil, exige muito de si próprio, porém é uma das coisas que Margot faz muito bem.
Se formou em psiquiatria à cinco anos e hoje com trinta e dois anos, é considerada uma das melhores em sua área.

Mas o futuro pretende dar uma reviravolta em sua vida, ao ser transferida para um hospital psiquiátrico de Gwangju, ela conhece um misterioso homem, chamado Kim Taehyung.

Com trinta e cinco anos o paciente Kim, já tinha um passado sombrio, que despertava a curiosidade da Dra. Margot.
Ela pensou que ele seria apenas mais um dos seus pacientes, com problemas psicológicos, mas o que Taehyung tinha, nenhum médico poderia desvendar.

O que ninguém esperava, era que Margot não descansaria, enquanto ela não soubesse cada pedacinho do passado de Kim. Ela era sua medica e ele precisava de ajuda, para se curar do que habitava em seu interior, ou em sua alma.

[Não é plágio de Quarto 6124, leiam antes de acusar!!!!]
[Capítulos serão postados assim que terminarmos de reescrever cada um]
  • 2.374
  • 17

I'll Not Kill You - Jimin (BTS)

escrita por IvyMckenziePark
Fanfic / Fanfiction I'll Not Kill You - Jimin (BTS)
Em andamento
Capítulos 16
Palavras 42.756
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Gay / Yaoi, Lésbica / Yuri, LGBTQIAPN+, Literatura Erótica, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
— Não... Por favor... A gente pode resolver isso de outra forma! — com cada pausa em sua súplica, eu podia pressintir... O escárnio da morte, aquele odor fúnebre... As minhas malditas expectativas me pregavam uma peça, e eu tinha a certeza que aquele era seu último suspiro. Mas tive essa certeza três vezes em apenas uma frase.

Que acabassem de uma vez com aquela histeria em meu peito, deveria ser eu a suspirar uma última e longa vez, tudo para acalmar aquele falso silêncio que me estremecia. Eu era mais um fantoche daquele maldito show de horrores, acima daquelas amarras, era a agitação para acomodar o traseiro em uma poltrona e assistir a mais um espetáculo. Já aqui embaixo... Aqui embaixo ressoavam o couro, o retumbado do meu coração e a queda pungente da água... Aquela água salgada que pingava de seus olhos, aquelas lumes que a mim refletiam-se como um poço de súplica e misericórdia. Era uma criança... Era inegável... Ali, com os olhos marejados, as bochechas infladas e a pele fumegante como batata, eu não tinha dúvidas, era a inocência de uma criança, ele conseguiu me convencer.

Puta que pariu! Eu fodi com tudo! Tudo! Tudo! Ele não deveria estar ali!

E a orquestra seguiu seu curso. Os instrumentos, eu posso categorizar... Um coração pulsante como nenhum outro, desesperado. A cantiga dele me engasgava, os meus dotes artísticos estavam afiados aquele dia. Em seguida, eu posso especificar que o couro era legítimo, o músico sabia manusear o instrumento despojada e naturalmente, mas a cada nota atingida por este, a cada vez que seus braços roçavam no tronco, o primeiro instrumento fazia questão de sobressair-se, roubando o centro. E por último, um instrumento um tanto extravagante, água. Apenas o caminho que ela trilhava, nada de lamúrias, gemidos, urros... Apenas a descida daquelas lágrimas... Eram tímidas e sutis, mas elas faziam toda a diferença para que o espetáculo estivesse completo.

Era a trilha sonora preparada para o estopim do caos. Ao primeiro passo ressoar, meu coração cedeu, e os meus ouvidos de uma boa apreciadora afundaram numa profundidade interior, era tudo tão longínquo, que eu pude jurar estar sob efeito de uma verdinha das boas. E quando, atrasada, eu arregalei meus olhos, o segundo passo ressoou. Ele arrancou de mim o nó na garganta, e ritmou minha respiração. Agora eu estava descompassada, e seria punida por isso! Tudo se sucedia, a partir dali, numa calmaria, numa lentidão... Eu cheguei a calcular que sim, poderia me liberar daquelas amarras e correr para onde tudo acontecia. Mas então, o terceiro passo me nocauteou, num fio de desespero, eu engasguei com aquele ar seco e pútrido da conformação. O último som que ele ouviria, eu acreditei que seria aquele meu engasgo tosco.


E o quarto passo veio... Já não disse? Eu estava nocauteada, entregue e entorpecida. Na profunda escuridão a que me forcei a me refugiar, eu não podia me esconder dos sons, nem que minhas veias estourassem de tanto forçar as pálpebras, eu não poderia escapar daquela melodia. Foi quando, sim, o único e último som dele em vida reivindicou seu triunfo, era cortante, repugnante e como era pesado... Com o olho direito, eu espiei... Ao se livrar de um protetor chulo e fosco, aquela espada incendiava por todo aquele térreo, claro, usando o brilho da lua de muleta, mas seu resplendor era incontestável...



Aquela iluminação regrada, ainda que fascinante e sedutora, fez questão de demarcar as curvas que um dia alguém havia talhado com minúcia naquela lâmina. Eram lindos os entalhes, percorrida por um bom gosto e riqueza em símbolos e finalizações, ela parecia tola e fútil. Deslumbrantes eram os detalhes que apenas serviriam para perfurar a carne de um inocente e jorrar o sangue que muitos matariam para despejar em um cálice e cumprir com seus rituais vazios. Agora, seríamos chafurdados como miseráveis imundos por um líquido raro, e de quem era a culpa?


Eu estava inerte quando ele bradou, e seu urro tentou escapar sozinho de sua garganta, uma última brisa de liberdade a ele foi negada. O último som que cuspiu foi seguido pelo respingar abafado de sangue, antes que aquele som revoltante terminasse de ecoar por aquelas paredes asquerosas, sua boca já estava batizada pelo líquido vermelho que expulsou. E a espada se afastou de sua carne como um parceiro romântico se joga para o lado na cama, já sem propósito e encharcada.



— Está feito! — foi aquele o meu chamado para a terra. Foi quando eu fui arremessada para aquela realidade novamente... Eu não tinha uma visão aérea, não estava analisando friamente, nem acompanhava o episódio lá de cima, eu era parte daquilo. E o meu coração titumbeava sozinho, enquanto outro, já não mais... Agora teríamos de sustentar aquele desfecho, eu e o que restou de mim. Restaram meu coração e o couro negro que me encarava, com as costas, ele sorria de mim, suas costas cobertas por um sobretudo me encaravam, porque ele era covarde demais para isso!

— Era o que estava previsto para acontecer. Os lá de cima premeditaram — quando o seu indicador subiu em riste, a minha revolta também se elevou. Eu podia vislumbrar seus olhos rolando para o alto conforme o dedo subia. Era podre e previsível, como o resto. E, para o terror de todos os meus nervos, e qualquer fragmento de minha vitalidade, a assassina voltou a gargalhar de mim, com aquele mesmo escárnio anterior à tragédia, aquele estrondo rasgava o ar como o brado de uma ave silvestre, me rasgava como um predador... Aquela maldita espada assassina ainda zombava da morte, mesmo ao colidir miseravelmente com o concreto também miserável daquele maldito lugar deplorável, era um objeto, mas era tão zombeteiro, que dava-me a impressão de se deliciar com a imagem daquele sangue injustiçado espirrando em meu rosto. E tudo o que restava ali me era repulsivo... Eu, aquele misterioso bestial, até a minha família, o que restou de um assassinato brutal. — Não se abale... A junção de vocês significava a derrota da humanidade. — suas cordas vocais emitiam vitória... Desde suas palavras até a última célula em seu corpo, ele se deleitava com a minha derrota, risadas disfarçadas davam jeito de passar atreladas a cada palavra daquelas. — Se contente com o que tem agora. Você tem elas! — seus ombros enrijeciam por mais que ele tentasse alongar as articulações. Eu o vi mover aqueles ombros como se estivesse grato por mais um dia árduo de treino. Treino. — VITÓRIA! — ele celebrava. Ainda assim, era um "vitória" que mascarava uma ordem. Estava mais para "Vamos, festeje comigo. Nós dois ganhamos. NÓS GANHAMOS!"

Eu desliguei mais uma vez. Poderia não ser parte dos que estão além do céu, não estar assistindo aquilo de um assento confortável e distante, poderia não estar segura, mas eu fui apenas uma telespectadora. Tenho certeza de que em algum daqueles minutos, ele chegou a se perguntar se eu ainda respirava, se não era a mim que ele tinha dado um fim. Quem poderia prever? Um simples acaso, uma mudança de cursos, se tornando não um acaso, mas uma tragédia. Furacões desgovernados devastando a vida um do outro. Nunca foi um acaso! Foi manipulação. Eu estava ali, dando lugar aos cursos naturais das coisas por opção? Por um acaso? Não existia destino, não existia acaso. Seria aquele o fim? Seu sangue escorrendo até meus pés? Então era essa a solução mágica? Eu me libertaria daquelas amarras, e daria um fim naquele maldito destino! Vou mostrar que também posso mudar o curso das coisas. Vocês aí de cima irão assistir o que eu programei e dirigi!



— Hum? Quê? — flutuando acima da colcha gostosa que forrava meu colchão, eu ainda parecia entorpecida. Não só meus murmúrios eram apagados, eu era uma mula. Testei o tato... Ocupando aquela cama, além de mim, apenas meu notebook e o celular. O material gelado dos dois me despertou e eu pude lembrar um pouco da minha rotina. Quando escorreguei os pés para alcançar o assoalho, foi a vez de ter outro choque térmico. Com meus dedos fumegantes, eu não hesitei em saltar no chão de uma vez. O primeiro som foi similar a um esguicho. E o posterior era mais pungente, mas eram ambos irmãos. Quando meus olhos enquadraram o chão, a paleta de cores era tomada por um vermelho vibrante, um tom de vinho escasso. Banhando meus dedos estava um líquido fresco e gélido, os graus negativos eram os mesmos que subiram a minha espinha, um arrepio gelado que fez aquela poça vermelha parecer fichinha. Fora aquela a primeira vez em que tudo não passara do pior dos pesadelos?

• Hwayugi Inspiration
• Capa provisória
  • 1.768
  • 329

Rainha de Sangue

escrita por witchesblood
Fanfic / Fanfiction Rainha de Sangue
Em andamento
Capítulos 30
Palavras 104.423
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Ação, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Erótica, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Terror e Horror, Universo Alternativo
- O que são vocês? - Perguntou ela, encarando cada uma daquelas criaturas que tanto mexeram com sua mente, seu corpo e seu coração. Sua respiração parecia falhar, tais coisas não existem, são apenas ficção das quais ela adora ler. Estava alucinando, só podia ser isto, uma crise de abstinência. O que vira aquela noite não podia ser real.

- Temos nomes diferentes em cada cultura. - O prateado chamou a atenção dela para si. Ele era perfeitamente belo e aquela cicatriz apenas o deixava completo. Não entendia como podia existir homem tão lindo.

- Vrykolakas, Strigoi, Upír, JiangShi, Morto vivo... Demônio. - O sorriso que brotou nos lábios do homem grande de olhos perolados foi assustadoramente sedutor. Ela ia a loucura com aqueles olhos, aquelas duas luas que ele possuía na face.

- Vampiro. - Completou o outro, ele deu dois passos a sua frente. A rosada se afastou mais dois arrancando um riso da criatura que agora a fitava com luxúria. Dentre todos, ele conseguia ser o mais sinistro e sombrio. Talvez fosse os olhos verdes, o cabelo carmesim, a forma como ele a penetrava com o olhar. Ela não sabia.

- Não acredito nisso! - Sua mente estava dando voltas, nada daquilo poderia ser verdade. Ela estava irritada, com medo e confusa. Mas suas palavras apenas enfurecer o jovem de capa negra, mesmo com a franja cobrindo todo seu olho direito ela via os traços perfeitos de sua face. O homem impaciente, novamente deixou suas presas aparecerem juntamente com os olhos vermelhos sangue. O instinto de sobrevivência da mulher falou mais alto, seu corpo recuou mais ainda daquelas criaturas.

- Não tenha medo de nós, la mia bambola. - Fechou seus olhos ao escutar a voz vampiro de cabelos longos e revoltoss que tanto lhe causava arrepios na espinha. A forma como ele lhe chamava causava um rebuliço dentro de si. As ônix negras tão possessivas dele a fitavam sem parar.

- Nós a protegeremos, para isso que está aqui. - Sem dúvidas o ser de cabelos longos e lisos era o que mais lhe passava tranquilidade. Mesmo depois de tudo o que aconteceu entre eles, era nele que a rosada mais tinha se apegado, a quem tinha se entregado completamente.

- Está a salvo conosco. - Essas palavras foram ditas em tom cínico, ela perceberá. Lembrou do que ele havia feito consigo, de seus toques tão brutos e libidinosos. Sua aparência era a que mais se assemelhava a um anjo, fosse o cabelo vermelho tão claro ou olhos amendoados que passavam tanta doçura, mas que por trás havia um predador mortal.

- Eu não entendo, seja o que for que estiverem tramando, não tenho nada a ver com isso! - Sua mente passeou pelos dias que viveu ali, a confusão instalada dentro de si era torturante. Aquilo poderia ser mesmo real?

- Tem mais do que imagina, Sakura. - Ela ouviu a voz tão conhecida que não havia visto depois daquela tarde que passaram no cemitério. Os olhos esmeraldinos encontraram-se com os azuis do vampiro loiro e algo dentro daquelas orbes lhe dizia que tudo aquilo era verdade.






  • 1.539
  • 880

Crônicas de Heróis

escrita por UchihaAika
Fanfic / Fanfiction Crônicas de Heróis
Concluído
Capítulos 120
Palavras 442.109
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Ação, Aventura, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Literatura Erótica, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Saga, Universo Alternativo
Letoria era um continente onde várias espécies costumavam viver em harmonia e paz. Mas isso durou apenas até o instante em que os seres humanos instituíram reinos dotados de uma grande ganância e de egoísmo sem fim naquelas terras. A partir de então, guerras sangrentas e aparentemente infinitas iniciaram-se, acabando, aos poucos, com a diversidade que costumava existir no continente.
Com o passar do tempo, surgiram profecias entre as diferentes espécies, que previam a chegada daquela pessoa que seria a responsável por findar as guerras humanas, mas nenhuma delas entrava em consenso sobre como isso aconteceria. Uns acreditavam que somente a extinção da espécie humana poderia salvar aquele mundo, enquanto outros tinham maiores esperanças para os homens.
Em uma época remota, nasce a pessoa que se acredita ser aquela prometida nas profecias, contudo, ninguém poderia ter certeza sobre como ela desempenharia seu papel. Além disso, por ser temida por muitos como aquela que extinguiria a espécie humana, sua missão era sempre mantida em segredo.
Mas o que ninguém sabia ao certo, era como apenas uma pessoa poderia realizar, sozinha, uma missão tão grandiosa.
  • 1.516
  • 733

Asas Mortais

escrita por jemiBelieber
Fanfic / Fanfiction Asas Mortais
Em andamento
Capítulos 15
Palavras 90.154
Atualizada
Idioma Português
Categorias Histórias Originais
Gêneros Ação, Aventura, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica / Sci-Fi, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Depois que cada partícula de seus corpos e almas foram transportados para a mais sombria e perigosa dimensão, Nicholas e Sophia passarão por diversas situações insanas e macabras para retirar as Pedras de Prim do poder do Rei sombrio, restaurar velhas amizades e resgatar a misteriosa Angelina, enquanto tentam encontrar a calmaria neste mar de desequilíbrio emocional. Com a profecia quase a se realizar, o Fruto do Bem e do Mau é caçado por criaturas tenebrosas, e a cada dia fica mais difícil ao menos sobreviver nesse show de terror irreversível. Em meio de situações tão pavorosas que sufocam a mente, tornando-os verdadeiros loucos, a morte pode ser revigorante, e talvez a única solução para cessar os pavorosos gritos de desespero.



ASAS MORTAIS é o segundo livro da Saga ASAS DA NOITE, que encontra-se em meu perfil. Nesta continuação, o romance turbulento de Nicholas e Sophia será posto a prova em meio de situações que evidenciarão o pavor da sombria dimensão.

{História registrada na Biblioteca Nacional/ Plágio é crime}
  • 1.422
  • 358

The Imprisoned Wolf

escrita por PrincesaNagami
Fanfic / Fanfiction The Imprisoned Wolf
Em andamento
Capítulos 33
Palavras 176.644
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Aventura, Drama / Tragédia, Ficção, Ficção Científica / Sci-Fi, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Sobrenatural
Sakura, uma loba que imaginava que vivia uma vida comum e livre, descobrira que tudo ao seu redor se trata de uma grande mentira e que nada daquilo que vivia era real. A redoma de proteção erguida por sua matilha, tendo seu pai como alfa, não tinha o objetivo de proteger ela, mas sim mantê-la distante da verdade que ocultavam de si por motivos obscuros e incertos.

Ela sempre se sentiu presa, e indiferente àquele lugar em que nascera. Como se não pertencesse a ele. E isso porque sua verdadeira essência a chamava, mesmo que silenciosamente e sem que percebesse. Porém, não seria fácil ultrapassar as barreiras que a cercavam e que a impediam de sair daquela redoma de proteção.

E numa certa noite tudo se tornou demais para ela, a levando tomar a perigosa decisão de partir com a ajuda inesperada de um grande amigo. Entretanto, as consequências de suas escolhas seriam vividas na pele e na alma, na alma principalmente quando no meio dessa louca trajetória de fuga encontrasse aquele que estava destinado a se unir a ela.

Um alfa dotado de beleza, sagacidade e muita experiência, pra não dizer sabedoria.

A loba estará diante de um grande impasse, ceder ao seu desejo e necessidade natural que a levara sentir-se ligada àquele homem lobo ou se apegar a sua bússola moral e a sua nova necessidade de se aventurar nesse novo mundo livre que descobrira.

Será que a loba forasteira está prepara para isso?

Talvez sim, ou talvez não.

Só o tempo e as experiências que terá ao lado de certo alfa é que dirá.



(SINOPSE ATUALIZADA EM 23/01/2023)
  • 1.136
  • 671

Tempo

escrita por icebluegguk
Fanfic / Fanfiction Tempo
Concluído
Capítulos 8
Palavras 121.635
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Ficção, Ficção Adolescente, Gay / Yaoi, LGBTQIAPN+, Literatura Erótica, Magia / Misticismo, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Sobrenatural, Universo Alternativo
Jeon Jungkook não conseguia olhar para as pessoas. Park Jimin se sentia como um prisioneiro em sua própria rotina. Kim Taehyung sentia-se sufocar um pouco mais a cada dia. Min Yoongi se contentava com o pouco que recebia. Kim Namjoon se engasgava com as palavras não ditas. Jung Hoseok se sentia doente. Kim Seokjin não estava bem.

Estavam todos ali, juntos, mas ninguém percebia.

Ninguém fez nada.


“Algo tão pequeno quanto o voo de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo.” ― Teoria do Caos


ShortFic | TimeTravel!au | SadFic | Angst | Sobrenatural | JiKook | TaeSeok | NamJin
  • 1.116
  • 155

Wolf Moon

escrita por witchesblood
Fanfic / Fanfiction Wolf Moon
Em andamento
Capítulos 12
Palavras 46.596
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Ação, Aventura, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica / Sci-Fi, Literatura Erótica, Literatura Feminina, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
No século XVIII uma cidade rural no interior da França era aterrorizada por uma misteriosa criatura. Os moradores estavam em completo estado de pânico e não sabiam mais o que fazer. Soldados saiam à sua procura e nenhum retornava. Suas vítimas eram homens, mulheres e crianças. Aos poucos a cidade estava caindo no esquecimento por conta das mortes.

Uma jovem curandeira que via-se curiosa pelo famoso monstro, fora até a cidade em busca de conhecimento e também ajudar os pobres aldeões com suas poções os quais foram vítimas do monstro. Horrorizada com o que viu, decidiu de uma vez por todas ajudar a capturar o monstro. Mas o que jamais imaginou, era que a fera a observava, a desejava e por ela mataria mil vezes mais.

  • 875
  • 404

Crymond

escrita por Lyloom
Fanfic / Fanfiction Crymond
Em andamento
Capítulos 9
Palavras 30.412
Atualizada
Idioma Português
Categorias Histórias Originais
Gêneros Aventura, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Literatura Erótica, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Universo Alternativo
| Oi! Estou virando um livro. |

Em um universo paralelo existia um vasto reino nomeado Crymond, esse dominado por Elfos de Luz. Nele vivia uma bela e bondosa rainha de nome Moonlay Cor’Onna. O Reino de Luz sofria constantes ameaças dos Elfos Negros - de Pandora -, os tenebrosos inimigos do Povo da Luz.
Amar, chorar, sorrir, ser capaz de ter sentimentos para ela era uma benção dos deuses. A elfa não sabia o quanto desejava amar, sentir o carinho e ternura, o toque cheio de desejo sobre sua pele, até conhecer seu único e grande amor, algo que nunca pensou que poderia ter, algo proibido. Com ele poderia alcançar seus maiores desejos, amar, ter alguém a seu lado, e, principalmente, filhos.
Não importava o quão cruel e frio ele era - ou até mesmo se era um Elfo Negro - o que importava era saber que poderia fazê-lo feliz, mais do que qualquer elfa faria, importava que podia fazê-lo sentir-se amado, podia lhe dar uma família, algo que ele nunca pensou que teria. As cobranças de seu amor proibido também não pareciam importar. Mesmo a morte.
Para ele nada importava além dela, o que lhe trouxe uma vida de arrependimentos.
  • 859
  • 234